Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

sábado, 13 de outubro de 2018

O Tribunal do Santo Ofício enviado ao Brasil 
processou, julgou e condenou centenas deles ao confisco dos bens, 
à hábito perpétuo, cárcere privado, à prisão e por vezes à morte,
ainda que diversos deles tiveram a sorte de ser queimados “em
estátua”, mediante uma representação, castigo bem menos cruel do
que os que foram sentenciados a “queimar em carne”.
Estes cristãos novos foram mais abundantes na Bahia, no Rio
de Janeiro, em Pernambuco e Minas Gerais onde se dedicaram à
mineração. Seria exaustivo documentar todos os casos a fim de que
se pudesse justificar a enorme lista de nomes usados por sefarditas
que publicamos nessa edição, e isso fugiria ao escopo desse
trabalho. No entanto, para aqueles que não tiveram oportunidade
de conhecer a história dos formadores dessa nação incluímos aqui
um trecho de uma dissertação de Anita Novinsky, no momento a
mais renomada pesquisadora sobre o passado judaico do Brasil que
menciona a condenação de 57 cristãos novos.
“Apesar do estágio inicial em que se encontram as
investigações sobre a população cristã-nova em Minas Gerais,
podemos dizer que seu número foi relativamente alto, uma vez que
incluía também os "assistentes" que residiam no Rio de Janeiro e na
Bahia, mas que passavam longos períodos em Minas Gerais. No
"Livro dos Culpados", que é a principal fonte para o conhecimento
da população cristã-nova no Brasil, encontramos anotados os nome
de todos os cristãos-novos suspeitos, denunciados ou que foram
presos. Nele estão registrados 150 cristãos-novos residentes ou
assistentes em Minas Gerais. O número de cristãos-novos em
algumas cidades do Brasil ultrapassou o número de judeus que
viviam em Amsterdã no período de sua maior efervescência
econômica e cultural. Mas devemos ter em mente, que somente é
possível obter dados demográficos sobre cristãos-novos em
determinadas regiões do Brasil, através da contagem daqueles que
foram presos pela Inquisição ou a ela denunciados como
judaizantes. O número total será portanto sempre impreciso, pois a
maior parte dos cristãos-novos que vieram para o Brasil não foram
presos, e diluíram-se em meio a população brasileira. Em Minas
Gerais arrolamos, até o presente, aproximadamente 500 cristãos-
novos entre denunciados e presos
#VejaIsrael_BneiAnussim

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