INSTRUÇÕES
Nós, homens e
mulheres, livres e de bons costumes, vamos ter de trabalhar juntos, de modo que
os nossos desenvolvimentos e crescimentos psíquicos e espirituais possam
efectuar-se em ritmos iguais, isso porque, cremos que alguns destes ensinamentos
serão mais longos e possivelmente mais difíceis do que outros. Acontece que, esses
ensinamentos não têm enchimentos e enxertos inúteis, que possam distorcer
sentimentos edificadores, mesmo porque, entendemos e reconhecemos que todos
trazem edificações maiores para alguns e menores para outros. Reconheço que,
praticamente, todos os ensinamentos contêm sentimentos de ensinamentos e
edificações, na medida da capacidade que cada um de nós tem de absolver,
substâncias verdadeiras, sem qualquer enfeite ou sentimento ilusionista. Portanto,
devemos escolher um dia da semana para estudarmos os edificadores ensinamentos que
trataremos aqui no presente trabalho-estudo. Formemos, então, o hábito de
estudarmos a uma certa hora, em certo lugar, em certo dia da semana, pois assim
cresceremos e induziremos nosso corpo físico, mente, alma e espírito a uma
disciplina que certamente só trará edificação para nossas vidas seculares e
espirituais, mesmo porque, somos todos estudantes enquanto aqui nesta terrinha
vivermos. A nossa tarefa aqui vai muito mais além de simplesmente escrever ou ler
palavras, isso porque, será preciso absorver ideias que poderão parecer
estranhas, quando são edificadoras, e a disciplina mental dos hábitos regulares
virá muitíssimo ajudar em nosso crescimento pessoal, social, intelectual,
espiritual, proporcionando equilíbrio e domínio próprio.
Devemos escolher
sempre um lugar que seja aconchegante e confortável em nossa casa, onde
possamos destinar esse lugar exclusivamente ao estudo e meditação, para que fiquemos
bem à vontade e não venhamos sentir pressão externa, somente assim aprenderemos
com mais facilidade se estivermos mais cómodos. Se preferir estudar deitado ou
sentado em uma poltrona, ou sentado debruçado sobre uma mesa, mas, em qualquer que
seja o caso, devemos adoptar sempre uma atitude na qual não haja qualquer
esforço da musculatura, na qual possamos descansar de modo que toda a nossa
atenção possa ser dada tão-somente às palavras impressas e aos pensamentos e
significados que as mesmas contem nessa relação de escritas, ensinando e mente de
como absolver sons, sinais, desenhos etc. Entretanto, se estivermos tensos, perdemos
muito, isso porque, boa parte de atenção estará dedicada a sentir essa tensão,
o que devemos tomar providências para que durante qualquer que seja o tempo
necessário para ler cada estudo, não haja intromissão de terceiros, nem desvios
dos nossos pensamentos.
No nosso cantinho de
estudos, podemos e devemos trabalhar sempre com sentimentos de liberdades e
desamarrações, e mesmo que tenhamos que fechar a nossa porta, mesmo assim,
tenhamos sentimentos de liberdades, não é necessário nos fecharmos ao ponto de
vedar o acesso de quem quer que seja, fechemos à porta, não necessariamente de
chave, de preferência devemos cerrar à porta e as cortinas de modo que as
flutuações dos raios de luzes do dia não distraiam a nossa atenção, o que
devemos manter apenas uma frequência de luz no nosso estúdio, frequência de luz
essa que deve servir para ler sem prejuízo aos nossos olhos, o que tudo isso
proporcionará a iluminação adequada, ao mesmo tempo em que deixa o estúdio
propício ao nosso crescimento e evolução espiritual.
Adoptemos, portanto, uma
posição que seja inteiramente cómoda e repousante, para não se transformar em
um estudo enfadonho, mesmo porque, o nosso estudo deve ser sempre cómodo,
sempre com descanso contínuo ou por alguns momentos, para que respiremos
profundamente e continuamente, isto é, inalando com bastante profundidade o ar,
uma após outra, para que nossos pulmões fiquem trabalhando a contento, e que,
em alguns momentos prendamos a respiração, por três ou quatro segundos, e
depois soltemo-la por período idêntico, isso fará com que tenhamos domínio e controle
mental. Devemos descansar se possível
em imobilidade por alguns segundos sempre que entendermos bem, mas, depois de
descansarmos sempre que necessário apanhemos novamente o nosso estudo,
começando lendo em conformidade de estudo-aprendizado, isso porque,
reconhecemos que de início, devemos ler despreocupadamente como se estivéssemos
lendo uma devocional religiosa, e quando tendo feito isso, façamos sempre uma
pausa por momentos que sejam satisfatórios a nossa mente, alma, espírito e
corpo, a fim de deixarmos o que lemos de leve chegar ao nosso subconsciente,
sem pressão e com leveza da alma. Devemos fazer tantas e quantas vezes acharmos
necessárias, assim sendo, percorreremos meticulosamente com sabedoria os pontos
essenciais e edificadores dos estudos, parágrafo por parágrafo. Sabemos, também, que se alguma coisa nos
intrigar, tomemos nota, escrevendo-a em um bloco de papel paralelo colocado em
lugar conveniente que nos chame sempre a atenção as observações que entendemos
importantes e indispensáveis, não procuremos guardar coisas algumas de memórias,
pois de nada adianta nos tornarmos escravos das palavras impressas uma vez que
todos os fitos dos estudos são os de levarmos ao subconsciente, mesmo porque,
cremos que quando exageramos na tentativa consciente de memorizarmos,
percebemos que esses esforços só servem muitas das vezes para cegarmos a nós
mesmos quanto aos significados completos das palavras, pois entendemos e
reconhecemos que nós não vamos fazer exames, aonde repetir palavras e palavras
como papagaios sejam suficientes, e ao invés dessas baboseiras todas, estaremos
armazenando conhecimentos que poderão liberta-nos das amarrações da carne,
capacitando-nos a enxergarmos que espécies de coisas nossos corpos humanos representam,
e descobrirmos os fitos da nossa vida sobre a esta camada fixada e sólida chamada
planeta terra.
Então, quando percorrermos
meticulosamente todos os teores edificadores dos estudos aqui responsavelmente por
nós apresentados, somos conscientes de que necessários se fazem que outras vezes
consultemos as nossas anotações para que possamos pensar positivamente nos
pontos que nos intrigaram, e principalmente nos pontos que não ficaram devidamente
esclarecidos. Portanto, devemos nos esforçar incondicionalmente para
esclarecermos os fatos e assim tomarmos parte positivamente dos fatos
edificadores e transformadores. O que, também, reconhecemos que não seja fácil
em demasia escrever apenas para nós mesmos, embora, muitas das vezes tenho que
responder algumas perguntas formuladas por mim mesmo. Entretanto, somos conscientes
de que isso, não fará com que todos os assuntos cheguem ao subconsciente, mesmo
porque, reconhecemos que existem mais valores e benefícios para nós mesmos, em
que, nós mesmos pensemos nas respostas das perguntas formuladas por nós mesmos,
encontrando as respostas sozinhos, seguindo o provérbio popular: “Quem pariu
Mateus que o embale”. O que, também, entendemos e reconhecemos que em tudo e
por tudo é preciso que façamos sempre a nossa parte, pois tudo, absolutamente tudo
quanto vale a pena ter, merece o nosso trabalho e esforço para consegui-lo. Reconhecemos
que muitas das coisas são assim mesmo, fáceis, gratuitas, em geral nem sequer
valem os esforços precisos. Abriremos, portanto, nossa mente, devemos estar
prontos a adquirirmos conhecimentos novos. Devemos imaginar sempre que o
conhecimento está sempre mais e mais fluindo a nosso favor, chegando gradativamente
a todos nós, lembrando de que do modo como pensamos, assim somos e assim
devemos agir.
Agora, portanto, quero
deixar claro, e bem claro, que por mais estudioso que sejamos, antes de procurarmos
compreender a natureza do “eu superior”, ou lidar com qualquer questão oculta,
precisamos ter cem por cento de certeza de que compreendemos a natureza do “homem
natural, comum”, e que, nesse espaço curto de tempo, em curso da vida,
utilizaremos sempre o termo homem e mulher a fim de indicar o ser humano homem
e mulher, pois devemos dizer, de modo bem definido, que a mulher é igual ao
homem, em todas as questões referentes às coisas ocultas e às percepções
extra-sensoriais. Entretanto, para muitos estudiosos, a mulher, na verdade,
apresenta em geral uma aura mais brilhante e uma capacidade maior para apreciar
as diversas facetas da metafísica, pois para muitos estudiosos a mulher é
dotada incondicionalmente dos sete-sentidos o que a transforma em maior e
melhor capacidade sensorial.
Não podemos e não
devemos esquecer de questionarmos a nós mesmos quanto a vida, a nossa vida. Na
verdade, tudo que existe em todos os espaços e formas tem vida e para a vida. Até
mesmo uma criatura à qual normalmente nós pensamos ou achamos que está morta, na
verdade está viva. Mesmo porque, a forma normal de vida de uma dessas vidas
pode ter cessado, caso em que a chamamos morta. Entretanto, com a cessação
dessa vida uma forma nova de vida entrou em cena, pois entendemos e
reconhecemos que este processo da dissolução da vida cria vida própria, e assim
sendo, aceitamos que a vida mesmo depois de morta, gera outra vida para uma
nova forma de vida, ou alimenta outra vida. Tudo nesta vida que é vibração, é,
portanto, vida. Tudo, absolutamente tudo que existe nesta vida vibra. Entretanto,
reconhecemos que tudo consiste de moléculas ou átomos em movimentos constantes,
o que utilizaremos moléculas ao invés de átomos, neutrões, protões, porque reconhecemos
e aceitamos que este é um trabalho-estudo mais enraizado na metafísica, e não
um trabalho-estudo de química ou de física. Assim sendo, juntos procuraremos pintar
o quadro geral, ao invés de entrarmos em detalhes microscópicos de questões que
não vêm ao caso, mas, em todo caso, cada um busca entender mais o que se
pretende, sendo, portanto, respeitado o pensamento de cada um, e em alguns
casos aplaudidos.
Devemos, talvez dizer
algumas palavras a respeito das moléculas e átomos, embora em particular eu não
creio que seja indispensáveis, entretanto, inicialmente, a fim de acalmarmos aos
que chamamos de puritanos que, de outra forma, nos escreveram, escrevem comentários
e enviaram e continuam a enviar críticas a conhecimentos que já possuímos, embora
isso não nos cause danos, apenas, estamos esclarecendo. Assim sendo, observamos
que cientificamente as moléculas são pequenas, rigorosamente pequenas, mas,
podem serem vistas com o microscópio electrónico e por aqueles que têm preparo
nas ciências metafísicas. O que, de acordo com o dicionário, a molécula é,
portanto, a porção menor possível de uma substância capaz de ter sua existência
independente, ao mesmo tempo em que retém as propriedades dessa substância. O
que, por mais pequenas que sejam, as moléculas se compõem de partículas ainda
menores, conhecidas como átomos. O que, também, um átomo é como um sistema
solar em miniatura, pois o núcleo do átomo representa o sol em nosso próprio
sistema solar, e que, ao redor desse sol giram os eléctrons, que, de modo bem-parecido
com aquele pelo qual os planetas em nosso sistema solar giram ao redor de nosso
sol. O que, semelhantemente ao sistema solar, a unidade do átomo é quase
inteiramente espaço vazio, toda a substância tem um número diferente de
electrões ao redor de seu sol do núcleo, onde podemos esclarecer de que o
urânio, por exemplo, tem noventa e dois electrões, e o carbono possui apenas
seis electrões, sendo dois próximos ao núcleo e quatro orbitando em distância
maior.
Entendemos e
reconhecemos que, não é simplesmente esquecer dos átomos e fazermos referências
apenas às moléculas, mesmo porque, podemos afirmar que os seres humanos são
massas de moléculas em constantes e rápidas rotações, parecendo sólidos, quando
nas mais claras e puras verdades estão em constante mutações. Assim sendo, reconhecemos
que não é fácil enfiarmos um dedo pela carne e ossos, teremos alguns obstáculos
que serão quase que impossíveis superá-los naturalmente, ainda assim, podemos
afirmar que essa solidez é uma ilusão forçada a nós mesmos, porque também somos
parte dessa humanidade, pois muitas das vezes intimamente pensamos em uma
criatura de pequenez infinita, que se possa colocar a uma certa distância de um
corpo humano, olhando para o mesmo corpo, e que, essa criatura veria completamente
sozinha em rodopio, nebulosas espirais, e faixas parecidas como a via-láctea,
que nas partes macias do corpo, a saber, a carne, essas moléculas estariam
amplamente dispersas, e que, nas substâncias duras, os ossos, as moléculas
seriam densas, agrupadas, e dando a aparência de um grande conglomerado de
estrelas, que são quase que impossíveis de serem penetradas.
Importante salientar
que tudo nesta vida tem seus significados, assim sendo, imaginemos de pé sobre
a plataforma superior da maior montanha do mundo, em uma noite rigorosamente clara,
o que, olhando para uma lado e para outro, percebemos que estamos a sós, e que
estamos distantes das luzes de qualquer cidade que, reflectindo-se no céu
nocturno, causa refracção das gotas de humidade suspensas, fazendo com que o
firmamento do céu pareça turvo, e que, por este o motivo é que os observatórios
astronómicos sempre são construídos em lugares distantes de cidades, para não
sofrerem interferências e influências alheias aos propósitos. Estamos em nosso
próprio cume de montanha, estamos acima de nós mesmos, e as nossas estrelas
brilham com clarezas esplêndidas sobre nós mesmos. O que é mais importante para
nós, é que nós, fitamos as nossas próprias estrelas enquanto seguem em constantes
procissões em infinitas órbitas diante de nossos olhos que sempre com
semblantes espantados. Podemos, então, enxergar grandes galáxias que se
estendem diante de nossos olhares fitos no firmamento, bem como, conglomerados
de estrelas adornando o negrume do firmamento das noites que são infinitas. Assim
sendo, os nossos olhares vão muito mais além, enxergando no firmamento, a exuberante
faixa conhecida como via-láctea que se apresenta como uma esteira vasta e
fumacenta, carregada de estrelas, mundos, planetas, como verdadeiras moléculas,
mesmo porque, é assim que essa criatura microscópica nos veria, a nós seres
humanos.
As incontáveis
estrelas no firmamento acima de nossas cabeças, apresentam-se como pontos de
luzes com espaços inacreditáveis entre si. Trilhões e mais trilhões de estrelas
são o que são. Mas, ainda assim, comparadas ao grande espaço vazio, parecem pouquíssimas,
mesmo porque, se nos dessem uma nave espacial de altíssima autonomia,
poderíamos nos mover livremente entre as trilhões e trilhões de estrelas, sem
tocar em qualquer uma delas. Suponhamos que fosse possível fechar os espaços do
firmamento entre as estrelas, onde as moléculas, vistas pela criatura somos nós,
então, pensaríamos verdadeiramente qual seria a forma final das formações
estelares no firmamento, em que, cada ser humano é um universo particular, em
que esse universo no qual os planetas, as moléculas rodopiam ao redor de um sol
central, e que, cada rocha, graveto ou gota de água é composta por moléculas em
movimento constante, incessante, o que nos conscientizamos que todas as vidas,
vivem para as vidas.
Os seres humanos se
compõem de moléculas em constantes movimentos e que, esses movimentos geram algumas
formas de electricidades que, unindo-se à electricidade proporcionada pelo “eu
superior”, forma a vida senciente com capacidade de experienciar o sofrimento,
seja a nível físico, seja a nível psíquico, e que, ao redor dos pólos da terra,
tempestades magnéticas irrompem e brilham, dando origem à “Aurora Boreal”, com
todas as suas luzes coloridas, encantadoras e comoventes. Não podemos esquecer
de que ao redor de todos os planetas e moléculas, as radiações magnéticas
entrosam e interagem com outras radiações emanadas dos mundos e moléculas
vizinhas, que não sabemos onde começam e onde terminam, ou seja, não sabemos
seus começos e términos, pois não terminam, apenas mudam os ciclos. Além do
mais, reconhecemos que nenhum ser humano é um mundo em si mesmo, como nenhum
mundo é auto-suficiente nele mesmo. Um mundo depende dos outros mundos. E os
mundos se completam. Mesmo porque, reconhecemos, aceitamos e vivenciamos que nenhum
mundo, ou molécula, pode existir sem outros mundos ou moléculas. Entretanto, todas
as criaturas, mundos ou moléculas dependem da existência de outras criaturas,
mundos ou moléculas, para que suas próprias existências possam continuar ou
mutar gerando vidas para outras vidas.
Devemos sempre levar
em conta o fato de que os grupos moleculares são de densidades diferentes, o que,
na verdade, podemos comparar como conglomerados de estrelas girando no firmamento,
o que, em algumas partes do firmamento existem regiões povoadas por números imaginários
de estrelas ou planetas, ou até mesmo mundos e universos, qualquer que seja o
nome dado por nós. Entretanto, por todas as outras partes, estes mundos se apresentam
em algumas densidades consideráveis de planetas, como acontece, por exemplo, na
via-láctea que agrupa milhares e milhares de galáxias com trilhões e trilhões
de estrelas. O que, também, do mesmo modo ou bastante parecido, uma enorme rocha
pode representar uma constelação muito densa ou galáxia. Sem esquecer de que o
ar é povoado por um número mais raro de moléculas. Na verdade, o ar passa por
nós e passa pelos capilares dos nossos pulmões, indo as nossas correntes
sanguíneas. O que, também, muito além do ar, existe espaço onde há
conglomerados de moléculas de hidrogénio amplamente dispersas, pois os espaços
não são vazios, como as pessoas costumavam imaginar. Os espaços são compostos de
algumas colecções de moléculas de hidrogénio em constantes oscilações
turbulentas e, naturalmente, as estrelas, planetas e mundos formados pelas
moléculas de hidrogénio vivem em constantes movimentos. É certo que se um deles
apresentar colecção substancial de grupos moleculares torna-se muito mais difícil
para qualquer outra criatura passar pelos grupos. Entretanto, existe um que
podemos chamar de fantasma, que tem suas moléculas amplamente espaçadas, podendo
com facilidades atravessar algumas parede de tijolos, mesmo porque, estamos a
pensar na parede de tijolos como a mesma uma colecção de moléculas um tanto quanto
parecida com uma nuvem de poeira suspensa no firmamento. Preferimos esclarecer
que, por mais improvável que pareça, segundo a ciência, existe espaço entre
cada molécula, assim como existe espaço entre as estrelas. Entretanto, se
algumas outras criaturas fossem suficientemente pequenas, ou se suas moléculas
estivessem bastante dispersas, nesses casos essas criaturas poderiam passar
entre as moléculas, digamos, uma parede de tijolos, sem tocar qualquer uma
delas. Assim sendo, reconhecemos que tudo isto nos capacita a examinarmos como os
fantasmas podem aparecer dentro de uma sala fechada e como pode atravessar o
que se nos afigura uma parede sólida. Mesmo que tudo seja relativo, e uma
parede que a nós parece sólida pode não sê-la para um fantasma ou uma criatura
do mundo astral, entretanto, examinaremos essas coisas com mais comprometimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário