Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

terça-feira, 9 de outubro de 2018


INSTRUÇÕES

Nós, homens e mulheres, livres e de bons costumes, vamos ter de trabalhar juntos, de modo que os nossos desenvolvimentos e crescimentos psíquicos e espirituais possam efectuar-se em ritmos iguais, isso porque, cremos que alguns destes ensinamentos serão mais longos e possivelmente mais difíceis do que outros. Acontece que, esses ensinamentos não têm enchimentos e enxertos inúteis, que possam distorcer sentimentos edificadores, mesmo porque, entendemos e reconhecemos que todos trazem edificações maiores para alguns e menores para outros. Reconheço que, praticamente, todos os ensinamentos contêm sentimentos de ensinamentos e edificações, na medida da capacidade que cada um de nós tem de absolver, substâncias verdadeiras, sem qualquer enfeite ou sentimento ilusionista. Portanto, devemos escolher um dia da semana para estudarmos os edificadores ensinamentos que trataremos aqui no presente trabalho-estudo. Formemos, então, o hábito de estudarmos a uma certa hora, em certo lugar, em certo dia da semana, pois assim cresceremos e induziremos nosso corpo físico, mente, alma e espírito a uma disciplina que certamente só trará edificação para nossas vidas seculares e espirituais, mesmo porque, somos todos estudantes enquanto aqui nesta terrinha vivermos. A nossa tarefa aqui vai muito mais além de simplesmente escrever ou ler palavras, isso porque, será preciso absorver ideias que poderão parecer estranhas, quando são edificadoras, e a disciplina mental dos hábitos regulares virá muitíssimo ajudar em nosso crescimento pessoal, social, intelectual, espiritual, proporcionando equilíbrio e domínio próprio.
Devemos escolher sempre um lugar que seja aconchegante e confortável em nossa casa, onde possamos destinar esse lugar exclusivamente ao estudo e meditação, para que fiquemos bem à vontade e não venhamos sentir pressão externa, somente assim aprenderemos com mais facilidade se estivermos mais cómodos. Se preferir estudar deitado ou sentado em uma poltrona, ou sentado debruçado sobre uma mesa, mas, em qualquer que seja o caso, devemos adoptar sempre uma atitude na qual não haja qualquer esforço da musculatura, na qual possamos descansar de modo que toda a nossa atenção possa ser dada tão-somente às palavras impressas e aos pensamentos e significados que as mesmas contem nessa relação de escritas, ensinando e mente de como absolver sons, sinais, desenhos etc. Entretanto, se estivermos tensos, perdemos muito, isso porque, boa parte de atenção estará dedicada a sentir essa tensão, o que devemos tomar providências para que durante qualquer que seja o tempo necessário para ler cada estudo, não haja intromissão de terceiros, nem desvios dos nossos pensamentos.
No nosso cantinho de estudos, podemos e devemos trabalhar sempre com sentimentos de liberdades e desamarrações, e mesmo que tenhamos que fechar a nossa porta, mesmo assim, tenhamos sentimentos de liberdades, não é necessário nos fecharmos ao ponto de vedar o acesso de quem quer que seja, fechemos à porta, não necessariamente de chave, de preferência devemos cerrar à porta e as cortinas de modo que as flutuações dos raios de luzes do dia não distraiam a nossa atenção, o que devemos manter apenas uma frequência de luz no nosso estúdio, frequência de luz essa que deve servir para ler sem prejuízo aos nossos olhos, o que tudo isso proporcionará a iluminação adequada, ao mesmo tempo em que deixa o estúdio propício ao nosso crescimento e evolução espiritual.
Adoptemos, portanto, uma posição que seja inteiramente cómoda e repousante, para não se transformar em um estudo enfadonho, mesmo porque, o nosso estudo deve ser sempre cómodo, sempre com descanso contínuo ou por alguns momentos, para que respiremos profundamente e continuamente, isto é, inalando com bastante profundidade o ar, uma após outra, para que nossos pulmões fiquem trabalhando a contento, e que, em alguns momentos prendamos a respiração, por três ou quatro segundos, e depois soltemo-la por período idêntico, isso fará com que tenhamos domínio e controle mental. Devemos descansar se possível em imobilidade por alguns segundos sempre que entendermos bem, mas, depois de descansarmos sempre que necessário apanhemos novamente o nosso estudo, começando lendo em conformidade de estudo-aprendizado, isso porque, reconhecemos que de início, devemos ler despreocupadamente como se estivéssemos lendo uma devocional religiosa, e quando tendo feito isso, façamos sempre uma pausa por momentos que sejam satisfatórios a nossa mente, alma, espírito e corpo, a fim de deixarmos o que lemos de leve chegar ao nosso subconsciente, sem pressão e com leveza da alma. Devemos fazer tantas e quantas vezes acharmos necessárias, assim sendo, percorreremos meticulosamente com sabedoria os pontos essenciais e edificadores dos estudos, parágrafo por parágrafo. Sabemos, também, que se alguma coisa nos intrigar, tomemos nota, escrevendo-a em um bloco de papel paralelo colocado em lugar conveniente que nos chame sempre a atenção as observações que entendemos importantes e indispensáveis, não procuremos guardar coisas algumas de memórias, pois de nada adianta nos tornarmos escravos das palavras impressas uma vez que todos os fitos dos estudos são os de levarmos ao subconsciente, mesmo porque, cremos que quando exageramos na tentativa consciente de memorizarmos, percebemos que esses esforços só servem muitas das vezes para cegarmos a nós mesmos quanto aos significados completos das palavras, pois entendemos e reconhecemos que nós não vamos fazer exames, aonde repetir palavras e palavras como papagaios sejam suficientes, e ao invés dessas baboseiras todas, estaremos armazenando conhecimentos que poderão liberta-nos das amarrações da carne, capacitando-nos a enxergarmos que espécies de coisas nossos corpos humanos representam, e descobrirmos os fitos da nossa vida sobre a esta camada fixada e sólida chamada planeta terra.
Então, quando percorrermos meticulosamente todos os teores edificadores dos estudos aqui responsavelmente por nós apresentados, somos conscientes de que necessários se fazem que outras vezes consultemos as nossas anotações para que possamos pensar positivamente nos pontos que nos intrigaram, e principalmente nos pontos que não ficaram devidamente esclarecidos. Portanto, devemos nos esforçar incondicionalmente para esclarecermos os fatos e assim tomarmos parte positivamente dos fatos edificadores e transformadores. O que, também, reconhecemos que não seja fácil em demasia escrever apenas para nós mesmos, embora, muitas das vezes tenho que responder algumas perguntas formuladas por mim mesmo. Entretanto, somos conscientes de que isso, não fará com que todos os assuntos cheguem ao subconsciente, mesmo porque, reconhecemos que existem mais valores e benefícios para nós mesmos, em que, nós mesmos pensemos nas respostas das perguntas formuladas por nós mesmos, encontrando as respostas sozinhos, seguindo o provérbio popular: “Quem pariu Mateus que o embale”. O que, também, entendemos e reconhecemos que em tudo e por tudo é preciso que façamos sempre a nossa parte, pois tudo, absolutamente tudo quanto vale a pena ter, merece o nosso trabalho e esforço para consegui-lo. Reconhecemos que muitas das coisas são assim mesmo, fáceis, gratuitas, em geral nem sequer valem os esforços precisos. Abriremos, portanto, nossa mente, devemos estar prontos a adquirirmos conhecimentos novos. Devemos imaginar sempre que o conhecimento está sempre mais e mais fluindo a nosso favor, chegando gradativamente a todos nós, lembrando de que do modo como pensamos, assim somos e assim devemos agir.
Agora, portanto, quero deixar claro, e bem claro, que por mais estudioso que sejamos, antes de procurarmos compreender a natureza do “eu superior”, ou lidar com qualquer questão oculta, precisamos ter cem por cento de certeza de que compreendemos a natureza do “homem natural, comum”, e que, nesse espaço curto de tempo, em curso da vida, utilizaremos sempre o termo homem e mulher a fim de indicar o ser humano homem e mulher, pois devemos dizer, de modo bem definido, que a mulher é igual ao homem, em todas as questões referentes às coisas ocultas e às percepções extra-sensoriais. Entretanto, para muitos estudiosos, a mulher, na verdade, apresenta em geral uma aura mais brilhante e uma capacidade maior para apreciar as diversas facetas da metafísica, pois para muitos estudiosos a mulher é dotada incondicionalmente dos sete-sentidos o que a transforma em maior e melhor capacidade sensorial.
Não podemos e não devemos esquecer de questionarmos a nós mesmos quanto a vida, a nossa vida. Na verdade, tudo que existe em todos os espaços e formas tem vida e para a vida. Até mesmo uma criatura à qual normalmente nós pensamos ou achamos que está morta, na verdade está viva. Mesmo porque, a forma normal de vida de uma dessas vidas pode ter cessado, caso em que a chamamos morta. Entretanto, com a cessação dessa vida uma forma nova de vida entrou em cena, pois entendemos e reconhecemos que este processo da dissolução da vida cria vida própria, e assim sendo, aceitamos que a vida mesmo depois de morta, gera outra vida para uma nova forma de vida, ou alimenta outra vida. Tudo nesta vida que é vibração, é, portanto, vida. Tudo, absolutamente tudo que existe nesta vida vibra. Entretanto, reconhecemos que tudo consiste de moléculas ou átomos em movimentos constantes, o que utilizaremos moléculas ao invés de átomos, neutrões, protões, porque reconhecemos e aceitamos que este é um trabalho-estudo mais enraizado na metafísica, e não um trabalho-estudo de química ou de física. Assim sendo, juntos procuraremos pintar o quadro geral, ao invés de entrarmos em detalhes microscópicos de questões que não vêm ao caso, mas, em todo caso, cada um busca entender mais o que se pretende, sendo, portanto, respeitado o pensamento de cada um, e em alguns casos aplaudidos.
Devemos, talvez dizer algumas palavras a respeito das moléculas e átomos, embora em particular eu não creio que seja indispensáveis, entretanto, inicialmente, a fim de acalmarmos aos que chamamos de puritanos que, de outra forma, nos escreveram, escrevem comentários e enviaram e continuam a enviar críticas a conhecimentos que já possuímos, embora isso não nos cause danos, apenas, estamos esclarecendo. Assim sendo, observamos que cientificamente as moléculas são pequenas, rigorosamente pequenas, mas, podem serem vistas com o microscópio electrónico e por aqueles que têm preparo nas ciências metafísicas. O que, de acordo com o dicionário, a molécula é, portanto, a porção menor possível de uma substância capaz de ter sua existência independente, ao mesmo tempo em que retém as propriedades dessa substância. O que, por mais pequenas que sejam, as moléculas se compõem de partículas ainda menores, conhecidas como átomos. O que, também, um átomo é como um sistema solar em miniatura, pois o núcleo do átomo representa o sol em nosso próprio sistema solar, e que, ao redor desse sol giram os eléctrons, que, de modo bem-parecido com aquele pelo qual os planetas em nosso sistema solar giram ao redor de nosso sol. O que, semelhantemente ao sistema solar, a unidade do átomo é quase inteiramente espaço vazio, toda a substância tem um número diferente de electrões ao redor de seu sol do núcleo, onde podemos esclarecer de que o urânio, por exemplo, tem noventa e dois electrões, e o carbono possui apenas seis electrões, sendo dois próximos ao núcleo e quatro orbitando em distância maior.
Entendemos e reconhecemos que, não é simplesmente esquecer dos átomos e fazermos referências apenas às moléculas, mesmo porque, podemos afirmar que os seres humanos são massas de moléculas em constantes e rápidas rotações, parecendo sólidos, quando nas mais claras e puras verdades estão em constante mutações. Assim sendo, reconhecemos que não é fácil enfiarmos um dedo pela carne e ossos, teremos alguns obstáculos que serão quase que impossíveis superá-los naturalmente, ainda assim, podemos afirmar que essa solidez é uma ilusão forçada a nós mesmos, porque também somos parte dessa humanidade, pois muitas das vezes intimamente pensamos em uma criatura de pequenez infinita, que se possa colocar a uma certa distância de um corpo humano, olhando para o mesmo corpo, e que, essa criatura veria completamente sozinha em rodopio, nebulosas espirais, e faixas parecidas como a via-láctea, que nas partes macias do corpo, a saber, a carne, essas moléculas estariam amplamente dispersas, e que, nas substâncias duras, os ossos, as moléculas seriam densas, agrupadas, e dando a aparência de um grande conglomerado de estrelas, que são quase que impossíveis de serem penetradas.
Importante salientar que tudo nesta vida tem seus significados, assim sendo, imaginemos de pé sobre a plataforma superior da maior montanha do mundo, em uma noite rigorosamente clara, o que, olhando para uma lado e para outro, percebemos que estamos a sós, e que estamos distantes das luzes de qualquer cidade que, reflectindo-se no céu nocturno, causa refracção das gotas de humidade suspensas, fazendo com que o firmamento do céu pareça turvo, e que, por este o motivo é que os observatórios astronómicos sempre são construídos em lugares distantes de cidades, para não sofrerem interferências e influências alheias aos propósitos. Estamos em nosso próprio cume de montanha, estamos acima de nós mesmos, e as nossas estrelas brilham com clarezas esplêndidas sobre nós mesmos. O que é mais importante para nós, é que nós, fitamos as nossas próprias estrelas enquanto seguem em constantes procissões em infinitas órbitas diante de nossos olhos que sempre com semblantes espantados. Podemos, então, enxergar grandes galáxias que se estendem diante de nossos olhares fitos no firmamento, bem como, conglomerados de estrelas adornando o negrume do firmamento das noites que são infinitas. Assim sendo, os nossos olhares vão muito mais além, enxergando no firmamento, a exuberante faixa conhecida como via-láctea que se apresenta como uma esteira vasta e fumacenta, carregada de estrelas, mundos, planetas, como verdadeiras moléculas, mesmo porque, é assim que essa criatura microscópica nos veria, a nós seres humanos.
As incontáveis estrelas no firmamento acima de nossas cabeças, apresentam-se como pontos de luzes com espaços inacreditáveis entre si. Trilhões e mais trilhões de estrelas são o que são. Mas, ainda assim, comparadas ao grande espaço vazio, parecem pouquíssimas, mesmo porque, se nos dessem uma nave espacial de altíssima autonomia, poderíamos nos mover livremente entre as trilhões e trilhões de estrelas, sem tocar em qualquer uma delas. Suponhamos que fosse possível fechar os espaços do firmamento entre as estrelas, onde as moléculas, vistas pela criatura somos nós, então, pensaríamos verdadeiramente qual seria a forma final das formações estelares no firmamento, em que, cada ser humano é um universo particular, em que esse universo no qual os planetas, as moléculas rodopiam ao redor de um sol central, e que, cada rocha, graveto ou gota de água é composta por moléculas em movimento constante, incessante, o que nos conscientizamos que todas as vidas, vivem para as vidas.
Os seres humanos se compõem de moléculas em constantes movimentos e que, esses movimentos geram algumas formas de electricidades que, unindo-se à electricidade proporcionada pelo “eu superior”, forma a vida senciente com capacidade de experienciar o sofrimento, seja a nível físico, seja a nível psíquico, e que, ao redor dos pólos da terra, tempestades magnéticas irrompem e brilham, dando origem à “Aurora Boreal”, com todas as suas luzes coloridas, encantadoras e comoventes. Não podemos esquecer de que ao redor de todos os planetas e moléculas, as radiações magnéticas entrosam e interagem com outras radiações emanadas dos mundos e moléculas vizinhas, que não sabemos onde começam e onde terminam, ou seja, não sabemos seus começos e términos, pois não terminam, apenas mudam os ciclos. Além do mais, reconhecemos que nenhum ser humano é um mundo em si mesmo, como nenhum mundo é auto-suficiente nele mesmo. Um mundo depende dos outros mundos. E os mundos se completam. Mesmo porque, reconhecemos, aceitamos e vivenciamos que nenhum mundo, ou molécula, pode existir sem outros mundos ou moléculas. Entretanto, todas as criaturas, mundos ou moléculas dependem da existência de outras criaturas, mundos ou moléculas, para que suas próprias existências possam continuar ou mutar gerando vidas para outras vidas.
Devemos sempre levar em conta o fato de que os grupos moleculares são de densidades diferentes, o que, na verdade, podemos comparar como conglomerados de estrelas girando no firmamento, o que, em algumas partes do firmamento existem regiões povoadas por números imaginários de estrelas ou planetas, ou até mesmo mundos e universos, qualquer que seja o nome dado por nós. Entretanto, por todas as outras partes, estes mundos se apresentam em algumas densidades consideráveis de planetas, como acontece, por exemplo, na via-láctea que agrupa milhares e milhares de galáxias com trilhões e trilhões de estrelas. O que, também, do mesmo modo ou bastante parecido, uma enorme rocha pode representar uma constelação muito densa ou galáxia. Sem esquecer de que o ar é povoado por um número mais raro de moléculas. Na verdade, o ar passa por nós e passa pelos capilares dos nossos pulmões, indo as nossas correntes sanguíneas. O que, também, muito além do ar, existe espaço onde há conglomerados de moléculas de hidrogénio amplamente dispersas, pois os espaços não são vazios, como as pessoas costumavam imaginar. Os espaços são compostos de algumas colecções de moléculas de hidrogénio em constantes oscilações turbulentas e, naturalmente, as estrelas, planetas e mundos formados pelas moléculas de hidrogénio vivem em constantes movimentos. É certo que se um deles apresentar colecção substancial de grupos moleculares torna-se muito mais difícil para qualquer outra criatura passar pelos grupos. Entretanto, existe um que podemos chamar de fantasma, que tem suas moléculas amplamente espaçadas, podendo com facilidades atravessar algumas parede de tijolos, mesmo porque, estamos a pensar na parede de tijolos como a mesma uma colecção de moléculas um tanto quanto parecida com uma nuvem de poeira suspensa no firmamento. Preferimos esclarecer que, por mais improvável que pareça, segundo a ciência, existe espaço entre cada molécula, assim como existe espaço entre as estrelas. Entretanto, se algumas outras criaturas fossem suficientemente pequenas, ou se suas moléculas estivessem bastante dispersas, nesses casos essas criaturas poderiam passar entre as moléculas, digamos, uma parede de tijolos, sem tocar qualquer uma delas. Assim sendo, reconhecemos que tudo isto nos capacita a examinarmos como os fantasmas podem aparecer dentro de uma sala fechada e como pode atravessar o que se nos afigura uma parede sólida. Mesmo que tudo seja relativo, e uma parede que a nós parece sólida pode não sê-la para um fantasma ou uma criatura do mundo astral, entretanto, examinaremos essas coisas com mais comprometimento.

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