Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

sábado, 13 de outubro de 2018

Na Inquisição, como sabemos, os judeus foram perseguidos em uma base familiar, e esta foi uma das razões pelas quais os marranos adotaram simultaneamente dois ou três três nomes, para que o trabalho dos agentes inquisitoriais se tornasse mais difícil e os riscos para as famílias menores. Nos livros grandes, onde os inquisidores registravam os nomes de todos os prisioneiros suspeitos de judaísmo, podemos encontrar muitas repetições relacionada com os nomes, o que deixavam os inquisidores confusos e não conseguiam identificar os suspeitos.
Era comum encontramos membros da mesma família como Pai, mãe, avós, irmãos, usando nomes diferentes. um do outro. Também era comum entre os marranos para saltar um ou mais gerações, e voltar novamente para o antigo nome avô, Embora este costume também existia entre o Português.
Era ensinado as crianças Marrano, de 12 ou 13 anos de idade sobre os perigos que teriam que enfrentar, porque serem descendentes de Judeus e eles também eram informados sobre os diferentes nomes usados ​​pela família.
Na Bahia, no século XVII, encontramos um caso interessante. No Colégio das Companhia de Jesus, o professor perguntou a um menino que era o seu nome e o menino respondeu: "Qual deles, o interior ou o exterior"?
Durante a Idade Média, quando os judeus viveram em Portugal e a sociedade era relativamente livre, eles usavam principalmente nomes retirados do Velho Testamento, mas os sobrenomes portugueses, como Abraão Franco, Isaque Querido, Moises Pinto ou Moises Lobo.
#VejaIsrael_BneiAnussim

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