Ó SENHOR Deus, tu me examinas e me conheces. Sabes tudo o que eu faço e, de longe, conheces todos os meus pensamentos. (...) Eu não consigo entender como tu me conheces tão bem; o teu conhecimento é profundo demais para mim. Aonde posso ir a fim de escapar do teu Espírito? Para onde posso fugir da tua presença? Se eu subir ao céu, tu lá estás; se descer ao mundo dos mortos, lá estás também... (Salmos 139)
Do blog;
“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".
Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.
sábado, 13 de outubro de 2018
Era comum encontramos membros da mesma família como Pai, mãe, avós, irmãos, usando nomes diferentes. um do outro. Também era comum entre os marranos para saltar um ou mais gerações, e voltar novamente para o antigo nome avô, Embora este costume também existia entre o Português.
Era ensinado as crianças Marrano, de 12 ou 13 anos de idade sobre os perigos que teriam que enfrentar, porque serem descendentes de Judeus e eles também eram informados sobre os diferentes nomes usados pela família.
Na Bahia, no século XVII, encontramos um caso interessante. No Colégio das Companhia de Jesus, o professor perguntou a um menino que era o seu nome e o menino respondeu: "Qual deles, o interior ou o exterior"?
Durante a Idade Média, quando os judeus viveram em Portugal e a sociedade era relativamente livre, eles usavam principalmente nomes retirados do Velho Testamento, mas os sobrenomes portugueses, como Abraão Franco, Isaque Querido, Moises Pinto ou Moises Lobo.
#VejaIsrael_BneiAnussim
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