Ó SENHOR Deus, tu me examinas e me conheces. Sabes tudo o que eu faço e, de longe, conheces todos os meus pensamentos. (...) Eu não consigo entender como tu me conheces tão bem; o teu conhecimento é profundo demais para mim. Aonde posso ir a fim de escapar do teu Espírito? Para onde posso fugir da tua presença? Se eu subir ao céu, tu lá estás; se descer ao mundo dos mortos, lá estás também... (Salmos 139)
Do blog;
“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".
Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.
sábado, 13 de outubro de 2018
A diáspora judaica seguiu maioritariamente dois rumos. A proximidade da
costa portuguesa do Mediterrâneo, associada às fainas dos pescadores portugueses
nestas águas bem como as boas condições de navegação aqui encontradas, fez com
que, cronologicamente, esta direcção fosse a primeira a ser procurada. Dirigiram-
se para o Magrebe (Argel, Tunes e Fez) onde eram bem aceites, inclusivamente
nas praças marroquinas sob soberania portuguesa continuavam a desempenhar
funções de extrema relevância. Por exemplo, o astrólogo, matemático e geógrafo
Abraão Zacuto refugiou-se em Tunes. Outros, dirigiram-se para a Península Itálica.
Encontramo-los nas principais cidades italianas (Roma, Veneza, Florença, Ferrara,
Livorno), assim como em Ragusa (actual Dubrovnik) que pertencia a República de
Veneza. Destas regiões passaram para Salónica, Constantinopla e Alexandria, Patras
e Rodes.
Um segundo rumo, cronologicamente mais tardio, teve como direcção o Nor-
te da Europa e encontrou no Atlântico a via principal de comunicação. A linha do
Atlântico teve vários pontos de fixação como a costa litoral francesa (Baiona, S. João
de Luz e Bordéus), a Flandres (Antuérpia, Amesterdão) e a Inglaterra (Londres).
Face à diversidade de espaços e a multiplicidade de condicionalismos e con-
textos, optámos por nos debruçar apenas sobre dois destes destinos da diáspora
dos Judeus e Cristãos-novos portugueses. Assim, seleccionámos a diáspora para
Marrocos e a que teve como destino o «Mundo holandês».
#VejaIsrael_BneiAnussim
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