Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018


Desde os primórdios da humanidade, ou seja, desde antigamente haviam leis que nos dias atuais e futuros ainda consideramos divinas segundo as quais todos os seres humanos deviam dar um décimo de todos os bens que ganhassem, para que os bons favores operassem nos seios das comunidades que assim praticassem incondicionalmente, em que, esses décimos tornaram-se conhecidos como dízimos, tornando-se logo uma parte integral das vidas de todos aqueles que praticavam, onde o nosso Patriarca Abraão dava os dízimos de tudo quanto ganhava ao Sacerdote Rei de Salém Melquizedeque, onde também, podemos informar que, por exemplo, na Inglaterra, as igrejas podiam taxar o dízimo sobre todas as produções das propriedades, bem como sobre tudo que as pessoas possuíssem, que todos os dinheiros arrecadados eram dedicados aos sustentos das igrejas e proporcionavam as remunerações dos titulares religiosos, para que assim vivessem confortavelmente, é, portanto, muito interessante observarmos que, na Inglaterra, surgiram algumas séries de processos nos tribunais, nos quais os proprietários hereditários fizeram grandes agitações, a fim de que os dízimos impostos pela Igreja da Inglaterra fossem neutralizados, isso porque, os proprietários hereditários queixavam-se de que as obrigações de pagarem um décimo de suas rendas, os dízimos, estavam arruinando-os, o que, nas mais puras e claras verdades, estavam sendo arruinados porque não davam os dízimos prazerosamente, algumas vezes que, se não se derem de boas vontades, melhor não darem, entretanto, nos dias atuais, os padrões mostram-se bastante diferentes do que foram, em anos idos, isso porque, enxergamos que as pessoas não mais vivem de dízimos, e tampouco pagam dízimos, o que consideramos uma desgraça aos que sonegam, pois os dízimos são essenciais, para todos aqueles que desejam progredir espiritualmente, portanto, que paguem religiosamente os dízimos para que o bem alcancem os outros e especialmente porque para quando fazemos bem aos outros trazemos para nós mesmos muitos e muitos benefícios, por isso que nós fazemos com corações congratulados em o Eterno nosso Deus, somente podemos progredir e sermos ajudados, se ajudarmos os nossos semelhantes. Temos, portanto, conhecimentos de que muitos seres humanos que estão envolvidos em negócios, e que são sagazes, e sem grandes inclinações espirituais, que prazerosamente dão algumas décimas partes das suas rendas pelos bens dos outros e, de modos ainda mais especiais, para os seus próprios equilíbrios, isso porque, esses seres humanos não fazem por serem religiosos, mas porque as experiências comerciais concretas e os seus livros de contabilidades lhes ensinaram que, agindo assim, lançando os pães sobre as águas, eles voltam multiplicado mil vezes, entretanto, já, os que emprestam dinheiros e que, em algumas partes do mundo são conhecidos como companhias financeiras nem sempre são notados por suas espiritualidades, ou generosidades, no entanto, esses cavalheiros, emprestadores de dinheiros, financiadores tem suas crenças suficientemente alicerçadas nos dízimos, devendo haver algumas coisas muito proveitosas nos seus esquemas financeiros, pois sabemos que muitíssimos seres humanos envolvidos em negócios, são geralmente pessoas bem-sucedidas nesses sectores, onde agem dessas maneiras, onde as leis ocultas se aplicam tanto aos não-espirituais quanto aos espirituais, não importando se algumas dessas pessoas estudam muito e lêem muitos livros espirituais, isso não as tornam espirituais, podendo estar apenas lendo alguns livros e enganando a eles mesmos, levando suas mentes a pensarem que são o que verdadeiramente não os são. O importante em todas essas coisas, é analisarmos bem os assuntos que muitas dessas pessoas estejam lendo, isso porque, essas informações podem estar a passar directamente por seus olhos e desaparecer no piscar de olhos, e se perderem aos ares, sem ter por um só instante ficado nas células de suas memórias em seus cérebros, mas ainda assim, tais criaturas farão referências a elas mesmas, chamando-as de algumas grandes almas que acreditam realmente que estejam progredindo em seus pensamentos evolutivos, quando, nas mais claras e puras realidades e verdades, são em geral algumas criaturas cheias delas mesmas, e de todo indispostas a ajudarem aos seus semelhantes, ainda que, se os fizessem, estariam a ajudando muitíssimo a eles mesmos, o que, diante de tudo isso, voltamos a repetir o que entendemos ser correcto, adequado e proveitoso às pessoas darem ajudas aos seus semelhantes, digamos de passagem, que todas essas coisas trazem grandes ajudas principalmente para as pessoas que dão de todo coração, alma e espírito, o que, é dando que se recebe, os dízimos significam, como já dissemos, as décimas partes de todas as coisas que se ganham e recebem, significando, também, um modo especial de vida, porque quem dá também recebe. Entendemos e reconhecemos que, enquanto escrevemos parte a parte de nosso trabalho-estudo, estamos pensando em algumas pessoas que receberam muitas e muitas ajudas, muitas e muitas assistências, ajudas e assistências que custavam grandiosas somas de dinheiros, tempos e conhecimentos especializados, assim que alguns de seus problemas eram solucionados para essas pessoas, outros surgiam como largos bandos de estorninhos nos campos recém-semeados, para recebermos, devemos ante de tudo doarmos, pois as grandes maiorias das pessoas ficaram muitíssimas ofendidas e nos fizeram compreender que eram generosíssimas e faziam todos os esforços possíveis para ajudarem aos seus semelhantes, exactamente como os jornais dos lugares mais diferentes poderiam atestar tais fatos, entretanto, reconhecemos que os nossos argumentos são de que se algumas pessoas precisam ter as suas boas acções registradas nos jornais locais, nesses casos, tais pessoas não estão dando dos modos e formas correctos, mesmo porque, sabemos que existem muitos e muitos meios pêlos quais podemos promover nossas doações, podemos, além de dedicarmos algumas décimas partes das nossas rendas às boas obras, ajudarmos os nossos semelhantes nas suas mais variadas necessidades espirituais, ou ajudá-los com os consolos necessários, quando lhes advêm os maus tempos, portanto, ao darmos aos outros, damos a nós mesmos, assim sendo, como um negócio devemos promover bons movimentos, para podermos galgar prosperidades, precisamos de bons movimentos nas dádivas, em ambos os sentidos.

terça-feira, 21 de agosto de 2018


Somos conhecedores de que nós não paramos de pensar, quando fechamos os olhos, meso porque, os nossos pensamentos estão onde quer que nós nos concentremos, pois pensamos sempre onde quer que nos concentremos, pois, este facto que parece simples e elementar pode ajudar-nos a sairmos dos nossos corpos e entrarmos no astral, podendo ajudar os nossos corpos astrais a vagar tão livres quanto a brisa, pensemos atentamente nisso, releiamos estas páginas, todas estas palavras são edificadoras, e pensemos profundamente sobre os pensamentos, pensemos como os pensamentos muitas das vezes nós os detemos, porque pensamos tão-somente nos obstáculos, pensamos nos medos que nós não conhecíamos. Podemos, por exemplo, termos estado sozinhos em casa ou no trabalho, à meia-noite, enquanto a ventania uivava lá fora, onde podemos termos elevados nossos pensamentos em ladrões, termos imaginações alguns seres ocultos por trás de uma cortina, prontos para nos atacar, o que, reconhecemos que, os pensamentos, em tais casos, podem causar muitos malefícios, pensemos e reflictamos mais e mais sobre os nossos pensamentos, pois assim pensaremos confiantes e seguros.
Quando estamos com dores terríveis de dentes e, com relutâncias, vamos ver o nosso dentista, e quando chegamos perante o nosso dentista ele olha para nós e diz que precisamos extrair um ou mais dentes, e nós temos medo de que isso possa doer, então, sentamos na cadeira do nosso dentista, tomados pelos medos, cheios de medos a imaginando tão-somente as dores, e assim que o nosso dentista apanha a seringa para dar uma injecção de anestesia, automaticamente nos contraímos, até mesmo empalidecemos, isso porque, temos em nosso consciente a certeza de que vai doer, temos a certeza de que vamos sentir aquela agulha entrando, e aquando o nosso dente estiver a sair, estará todo ensanguentado, talvez receamos que vamos desmaiar com o choque, de modo que assim é que estamos alimentando os nossos medos, e fazemos com que o nosso dente doa cada vez mais, pensando e concentrando todo nosso poder de focos, de pensamentos naquele lugar, antes ocupado tão-somente pelo dente. Entretanto, reconhecemos que toda a nossa energia se acha dedicada a fazer com que esse dente doa ainda mais, agora, quando pensamos despreocupadamente, os nossos pensamentos, estão, então, na nossa cabeça, sabemos disso, porque podemos senti-los ali, pois nossos pensamentos encontram-se no lugar no qual nos concentramos, e nos focamos. Os nossos pensamentos estão dentro de nós apenas porque pensamos em nós mesmos, e porque julgamos que os nossos pensamentos devam estar dentro de nós mesmos, além de tudo, os nossos pensamentos acham-se onde quisermos que eles estejam, os pensamentos estão nos lugares aonde ordenamos que eles tenham que ir. Examinemos, portanto, mais uma vez essa nossa afirmação, a de que os nossos pensamentos estão onde concentramos e focalizamos. Não podemos e não devemos esquecer de que no calor de uma batalha, guerreiros levam tiros ou golpes e não sentem nenhuma dor por algum tempo, talvez nem sequer tenham tomado conhecimento de que se encontravam feridos, e somente quando dispuseram de tempo para pensar nos fatos é que passam a sentir dores, e talvez tenham entrado em colapso com o choque daí decorrente, entretanto, os pensamentos, as razões, e os medos são os freios que reduzem as marchas das nossas evoluções espirituais, são apenas os ruídos fatigados das máquinas que se desaceleram, distorcendo as ordens do eu superior. Os seres humanos, quando se desembaraçam dos seus próprios medos e restrições estúpidas, poderiam ser quase um super-ser-humano, com poderes muito mais aumentados, tanto musculares quanto mentais, pois um ser humano franzino e tímido com desenvolvimento muscular inteiramente insignificante desce da calçada e vai atravessar uma rua com um intenso tráfego, e os seus pensamentos estão distantes, muito distantes, talvez nos seus negócios, uma buzinadela repentina de algum veículo que se aproxima, e o homem sem pensar dá um salto, voltando à calçada, numa pirueta prodigiosa que, normalmente, seria inteiramente impossível até mesmo para um atleta bem mais treinado, entretanto, se esse homem tivesse ficado embaraçado pêlos processos dos seus pensamentos, teria agido tardiamente e o carro certamente o teria atropelado, o que, enxergamos que a falta dos pensamentos permitiram ao eu superior, sempre vigilante, galvanizar os músculos com uma descarga de substâncias químicas tais como a adrenalina, que fizeram o cidadão saltar muito além de sua capacidade normal, permitindo naqueles momentos um surto de actividade para além da velocidade do pensamento consciente, isso ocorre graças a interferência do eu superior que impulsiona o pensamento a pensar o pensamento devido e correto.
Não podemos e não devemos esquecer de que basicamente no mundo ocidental, ensinaram de forma universalizada à humanidade que os pensamentos, as razões distinguem os seres humanos dos animais irracionais, entretanto, entendem-se que os pensamentos incontrolados fazem com que os seres humanos se situem bem abaixo de muitos animais, mesmo para a viagem astral, os gatos, para darmos apenas um exemplo simples, podem enxergar coisas que os seres humanos não enxergam. Podemos garantir que a maioria das pessoas já tiveram algumas experiências com animais que olham para um ser oculto qualquer, um fantasma e têm percepção de incidentes muito antes que os seres humanos comecem a percebê-los, isso porque, os animais usam um sistema diferente das razões e pensamentos humanos. Nós, então, podemos fazer o mesmo que os animais, em primeiro lugar, temos de controlar os nossos pensamentos, temos de controlar todas essas pontas soltas e cansativas dos nossos pensamentos que chamamos de ociosos, que constantemente passam pelas nossas mentes. Sentemos em algum lugar, onde fiquemos cómodos, onde possamos descansar completamente, e aonde ninguém venha nos perturbar, mantenhamos sentado, ociosamente, por alguns momentos, pensando e observando apenas nos nossos pensamentos, vendo como nossos pensamentos continuam a se apresentar sub-repticiamente na nossa consciência, cada qual berrando a pedir atenção, aquela briga com o camarada no escritório, as contas por pagar, o custo de vida, a situação mundial, aquilo que gostaríamos de dizer a seu empregador, ponhamos tudo isso de lado e imaginemos visualizando estarmos sentados num quarto completamente escuro, na cobertura de um arranha-céu, e que, à nossa frente há uma grande janela, coberta por uma cortina negra, cortina essa sem feitio ou padrão, com nada que possa representar uma distracção, assim sendo, concentre-se nessa cortina e continuemos a imaginar e a visualizar. A antes de continuarmos, asseguremos de que não ocorrem pensamentos alguns na nossa consciência que é essa cortina negra e se algum quiser intrometer-se, empurre-o de volta, mandemos embora, que se retire imediatamente, pode fazê-lo, trata-se apenas de uma simples questão de prática. Por alguns momentos, os nossos pensamentos tentarão tremelicar à volta dessa cortina negra, pelo que nós os faremos sempre recuar, fazendo-os ir à força, seguida, voltemos a nos concentrar sobre a nossa cortina e visualizemos a levantá-la, de modo a que possamos espiar tudo que esteja para além da cortina, e mais uma vez, quando fitarmos essa cortina negra e imaginária, descobriremos que toda espécie de pensamentos estranhos tende a intrometer-se, procurando abrir caminho às forças, chegando ao foco de nossa atenção, façamos recuar, empurremos de volta com esforço consciente, recusemos a permitir que tais pensamentos se intrometam, sabemos que já dissemos isso antes, mas estamos procurando fazer com que entendamos bem. Quando conseguirmos sustentar algumas ausências de pensamentos completas com meditações, mesmo que por um curto período de tempo, notaremos que há uma espécie de estalo, como se um pedaço de pergaminho fosse rasgado, e conseguiremos ver, bem distante deste mundo comum àquele em que diariamente percepcionamos, isso que dizer que chegamos a um mundo de dimensões diferentes deste mundo terreno, onde o tempo e a distância apresentam um significado inteiramente completamente diferente do nosso tempo, o que, praticando desta forma, descobriremos que conseguimos controlar os nossos pensamentos, como acontecem nos casos dos adeptos e dos Mestres evoluídos, experimentemos, pratiquemos, porque se queremos progredir, precisamos praticar, mais e mais, até subjugar, e erradicar todos os pensamentos ociosos de nossas mentes.
Examinamos, portanto, as etapas que consideramos finais com relação aos nossos pensamentos, isso porque, dissemos que os pensamentos estão onde quisermos que estejam, essa é, sem sombras de dúvidas uma fórmula que realmente nos poderá ajudar a sair do corpo e efectuarmos as nossas viagens astrais, o que, mais uma vez, necessitaremos de estarmos onde não haja distracções de pensamentos, vamos tentar nos retirar de nosso corpo físico, devemos estar a sós, ficarmos bem à vontade, e sugerimos que, para isso, deitemos principalmente sobre uma cama, e verifiquemos e tomemos todas as providências para que ninguém nos importune e estrague nossas experiências, e, quando estivermos instalados, respirando lentamente, pensando nesta experiência, concentremos num ponto a uns seis palmos à sua frente, fechemos os nosso olhos, concentremos, ordenemos a nós mesmos a pensarmos que somos nós mesmos, a pensarmos no nosso eu verdadeiro, no nosso eu astral, estarmos a observar o nosso corpo, à distância, pensemos, pratiquemos, façamos nos concentrar, e então, com a prática, sentiremos repentinamente um choque ligeiro, quase eléctrico, e veremos nosso corpo deitado, os olhos fechados, a uma certa distância, e que, este é o que chamamos de Grande poder da Visualização, o que, de início, será um grande esforço conseguir este resultado, mas, com as práticas constantes tudo fica mais suave e tranquilizante.
Podemos nos sentir como se estivéssemos dentro de uma grande bola de borracha, empurrando, empurrando, onde empurramos e nos esforçamos, e nada parece acontecer, tudo parece acontecer, mas, não acontece, então, finalmente, e de repente, você rompe o balão, e há uma leve sensação de estalo, quase como se, na verdade, estivesse a furar um balão de brinquedo infantil, não podemos nos alarmar, não demos lugar aos sustos, porque se continuarmos livres dos sustos ou dos medos, prosseguiremos e não teremos quaisquer problemas no futuro, mas se ficarmos com os medos, voltaremos aos nossos corpos físicos e teremos de recomeçar tudo novamente, entretanto, voltarmos aos nossos corpos, físicos de nada adianta tentarmos mais por aqueles dias, pois será muito raro obtermos êxitos, precisamos dormir, descansar antes de voltarmos a tentar. Vamos agora, um pouco mais além, onde imaginaremos que já tenhamos saído dos nossos corpos físicos, mediante este método que consideramos simples, porém, eficaz, imaginando que estarmos de pé, ali, olhando para nossos organismos físicos, e sem saber o que fazermos, não devemos nos dá ao trabalho de olharmos para nossos corpos físicos por algum tempo, pois voltaremos a vê-los com muita mais frequência, e que, ao invés disso, experimentemos flutuar no aposento, como uma bolha de sabão numa espécie de voo bastante lento, pois agora não estaremos sequer com o peso da bolha de sabão, não podemos cair, não podemos nos magoar, deixemos que os nossos corpos físicos permaneçam à vontade, naturalmente, teremos providenciado isso, antes de libertarmos os nossos corpos astrais dos envoltórios carnais, temos que nos certificado de que nossos corpos carnais estão inteiramente à vontade, mesmo porque, se não adoptarmos essa precaução, poderemos descobrir, ao regressarmos, que estamos com um braço rígido, dormente, ou o pescoço a doer, por falta de precaução. Tenhamos, portanto, certeza de que não haja beiras duras que estejam a comprimir alguns de nossos nervos, pois, se houvermos deixado os nossos corpos físicos de modo que um braço esteja estendido sobre a orla do colchão, poderá haver alguma pressão sobre um dos nervos, o que mais tarde dará a sensação de alfinetadas e agulhadas ou dormências, portanto, mais uma vez, certifiquemos de que nossos corpos físicos estejam inteiramente à vontade, antes de empreendermos quaisquer tentativas de deixá-los e trocarmos nossas consciências físicas para os nossos corpos astrais. Deixemos os nossos corpos flutuarem, flutuaremos pelos nossos aposentos, movamos ociosamente, como se fossemos uma bolha de sabão flutuando na corrente de ar, examinemos o tecto e os lugares que, em condições normais, acostumemos a essas viagens astrais elementares, porque enquanto não estivermos acostumados a vagarmos ociosamente por um aposento não podemos nos aventurar com segurança no exterior dos aposentos. Vamos tentar explicar de outra maneira, o que, na verdade, reconhecemos que essas viagens astrais são fáceis e não apresentam problemas enquanto acreditarmos que conseguimos efectuar, o que, também, sobre nenhuma circunstância, em estado nenhum, devemos sentir os medos, pois não são esses os lugares para os medos, o que, entendemos que nas viagens astrais estamos seguindo para as nossas liberdades, mesmo porque, somente quando regressamos aos nossos corpos físicos é que iremos sentir aprisionados, envoltos em argilas, sobrecarregados por corpos pesados que não correspondem muito às ordens espirituais, não, não há, portanto, lugar para os medos nas viagens astrais, e os medos nos astrais são coisas inteiramente estranhas.
De agora em diante, vamos tentar repetir algumas das instruções para as viagens astrais, com alguns palavreados ligeiramente diferentes, estaremos deitados de costas numa agradável cama, assegurado de que todas as partes de nossos corpos estejam cómodas, não havendo projecções que atinjam os nervos, as nossas pernas nem sequer estão cruzadas, porque se assim se acharem, no ponto em que se cruzam poderíamos ficar com entorpecimentos mais tarde, porque teríamos interferido com a circulação do sangue, repousemos calmamente, com satisfação, porque não existem influências perturbadoras e tampouco estaremos preocupados, pensemos apenas em fazermos com que nossos corpos astrais saiam dos nossos corpos físicos. Ponhamos cada vez mais à vontade, imaginando algumas formas fantasmagóricas, correspondendo aos nossos corpos físicos, o que, a grosso modo, desligando-nos suavemente dos corpos carnais, flutuando, subindo, como se fôssemos uma leve pena solta à brisa suave de verão, deixemos que suba, mantenhamos os nossos olhos fechados pois, de outra forma, nas duas ou três vezes iniciais poderíamos ser sobressaltado a tal ponto que estremeceremos, e esses estremecimentos serão em certos momentos violentos o bastante para nos puxar dos corpos astrais para os nossos lugares normais dentro dos nossos corpos carnais. Frequentemente muitas pessoas têm sobressaltos, de alguns modos peculiares, exactamente quando estão adormecendo, que com frequências enormes, esses sobressaltos são tão violentos que fazem com que voltemos às nossas consciências completas, e que, tais sobressaltos são causados por algumas separações demasiadamente bruscas dos nossos corpos astrais e dos nossos corpos físicos, pois, como já dissemos, quase todos efectuam viagens astrais geralmente à noite nos períodos de sonolentos repousos, ainda que sejam elevados o número de pessoas que não se lembram conscientemente dessas jornadas ainda são grandes.
Pensemos gradualmente nos nossos corpos astrais, separando com facilidades dos nossos corpos físicos, e ascendendo a uma certa distância de três ou talvez quatro palmos acima dos nossos corpos físicos, onde, ali, os nossos corpos astrais repousam sobre os nossos corpos físicos, oscilando suavemente, onde, podemos ter algumas sensações de oscilações, exactamente quando estávamos para adormecermos, era, portanto, as oscilações astrais, e como dissemos, os nossos corpos astrais estão sempre a flutuar acima de nós mesmos, talvez oscilando um pouco, e ligados aos nossos corpos físicos pelo Cordão de Prata, que vai dos nossos umbigos aos umbigos dos nossos corpos astrais, por isso mesmo é que não devemos olhar com demasiadas atenções, porque já fomos advertidos de que se ficarmos sobressaltados e se contorcermos subitamente, faremos com que os nossos corpos voltem, e teremos de recomeçar tudo novamente. Suponhamos que tenhamos dado ouvidos às nossas advertências, e não nos contorçamos, nesse caso, entendemos que os nossos corpos astrais permanecerão flutuando nos ares por alguns momentos, sem que tomemos algumas providências, sem pensarmos, respirando levemente, lembremos de que as primeiras saídas conscientes, e que precisamos de cuidados especiais e não podemos facilitar.
Se não tivermos medos, se não nos contorcermos, os nossos corpos astrais irão se afastar devagar, flutuando, e irão até as extremidades dos leitos, onde, com suavidades completas, sem quaisquer choques, baixarão gradualmente, de modo que os pés toquem o chão, ou quase o toquem, então, tendo terminado o processo de efectuarmos uma aterragem macia, nossos corpos astrais poderão olhar os nossos corpos físicos, e retransmitirmos o que enxergamos. Teremos algumas sensações bastantes incómodas por estarmos a olhar os nossos próprios corpos físicos, e queremos advertir que muitas vezes essas coisas constituem algumas experiências muitas das vezes humilhantes, mesmo porque, muitos de nós fazemos algumas ideias inteiramente erróneas das aparências que temos, é como lembrarmos da primeira vez em que ouvimos as nossas vozes, as primeiras vezes em que essas coias ocorreram, duvidamos francamente de que fosse realmente as nossas vozes, entretanto, algumas pessoas ficam com algumas alterações nas vozes ao ponto de ficarem tão diferentes que julgam que alguém fez algum truque, ou que os sistemas de gravações estivessem com defeitos. Ao que lembramos, podemos afirmar que nas primeiras vezes em que ouvimos as nossas vozes não acreditamos nelas, ficamos espantados e mortificados, esperamos, então, até enxergarmos os nossos corpos pela primeira vez, ficaremos nos nossos corpos astrais, com as nossas consciências inteiramente transferidas para os nossos corpos astrais, e olharemos aqueles corpos físicos deitados, ficaremos horrorizados, não nos agradaremos as formas dos nossos corpos, e teremos os choques de vermos as linhas dos nossos rostos e dos nossos traços fisionómicos, e se adiantarmos um pouco e fitarmos nossas mentes, veremos certos maus pensamentos e fobias, que poderão fazer com que pulemos para trás, voltando aos nossos corpos físicos, tal são os complexos dos sustos, porém, suponhamos que superamos esses primeiros encontros que consideramos assustadores e então, teremos de decidir para onde vamos, o que queremos fazer, o que desejamos enxergar. O interessante é sabermos que o ideal mais usual é irmos visitar algumas pessoas que conheçamos bem, o que pode ser um parente bem próximo, que more num próximo, vizinha, o que, em primeiro lugar, devemos encontrar uma pessoa que sempre visitemos sempre com frequência, porque teremos de visualizar as pessoas com detalhes consideráveis, e teremos de visualizar onde essas pessoas residem, lembrando sempre de que todas estas coisas são ainda novidades para fazê-los conscientemente, é o que pretendemos dizer e queremos seguir o itinerário exacto que seguiríamos se estivéssemos a ir corporalmente, fisicamente, entretanto, faremos uma visita astral.
Deixemos, então, os nossos aposentos, e vamos para as ruas nos planos astrais, naturalmente, mas não nos preocupemos com essas coisas, pois as pessoas não conseguirão ver-nos, sigamos os caminhos que tomaríamos normalmente, antes de fixarmos diante de nós mesmos as imagens das pessoas que desejamos visitar, e como devemos chegar lá, então, com muitíssima rapidez, muito mais rapidamente do que os veículos mais rápidos conseguiriam ir, estaremos nas casas dos nossos amigos ou parentes num piscar de olhos, o que, com as práticas, conseguiremos ir a quaisquer partes, e os mares, oceanos e montanhas não constituirão obstáculo ou barreira às nossas trajectórias, mesmo porque, reconhecemos que as terras de todos os mundos e as cidades de todas as partes do mundo serão nossas, para que as visitemos, entretanto, sabemos que algumas pessoas pensam que possam ir e não possam mais voltar, o que certamente não acontecerá. Não conseguiremos nos perder, sendo, portanto, inteiramente impossível nos perder, é de todo impossível nos prejudicar ou descobrirmos alguém que se apoderou dos nossos corpos, mesmo porque, entendemos e reconhecemos que se alguém se aproximar dos nossos corpos, enquanto estivermos a fazermos algumas viagens nos campos astrais, estes retransmitem alguns avisos, e seremos puxados, com as velocidades dos nossos pensamentos, portanto, nenhum mal poderá nos acontecer, e os únicos males que podem se apodera de nós são os medos. Assim sendo, não tenhamos medos e experimentemos, e com as experiências virão as realizações de todas as nossas ambições nos reinos acedidos pelas viagens astrais, e quando estivermos conscientemente nos planos astrais, veremos as cores com mais brilhos do que acontecem quando as vemos com os nossos olhos físicos, mesmo porque, tudo tremeluzirá com vidas e vigores, e poderemos enxergar até mesmo as partículas de vidas aos arredores de nós mesmos, como pintas nos ares, e que, essa são as vitalidades da Terra, e ao passarmos por elas adquiriremos vigores, ânimos, coragens e disposições. Não podemos levar algumas coisas, e não podemos trazer algumas coisas, é possível, naturalmente, sobre certas condições e isso somente vem com muitas e muitas práticas que nós materializamos e se materializamos diante de um clarividente, mesmo porque, não é fácil irmos a algumas pessoas e levar-lhes alguns diagnósticos dos nossos estados de físicos, porque precisamos termos as capacidades corretas para falarmos de coisas que só se vêem, compreendem-se somente nos planos astrais. Pode por exemplo, irmos a uma determinada loja, examinar as mercadorias e decidir que voltaremos lá para comprar algumas coisas que nos agradaram no dia seguinte, pois isso é inteiramente permissível pelas leis astrais, entretanto, muitas das vezes, quando visitamos algumas lojas nos planos astrais, veremos os defeitos e os maus estados de algumas mercadorias postas à venda por preços elevados, entretanto, quando estivermos nos planos astrais e quisermos regressar aos planos físicos, devemos nos manter calmos, devemos pensar nos corpos carnais, pensar que vamos voltar e que vamos entrar neles novamente, o que, ao fazermos, reconhecemos que algumas sensações de velocidades, ou talvez algumas transferências instantâneas de quaisquer pontos onde estejamos, para alguns lugares a três ou quatro palmos acima dos nossos corpos deitados, então, que estão presentes, oscilando, ondulando de leve, exactamente como aconteceram quando deixamos os corpos físicos. Deixamo-nos os nossos corpos astrais baixarem muitíssimos devagar, e devemos fazer isso bem devagar mesmo porque os dois corpos astrais e físicos precisam estar absolutamente sincronizados, se fizermos certos, entraremos nos corpos físicos sem quaisquer sobressaltos, tremores, sem quaisquer sensações senão a de que os nossos corpos são algumas massas frias e pesadas, se formos desajeitados e não alinharmos com exactidões os dois corpos astrais e físicos, ou se alguém o vier interromper, que farão voltarmos com alguns solavancos, verificaremos que teremos algumas dores, principalmente dores de cabeça, do tipo localizadas, o que, nesses casos, devemos procurar dormir, ou retornar novamente aos planos astrais, porque somente quando os nossos dois corpos estiverem juntos em alinhamentos exactos conseguiremos nos livrar das dores de cabeça, entretanto, não é uma coisa para nos preocupar, porque a cura está em dormir, ainda que seja só por alguns momentos, ou sair conscientemente de novo para os planos astrais e calmamente retornarmos.
Ao voltarmos aos nossos corpos carnais, podemos notar que os mesmos estão ainda endurecidos, podemos ainda descobrir que as sensações são bem semelhantes às que temos quando vestimos algumas roupas pesadas, que ficaram molhadas nas vésperas, e que ainda se acham húmidas e pesadas, o que, até nos acostumarmos com essas coisas, regressaremos aos nossos corpos, não são sensações muito agradáveis e veremos que as cores gloriosas que vimos nos mundos astrais se apresentam rigorosamente diminuídas, e que, também, muitas das cores não conseguiremos enxergar de modo algum nos corpos carnais, e muitos dos sons que ouvimos nos mundos astrais são inteiramente inaudíveis quando nos encontramos nos nossos corpos físicos, porém, não importa, estamos na Terra para aprendermos, e quando aprendermos aquelas coisas que foram os objectivos da nossa vinda à Terra, estarão livres dos laços, livre dos elos da Terra, e quando deixarmos os nossos corpos carnais de modo permanente, tendo rompido o Cordão de Prata, iremos para os reinos muito além dos mundos astrais. Pratiquemos, pratiquemos, pratiquemos essas viagens astrais, pratiquemos mais e mais, afastemos de todos nós todos os medos, isso porque se não tivermos medos, então nada há a recearmos, mal nenhum poderá nos acontecer, e teremos apenas prazeres em realizarmos essas viagens astrais, nada há a recearmos se os medos não existirem sobre os nossos desejos, pois temos de frisar bem que, se as pessoas se mantiverem sem os medos, não há perigos de espécies alguma nas viagens astrais, por mais longe ou mais rapidamente que se façam, entretanto, não há o que temer nas viagens.
Diante de tudo o que já estudamos e aprendemos, dediquemos este espaço de nosso trabalho-estudo à questão dos medos e aos que não devemos temer, isso porque, reconhecemos que os medos são algumas atitudes muito negativas, atitudes essas que corroem as nossas melhores percepções, sejam lá o que for que temamos, de quaisquer formas sabemos que os medos só causam malefícios. Assim sendo, entendemos que as pessoas podem temer que, entrando nos estados astrais, o que talvez não consigam regressar aos seus corpos carnais, não há o que temer, pois temos todas as garantias em experiências próprias que sempre regressaremos aos nossos corpos físicos, carnais, mesmo porque, sempre é possível regressarmos aos nossos corpos físicos, carnais, a menos que essas pessoas estejam realmente próximas a morrerem, que tenham chegado realmente ao fim dos tempos que lhes foram concedidos sobre a Terra e isso, nada tem a ver com as viagens astrais, portanto, devemos reconhecer que é sempre possível ficarmos com tantos medos que fiquemos paralisados, e nesses casos não conseguem fazer coisa alguma, o que, sabemos que em tais situações, algumas pessoas podem estar nos corpos astrais e chegar a uma intensidade tão grande de terror que mesmo esses corpos astrais não se consigam moverem-se, o que, tudo isso, naturalmente, retarda os regressos aos corpos físicos por um determinado tempo, até que os impactos maiores dos medos desapareçam. O que nos chama muito a atenção, é sabermos que os medos se desgastam e desaparecem, como os nossos amados leitores sabem, algumas sensações só podem ser mantidas por certos períodos de tempos, o que, desses modos, algumas pessoas que tenham alguns medos simplesmente retardam os seus regressos inteiramente a salvos aos corpos físicos, carnais. Importante ainda frisar que não somos as únicas formas de vidas nos planos astrais, assim como os seres humanos não são as únicas formas de vidas sobre a face da Terra, entendemos e reconhecemos que neste nosso mundo Terra, temos criaturas agradáveis, como gatos, cachorros, cavalos e pássaros, para falar apenas de alguns, entretanto, também existem criaturas desagradáveis, como aranhas ou serpentes peçonhentas que mordem e matam, existindo ainda coisas desagradáveis como germes, micróbios e outros seres daninhos e maléficos, que só sabem os perigos aqueles que olharam os germes ao microscópio com grande ampliação, e tenha visto criaturas tão fantásticas que será levado a imaginar a estar a viver nos dias dos dragões e das histórias de fadas, o que, reconhecemos que também nos planos astrais, existem muitas coisas e mais estranhas do que qualquer outras que possamos encontrar na Terra. Não podemos esquecer de que nos planos astrais, conheceremos criaturas notáveis, ou pessoas e entidades notáveis, isso porque, veremos os espíritos da natureza, que, por falar nisso, são quase invariavelmente bons e agradáveis, entretanto, existem criaturas horríveis, que devem terem sido vistas por alguns dos autores das mitologias e das lendas, porque são criaturas como os demónios, os sátiros e outros diversos adversários de que falam as mitologias, e com vários aspectos, o que, também, algumas dessas criaturas são elementais, de níveis baixos, que posteriormente poderão tornarem-se seres humanos, ou talvez ingressar no reino dos animais irracionais, sejam lá o que forem, entendemos que nestas etapas de desenvolvimentos essas criaturas se apresentam inteiramente desagradáveis.
Vale a pena fazermos uma pequena pausa momentânea para indicarmos de forma edificadora que os bêbedos, aqueles que vêem elefantes rosa, navios navegando nas ruas, pássaros gigantes, cobras enormes nas ruas e diversas outras aparições notáveis, estão realmente vendo o tipo de criatura de que estão falando, isso porque, os bêbedos são criaturas que expulsaram os seus corpos astrais dos corpos físicos, mandando-os para os planos mais baixos dos mundos astrais, entretanto, ali, nos submundos os bêbados vêem criaturas verdadeiramente espantosas, e quando os beberrões recuperam os seus sentidos, mais tarde na medida em que conseguem fica com algumas recordações muito vívidas das coisas que viram, embora embriagar-se inteiramente seja um dos métodos de entrar nos mundos astrais e lembrarem-se deles, não são métodos que recomendemos, porque nos levam apenas aos planos mais baixos e degradados dos mesmos. Entretanto, reconhecemos que existem diversas drogas, utilizadas pelos médicos principalmente nos hospitais, destinadas aos enfermos mentais e que apresentam efeitos semelhantes, a mescalina, por exemplo, pode sensivelmente alterar as vibrações das pessoas que as mesmas se vêem literalmente projectadas dos seus corpos físicos e catapultadas aos mundos astrais, o que também nesses casos não se tratam de métodos a serem recomendados, mesmo porque, sabemos que as drogas e outras formas de sairmos dos corpos físicos são realmente perniciosas, e causam males irreparáveis ao eu superior, voltemos as nossos elementais, bem, os nossos elementais são algumas formas primárias de vidas espirituais, e encontram-se em algumas etapas acima das formas de pensamentos, mesmo porque, podemos dizer que as formas de pensamentos são apenas projecções das nossas mentes conscientes ou inconscientes de todos os seres humanos, as pragas rogadas são alguns exemplos, e possuem apenas pseudos-vidas próprias. Queremos aqui, tratar de um exemplo de formas de pensamentos que são aquelas que foram criadas principalmente pêlos antigos sacerdotes egípcios, para que os corpos mumificados dos grandes faraós e rainhas famosas, pudessem ficar protegidos contra aqueles que tentassem profanar os seus túmulos, assim sendo, entendemos e reconhecemos que essas formas de pensamentos são construídas com as mais claras e prudentes intenções de repelir-se os invasores, e de atacarem os túmulos, o que tais sentimentos vão agir nas consciências daqueles que se intrometam e, ao fazê-lo, causam alguns pavores tão grandes que os candidatos a ladrões irão fugir do lugar sem causar danos maiores, entretanto, em muitos casos, estamos a falar de elementais e não de formas de pensamentos, pois as mesmas são entidades sem mentes, que simplesmente foram encarregadas pelas sacerdotes de cuidarem dos mortos, ou também postas executarem certas tarefas, como as guardas de túmulos contra os invasores, assim sendo, podemos afirmar que neste momento estamos tratando dos elementais, e que, esses elementares, como já afirmamos, são entidades espirituais que se encontram nas primeiras etapas de desenvolvimentos, o que, no mundo astral, eles correspondem a grossos modos às posições ocupadas pêlos macacos no mundo dos seres humanos, isso porque, os macacos são criaturas irresponsáveis, traquinas, frequentemente malvadas e perversas, e não dispõem de grandes poderes de raciocínios próprios, são, ao que poderíamos dizer, apenas amontoados animados de protoplasmas. Entendemos ainda que os doentes mentais, ocupando mais ou menos as mesmas posições nos mundos astrais, como a dos macacos nos seres humanos, são formas que se movem mais ou menos sem objectivos, tagarelam e adoptam expressões horripilantes e estranhas, fazendo gestos ameaçadores aos seres humanos empenhados nas viagens astrais, entretanto, naturalmente, não podemos fazer-lhes algumas coisas, tenhamos isso sempre presente, esses seres não podem nos fazer males.
Se já tivemos os infortúnios de termos ido a algum hospital de doentes mentais, certamente vimos casos realmente graves de desarranjos mentais, que tais doentes tenham recebido tratamentos de choques pelo modo como alguns dos piores casos se aproximam de nós e fazem gestos ameaçadores, ou possivelmente destituídos de seus sentidos ou faculdades mentais, percebemos que eles babam, mas se encontrarem decisão e frontalidade, por serem criaturas com mentalidades muito inferiores, sempre recuam, pois seus sentimentos estão em mundos astrais inferiores, em estados degradantes. Quando seguimos pêlos planos astrais inferiores, podemos encontrar algumas dessas entidades, algumas dessas criaturas estranhas e que em alguns casos exóticas, entretanto, as vezes, se os viajantes forem tímidos, essas criaturas se aglomeram ao redor e tentam amedrontá-los, podemos dizer que não existe males alguns nisso, pois são inteiramente inofensivas, na verdade, a menos que se tenham medos delas, e quando estivermos iniciando as viagens astrais, teremos duas ou três dessas entidades inferiores a aproximar-se, para ver como saímos, de modo bem semelhante a alguns tipos de pessoas que gostam de olhar para aqueles que estão aprendendo a dirigir e que sai sozinho com um automóvel pela primeira vez. O que nos chama muito a nossa atenção, é que, os espectadores sempre esperam que algumas coisas fantasmagóricas ou animadas aconteçam, e às vezes, se os aprendizes estiverem embaraçados, eles colidirão com algum poste da rua, ou com alguma outra coisa, para os grandes deleites dos espectadores, e que, estes, como espectadores, não desejam males, são simplesmente sensacionalistas procurando algumas emoções, o que, também, o mesmo acontece com os elementais, seres que estão às catas de divertimentos fáceis, pois gostam de verem os desconfortos dos seres humanos e, portanto, se demonstrarmos alguns medos, eles sentirão deleites e continuarão com suas gesticulações, suas atitudes ferozes e ameaçadoras, na verdade, eles nada podem fazer a quaisquer seres humanos, pois se assemelham mais aos cachorros que só sabem latir, e latidos não fazem e não causam males, além de tudo isso, só conseguirão incomodá-los enquanto nós, por causa dos nossos medos, permitirmos que os façam. Não tenhas medos, pois nada nos poderá acontecer.
Deixa os nossos corpos físicos, e entramos nos planos astrais, e em noventa e nove vezes, em cada cem viagens, não veremos qualquer dessas entidades baixas, só as veremos, se tivermos medos delas, de modos normais, nos ergueremos muito mais acima de seus reinos, pois elas se conglomeram aos fundos dos planos astrais, de modos e formas bastante parecidos com aqueles pelos quais os vermes se reúnem no fundo de um rio ou mar, ou como os vermes de moscas comendo as carnes de um cadáver qualquer, entretanto, quando nos erguemos nos planos astrais, assistimos as muitas ocorrências notáveis, em que com certas distâncias, poderemos enxergar as faixas grandes e brilhantes de luzes, isso porque, vêem de planos de existências que se acham além dos nossos alcances, quer dizer, por enquanto. Não podemos e não devemos esquecer de que as entidades humanas, enquanto se encontram nas carnes, conseguem perceber apenas três ou quatro notas, mas ao saírem dos corpos físicos, carnais e entram nos mundos astrais estenderam os seus alcances de notas um pouco para cima, estenderam esses alcances o bastante para perceberem que existem coisas maiores à nossa frente. Entendemos e reconhecemos que algumas dessas coisas são representadas pelas luzes brilhantes, tão brilhantes que realmente não conseguiremos enxergar o que sejam, entretanto, vamos contentar-nos, por enquanto, com os astrais médios, em que, ali, podemos visitar os amigos ou parentes, as cidades do mundo e enxergar os grandes edifícios públicos, podemos ler livros em línguas estrangeiras pois, devemos lembrar, que, nos planos astrais médios todas as linguagens serão as línguas conhecidas, precisaremos praticar as viagens astrais, isso porque, temos aqui algumas descrições do que elas são, descrições que poderão serem transformadas em algumas experiências também nossa, mediante as nossas práticas. O dia termina e as sombras da noite chegam, se aproximam, deixando o crepúsculo purpúreo, que gradualmente se tornava mais e mais escuro, até que o céu, afinal, adquiriu a cor índigo e então, quase tudo ficou negro, proporcionando apenas que pequenas luzes venham surgir ao derredor, os astros luminosos no firmamento celestial, confrontando com as luzes azul-esbranquiçadas que iluminam as ruas, e as luzes amareladas que eram as do interior das casas, talvez mudando de coloração por causa das persianas ou cortinas pelas quais passavam suas claridades. O que observamos é que os corpos estavam repousando em suas respectivas camas, inteiramente conscientes, inteiramente relaxados, o que, de modos graduais, vieram leves sensações de desconjuntamentos, algumas sensações como se algumas coisas estivessem flutuando, movendo-se, vindo, portanto, a mais leve das comichões pelos corpos, e gradualmente se fizeram separações, onde acima dos corpos inclinados, formaram-se algumas nuvens nas extremidades de um dos Cordões de Prata luzidio, as nuvens se movimentaram, como algumas massas indistintas, parecidas com alguns borrões de tintas a flutuarem nos ares. Devagar, elas se adoptaram as formas de corpos humanos, ergueram-se a uma distância de três a quatro palmos, onde oscilavam e balançavam, e que, por alguns segundos, os corpos dos astrais se ergueram mais, e depois os pés baixaram-se, devagar foram ter ao chão, de modo que as figuras se encontravam em pé, aos pés das camas, olhando para os corpos físicos que acabaram de deixar e aos quais ainda se achavam presas, nos aposentos, as sombras se apresentavam nos cantos, como animais estranhos e acuados, onde os Cordões de Prata vibravam e brilhavam, com luzes azul-prateadas opacas, e os próprios corpos astrais estavam retratados com luzes azuis. Ao que enxergamos, as figuras nos astrais olharam aos seus arredores, e depois para os corpos físicos que descansavam comodamente nos seus leitos, onde os seus olhos estavam fechados, agora, mas as respirações eram tranquilas e leves, não haviam movimentos, não haviam contorções, os corpos pareciam repousar comodamente, os Cordões de Prata não vibravam, de modo que não havia quaisquer indicações de inquietudes.
Sabemos que em tudo e por tudo, devemos tratar as coisas com cuidados e zelos, assim analisamos que, satisfeitas, as formas astrais ergueram-se silenciosas e vagarosamente nos ares, passaram pelos tectos dos aposentos, e pelos telhados finos, indo ter aos ares das noites, onde os Cordões de Prata alongaram-se, mas não diminuiu em suas grossuras, era como se as figuras astrais fossem balões cheios de gás, amarrados às casas, que fossem os corpos físicos, assim, as figuras astrais ergueram-se até estarem a vinte, cinquenta, cem metros acima dos telhados, ali, elas se detiveram, flutuando ociosamente, olhando aos seus arredores, das casas de todas as ruas, e das ruas além das vizinhanças, vinham as luzes azuis e débeis que eram os Cordões de Prata de outras pessoas, isso porque, elas se estendiam para cima, desaparecendo a algumas distâncias imensuráveis, entretanto, as pessoas sempre viajam à noite, quer saibam disso ou não, mas apenas as favorecidas, as que praticam, voltam com conhecimentos plenos das coisas que fizeram, e que, nessas formas astrais flutuavam acima dos telhados, olhando aos seus arredores, decidindo aonde irem, onde finalmente, resolveram visitar uma terras distantes, muito distante, em que, no mesmo momento em que essa decisão foi tomada, elas partiram em velocidades fantásticas, seguindo com as rapidezes dos pensamentos pelos país afora, atravessando os mares, e ao atravessarem os mares, as grandes ondas do mesmos pareciam subir, tendo as cristas brancas nas partes superiores, em que, em certos pontos de suas jornadas, elas espiaram para alguns grandes transatlânticos que atravessavam os mares turbulentos, todas as luzes acesas e com sons de músicas vindo dos tombadilhos, as formas astrais prosseguiram, sobrepujando os tempos e espaços, onde a noite deu lugar ao anoitecer anterior, as formas astrais estavam-se emparelhando com os tempos, a noite deu lugar ao anoitecer e este, a seu turno, foram ultrapassado e tornaram-se parte inicial da manhã, sendo que, essa parte final da manhã foi deixada para trás, e logo se transformou em meio-dia, finalmente, à luz brilhante do sol, as figuras astrais viram aquilo que tinham vindo ver, a terra tão distante, uma terra tão amada, com pessoas a quem tanto amavam. Enxergamos que com suavidades, as figuras astrais baixaram à Terra e se misturaram, sem serem vistas, ou sem serem ouvidas, entre aqueles que se encontravam nos corpos físicos, por fim, veio alguns puxamentos insistentes, alguns retorcimentos dos Cordões de Prata, as grandes distâncias, em algumas terras diferentes, os corpos físicos que foram deixados para trás, percebiam estar a amanhecer, e estavam chamando seus corpos astrais, que por alguns momentos, estes permaneceram por ali, mas, afinal, os avisos não podiam serem mais ignorados, as formas de suas sombras subiram aos ares, pairaram imóveis por alguns momentos como alguns pombos que regressam aos seus pombais, e depois seguiam pêlos céus, reluzindo sobre as terras, sobre as águas, de volta aos seus lugares atravessando os tectos, entretanto, outros cordões também tremiam, outras pessoas regressavam aos corpos físicos, mas essas formas astrais de que falamos desceram, passando pelos telhados e pelos tectos, indo ter sobre as figuras adormecidas dos seus corpos físicos, devagarinho e com levezas, baixaram e se colocaram precisamente sobre aqueles corpos, com suavidades, com cuidados infinitos, desceram e entraram nesses corpos físicos, e por alguns momentos, houve algumas sensações de frios intensos, algumas sensações de entorpecimentos, de pesos imensos a comprimirem os corpos, desapareceram as levezas, as sensações de liberdades, as cores vistas nos astrais e que, ao invés dessas coisas, reinavam os constantes frios, era como se alguns desses corpos quente estivessem envergando roupas molhadas e frias, os corpos físicos se agitaram, e os seus olhos abriram-se, e pelas bandas de fora, surgiam as primeiras faixas leves do amanhecer, acima do horizonte, onde os corpos se agitaram e dissera que se lembravam de tudo a que assistiram, durante a noite.
Podemos viajar nos planos astrais, podemos ver aqueles a quem amamos, e quanto mais fortes os laços entre nós e aqueles a quem amamos, maiores as facilidades com que poderemos viajar, para tanto, necessitamos de práticas e mais práticas, o que, de acordo com as antigas histórias principalmente as orientais, nos dias das remotas antiguidades, todos os seres humanos podiam viajar nos planos astrais, mas devido aos factos de que tantas pessoas houvessem abusado desses privilégios, os mesmos foram retirados, para aqueles que são puros em pensamentos, para aqueles que são puros nas mentes, as práticas trarão as libertações quanto aos pesos embaraçosos e enjoativos dos corpos físicos, materiais, e permitirão irmos aonde quisermos, somos tão-somente aquilo que acreditamos que somos, podemos fazer aquilo que acreditamos que podemos fazer. Se acreditarmos realmente, e sinceramente acreditarmos que podemos fazer algumas coisas, nesses casos poderemos fazê-las, creiamos, e com as práticas viajaremos nos planos astrais, dizemos que não devemos ter os medos enquanto estivermos nos planos astrais, pois ali ninguém poderá nos prejudicar, por mais terríveis ou horripilantes que sejam os aspectos das entidades inferiores que possamos enxergar, embora talvez não as vejam, elas não farão nada contra nós, a menos que tenhamos medos, assim sendo, lembramos que as ausências dos medos garantem nossas protecções absolutas, queremos praticar, queremos saber aonde iremos. As práticas são o que fazem com que essas coisas se realizem, entretanto, as questões das viagens astrais apresentam, naturalmente, importâncias vitais, e por esses e outros motivos podem haver vantagens em dedicarmos parte deste nosso trabalho-estudo a algumas somas maiores de observações a esses passatempos fascinantes, portanto, sugerimos que leiamos com cuidados estas páginas percorrendo-as pelo menos tão meticulosamente como fazemos com as anteriores, e decidamos então escolheremos um anoitecer, com alguns dias de antecedências, para as nossas experiências, sabemos, existem muitas coisas a prepararmos e há que decidirmos com antecedências o que pretendemos fazer. O que sabemos é que os sábios antigos utilizavam encantamentos, em outras palavras, repetiam um mantra, isto é, uma forma de oração ou reza, que tinham como objectivos as subjugações dos subconscientes, repetindo esses mantras, os conscientes que constituem uma décima parte de nós, conseguiam emitir algumas ordens imperativas aos subconscientes, poderíamos utilizar alguns mantras, mentalizando rezas e orações, como mantras, que no dia tal, vamos viajar nos mundos astrais, e vamos permanecer inteiramente conscientes de tudo que fizermos, inteiramente conscientes de tudo quanto enxergarmos, lembraremos de tudo, quando estivermos novamente nos nossos corpos carnais, físicos, faremos todas essas coisas e não fracassaremos.


Assim sendo, entendemos e reconhecemos que devemos nos aprofundar mais e mais na questão dos agrados, e desagrados, isso porque, temos consciência de que toda a aura é composta de muitas cores e muitas estrias de cores, sendo, portanto, necessário que as cores e estrias combinem, uma com a outra, para que duas pessoas sejam compatíveis, acontecendo com muita frequência que marido e mulher se mostrem muito compatíveis em uma ou duas direcções, o que inteiramente incompatíveis em outras, devendo tudo isso a que a forma ondular particular de uma aura apenas toca a forma ondular da aura do cônjuge, principalmente quando relacionados em certos pontos definidos, e nesses pontos existem acordos completos e compatibilidades completas, o que dizemos, por exemplo, que essas duas pessoas estão situadas em pólos diferentes, sendo exactamente o que acontece quando elas se mostram incompatíveis. Entendemos e reconhecemos que se assim o preferirmos, podemos dizer que as pessoas compatíveis têm cores áuricas que se combinam e harmonizam, enquanto, que as incompatíveis possuem cores que colidem e que seriam realmente penosos os seus relacionamentos, fazendo com que as pessoas se encaixem em estereótipos, ou em grupos de afinidades, isso porque elas têm frequências comuns, o que podemos dizer que quando observamos grupos de moças andando sempre juntas, ou grupos de rapazes parados nas esquinas ou saindo juntos, estas sensibilidades áuricas se fazem mais claras e perceptíveis, mesmo porque, reconhecemos que todos eles apresentam uma frequência comum ou são comuns as suas auras, e dependem uns dos outros, isso porque eles têm uma atracção magnética uns pelos outros e a pessoa mais forte no grupo dominará o conjunto, influenciando-o para o bem ou o mal, portanto, entendemos e reconhecemos a necessidade de que os jovens devem ser treinados pela disciplina e pela autodisciplina, a fim de controlarem seus impulsos mais elementares, para que a evolução humana, no seu conjunto, possa ser aperfeiçoada cada dia mais e mais.
Cremos que, como já ficou dito antes, que o ser humano acha-se no centro de um envoltório com a forma ovalada centralizado dentro da aura, sendo essa a posição normal da maioria das pessoas, ou das pessoas médias e sadias, entretanto, quando alguém apresenta uma enfermidade mental, isso se deve ao facto de que não esteja devidamente centralizado, mesmo porque, são muitas as pessoas que dizem que estão fora de si, pode muito bem acontecer exactamente assim, e a pessoa estará a se projectar num ângulo, dentro do ovo. Não podemos e não devemos esquecer de muitas são as pessoas que têm personalidades duplas e são inteiramente diferentes das pessoas comuns, pois essas pessoas apresentam metade da aura em uma cor, e a outra metade com um padrão de cor inteiramente diferente, podendo até transparecer que se a sua personalidade dupla for acentuada e possuir uma aura com a forma não de apenas um ovo, mas de dois ovos juntos, com um ângulo oposto, ou seja, um em relação ao outro, assim sendo, podemos afirmar que a doença mental não deve ser tratada de um modo tão superficial. Queremos esclarecer que segundo as opiniões dos principais médicos especialistas da área da psiquiatria, que revelam que quando se aplica o tratamento por choques para tratamentos de doentes mentais, entendemos e reconhecemos que pode ser muitíssimo perigoso, porquanto pode expulsar o astral e complicar mais ainda a pessoa em tratamento, afastando-a de uma possível recuperação, o que, para tanto examinaremos isso mais adiante do corpo, embora cremos que num aspecto generalizado, o tratamento por choques destina-se consciente ou inconscientemente a levar os dois ovos, mediante um choque, a formar um só ovo, e quando isso acontece, muitas das vezes ele se resume a queimar padrões neurais no cérebro da pessoa em tratamento.
Não podemos e não devemos esquecer de todos nós nascemos com certas potencialidades, porém, com certos limites quanto à coloração das nossas auras, a frequência das nossas vibrações e outras coisas mais, sendo assim, entendemos e reconhecemos que seja bem possível que uma pessoa decidida e bem-intencionada alterar a sua aura, tornando-a cada vez mais evoluída e melhor, entretanto, lamentavelmente, é muito mais fácil alterá-la para pior. Para citarmos um exemplo edificador, revelaremos aqui que o grande filósofo Sócrates sabia que poderia ser um bom homicida, mas não quis ceder aos golpes do destino, de modo que tomou medidas para alterar o seu caminho pela vida, o que, ao invés de Sócrates se tornar um homicida, o grande filósofo Sócrates passou a ser o homem mais sábio da sua época, sendo exemplificado e seguido até os dias atuais e certamente aos dias futuros. Todos nós podemos, se assim o desejarmos, erguer os nossos pensamentos a um nível mais elevado e com isso melhorar as nossas auras e colaborarmos para os crescimentos e desenvolvimentos dos semelhantes em sua volta, mesmo porque, entendemos e reconhecemos que uma pessoa com vermelho turvo e acastanhado na aura, exibindo sexualidade excessiva, pode aumentar a cadência de vibrações do vermelho, que sublimando os desejos sexuais, com o que se tornará mais uma criatura com um impulso muito construtivo, que abre o seu caminho pela vida, em construção constante evolutiva.
Ao que já aprendemos e assim ensinamos, podemos afirmar que a aura desaparece logo após a morte, mas o etérico pode continuar ainda por bastante tempo, o que dependendo do estado de saúde de seu possuidor, assim sendo, o etérico pode tornar-se o fantasma destituído de mente, que executa incursões destituídas de sentido, onde muitas pessoas dos locais rurais, já viram uma forma de brilho azulado sobre as sepulturas daqueles que acabaram de ser enterrados, pois é comum nos cemitérios tais acontecimentos, entretanto, esse brilho é notado de modo particular à noite, tratando-se, naturalmente e apenas, do etérico que se dissipa do corpo em decomposição, enxergando de que na aura, as vibrações baixas proporcionam cores opacas e turvas, que é certa é que tais situações causam mais náusea do que atracção, o que, quanto mais elevadas são as vibrações de alguém, tanto mais puras e brilhantes se fazem as cores da aura, entendendo que são brilhantes não de modo fantasmagórico e assustador, mas de modo melhor e mais espiritual, podemos, então, dizer, apenas, que as cores puras são maravilhosas, enquanto as turvas se apresentam desagradáveis, entendendo que uma boa acção dá brilho ao aspecto da pessoa, conferindo brilho às suas cores áuricas, porém, um mau acto faz-nos sentir azuis ou nos põe em um estado de alma negro, entretanto, enxergamos que as boas acções a ajuda prestada aos outros fazem-nos ver o mundo através de óculos cor-de-rosa, pois assim suaviza bem a sensibilidade para os que utilizam a clarividência para trabalhar para o bem.
É, portanto, necessário que todos nós tenhamos sempre presente que a cor constitui o indicador principal das potencialidades de uma pessoa, e que, as cores mudam, naturalmente, com os estados de alma da pessoa, entretanto, as cores básicas não se alteram, a menos que a pessoa melhore ou piore seu carácter, podendo aceitar que as cores básicas continuam as mesmas, mas as cores transitórias flutuam e variam, de acordo com o estado de espírito da pessoa, o que, conscientemente devemos também verificar se não estamos pré julgando uma pessoa, porque é muito simples olhar uma aura e imaginar que estamos vendo uma cor turva quando, na verdade, esta pessoa não a é de modo algum de um carácter comprometedor e sim que esteja naquele momento em situação de conflito interno. Não podemos negar que pode ser que os nossos próprios pensamentos errados façam com que uma cor pareça turva, pois é preciso lembrar que, ao contemplarmos a aura de outra pessoa, que estamos a fazê-lo, olhando através da nossa própria aura com os nossos defeitos, o que há uma probabilidade muito grande de comprometimento e julgamento precipitado e em alguns casos errado.
Entendemos e reconhecemos que existe claramente uma relação entre os ritmos musicais e os ritmos mentais, mesmo porque, reconhecemos que o cérebro humano é uma massa de vibrações com impulsos eléctricos que se irradiam de todas as partes do mesmo, e que, quando, um ser humano emite uma nota musical dependendo da cadência de vibrações do mesmo, semelhantemente ou exactamente como se pode chegar perto de um cortiço e ouvir o zumbido de todo um bando de abelhas, também é possível que alguma outra criatura escute os seres humanos, mesmo porque, podemos afirmar que praticamente todos os seres humanos têm as suas próprias notas básicas, constantemente emitidas de modos bem semelhantes àqueles pelos quais os antigos fios telefónicos em cabos de aços zincados emitem vibrações, aos ventos, e que, além disso, as músicas populares são de tal naturezas que se acham em acordos simpáticos com as formações das ondas cerebrais, e estão em simpatias com as harmonias das vibrações corporais. Podemos, então, obter algumas melodias de sucessos, que põe todos a cantarolá-las e assobiá-las, e as pessoas dizem que tem tais ou quais melodias percorrendo constantemente seus cérebros, isso porque, reconhecemos que as melodias de sucessos são aquelas que se combinam com as ondas cerebrais humanas e que permanecem por algum tempo, antes que sua energia básica se dissipe, entretanto, as músicas clássicas apresentam algumas naturezas mais permanentes, isso porque, trata-se de músicas que fazem com que as nossas formas ondulares auditivas vibrem de maneiras e formas agradáveis, em simpatias com as músicas clássicas. Entendemos que se por ventura os dirigentes de nações querem influenciar, praticamente todos os seus seguidores eles têm de compor, ou mandar compor, algumas formas especiais de músicas, a que chamamos hinos nacionais, isso porque, quando os nacionalistas ouvem os seus hinos nacionais eles sentem todos os tipos de emoções, após os que se põem em posições de reverências, pensam coisas boas dos seus países, ou más e até ferozes quanto aos outros países, e isso acontece devido simplesmente ao fato de que as vibrações a que chamamos sons levaram as vibrações mentais a reagirem de certos modos que em muito comprometem todas essas gentes. Entretanto, podemos dizer que é exactamente assim que se torna possível pré- encomendar certas reacções nos seres humanos, executando determinados tipos de músicas para os mesmos efeitos, mesmo porque, as pessoas de pensamentos profundos, que apresentam picos altos e pontos de grandes profundidades nas suas formas ondulares cerebrais, gostam de músicas dos mesmos tipos e estilos, isto é, músicas que tenham passagens elevadas e momentos profundos, porém, algumas criaturas desmioladas preferem as músicas desmioladas, que são mais ou menos uns tilintares, o que em alguns gráficos ficariam representadas de modos mais ou menos precisos por alguns simples salutares.
Merece lembrar que muitos dos maiores e mais importantes músicos são aqueles que consciente ou subconscientemente executam as viagens astrais e chegam aos reinos além das mortes físicas, mesmo porque, eles ouvem as músicas das esferas superiores, isso porque, sendo músicos, essas músicas celestiais causam algumas vastas impressões sobre estes grandes e importantes músicos, prendendo às suas memórias, de modo que quando voltam à terra encontram-se imediatamente em estados de espíritos dispostos às composições, o que vão correndo para alguns instrumentos musicais, ou aos pentagramas, e imediatamente escrevem, tanto quanto se recordam, as anotações das músicas que ouviram nos planos astrais, o que, em seguida, dizem sem se lembrarem bem que compuseram estas ou aquelas obras musicais. O que nos envergonha é percebermos que os sistemas diabólicos de publicidades subliminares, nos quais as mensagens publicitárias são postas de relances a passarem nos sistemas de televisões e radiofónicos, com algumas rapidezes demasiadas para que os olhos conscientes a vejam, valem-se da semi-percepção das pessoas, ao mesmo tempo em que não chegam às percepções conscientes, isso porque, os subconscientes são postos em constantes alertas, por solavancos, pelos fluxos de padrões ondulares que lhe chegam, e os subconscientes, formando nove décimos do todo, vem mais tarde a levar os conscientes a saírem e comprarem os artigos assim anunciados, embora conscientemente as pessoas saibam que nem sequer desejam tais objectos, mas, mesmo assim compram.
Entendemos e aclaramos que alguns grupos inescrupulosos de pessoas, como os dirigentes de alguns países que não tenham os bem-estares de seus povos como metas maiores, poderiam, na verdade, levar esses povos a reagirem a quaisquer ordens subliminares, utilizando tais formas de publicidades, que denominamos de criminosas e satânicas e estas serão algumas lições e ensinamentos que embora curtas, porém são muito importantes, o que sugerimos que todos as revejam com muitos, muitíssimos cuidados. Muitas são as pessoas, que ao tentarem ver a aura, mostram-se impacientes, esperam ansiosas para lerem algumas instruções escritas, erguerem os seus olhares das páginas impressas e verem auras diante dos seus olhos espantados, isso porque, as coisas não são tão simples assim, mesmo porque, muitos dos grandes Mestres levaram e levam uma vida toda, antes de conseguirem ver a aura, mas nós asseveramos que, desde que as criaturas sejam sinceras e pratiquem de modos conscienciosos, as auras poderão serem discernidas pela maioria das pessoas. Diante de tudo o que já estudamos e aprendemos, podemos dizer que a maioria das pessoas pode sere hipnotizada, o que de modo exactamente igual, a maioria das pessoas, com prática e perseverança, e assim a maioria dessas pessoas pode ver a aura, entretanto, temos que frisar repetidas vezes que quem quiser ver a aura com o maior pormenor tem de fitar um corpo nu, pois entendemos que a aura é consideravelmente influenciada pela cor da roupa que a pessoa veste, como exemplo, agora suponhamos que uma pessoa diga que vai vestir uma determinada veste e que tudo está inteiramente limpo, que acabou de chegar da lavanderia, de modo que isso não interferirá com a aura, entretanto, entendemos e reconhecemos que com toda a probabilidade, algumas partes da roupa foram manuseadas por alguém na lavanderia, isso porque, o trabalho de lavanderia é monótono, e as pessoas que se dedicam a trabalhos assim passam sempre todo o tempo a reflectir, de um modo normal, sobre o estado das suas próprias vidas, o que, podemos dizer que em outras palavras, estão um pouco fora de si, e enquanto dobram já de uma forma mecânica as roupas as tocam umas nas outras, nossos pensamentos não estão no que fazemos, mas nas nossas próprias questões particulares.
Assim sendo, observaremos atentamente que as impressões vindas da aura entram na roupa, e então, quando a envergamos e olhamos para nós vamos verificar que as roupas estão com as impressões dos outros, porém isso é muito difícil de crer, entretanto, examinaremos a questão de uma maneira que entendemos ser de grande valia e de fácil compreensão, temos em nós mesmos ímans, e tocamos esses ímans de modo inteiramente ociosos, com um objecto cortante, um canivete e em seguida, descobriremos que o canivete recolheu as influências áuricas dos ímans, entretanto, reconhecemos que acontece a mesma coisa, em grande parte, com os seres humanos, pois um deles pode recolher a influência áurica de outro, o que ema pessoa pode ir a algum teatro, cinema, restaurante e sentar-se ao lado de alguém que lhe é desconhecido, e depois que sai do recinto, sente que precisa urgentemente tomar um banho, isso porque, sente-se contaminada por ter estado ao lado daquela pessoa desconhecida e se quisermos ver a aura verdadeira, com todas as suas cores, teremos de olhar para um corpo completamente nu, o que se olharmos para um corpo feminino, verificaremos que as cores são mais distintas. Cremos que alguns de nós poderíamos encontrar certas dificuldades em sairmos e descobrirmos algumas mulheres que dispam as suas roupas sem que façam quaisquer objecções, e assim sendo, usamos então os nossos próprios corpos para fazermos, entretanto, devemos estarmos sós para isso, devemos estarmos sós, asseguremos de que o mesmo tem uma luz ambiente fraca, isso porque, sabemos que se a luz for brilhante demais trará dificuldades aos nossos alcances áuricos, então, decididamente a luz tem que ser fraca.
Sabemos que se conseguirmos uma dessas lâmpadas, que não usam corrente assinalada no medidor, verificaremos que a mesma é muito adequada, isso porque, uma lâmpada nessa formatação consiste de um globo de vidro claro, em que no suporte de vidro dentro do globo existe um bastão curto, ao qual está afixada uma chapa redonda, e que outro bastão vem do suporte de vidro e se estende quase à parede superior do globo, e dele pende uma espiral bruta de fio bastante pesado, e quando essa lâmpada é inserida num bocal e acesa, apresenta um brilho meio que avermelhado. Vamos de agora em diante incluir uma ilustração do tipo de lâmpada, porque, naturalmente, e com a lâmpada acesa, e sua iluminação bastante fraca, tiremos todas as roupas e olhemos para nós mesmos, num espelho de um tamanho que dê para enxergarmos todo o nosso corpo, e não tentemos enxergar coisa alguma por momentos, bastando ficarmos tão à vontade. Tenhamos certeza de estarmos com uma cortina escura por trás de nós, de preferência negra ou cinzento-escura, de modo que fique com o que chamamos um pano de fundo neutro, isto é, um pano de fundo que não apresenta qualquer cor a influenciar a nossa aura. Esperemos alguns momentos enquanto estivermos fitando a nós mesmos perante o espelho, de modo inteiramente ociosos, olhemos para nossa cabeça, cremos que dá para enxergarmos uma cor azulada ao redor das nossas têmporas, olhemos para o nosso corpo por completo, dos braços aos quadris, por exemplo, e enxergaremos uma chama azulada, muito parecida com a do álcool em chamas. Temos por certo, de que todos nós já vimos o tipo de lâmpadas que os joalheiros utilizam, e que queimam álcool-metílico, ou álcool-etílico, ou qualquer líquido espirituoso, onde as chamas são de coloração azulada, muitas vezes cintila com uma cor amarela nas suas extremidades.
Assim sendo, reconhecemos e aceitamos que a chama etérica é sempre assim, e que, quando vir isso, estaremos fazendo progressos, poderemos não ver na primeira, segunda ou terceira vez em que experimentarmos, do mesmo modo, também um músico nem sempre tem os resultados que deseja na primeira, segunda ou terceira vez em que executa uma peça difícil de música, entretanto, reconhecemos que o músico não desistiu, ele perseverou, persistiu e nós devemos fazer o mesmo, não podemos jamais desistir, mesmo porque, cremos que com a prática, conseguiremos ver o etérico, o que, também, com mais práticas, conseguiremos ver a aura, entretanto, reconhecemos que é preciso que repitamos incessantemente, é muito mais fácil e muito mais claro com um corpo nu, pois estaremos livres de todas e quaisquer interferências. Temos por certo, que devemos lembrar de que, para o puro, todas as coisas são puras, e para os impuros, todas as coisas são impuras, devemos olhar para nós mesmos, ou para outra pessoa, entretanto, devemos fazer isso por motivo puro, mesmo porque, se tivermos com pensamentos impuros, não conseguiremos ver o etérico ou a aura, e apenas aquilo que estivermos procurando, portanto, continuemos olhando para nós mesmos, olhando para vermos esse etérico, verificaremos, que com o tempo, podemos vê-lo. Sabemos que muitas das vezes, uma determinada pessoa estará procurando a aura, sem ver coisa alguma, mas ao invés disso sentirá comichão nas palmas das mãos, na planta dos pés, ou em outra parte do corpo, o que, podemos dizer que tudo isso trata-se de uma sensação peculiar, mesmo porque, essa comichão, sendo inteiramente inconfundível, entretanto, quando a pessoa sentir isso, será sinal de que ela está a caminho de ver, significando que em ceto momento está impedindo a si mesmo de ver, por tensão demasiada, então essa pessoa terá que descansar, terá de acalmar-se, descansando, descarregando-se, ao invés de ficar com comichão, e talvez contracções, verá o etérico, ou a aura, ou ambos, o que demonstra libertação e sintonização completa. Ao que sabemos, podemos dizer que a comichão, na verdade, é uma concentração da nossa própria força áurica, dentro de nossas palmas ou qualquer que seja o centro, entretanto, muitas são as pessoas, quando assustadas ou tensas, suam nas palmas das mãos, ou nas axilas, ou em outras partes do corpo, o que, precisamente nesta experiência psíquica, ao invés de transpirar, a pessoa sente a comichão, entretanto, repetimos, que isso é bom sinal, significa que por sensibilidade superior repetir isto é também um sinal que está fazendo demasiado esforço, e quando a pessoa estiver pronto a descansar, o etérico e talvez a aura também se apresentarão diante do seu olhar bastante espantado. Entendemos e reconhecemos que são muitas as pessoas que não conseguem ver sua própria aura com precisão completa, porque olham através dela ao fitar sempre por um espelho, e muitas das vezes o espelho destorce as cores, de certo modo, e reflecte também passando pela aura essa faixa destorcida de cores, de modo que, entendemos que o pobre observador imagina que tem cores mais turvas do que realmente acontece, pensando num peixe nadando na profundeza de um tanque de água, olhando para alguma flor suspensa a poucos palmos acima da superfície, o que temos por certo de que o peixe jamais perceberia as cores do mesmo modo como nós, e nem tão pouco teria a visão da flor destorcida pelas ondulações na água e pela limpidez ou turvação da água, portanto, reconhecemos que do mesmo modo, se estivermos a olhar as profundidades da nossa própria aura, vendo a imagem reflectida nas profundidades da mesma, podemos enganar a nós mesmos, nem que seja por um pouco, o que, por esse motivo, entendemos e reconhecemos que é bem melhor, quando isso se mostra conveniente, fitarmos outra pessoa.
O importante, é estarmos consciente de que se estivermos olhando a forma nua de alguma pessoa, é frequente que a mesma assim fitada se mostre nervosa ou embaraçada, o que nesse caso, podemos dizer que o etérico se encolhe, ficando quase todo no corpo, e a própria aura se fecha bastante, instavelmente falsificando as cores, entretanto, reconhecemos que é necessária a prática para conseguir fazer um bom diagnóstico, porém, o principal é enxergarmos, inicialmente, qualquer cor, não importa se verdadeira ou falsa, isso porque, afirmamos que o melhor de tudo é conversar com o voluntário ou a voluntária, e façamos uma conversa sem qualquer importância, até mesmo ociosa, a fim de pô-la à vontade e mostrar que nada vai acontecer se não tivermos livres e desprendidos de todos e quaisquer sentimentos que nos aprisionem. Assim que a sua pessoa se puser à vontade, estamos certos de que o seu etérico recuperará as proporções normais e a própria aura fluirá para fora, a fim de preencher completamente o invólucro áurico, isto porque, de muitos modos, podemos comparar ao hipnotismo, em que o hipnotizador não sai por aí, simplesmente atacando uma pessoa, e que a hipnotize nesse mesmo lugar, o que, em geral, há uma série de sessões, onde o hipnotizador inicialmente vê o paciente, e eles formam uma espécie de construção ou uma base comum de compreensão mútua, e o hipnotizador poderá até mesmo experimentar truques de menor importância, tais como ver se o paciente responde ao hipnotismo elementar, o que, após duas ou três sessões, o hipnotizador põe o paciente inteiramente em transe, fazendo assim o que podemos chamar de viagens hipnóticas.
Entraremos agora em uma segunda fase de nosso trabalho-estudo, o que chamamos de ensino aprendizado, isso porque, reconhecemos que vai ser um ensino de nossa parte que consideramos muitíssimo importante para o nosso crescimento, pois queremos que os nossos amados leitores saboreiem o mel de nosso trabalho-estudo, assim sendo, de agora em diante, sugerimos que esperemos até estarmos cómodos, sem quaisquer preocupações mentais e espirituais, com barriga cheia e sem sentir fome, porém, sem ter comido demais, então entraremos agora para a casa de banho, tomemos então um belo banho, isso porque, se quisermos nos livrar de quaisquer influências advindas das nossas roupas, e depois pratiquemos de modo a que possamos ver a nossa própria aura. É, portanto, tudo uma questão de prática, mesmo porque, em nossos ensinamentos anteriores, examinamos o corpo como centro do etérico e da aura, mesmo porque, passamos do corpo para fora, examinando o etérico e, depois, fizemos então uma grande descrição da aura, com as suas estrias de cor, indo ter à pele áurica externamente, em que, tudo isso é de extrema importância, o que aconselhamos a voltarmos e relermos aos ensinamentos anteriores, pois nesta etapa, vamos preparar o terreno para deixar o corpo, entretanto, a menos que tenhamos conhecimentos claros sobre o etérico, a aura, e a estrutura molecular do corpo, poderemos encontrar algumas dificuldades, porém, superaremos todas as dificuldades, mesmo porque, sabemos que o corpo humano consiste, como vimos, de uma massa de protoplasma, e que, essa massa de moléculas espalhadas por um certo volume de espaço, de modo muito semelhante àquele pelo qual um universo ocupa um espaço-volume de espaço-espaço. Portanto, agora, conscientemente, vamos caminhar para dentro, afastando-nos da aura, afastando-nos do etérico, e entrarmos no corpo, mesmo porque, sabemos que esse corpo de carne é apenas um veículo, apenas um conjunto de matérias a indumentárias de um actor que vive o papel que lhe destinaram, no palco deste mundo chamado planeta Terra, porém, todos nós já expusemos que dois objectos não podem ocupar o mesmo espaço, e que, tudo isso é razoavelmente correcto, quando pensamos em tijolos, ou madeira, ou pedaços de metal, mas se dois objectos tiverem uma vibração diferente, ou se os espaços entre os seus átomos e neutrões e protões tiverem amplidão suficiente, podemos dizer, então, que nessas condições um outro objecto pode ocupar o mesmo espaço, o que, podemos achar esse facto difícil de compreender, de modo que vamos apresentá-lo de um modo diferente, dando talvez dois exemplos. Se conscientemente apanharmos dois copos e os enchermos até a borda com água, verificará que, se colocar um pouquinho de areia digamos, uma colher de chá em um dos copos cheios, a água transbordará e escorrerá pelo lado, demonstrando que nesse caso a água e a areia não podem ocupar o mesmo espaço, de modo que uma tem de ceder, isso porque, sendo a areia mais pesada, a areia vai para o fundo do copo e com isso faz erguer o nível do copo, até ao ponto em que a água transbordará o copo. Voltemos ao outro copo que também foi cheio com água até à borda, cheio ao mesmo nível que o primeiro copo, agora, se colocarmos vagarosamente açúcar ou sal no copo, verificaremos que será possível colocar até seis colheres de chá, cheias de açúcar ou sal, no copo, antes que a água transborde, entretanto, se o fizermos devagar, veremos o açúcar ou o sal desaparecerá, em outras palavras, eles se dissolverão, e ao dissolverem-se, as suas próprias moléculas ocupam o espaço entre as moléculas da água, e assim não ocupam mais espaço e sim o mesmo espaço. Assim sendo, reconhecemos que quando todo o espaço entre as moléculas da água forem preenchidos com moléculas de açúcar ou do sal é que o açúcar ou o sal em excesso se acumula no fundo e acaba por fazer com que a água transborde no copo, o que, sabemos que neste caso, temos a prova clara de que dois objectos podem ocupar o mesmo espaço, e isso é fenomenal. Examinemos agora o sistema solar, isso porque, reconhecemos que se trata de um objecto, uma entidade, em que, existem moléculas, ou átomos, aos quais chamamos mundos, andando pelos espaços infinitos, e se é que é verdade que dois objectos não podem ocupar o mesmo espaço, então não poderíamos enviar um foguete da Terra ao espaço, nem tampouco poderiam pessoas de outros universos entrarem em nosso planeta Terra, isso porque se o fizessem estariam ocupando o nosso espaço e certamente haveria conflito, alguém transbordaria, assim sobre condições adequadas é possível que dois objectos ocupem o mesmo espaço sim, além do mais reconhecemos que o corpo humano, consistindo de moléculas com certa quantidade de espaço entre os átomos, também acomoda outros corpos, corpos ténues, corpos espirituais, como também, aquilo a que chamamos corpos astrais, e que, esses corpos ténues são precisamente o mesmo, em composição, que o corpo humano, isto é, ambos consistem de moléculas, exactamente como a o planeta Terra, o chumbo, a madeira, consistem em um certo arranjo molecular moléculas de certa densidade os corpos espirituais possuem moléculas em número menor, e mais distantes entre si, o que reconhecemos que desse modo, afirmamos inteiramente possível que um corpo espiritual se ajuste a um corpo carnal, no contacto mais íntimo, sem que nenhum dos dois ocupe espaço necessário ao outro.
Importante entender e reconhecer que o corpo astral e o corpo físico estão perfeitamente ligados pelo Cordão de Prata, e que, este Cordão de Prata é uma massa de moléculas vibrando em velocidade tremenda, e de certo modo se apresenta semelhante ao cordão-umbilical que liga divinamente a mãe ao filho, em que, na mãe, impulsos, impressões e nutrição vão dela à criança até o momento de seu nascimento, e quando a criança nasce e o cordão-umbilical é cortado, a criança morre para a vida que conheceu antes, isto é, torna-se uma entidade separada, uma vida separada, já não faz parte da mãe, de modo que morre como parte desta, e adquire a sua própria existência. O importante é saber que o Cordão de Prata liga o eu superior e o corpo humano e as impressões vão de um para o outro, durante cada minuto da existência do corpo carnal, e que, impressões, ordens, lições e, às vezes, até mesmo alimentação espiritual descem do eu superior para o corpo humano, entretanto, quando a morte ocorre, o Cordão de Prata é rompido e o corpo humano fica como um traje abandonado, enquanto o espírito prossegue sua jornada, o que devemos afirmar que existe um certo número de corpos espirituais, isso porque, estamos abordando o corpo de carne e o corpo astral, neste exacto momento, e que, em toda a nossa forma actual de evolução, existem nove corpos separados, cada qual ligado ao outro por um Cordão de Prata, entretanto, estamos a tratar agora mais da viagem astral e de questões intimamente relacionadas com o plano astral, portanto, sabemos que o homem é um espírito encerrado por um período breve num corpo de carnes e ossos, encerrado a fim de que possa aprender as lições e adquirir experiências, e que, essas experiências que não poderiam ser adquiridas pelo espírito sem o uso de um corpo físico, o corpo carnal do homem, é, portanto, um veículo que se vê impulsionado, ou manipulado, pelo eu superior. Temos por certo que alguns preferem utilizar o termo alma mas nós usamos sempre o termo eu superior, por ser mais conveniente, sendo, portanto, a alma uma questão diferente, na verdade, pois o eu superior é o controlador, o dirigente do corpo que está num plano ainda mais elevado, e o cérebro do ser humano representa uma estação de relês, um centro telefónico, uma fábrica completamente automatizada, que recebe as mensagens do eu superior e converte as ordens do mesmo em actividades químicas ou actividades físicas, que mantém o veículo corpo humano vivo, e faz com que os músculos trabalhem, causando diversos processos mentais, o que, também retransmite ao eu superior as mensagens e impressões das experiências adquiridas.
Importante lembrarmos e construirmos os nossos pensamentos que muitas das vezes temos que ir fugindo às limitações do corpo, como um motorista que de vez em quando abandona o automóvel, o ser humano pode ver o mundo maior do espírito e avaliar as lições aprendidas enquanto se acha encerrado na carne, entretanto, aqui estamos a falar do físico e do astral com, talvez, menções curtas ao eu superior, mesmo porque, mencionamos o astral, de modo muito particular, porque, enquanto se acha nesse corpo, o ser humano pode viajar a lugares distantes em um piscar de olhos, pode ir a qualquer lugar, em qualquer momento, e pode até mesmo ver o que velhos amigos ou parentes estão fazendo, o que, com prática, o ser humano pode visitar as cidades do mundo e as grandes bibliotecas do mundo em um piscar de olhos, tornando-se fácil, mediante a prática, visitar qualquer biblioteca e consultar qualquer livro, ou qualquer página de um livro sem nem sequer mexer no corpo físico. Não podemos esquecer de que a maioria das pessoas fazem julgamentos que não pode abandonar o corpo físico e pensa assim porque no mundo ocidental foi muitíssimo condicionado, o que durante toda a vida, a desacreditar em coisas que não possam ser apalpadas, desmanteladas ou retalhadas e, depois, debatidas em termos que em nada significam. Assim sendo, de forma igual comparamos em sentimentos simples e frágeis no que diz respeito as crianças que acreditam em fadas e duendes, e que essas coisas verdadeiramente existem, naturalmente, só que nós, que as podemos ver e conversar com elas, chamamo-las espíritos da natureza, entretanto, muitas são as crianças de pouca idade que têm companheiros invisíveis como se fossem brinquedos, o que, para os adultos, essas crianças vivem em um mundo a fingir, conversando animadamente com amigos que não podem serem vistos pelos adultos cépticos, isso porque, as crianças sabem que esses amigos são verdadeiros, reais e íntimos. Entendemos ainda que à medida que as crianças crescem os mais velhos riem-se, ou zangam-se por causa das suas supostas imaginações, e isso acontece porque, os seres humanos mais velhos, que já esqueceram suas próprias infâncias e os modos como os seus pais agiram, chegam ao ponto de bater nas crianças por serem consideradas mentirosas ou por mostrarem-se excessivamente imaginativa, o que, com o tempo, as crianças são hipnotizadas passando a crer que não existem tais coisas como espíritos da natureza ou fadas e, a seu turno, essas crianças crescem formam famílias próprias e não estimulam os seus próprios filhos a ver ou brincar com os espíritos da natureza, o que neste exacto momento vamos afirmar, de modo inteiramente afirmativo, que existem os espíritos da natureza, quer se chamem fadas, ou duendes qualquer que seja o nome que lhes demos, eles são verdadeiros e que fazem boas obras, e os seres humanos, em suas ignorâncias e arrogâncias ao negarem a existência destas entidades, negam a eles mesmos uma situação fabulosa e um repositório maravilhoso de informações, pois os espíritos da natureza ajudam aqueles de quem gostam, e ajudam aqueles que acreditam neles, mesmo porque, reconhecemos que não existem limites ao conhecimento do eu superior, existem limites muito verdadeiros às capacidades do corpo o corpo físico. Cremos que praticamente quase que todos os seres humanos na Terra deixam o corpo, quando encontram-se adormecidos, o que, ao despertarem dizem que tiveram sonhos, porque, também neste caso, os seres humanos aprenderam a acreditar que esta vida aqui sobre a Terra é a única que importa, isso porque, são ensinados que não realizam viagens quando se encontram adormecidos, assim também, é que as experiências maravilhosas são racionadas e transformadas em sonhos, entretanto, muitas são as pessoas crêem que poder deixar o corpo à vontade e viajar a distâncias bem grandes, com rapidez, regressando ao corpo horas após, com conhecimentos completos de tudo que fizeram, do que viram e pelo que passaram. Cremos ainda que muitas pessoas podem deixar os seus corpos e efectuarem algumas viagens astrais, entretanto, é preciso que eles acreditem que o podem fazer, sendo inteiramente inúteis para todos aqueles que emitem pensamentos contrários, de descrenças, ou pensamentos de que não possam fazer essas viagens, quando na verdade, é notavelmente fácil viajar no astral, quando se passa pelo primeiro obstáculo, o medo.
O mais importante é observarmos que o medo é, portanto, o grande travão de todos esses processos de viagens astrais, entretanto, a maioria das pessoas tem de suprimir os seus medos instintivos de que abandonar os seus corpos significará literalmente morrer, porém, algumas pessoas têm um receio mortal de que, se deixarem os seus corpos, talvez não consigam voltar a eles, ou de que algumas outras entidades possam entrar nos mesmos, o que reconhecemos que tais concepções tratam de coisas inteiramente impossíveis, a menos que essas criaturas abram os seus portões através dos seus medos, e aqueles não receiam não sofrem nenhum desses malefícios. O interessante ainda, é que, o Cordão de Prata não pode ser rompido quando estamos a fazer uma viagem astral, e ninguém e nenhuma entidade pode invadir o nosso corpo, a menos que façamos um convite definido, ao ficarmos apavorados, mesmo porque, sempre podemos regressar sempre ao nosso corpo, exactamente como sempre acordamos, após noite após noite de sono, o que temos, então a recear é o ter medo, isso porque, o medo é a única coisa que ocasiona sempre o perigo, e como todos nós sabemos as coisas por nós receadas raramente acontecem. O que nos chama muito a atenção, é observarmos que os nossos pensamentos são os nossos maiores obstáculos, após os medos, mesmo porque os pensamentos e as razões, apresentam alguns problemas, e que, esses dois, os pensamentos e as razões, impedem que escalemos montanhas altas, as razões nos dizem que um escorregão far-nos-á cair, estraçalhando-nos, assim sendo, é que devemos reprimir os pensamentos e as razões.