Ao que enxergamos e
entendemos, podemos afirmar que alguns de nossos conhecimentos metafísicos que
temos constantemente em uso comum, de modo bastante parecido àquele pelo qual
dizemos quando uma criatura humana está num estado de atitude negativa, isso
porque, reconhecemos que tudo é uma questão de vibração, e tudo é enviado pelo
corpo através do Cordão de Prata, ao eu superior, e este volta a comunicar de
volta, pelo mesmo Cordão de Prata, ao corpo as vibrações, entretanto, muitas são
as pessoas, seres humanos que não conseguem compreender sua incapacidade de
entrar conscientemente em contacto com o eu superior, isso porque, trata-se de
uma coisa que consideramos bastante difícil para quem não esteja preparado o
suficiente para promover essa conexão é como compararmos com uma comunicação
via satélite, onde supomos que estamos na Brasil, e queiramos falar ao telefone
com alguém que esteja na Rússia, na Sibéria, na China, ou em qualquer outro
país, temos por certo que em primeiro lugar, temos de verificar se existe uma
linha telefónica de operadora telefónica do Brasil para lá, depois temos de
levar em consideração a diferença de fuso horária entre o Brasil e o país em
que pretendemos nos comunicar, e em seguida, será preciso verificar se a pessoa
com quem queremos falar pode ser chamada, se a pessoa conseguirá falar a nossa
língua, e em alguns casos teremos de ver se as autoridades permitirão que essa
conversa telefónica seja realizada, de forma igual, podemos afirmar que é muito
melhor, nesta primeira etapa da evolução, não darmos atenção demasiada às
tentativas de entrarmos em contacto consciente com o nosso eu superior, mesmo porque
nenhum estudo, nenhuma formação, nenhuma informação, conseguirá transmitir em
poucas páginas escritas o que requereria, talvez, anos e anos de práticas,
exercícios, contemplações, devoções, adorações, submissões. Reconhecemos e
aceitamos que sem sombras de dúvidas a maioria dos seres humanos, as pessoas
esperam por coisas em demasias, esperam que, tendo lido um determinado Livro,
possa imediatamente fazer tudo o que os Mestres fazem, e os Mestres podem ter
estudado toda a vida, e por muitas vidas antes dessa, entretanto, em nenhum
momento o Mestre vai auto-afirmar-se. Assim sendo pedimos aos nossos amados
leitores que leiam atentamente este trabalho-estudo, estude, pense nele, e assim
abrir mentes, almas e espíritos para que os esclarecimentos e entendimentos possam
ser-lhes concedidos.
É sabido por muitos de
nós, que são muitos os casos nos quais as pessoas, seres humanos, na maioria
mulheres, receberam certas informações e passaram a poder realmente ver o
etérico ou a aura, ou o Cordão de Prata, o que não é pequeno o número de casos
assim, que em buscas constantes e incessantes fortaleceram a nossa convicção de
que todos aqueles que buscam de corpo, mente, alma e espírito limpos e puros
poderão fazer as mesmas coisas, e se permitirem a eles próprios acreditarem,
certamente construirão mecanismos e sentimentos edificadores para subir degrau
por degrau na escada de Jacó. Não podemos esconder de que já vimos como é que o
cérebro humano gera electricidade mediante as acções e reacções de certas substâncias
químicas, a água, e os minerais metálicos que o permeiam, e de que se compõe,
e, exactamente como funciona o cérebro humano gerando electricidade, também o
corpo de maneira igual o faz, pois o sangue percorre as veias e artérias do
corpo, transportando também essas mesmas substancias químicas, e de igual modo,
esses traços de metais e a água, em que, o sangue em seus constantes círculos e
ciclos, como o leitor sabe, é principalmente composto de água, o que, podemos
afirmar que todo o corpo humano se acha permeado de electricidade, mesmo
sabendo que não é o tipo de electricidade que serve para iluminar a nossa casa
ou aquecer o fogão eléctrico no qual cozinhamos, entretanto, podemos e devemos
encará-lo como de origem magnética.
Para que entendamos
melhor, podemos e devemos usar como exemplo tomando uma barra magnetizada e a
colocarmos sobre a mesa, colocando sobre a mesma uma folha de papel liso, e
depois espalharmos sobre essa folha de papel, acima do íman, uma quantidade de
limalhas de ferro, veremos que essas limalhas se irão dispor numa configuração
especial, o que vale a pena fazer tal experiência. Obtenha, portanto, um íman comum e barato, em qualquer loja de
ferragens ou fornecedor de materiais científicos, ou retiramos de um
autofalante danificado, pois seu preço é barato, o que, talvez seja até possível
conseguir um emprestado ou doado, coloquemos, então, um pedaço de papel sobre a
parte de cima do ima, de modo que por baixo o íman fique situado mais ou menos
no centro dessa folha de papel, derramemos as limalhas de ferro sobre o papel,
assim como quem lança sal ou pimenta sobre a comida, deixemo-las cair sobre o
papel, de uma altura de talvez de vinte a trinta centímetros, e veremos que
essas limalhas se dispõem de modo incomum, acompanhando com precisão, as linhas
de força magnética vindas do íman, veremos então, que as limalhas de ferro ficarão
esboçadas a barra central do íman, e então teremos curvas que irão de uma
extremidade à outra do mesmo. O que enxergamos neste momento é que, para todos
nós, o meio melhor mesmo, e mais proveitoso é tentarmos fazer estas experiências,
porquanto elas nos ajudarão em nossos estudos posteriores, isso porque,
compreenderemos que a força magnética é o mesmo que o etérico do corpo humano,
o mesmo que a aura do corpo humano, e que, provavelmente todos nós já sabemos
que um fio pelo qual passe corrente eléctrica, possui um campo magnético ao
redor dele mesmo, e que, se a corrente magnética variar, isto é, se for
conhecida como alternada, ao invés de contínua, então o campo pulsará e
flutuará de acordo com as mudanças das polaridades, isto é, parecerão pulsar
com as correntes alternadas.
O que entendemos ser
de grandes e valorosas contribuições, é, sabermos que o corpo humano, é sem
sombras de dúvidas uma fonte de electricidade e que tem um campo magnético ao
redor dele mesmo, tratando-se de campo altamente flutuante, assim também,
podemos afirmar que o etérico, como o chamamos, flutua ou vibra com tamanha
rapidez que se torna difícil discernir o movimento, mesmo porque, de modo
bastante parecido, podemos instalar uma lâmpada eléctrica em nossa casa, e
embora a corrente flutue cinquenta ou sessenta vezes por segundo, não conseguiremos
enxergar e nem tão pouco perceberemos, enquanto, que em alguns distritos
rurais, ou talvez a bordo de algum navio, essas flutuações se mostram tão
lentas que nossos olhos percebem o tremelicar das luzes, por isso, mesmo que,
quando uma pessoa se aproxima demasiadamente de outra, é frequente surgir a
sensação de arrepios da pele, mesmo porque, reconhecemos que muitas são as pessoas
que na maioria delas têm percepções completas da proximidade de outras pessoas.
Experimentemos, então,
com algumas pessoas que consideramos nossas amigas, onde ficaremos por detrás
das mesmas e levaremos um dos nossos dedos bem próximo à nuca de uma delas,
tocando-a então com subtileza e leveza, o que, agindo assim, enxergamos que muitas
vezes essa pessoa não conseguirá distinguir entre a proximidade do dedo e o suave
toque, o que, certamente isso se deve a que também o etérico é susceptível ao
toque, onde esse etérico é o campo magnético que circunda todo o corpo humano,
pois temos, nele, o precursor da aura, o que chamamos de núcleo da aura, como
poderíamos então assim dizer. Entendemos
e reconhecemos que em algumas pessoas, as coberturas etéricas se estendem por
mais ou menos três milímetros ao redor de cada parte do corpo, até mesmo ao
redor de cada fio de cabelo, e que, em outras, podendo estender-se alguns bons
centímetros, mas não é comum que atinja mais de quinze centímetros, isso
porque, reconhecemos e enxergamos que o etérico pode ser utilizado para medir a
vitalidade de uma pessoa, pois o mesmo muda consideravelmente em intensidade,
de acordo com a saúde da pessoa. Sabemos que se uma pessoa trabalha bastante
durante todo o dia, nesse caso o etérico desta pessoa estará bem próximo à sua
pele, entretanto, após um bom descanso, o etérico estender-se-á por, talvez,
alguns centímetros, em que, o etérico segue o contorno exacto do corpo, inclusive
até os contornos de uma verruga ou borbulha. Com relação ao etérico, reconhecemos e enxergamos que pode haver
interesse em dizermos que, se formos submetidos conscientemente a uma tensão
muitíssimo elevada de electricidade, bem como, com amperagem negligenciável, em
tal circunstância o etérico poderá ser visto a brilhar, às vezes em tom roxo,
outras em tom azul. Existindo, portanto, uma situação meteorológica que também
faz aumentar a visibilidade do etérico, encontrada no mar, e conhecida como
Fogo de Santelmo, em que, em certas condições meteorológicas todas as partes
dos mastros de um navio ficam iluminados com um fogo frio, inteiramente
inofensivo, porém, bastante assustador para aqueles que o vêem pela primeira
vez, podemos, portanto, conscientemente equipararmos isso ao etérico de um
navio.
Muitas são as pessoas,
no interior, que já estiveram no campo, em noite escura ou brumosa, olhando
então para os fios de alta tensão das linhas de transmissão de energia, o que em
condições adequadas, certamente terão notado um brilho nebuloso,
azul-esbranquiçado, bastante fantasmagórico, que tem proporcionado a muitos e
muitos bons seres humanos do interior um susto um tanto quanto exagerado e
comprometedor, entretanto, vemos por partes dos engenheiros electricistas que chamam
a esse brilho a corona dos fios de alta tensão, o que certamente isso vem a ser
uma das dificuldades com que defrontam, porque uma corona que desça, passando
sobre os isoladores, pode ionizar o ar de tal maneira que cria um
curto-circuito, e isso accionará os relês nas estações de conversões de
correntes e forças, levando toda uma área do campo a ficar sem electricidade ou
sobrecarregar outra. Não podemos e não devemos esquecer de que precisamente nos
nossos dias, os engenheiros tomam precauções especiais e em muitos casos dispendiosas,
a fim de reduzirem ao mínimo, ou mesmo eliminarem, a corona, entretanto,
reconhecemos que a corona de um corpo humano, naturalmente, é o etérico, e é um
tanto semelhante a uma descarga de fios de alta tensão o que em parte se
esclarece e em parte se confunde.
Ao que entendemos e
reconhecemos, podemos afirmar que na maioria das pessoas elas conseguem ver o
etérico do corpo, porém, se praticar por algum tempo, se tiverem paciência de
aprender e dominar a mente, entretanto, infelizmente, muitas dessas pessoas
julgam que existem alguns meios mais rápidos e baratos de conseguirem os
conhecimentos e os poderes que os Mestres levaram anos e anis para adquirirem.
Não podemos e não devemos esquecer de que nada, absolutamente nada pode ser
feito sem prática severas e comprometimentos, isso porque, reconhecemos que os
grandes músicos praticam horas e horas seguidas, todos os dias, e nunca deixam
de praticar e aprender, e assim é
que todos nós, se quisermos nos tornar capazes de enxergarmos o etérico e a
aura, devem incondicionalmente praticar também semelhantemente aos músicos
profissionais, o que entendemos que um dos meios mais práticos para isso é
conseguir um voluntário, e fazer com que o mesmo estenda o braço nu, e tendo os
dedos bem abertos, o braço e dedos devem ficar a alguns bons centímetros de
distância contra um fundo neutro ou negro, olhemos para o braço e os dedos, não
directamente, mas na direcção deles em direcção ao infinito, assim vamos
descobrir uma posição ideal para olharmos para o lugar certo, que é a maneira
correcta de observarmos as coisas com maiores estabilidades de ópticas físicas
e etéricas. Ao olharmos, veremos que bem próximo à carne algo que parece uma
neblina azul-acinzentada ou somente uma desfocagem, como dissemos, ela se
estende talvez por uns três milímetros, até aos quinze centímetros, em relação
ao corpo, o que reconhecemos que é frequente que uma pessoa olhe para o braço e
nada veja senão o próprio braço, isso pode ser devido a que esteja a
esforçar-se demais, a que não possa ver a floresta, por causa das árvores, procuremos
relaxar, não se esforce em demasia por ver e com a prática perceberá que
realmente existe algo. O interessante, é que, encontramos outro modo de
praticarmos em nós mesmos, onde devemos nos sentar, pondo-nos inteiramente à
vontade, colocando-nos de modo que estejamos a pelo menos um metro e vinte
centímetro de qualquer outro objecto, quer seja cadeira, mesa ou parede, para
que, respiremos com firmeza, profundamente e devagar, estendamos os nossos braços
o mais que puder, pondo as pontas dos dedos juntas, com os polegares para cima,
de modo que apenas as pontas dos dedos estejam em contacto uma com a outra, então,
se separarmos os dedos até que tenhamos entre eles mais ou menos uns cinco
milímetros o que com uns dez milímetros, perceberemos algo, que podendo até parecer
com um nevoeiro acinzentado ou uma desfocagem, podendo até parecer quase
luminoso, mas, quando enxergarmos isso, com muita lentidão afastemos mais e
mais os dedos, uns sete milímetros de cada vez, e logo veremos que existem algumas
coisas ali, e que essas coisas são as mais nítidas representações dos etéricos,
e se por ventura perdermos o contacto, isto é, se essas coisas débeis
desaparecerem, juntemos novamente as pontas dos nossos dedos e recomecemos
tudo, o que entendemos e reconhecemos que todas essas coisas são algumas
simples questões de práticas, que os grandes músicos deste mundo praticam,
praticam e praticam, e por praticarem sempre produzem boas músicas, depois
dessas práticas, praticam mais ainda, e todos nós, podemos e devemos conseguir
bons resultados nas ciências metafísicas. Voltemos nossos olhares aos dedos,
observando cuidadosamente o nevoeiro débil que passa de um para outro, o que, com
as práticas, observaremos que o nevoeiro passa, quer da mão esquerda para a
direita ou da direita para a esquerda, dependendo não apenas do nosso sexo, mas
do nosso estado de saúde e do que estivermos pensando no momento. Se conseguirmos
convencer alguma pessoa interessada para ajudar-nos, nesse caso, pratiquemos
com a palma de nossa mão, devemos fazer com que essa pessoa, se possível do
sexo oposto, fique sentada em uma cadeira de frente para nós, onde, devemos
estender as nossas mãos, os braços, o mais que pudermos, depois, ponhamos a
palma da mão, baixando-a, bem perto da de nosso auxiliar, que estará sentado com
a palma de sua mão para cima. Cremos
que quando estiver a umas duas polegadas de distância sentiremos ou uma brisa
fresca ou uma brisa quente a correr de uma para a outra mão, e que essa
sensação tem início no meio da palma das nossas mãos, e que, depende de que mão
seja, do sexo, para sentir uma brisa fresca ou quente, isso porque, se sentirmos
uma brisa quente, movamos a nossa mão ligeiramente, de modo que a mesma não
fique em alinhamento directo, dos dedos com os dedos da outra pessoa, mas em
ângulo, e verificaremos que a sensação de calor aumenta gradativamente, e que,
esse calor aumenta à medida que praticarmos, praticarmos, praticarmos, e quando
chegarmos a esse ponto, se olharmos cuidadosamente entre a nossa palma e a palma
da outra pessoa, veremos de modo bastante distinto o etérico, é como a fumaça do cachimbo que não foi
inalada, isto é, ao invés do cinzento do fumo do cachimbo inalada, apresentará
uma leve coloração azulada, o que, assim acontecendo, temos de continuar
repetindo, repetindo, repetindo que o etérico é apenas a manifestação externa
das forças magnéticas do nosso corpo físico, humano, e que o chamamos fantasma,
porque, quando uma pessoa morre com saúde, essa carga etérica continua por
algum tempo, podendo desligar-se do corpo, e vaguear como um fantasma sem
mente, sem consciência, coisa que é completa e inteiramente diferente da
entidade astral. Assim sendo, conscientemente e corajosamente examinaremos todas
essas coisas mais á frente, entretanto, reconhecemos que é possível que os
nossos amados leitores já tenham ouvido falar de velhos cemitérios nos campos,
onde não existem lâmpadas de rua, e dos quais muitos afirmam poder ver algumas
luzes azuladas e débeis, nas noites rigorosamente escuras, erguendo-se do chão
de uma sepultura que fora naquele dia. Não podemos e não devemos esquecer de
que na verdade, trata-se da carga etérica que se dissipa de um cadáver recente,
o que conscientemente podemos dizer que esse mistério se assim possamos chamar,
é semelhante ao calor emanado de uma chaleira que esteve fervendo sobre um
fogão que foi apagado, assim como a chaleira esfria, a sensação de calor da
parte externa se torna, obviamente, menor, em que, do mesmo modo, quando um
corpo morre existem etapas relativas de morte, lembremos que a força etérica
baixa cada vez mais, podendo então, se ver um etérico ao redor de um corpo por
alguns dias após a vida clínica ter cessado, o que devemos praticar, praticar e
praticar, e depois de tudo, praticar e continuar praticando, olhemos para nossas
mãos, olhemos para nossos corpos, façamos essas experiências com algumas pessoas
amigas e prestativas, mesmo porque, entendemos que apenas mediante as
constantes práticas nós poderemos ver o etérico, e enquanto não o pudermos ver,
não poderemos progredir para ver a aura, que é uma coisa muito mais fina e que
somente os que praticam, praticam, praticam.
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