Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

terça-feira, 21 de agosto de 2018


Ao que enxergamos e entendemos, podemos afirmar que alguns de nossos conhecimentos metafísicos que temos constantemente em uso comum, de modo bastante parecido àquele pelo qual dizemos quando uma criatura humana está num estado de atitude negativa, isso porque, reconhecemos que tudo é uma questão de vibração, e tudo é enviado pelo corpo através do Cordão de Prata, ao eu superior, e este volta a comunicar de volta, pelo mesmo Cordão de Prata, ao corpo as vibrações, entretanto, muitas são as pessoas, seres humanos que não conseguem compreender sua incapacidade de entrar conscientemente em contacto com o eu superior, isso porque, trata-se de uma coisa que consideramos bastante difícil para quem não esteja preparado o suficiente para promover essa conexão é como compararmos com uma comunicação via satélite, onde supomos que estamos na Brasil, e queiramos falar ao telefone com alguém que esteja na Rússia, na Sibéria, na China, ou em qualquer outro país, temos por certo que em primeiro lugar, temos de verificar se existe uma linha telefónica de operadora telefónica do Brasil para lá, depois temos de levar em consideração a diferença de fuso horária entre o Brasil e o país em que pretendemos nos comunicar, e em seguida, será preciso verificar se a pessoa com quem queremos falar pode ser chamada, se a pessoa conseguirá falar a nossa língua, e em alguns casos teremos de ver se as autoridades permitirão que essa conversa telefónica seja realizada, de forma igual, podemos afirmar que é muito melhor, nesta primeira etapa da evolução, não darmos atenção demasiada às tentativas de entrarmos em contacto consciente com o nosso eu superior, mesmo porque nenhum estudo, nenhuma formação, nenhuma informação, conseguirá transmitir em poucas páginas escritas o que requereria, talvez, anos e anos de práticas, exercícios, contemplações, devoções, adorações, submissões. Reconhecemos e aceitamos que sem sombras de dúvidas a maioria dos seres humanos, as pessoas esperam por coisas em demasias, esperam que, tendo lido um determinado Livro, possa imediatamente fazer tudo o que os Mestres fazem, e os Mestres podem ter estudado toda a vida, e por muitas vidas antes dessa, entretanto, em nenhum momento o Mestre vai auto-afirmar-se. Assim sendo pedimos aos nossos amados leitores que leiam atentamente este trabalho-estudo, estude, pense nele, e assim abrir mentes, almas e espíritos para que os esclarecimentos e entendimentos possam ser-lhes concedidos.
É sabido por muitos de nós, que são muitos os casos nos quais as pessoas, seres humanos, na maioria mulheres, receberam certas informações e passaram a poder realmente ver o etérico ou a aura, ou o Cordão de Prata, o que não é pequeno o número de casos assim, que em buscas constantes e incessantes fortaleceram a nossa convicção de que todos aqueles que buscam de corpo, mente, alma e espírito limpos e puros poderão fazer as mesmas coisas, e se permitirem a eles próprios acreditarem, certamente construirão mecanismos e sentimentos edificadores para subir degrau por degrau na escada de Jacó. Não podemos esconder de que já vimos como é que o cérebro humano gera electricidade mediante as acções e reacções de certas substâncias químicas, a água, e os minerais metálicos que o permeiam, e de que se compõe, e, exactamente como funciona o cérebro humano gerando electricidade, também o corpo de maneira igual o faz, pois o sangue percorre as veias e artérias do corpo, transportando também essas mesmas substancias químicas, e de igual modo, esses traços de metais e a água, em que, o sangue em seus constantes círculos e ciclos, como o leitor sabe, é principalmente composto de água, o que, podemos afirmar que todo o corpo humano se acha permeado de electricidade, mesmo sabendo que não é o tipo de electricidade que serve para iluminar a nossa casa ou aquecer o fogão eléctrico no qual cozinhamos, entretanto, podemos e devemos encará-lo como de origem magnética.
Para que entendamos melhor, podemos e devemos usar como exemplo tomando uma barra magnetizada e a colocarmos sobre a mesa, colocando sobre a mesma uma folha de papel liso, e depois espalharmos sobre essa folha de papel, acima do íman, uma quantidade de limalhas de ferro, veremos que essas limalhas se irão dispor numa configuração especial, o que vale a pena fazer tal experiência. Obtenha, portanto, um íman comum e barato, em qualquer loja de ferragens ou fornecedor de materiais científicos, ou retiramos de um autofalante danificado, pois seu preço é barato, o que, talvez seja até possível conseguir um emprestado ou doado, coloquemos, então, um pedaço de papel sobre a parte de cima do ima, de modo que por baixo o íman fique situado mais ou menos no centro dessa folha de papel, derramemos as limalhas de ferro sobre o papel, assim como quem lança sal ou pimenta sobre a comida, deixemo-las cair sobre o papel, de uma altura de talvez de vinte a trinta centímetros, e veremos que essas limalhas se dispõem de modo incomum, acompanhando com precisão, as linhas de força magnética vindas do íman, veremos então, que as limalhas de ferro ficarão esboçadas a barra central do íman, e então teremos curvas que irão de uma extremidade à outra do mesmo. O que enxergamos neste momento é que, para todos nós, o meio melhor mesmo, e mais proveitoso é tentarmos fazer estas experiências, porquanto elas nos ajudarão em nossos estudos posteriores, isso porque, compreenderemos que a força magnética é o mesmo que o etérico do corpo humano, o mesmo que a aura do corpo humano, e que, provavelmente todos nós já sabemos que um fio pelo qual passe corrente eléctrica, possui um campo magnético ao redor dele mesmo, e que, se a corrente magnética variar, isto é, se for conhecida como alternada, ao invés de contínua, então o campo pulsará e flutuará de acordo com as mudanças das polaridades, isto é, parecerão pulsar com as correntes alternadas.
O que entendemos ser de grandes e valorosas contribuições, é, sabermos que o corpo humano, é sem sombras de dúvidas uma fonte de electricidade e que tem um campo magnético ao redor dele mesmo, tratando-se de campo altamente flutuante, assim também, podemos afirmar que o etérico, como o chamamos, flutua ou vibra com tamanha rapidez que se torna difícil discernir o movimento, mesmo porque, de modo bastante parecido, podemos instalar uma lâmpada eléctrica em nossa casa, e embora a corrente flutue cinquenta ou sessenta vezes por segundo, não conseguiremos enxergar e nem tão pouco perceberemos, enquanto, que em alguns distritos rurais, ou talvez a bordo de algum navio, essas flutuações se mostram tão lentas que nossos olhos percebem o tremelicar das luzes, por isso, mesmo que, quando uma pessoa se aproxima demasiadamente de outra, é frequente surgir a sensação de arrepios da pele, mesmo porque, reconhecemos que muitas são as pessoas que na maioria delas têm percepções completas da proximidade de outras pessoas.
Experimentemos, então, com algumas pessoas que consideramos nossas amigas, onde ficaremos por detrás das mesmas e levaremos um dos nossos dedos bem próximo à nuca de uma delas, tocando-a então com subtileza e leveza, o que, agindo assim, enxergamos que muitas vezes essa pessoa não conseguirá distinguir entre a proximidade do dedo e o suave toque, o que, certamente isso se deve a que também o etérico é susceptível ao toque, onde esse etérico é o campo magnético que circunda todo o corpo humano, pois temos, nele, o precursor da aura, o que chamamos de núcleo da aura, como poderíamos então assim dizer. Entendemos e reconhecemos que em algumas pessoas, as coberturas etéricas se estendem por mais ou menos três milímetros ao redor de cada parte do corpo, até mesmo ao redor de cada fio de cabelo, e que, em outras, podendo estender-se alguns bons centímetros, mas não é comum que atinja mais de quinze centímetros, isso porque, reconhecemos e enxergamos que o etérico pode ser utilizado para medir a vitalidade de uma pessoa, pois o mesmo muda consideravelmente em intensidade, de acordo com a saúde da pessoa. Sabemos que se uma pessoa trabalha bastante durante todo o dia, nesse caso o etérico desta pessoa estará bem próximo à sua pele, entretanto, após um bom descanso, o etérico estender-se-á por, talvez, alguns centímetros, em que, o etérico segue o contorno exacto do corpo, inclusive até os contornos de uma verruga ou borbulha. Com relação ao etérico, reconhecemos e enxergamos que pode haver interesse em dizermos que, se formos submetidos conscientemente a uma tensão muitíssimo elevada de electricidade, bem como, com amperagem negligenciável, em tal circunstância o etérico poderá ser visto a brilhar, às vezes em tom roxo, outras em tom azul. Existindo, portanto, uma situação meteorológica que também faz aumentar a visibilidade do etérico, encontrada no mar, e conhecida como Fogo de Santelmo, em que, em certas condições meteorológicas todas as partes dos mastros de um navio ficam iluminados com um fogo frio, inteiramente inofensivo, porém, bastante assustador para aqueles que o vêem pela primeira vez, podemos, portanto, conscientemente equipararmos isso ao etérico de um navio.
Muitas são as pessoas, no interior, que já estiveram no campo, em noite escura ou brumosa, olhando então para os fios de alta tensão das linhas de transmissão de energia, o que em condições adequadas, certamente terão notado um brilho nebuloso, azul-esbranquiçado, bastante fantasmagórico, que tem proporcionado a muitos e muitos bons seres humanos do interior um susto um tanto quanto exagerado e comprometedor, entretanto, vemos por partes dos engenheiros electricistas que chamam a esse brilho a corona dos fios de alta tensão, o que certamente isso vem a ser uma das dificuldades com que defrontam, porque uma corona que desça, passando sobre os isoladores, pode ionizar o ar de tal maneira que cria um curto-circuito, e isso accionará os relês nas estações de conversões de correntes e forças, levando toda uma área do campo a ficar sem electricidade ou sobrecarregar outra. Não podemos e não devemos esquecer de que precisamente nos nossos dias, os engenheiros tomam precauções especiais e em muitos casos dispendiosas, a fim de reduzirem ao mínimo, ou mesmo eliminarem, a corona, entretanto, reconhecemos que a corona de um corpo humano, naturalmente, é o etérico, e é um tanto semelhante a uma descarga de fios de alta tensão o que em parte se esclarece e em parte se confunde.
Ao que entendemos e reconhecemos, podemos afirmar que na maioria das pessoas elas conseguem ver o etérico do corpo, porém, se praticar por algum tempo, se tiverem paciência de aprender e dominar a mente, entretanto, infelizmente, muitas dessas pessoas julgam que existem alguns meios mais rápidos e baratos de conseguirem os conhecimentos e os poderes que os Mestres levaram anos e anis para adquirirem. Não podemos e não devemos esquecer de que nada, absolutamente nada pode ser feito sem prática severas e comprometimentos, isso porque, reconhecemos que os grandes músicos praticam horas e horas seguidas, todos os dias, e nunca deixam de praticar e aprender, e assim é que todos nós, se quisermos nos tornar capazes de enxergarmos o etérico e a aura, devem incondicionalmente praticar também semelhantemente aos músicos profissionais, o que entendemos que um dos meios mais práticos para isso é conseguir um voluntário, e fazer com que o mesmo estenda o braço nu, e tendo os dedos bem abertos, o braço e dedos devem ficar a alguns bons centímetros de distância contra um fundo neutro ou negro, olhemos para o braço e os dedos, não directamente, mas na direcção deles em direcção ao infinito, assim vamos descobrir uma posição ideal para olharmos para o lugar certo, que é a maneira correcta de observarmos as coisas com maiores estabilidades de ópticas físicas e etéricas. Ao olharmos, veremos que bem próximo à carne algo que parece uma neblina azul-acinzentada ou somente uma desfocagem, como dissemos, ela se estende talvez por uns três milímetros, até aos quinze centímetros, em relação ao corpo, o que reconhecemos que é frequente que uma pessoa olhe para o braço e nada veja senão o próprio braço, isso pode ser devido a que esteja a esforçar-se demais, a que não possa ver a floresta, por causa das árvores, procuremos relaxar, não se esforce em demasia por ver e com a prática perceberá que realmente existe algo. O interessante, é que, encontramos outro modo de praticarmos em nós mesmos, onde devemos nos sentar, pondo-nos inteiramente à vontade, colocando-nos de modo que estejamos a pelo menos um metro e vinte centímetro de qualquer outro objecto, quer seja cadeira, mesa ou parede, para que, respiremos com firmeza, profundamente e devagar, estendamos os nossos braços o mais que puder, pondo as pontas dos dedos juntas, com os polegares para cima, de modo que apenas as pontas dos dedos estejam em contacto uma com a outra, então, se separarmos os dedos até que tenhamos entre eles mais ou menos uns cinco milímetros o que com uns dez milímetros, perceberemos algo, que podendo até parecer com um nevoeiro acinzentado ou uma desfocagem, podendo até parecer quase luminoso, mas, quando enxergarmos isso, com muita lentidão afastemos mais e mais os dedos, uns sete milímetros de cada vez, e logo veremos que existem algumas coisas ali, e que essas coisas são as mais nítidas representações dos etéricos, e se por ventura perdermos o contacto, isto é, se essas coisas débeis desaparecerem, juntemos novamente as pontas dos nossos dedos e recomecemos tudo, o que entendemos e reconhecemos que todas essas coisas são algumas simples questões de práticas, que os grandes músicos deste mundo praticam, praticam e praticam, e por praticarem sempre produzem boas músicas, depois dessas práticas, praticam mais ainda, e todos nós, podemos e devemos conseguir bons resultados nas ciências metafísicas. Voltemos nossos olhares aos dedos, observando cuidadosamente o nevoeiro débil que passa de um para outro, o que, com as práticas, observaremos que o nevoeiro passa, quer da mão esquerda para a direita ou da direita para a esquerda, dependendo não apenas do nosso sexo, mas do nosso estado de saúde e do que estivermos pensando no momento. Se conseguirmos convencer alguma pessoa interessada para ajudar-nos, nesse caso, pratiquemos com a palma de nossa mão, devemos fazer com que essa pessoa, se possível do sexo oposto, fique sentada em uma cadeira de frente para nós, onde, devemos estender as nossas mãos, os braços, o mais que pudermos, depois, ponhamos a palma da mão, baixando-a, bem perto da de nosso auxiliar, que estará sentado com a palma de sua mão para cima. Cremos que quando estiver a umas duas polegadas de distância sentiremos ou uma brisa fresca ou uma brisa quente a correr de uma para a outra mão, e que essa sensação tem início no meio da palma das nossas mãos, e que, depende de que mão seja, do sexo, para sentir uma brisa fresca ou quente, isso porque, se sentirmos uma brisa quente, movamos a nossa mão ligeiramente, de modo que a mesma não fique em alinhamento directo, dos dedos com os dedos da outra pessoa, mas em ângulo, e verificaremos que a sensação de calor aumenta gradativamente, e que, esse calor aumenta à medida que praticarmos, praticarmos, praticarmos, e quando chegarmos a esse ponto, se olharmos cuidadosamente entre a nossa palma e a palma da outra pessoa, veremos de modo bastante distinto o etérico, é como a fumaça do cachimbo que não foi inalada, isto é, ao invés do cinzento do fumo do cachimbo inalada, apresentará uma leve coloração azulada, o que, assim acontecendo, temos de continuar repetindo, repetindo, repetindo que o etérico é apenas a manifestação externa das forças magnéticas do nosso corpo físico, humano, e que o chamamos fantasma, porque, quando uma pessoa morre com saúde, essa carga etérica continua por algum tempo, podendo desligar-se do corpo, e vaguear como um fantasma sem mente, sem consciência, coisa que é completa e inteiramente diferente da entidade astral. Assim sendo, conscientemente e corajosamente examinaremos todas essas coisas mais á frente, entretanto, reconhecemos que é possível que os nossos amados leitores já tenham ouvido falar de velhos cemitérios nos campos, onde não existem lâmpadas de rua, e dos quais muitos afirmam poder ver algumas luzes azuladas e débeis, nas noites rigorosamente escuras, erguendo-se do chão de uma sepultura que fora naquele dia. Não podemos e não devemos esquecer de que na verdade, trata-se da carga etérica que se dissipa de um cadáver recente, o que conscientemente podemos dizer que esse mistério se assim possamos chamar, é semelhante ao calor emanado de uma chaleira que esteve fervendo sobre um fogão que foi apagado, assim como a chaleira esfria, a sensação de calor da parte externa se torna, obviamente, menor, em que, do mesmo modo, quando um corpo morre existem etapas relativas de morte, lembremos que a força etérica baixa cada vez mais, podendo então, se ver um etérico ao redor de um corpo por alguns dias após a vida clínica ter cessado, o que devemos praticar, praticar e praticar, e depois de tudo, praticar e continuar praticando, olhemos para nossas mãos, olhemos para nossos corpos, façamos essas experiências com algumas pessoas amigas e prestativas, mesmo porque, entendemos que apenas mediante as constantes práticas nós poderemos ver o etérico, e enquanto não o pudermos ver, não poderemos progredir para ver a aura, que é uma coisa muito mais fina e que somente os que praticam, praticam, praticam.

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