As incontáveis
estrelas no firmamento acima de nossas cabeças, apresentam-se como pontos de
luzes com espaços inacreditáveis entre si, trilhões e mais trilhões de estrelas
é o que são, mas ainda assim, comparadas ao grande espaço vazio, parecem pouquíssimas,
mesmo porque, se nos dessem uma nave espacial de altíssima autonomia,
poderíamos nos mover livremente entre as trilhões e trilhões de estrelas, sem
tocar em qualquer uma delas. Suponhamos que fosse possível fechar os espaços do
firmamento entre as estrelas, onde as moléculas, vistas pela criatura somos nós,
então, pensaríamos verdadeiramente qual seria a forma final das formações
estelares no firmamento, em que, cada ser humano é um universo particular, em
que esse universo no qual os planetas, as moléculas rodopiam ao redor de um sol
central, e que, cada rocha, graveto ou gota de água é composta por moléculas em
movimento constante, incessante, o que nos conscientizamos que todas as vidas,
vivem para as vidas.
Os seres humanos se
compõem de moléculas em constantes movimentos e que, esses movimentos geram algumas
formas de electricidades que, unindo-se à electricidade proporcionada pelo eu
superior, forma a vida senciente capacidade de experienciar o sofrimento, seja
a nível físico, seja a nível psíquico, e que, ao redor dos pólos da terra,
tempestades magnéticas irrompem e brilham, dando origem à “Aurora Boreal”, com
todas as suas luzes coloridas, encantadoras e comoventes. Não podemos esquecer
de que ao redor de todos os planetas e moléculas, as radiações magnéticas
entrosam e interagem com outras radiações emanadas dos mundos e moléculas
vizinhas, que não sabemos onde começam e onde terminam, ou seja, não sabemos
seus começos e términos, pois não terminam, apenas mudam os ciclos, além do
mais, reconhecemos que nenhum ser humano é um mundo em si mesmo, como nenhum
mundo é auto-suficiente nele mesmo, um mundo depende dou outros e os mundos se
completam, mesmo porque, reconhecemos, aceitamos e vivenciamos que nenhum
mundo, ou molécula, pode existir sem outros mundos ou moléculas, pois todas as
criaturas, mundos ou moléculas dependem da existência de outras criaturas,
mundos ou moléculas, para que sua própria existência possa continuar ou mutar
gerando outra vida para outra vida.
Devemos sempre levar
em conta o fato de que os grupos moleculares são de densidades diferentes o que,
na verdade, podemos comparar como conglomerados de estrelas girando no firmamento,
o que, em algumas partes do firmamento existem regiões povoadas por números imaginários
de estrelas ou planetas ou mundos qualquer que seja o nome dado por nós, mas
por todas as outras partes, estes mundo se apresentam em algumas densidades
consideráveis de planetas, como acontece, por exemplo, na via-láctea que agrupa
milhares e milhares de galáxias com trilhões e trilhões de estrelas, o que do
mesmo modo ou bastante parecido, uma enorme rocha pode representar uma
constelação muito densa, ou galáxia, sem esquecer de que o ar é povoado por um
número mais raro de moléculas, quando, na verdade, o ar passa por nós e passa
pelos capilares dos nossos pulmões, indo as nossas correntes sanguíneas, e que,
muito além do ar, existe espaço onde há conglomerados de moléculas de
hidrogénio amplamente dispersas, pois os espaços não são vazios, como as
pessoas costumavam imaginar, porém, os espaços são compostos de algumas colecções
de moléculas de hidrogénio em constantes oscilações turbulentas e,
naturalmente, as estrelas, planetas e mundos formados pelas moléculas de
hidrogénio vivem em constantes movimentos, é claro que se um deles apresentar
colecção substancial de grupos moleculares torna-se muito mais difícil para qualquer
outra criatura passar pelos grupos, mas um que podemos chamar de fantasma, que
tem suas moléculas amplamente espaçadas, podendo com facilidades atravessar algumas
parede de tijolos, mesmo porque, estamos a pensar na parede de tijolos como a
mesma uma colecção de moléculas um tanto quanto parecida com uma nuvem de
poeira suspensa no firmamento. Preferimos esclarecer que, por improvável que
pareça, segundo a ciência, existe espaço entre cada molécula, assim como existe
espaço entre as estrelas diferentes, e se algumas outras criaturas fossem
suficientemente pequenas, ou se suas moléculas estivessem bastante dispersas,
nesse essas criaturas poderiam passar entre as moléculas, digamos, uma parede
de tijolos, sem tocar qualquer uma delas, assim sendo, reconhecemos que tudo isto
nos capacita a examinarmos como fantasmas pode aparecer dentro de uma sala
fechada e como pode atravessar o que se nos afigura uma parede sólida, mesmo
que tudo seja relativo, e uma parede que a nós parece sólida pode não sê-lo
para um fantasma ou uma criatura do mundo astral, entretanto, examinaremos
essas coisas com mais comprometimento.
O que mais me chama a
atenção na ciência, é percebermos que o corpo humano, naturalmente, é uma
colecção de moléculas, e como acabamos de ver, embora uma criatura rigorosamente
diminuta, mas, muito diminuta, assim como um vírus, proporcionando que nos
visse como colecção de moléculas, o que temos de encarar o ser humano, de agora
em diante, como uma colecção de substâncias químicas, o que também, um ser
humano consiste de muitas substâncias químicas, principalmente de água. Se
julgarmos que tudo isso contradiz qualquer coisa, lembremos de que a própria
água consiste de moléculas, e é fato sabido que se pudéssemos ensinar um vírus
a falar ele certamente nos diria que estava vendo moléculas de água em
movimentos, uma ao redor da outra, como pedrinhas ou grãos de areias em nossa praia
privada de nossa casa mansão da Ilha de Florianópolis, entretanto, podemos
entender que uma determinada criatura ainda menor diria que as moléculas do ar
fazem-na pensar na orla marítima, porém, neste exacto momento, estamos mais
interessados, na química do corpo.
Queremos esclarecer
que de forma igual que quando vamos a uma loja e comprar uma pilha eléctrica
para a lanterna ou um aparelho de som, receberemos na prática, um recipiente
com estojo de zinco e um eléctrodo de carbono no centro um pedaço de carbono
com a grossura de um lápis aproximadamente, uma colecção de substâncias
químicas acondicionadas sobre pressão entre o estojo externo de zinco e o
bastão central de carbono, em que, tudo aquilo encontra-se bastante húmido por
dentro, entretanto, por fora, naturalmente, está rigorosamente seco, ao que colocamos
essa pilha na nossa lanterna ou no aparelho, e quando accionamos o botão,
obtemos energia provocando a luz ou o som.
Diante dos fatos, observando atentamente percebe-se que em certas
condições, os metais, o carbono e as substâncias químicas reagem juntos,
quimicamente, a fim de produzirem algo a que chamamos electricidade, onde este recipiente
de zinco, com suas substâncias químicas e bastão de carbono, gera
electricidade, mas não existe electricidade dentro da pilha, ela é, ao invés
disso, uma colecção de substâncias químicas pronta a executar o seu trabalho,
sobre certas condições que se tornarão favoráveis aos resultados finais,
seguindo rigorosamente os meios, o que enxergamos que muitas pessoas já ouviram
dizer que as embarcações e navios de todos os tipos geram electricidade, pelo
simples fato de estarem na água salgada, como exemplo, sabe-se que, sobre
certas condições, uma embarcação que esteja até mesmo parada e ociosa no mar
pode gerar uma corrente eléctrica entre chapas adjacentes de metais diferentes.
Não sei se posso
chamar de infelicidade ou coisa semelhante, mas, o que sei é que, se um navio
tiver, por exemplo, um fundo de cobre ligado a uma estrutura superior de ferro,
a menos que se tomem providências especiais, a que chamamos de electrólise, ou
seja, geração de corrente eléctrica, corroeria toda a junção entre as duas
chapas de metal diferente, isto é, o cobre e o ferro se corroeriam
destruindo-se por completo, o que, isso nunca acontece, como é natural, pois
pode ser evitado mediante o emprego do que se chama um ânodo sacrificial, onde uma
peça de metal, como o zinco, alumínio, ou magnésio que são positivos, comparado
a outros metais comuns, como o cobre ou bronze, é utilizado com frequência na
fabricação das hélices de navios, isso porque, se o ânodo sacrificial for
adaptado ao navio ou embarcação qualquer, em algum local abaixo da linha de
flutuação, e ligado a outras partes submersas de metal, será corroído e
desaparecerá e impedirá que o casco do navio ou a hélice se corroam, assim
sendo, para a protecção total do navio ou embarcação qualquer, quando esse
pedaço de metal é corroído, é substituído por um novo e dando sequência a vida
na morte de outra vida, no nascimento de outra vida, para uma vida, tratando-se
apenas de um serviço que consideramos comum de manutenção dos navios, o que
mencionamos o facto para dar aos nossos amados leitores algumas ideias de como
a electricidade pode ser gerada, e o é, dos modos mais incomuns, o que, também,
reconhecemos que o nosso cérebro gera electricidade própria, e que, dentro do
corpo humano existem, vestígios de metais, até mesmo de metais como o zinco, e
naturalmente devemos lembrar-nos de que o corpo humano tem por base a molécula
de carbono, existindo muita água em um corpo e vestígios de substâncias
químicas tais como magnésio, potássio, o que nos tornamos um corpo gerador de
energias diversas, sem as quais não nos moveríamos, seriamos incapazes de
conduzirmos e coordenarmos a nós mesmos, em que estes se combinam para formar
uma corrente eléctrica, diminuta, mas que pode ser percebida, medida e
registada e assim nos convencermos de tudo o que tratamos e queremos expressar.
O que nos chama a
atenção é percebermos que segundo o que estudamos, uma pessoa mentalmente doente
pode, mediante o uso de certos instrumentos e condições, registrar as suas próprias
ondas cerebrais, isso porque, os diversos eléctrodos são colocados na sua
cabeça, e micros canetas conectadas aos equipamentos passam a funcionar sobre
uma tira de papel, que, quando o paciente pensa em certas coisas, as canetas
traçam linhas saltitantes que podem ser interpretadas como indicações do tipo
de doença de que o paciente padece ou corre o risco de padecer, o que, instrumentos
assim estão em uso comum em praticamente todos os hospitais para doentes
mentais. O que importa é que o cérebro, naturalmente, é uma forma de estação
receptora das mensagens transmitidas pelo eu superior, e o cérebro humano, por
sua vez, pode transmitir mensagens, tais como as lições que aprendemos, as
experiências pelas quais todos nós passamos, ao eu superior, o que, essas
mensagens são levadas por meio do Cordão de Prata, como uma massa de moléculas
com alta velocidade que vibram e giram em faixa extremamente divergente de
frequência e que liga o corpo humano ao eu superior humano, mesmo porque, o
corpo humano, aqui na terra, é algo como um veículo funcionando por uma espécie
de controle remoto, onde o controlador é o eu superior. O importante é entender
e aceitar que os amados leitores já poderão terem vistos alguns veículos de
brinquedos, ligados às crianças por um fio comprido e flexível, em que as
crianças apertam botões e fazem com que os pequenos veículos andem para frente,
ou o faz parar, ou recuar, girando algumas rodas nesses cabos flexíveis, e
assim os pequenos veículos poderão serem guiados por controlos interligados por
cabos. O interessante é que os corpos humanos assemelham-se a essas engrenagens
e conexões, mesmo que a grosso modo, pois o eu superior, que não pode descer completamente
à terra para adquirir experiência directamente, envia o seu corpo astral, esse corpo
que somos todos nós, seres humanos, sendo que tudo pelo que passamos, tudo que
fazemos ou pensamos, ou ouvimos, viaja a uma velocidade imaginária subindo para
o armazém na memória do eu superior.
Os seres humanos
muitíssimos inteligentes que obtêm inspirações recebem com muita frequência algumas
mensagens directamente e conscientemente do eu superior, mediante o Cordão de
Prata. Importante lembrar que o Poderoso Mestre Iluminado Leonardo da Vinci foi
um desses casos que se encontrava em contacto constante com o seu eu superior,
de modo que chegou à categoria de génio em quase tudo o que fazia. O que ainda
nos chama a atenção, é enxergarmos que os grandes artistas, grandes músicos são
aqueles que estão em constante contacto com o seu eu superior, contacto esse que
talvez por uma ou duas linhas particulares, de modo que voltam e compõem por
inspiração, música ou pintura que lhes foram mais ou menos ditadas pelos poderes
maiores, ou poderes superiores que controlam todos os seres humanos, e
principalmente aquelas que buscam evolução sobrenatural, mesmo porque, esse
Cordão de Prata efectua ligação com nosso eu superior de modo bem-parecido com
aquele pelo qual o cordão umbilical liga a criancinha à mãe, enquanto no útero
maternal, além do mais, reconhecemos que o cordão umbilical é um dispositivo
bastante intricado, coisa bastante complexa, na verdade, mas é como um pedaço
de cordão comum, comparado à complexidade do Cordão de Prata, e que, sabemos
que esse Cordão de Prata é uma massa de moléculas girando ao redor de uma faixa
extremamente ampla de frequências, mas se mostra ser uma coisa intangível, no
que diz respeito aos corpos dos seres humanos sobre a face da terra. Assim
sendo, reconhecemos e aceitamos que as moléculas encontram-se dispersas com
amplitude demasiado grande para que a simples visão dos seres humanos comuns
possam ver, entretanto, muitos são os animais o vêem, porque enxergam em faixas
de diferentes frequências, e ouvem em faixas de diferentes frequências,
comparada à dos seres humanos. Os cães, como os leitores sabem, podem ser
chamados por um apito silencioso para cachorros, silencioso porque os seres
humanos não conseguem ouvir, embora os cachorros escutem com facilidades seus
chamamentos, o que, entendemos e reconhecemos que do mesmo modo, os animais podem
ver o Cordão de Prata e a aura, porque ambos vibram em frequências que se
encontram exactamente dentro das receptividades das visões animais. Com algumas
práticas, tornam-se facilmente possíveis aos seres humanos ampliarem as suas capacidades
e receptividades das suas visões, de modo bastante semelhante àqueles pelos
quais alguns homens fracos, pelas práticas e exercícios, conseguem erguer alguns
pesos que, em condições normais, estaria muito além de suas capacidades
físicas.
O que podemos enxergar
e se alegrar é que o Cordão de Prata é sem sombras de dúvidas uma massa de
moléculas, ou seja, uma massa de vibrações, onde podemos e devemos equipará-lo
ao feixe estreito de ondas de rádio que os cientistas despacham da terra para as
regiões celestiais, isso porque, os cientistas que procuram medir a distancia
em que a lua e demais astros celestiais se encontram, irradiam em feixes
rigorosamente estreitos, onde algumas formas ondulatórias às superfícies das
mesmas, onde, tudo isso é para nós o bastante parecido com o Cordão de Prata,
entre o corpo humano e o eu superior humano, mesmo porque, este é o método pelo
qual o eu superior se comunica com o corpo humano aqui em baixo na terra. Temos
por certo de que, tudo que fazemos é sabido e conhecido pelo eu superior antes
mesmo de ser materializado, assim é que percebemos que as pessoas se esforçam o
máximo por tornar-se cada dia mais e mais espirituais, porém, isso só será
possível se estivermos a percorrer o caminho certo. Devemos atentar para conhecermos e reconhecermos o caminho certo,
sendo assim de um modo bem básico, ao nos esforçarmos pela espiritualidade, é
que nos esforçamos por aumentar nossa própria cadência de vibrações ainda aqui na
terra, e por meio do Cordão de Prata, fazemos também aumentar a cadência de
vibrações do eu superior, isso porque, reconhecemos que este Cordão de Prata manda
uma parte de si próprio a um corpo humano, a fim de que as lições possam ser
aprendidas e adquiridas através das experiências cotidianas espirituais, mesmo
porque, temos por certo de que toda boa acção que façamos aumenta nossa cadência
de vibração na terra e no plano astral, mas se fizermos algo mau a alguma
pessoa, isso diminui assustadoramente a cadencia de vibração espiritual. Portanto,
quando nós fazemos algo de errado a outrem, colocamo-nos pelo menos um degrau de
derrota para baixo, na escada que pode e deve servir para a evolução, e a cada
boa acção, aumentamos nossa vibração pessoal por soma incalculável na
matemática astral, e que, por esse motivo é que reconhecemos que é tão
essencial adoptar a antiga fórmula que os nossos pais usavam para conectar-se
com o plano astral, na qual se exorta a criatura a que retribua o mal com o
bem, sem recear ser humano algum, e sem recear qualquer acção humana, pois ao
pagar o mal com o bem, e por fazer sempre o bem em todos os momentos,
progredimos nos degraus da escada de Jacó sempre para cima, e nunca para baixo,
pois todos nós em algum lugar, tempo, espaço e circunstância, conhecemos alguém
que tem um mau génio de sempre pagar o bem com o mal, mas, nós pagamos sempre o
mal com o bem, pois nosso objectivo é subir degrau por degrau na escada da
evolução de Jacó.
Nenhum comentário:
Postar um comentário