Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

terça-feira, 21 de agosto de 2018


As incontáveis estrelas no firmamento acima de nossas cabeças, apresentam-se como pontos de luzes com espaços inacreditáveis entre si, trilhões e mais trilhões de estrelas é o que são, mas ainda assim, comparadas ao grande espaço vazio, parecem pouquíssimas, mesmo porque, se nos dessem uma nave espacial de altíssima autonomia, poderíamos nos mover livremente entre as trilhões e trilhões de estrelas, sem tocar em qualquer uma delas. Suponhamos que fosse possível fechar os espaços do firmamento entre as estrelas, onde as moléculas, vistas pela criatura somos nós, então, pensaríamos verdadeiramente qual seria a forma final das formações estelares no firmamento, em que, cada ser humano é um universo particular, em que esse universo no qual os planetas, as moléculas rodopiam ao redor de um sol central, e que, cada rocha, graveto ou gota de água é composta por moléculas em movimento constante, incessante, o que nos conscientizamos que todas as vidas, vivem para as vidas.
Os seres humanos se compõem de moléculas em constantes movimentos e que, esses movimentos geram algumas formas de electricidades que, unindo-se à electricidade proporcionada pelo eu superior, forma a vida senciente capacidade de experienciar o sofrimento, seja a nível físico, seja a nível psíquico, e que, ao redor dos pólos da terra, tempestades magnéticas irrompem e brilham, dando origem à “Aurora Boreal”, com todas as suas luzes coloridas, encantadoras e comoventes. Não podemos esquecer de que ao redor de todos os planetas e moléculas, as radiações magnéticas entrosam e interagem com outras radiações emanadas dos mundos e moléculas vizinhas, que não sabemos onde começam e onde terminam, ou seja, não sabemos seus começos e términos, pois não terminam, apenas mudam os ciclos, além do mais, reconhecemos que nenhum ser humano é um mundo em si mesmo, como nenhum mundo é auto-suficiente nele mesmo, um mundo depende dou outros e os mundos se completam, mesmo porque, reconhecemos, aceitamos e vivenciamos que nenhum mundo, ou molécula, pode existir sem outros mundos ou moléculas, pois todas as criaturas, mundos ou moléculas dependem da existência de outras criaturas, mundos ou moléculas, para que sua própria existência possa continuar ou mutar gerando outra vida para outra vida.
Devemos sempre levar em conta o fato de que os grupos moleculares são de densidades diferentes o que, na verdade, podemos comparar como conglomerados de estrelas girando no firmamento, o que, em algumas partes do firmamento existem regiões povoadas por números imaginários de estrelas ou planetas ou mundos qualquer que seja o nome dado por nós, mas por todas as outras partes, estes mundo se apresentam em algumas densidades consideráveis de planetas, como acontece, por exemplo, na via-láctea que agrupa milhares e milhares de galáxias com trilhões e trilhões de estrelas, o que do mesmo modo ou bastante parecido, uma enorme rocha pode representar uma constelação muito densa, ou galáxia, sem esquecer de que o ar é povoado por um número mais raro de moléculas, quando, na verdade, o ar passa por nós e passa pelos capilares dos nossos pulmões, indo as nossas correntes sanguíneas, e que, muito além do ar, existe espaço onde há conglomerados de moléculas de hidrogénio amplamente dispersas, pois os espaços não são vazios, como as pessoas costumavam imaginar, porém, os espaços são compostos de algumas colecções de moléculas de hidrogénio em constantes oscilações turbulentas e, naturalmente, as estrelas, planetas e mundos formados pelas moléculas de hidrogénio vivem em constantes movimentos, é claro que se um deles apresentar colecção substancial de grupos moleculares torna-se muito mais difícil para qualquer outra criatura passar pelos grupos, mas um que podemos chamar de fantasma, que tem suas moléculas amplamente espaçadas, podendo com facilidades atravessar algumas parede de tijolos, mesmo porque, estamos a pensar na parede de tijolos como a mesma uma colecção de moléculas um tanto quanto parecida com uma nuvem de poeira suspensa no firmamento. Preferimos esclarecer que, por improvável que pareça, segundo a ciência, existe espaço entre cada molécula, assim como existe espaço entre as estrelas diferentes, e se algumas outras criaturas fossem suficientemente pequenas, ou se suas moléculas estivessem bastante dispersas, nesse essas criaturas poderiam passar entre as moléculas, digamos, uma parede de tijolos, sem tocar qualquer uma delas, assim sendo, reconhecemos que tudo isto nos capacita a examinarmos como fantasmas pode aparecer dentro de uma sala fechada e como pode atravessar o que se nos afigura uma parede sólida, mesmo que tudo seja relativo, e uma parede que a nós parece sólida pode não sê-lo para um fantasma ou uma criatura do mundo astral, entretanto, examinaremos essas coisas com mais comprometimento.
O que mais me chama a atenção na ciência, é percebermos que o corpo humano, naturalmente, é uma colecção de moléculas, e como acabamos de ver, embora uma criatura rigorosamente diminuta, mas, muito diminuta, assim como um vírus, proporcionando que nos visse como colecção de moléculas, o que temos de encarar o ser humano, de agora em diante, como uma colecção de substâncias químicas, o que também, um ser humano consiste de muitas substâncias químicas, principalmente de água. Se julgarmos que tudo isso contradiz qualquer coisa, lembremos de que a própria água consiste de moléculas, e é fato sabido que se pudéssemos ensinar um vírus a falar ele certamente nos diria que estava vendo moléculas de água em movimentos, uma ao redor da outra, como pedrinhas ou grãos de areias em nossa praia privada de nossa casa mansão da Ilha de Florianópolis, entretanto, podemos entender que uma determinada criatura ainda menor diria que as moléculas do ar fazem-na pensar na orla marítima, porém, neste exacto momento, estamos mais interessados, na química do corpo.
Queremos esclarecer que de forma igual que quando vamos a uma loja e comprar uma pilha eléctrica para a lanterna ou um aparelho de som, receberemos na prática, um recipiente com estojo de zinco e um eléctrodo de carbono no centro um pedaço de carbono com a grossura de um lápis aproximadamente, uma colecção de substâncias químicas acondicionadas sobre pressão entre o estojo externo de zinco e o bastão central de carbono, em que, tudo aquilo encontra-se bastante húmido por dentro, entretanto, por fora, naturalmente, está rigorosamente seco, ao que colocamos essa pilha na nossa lanterna ou no aparelho, e quando accionamos o botão, obtemos energia provocando a luz ou o som. Diante dos fatos, observando atentamente percebe-se que em certas condições, os metais, o carbono e as substâncias químicas reagem juntos, quimicamente, a fim de produzirem algo a que chamamos electricidade, onde este recipiente de zinco, com suas substâncias químicas e bastão de carbono, gera electricidade, mas não existe electricidade dentro da pilha, ela é, ao invés disso, uma colecção de substâncias químicas pronta a executar o seu trabalho, sobre certas condições que se tornarão favoráveis aos resultados finais, seguindo rigorosamente os meios, o que enxergamos que muitas pessoas já ouviram dizer que as embarcações e navios de todos os tipos geram electricidade, pelo simples fato de estarem na água salgada, como exemplo, sabe-se que, sobre certas condições, uma embarcação que esteja até mesmo parada e ociosa no mar pode gerar uma corrente eléctrica entre chapas adjacentes de metais diferentes.
Não sei se posso chamar de infelicidade ou coisa semelhante, mas, o que sei é que, se um navio tiver, por exemplo, um fundo de cobre ligado a uma estrutura superior de ferro, a menos que se tomem providências especiais, a que chamamos de electrólise, ou seja, geração de corrente eléctrica, corroeria toda a junção entre as duas chapas de metal diferente, isto é, o cobre e o ferro se corroeriam destruindo-se por completo, o que, isso nunca acontece, como é natural, pois pode ser evitado mediante o emprego do que se chama um ânodo sacrificial, onde uma peça de metal, como o zinco, alumínio, ou magnésio que são positivos, comparado a outros metais comuns, como o cobre ou bronze, é utilizado com frequência na fabricação das hélices de navios, isso porque, se o ânodo sacrificial for adaptado ao navio ou embarcação qualquer, em algum local abaixo da linha de flutuação, e ligado a outras partes submersas de metal, será corroído e desaparecerá e impedirá que o casco do navio ou a hélice se corroam, assim sendo, para a protecção total do navio ou embarcação qualquer, quando esse pedaço de metal é corroído, é substituído por um novo e dando sequência a vida na morte de outra vida, no nascimento de outra vida, para uma vida, tratando-se apenas de um serviço que consideramos comum de manutenção dos navios, o que mencionamos o facto para dar aos nossos amados leitores algumas ideias de como a electricidade pode ser gerada, e o é, dos modos mais incomuns, o que, também, reconhecemos que o nosso cérebro gera electricidade própria, e que, dentro do corpo humano existem, vestígios de metais, até mesmo de metais como o zinco, e naturalmente devemos lembrar-nos de que o corpo humano tem por base a molécula de carbono, existindo muita água em um corpo e vestígios de substâncias químicas tais como magnésio, potássio, o que nos tornamos um corpo gerador de energias diversas, sem as quais não nos moveríamos, seriamos incapazes de conduzirmos e coordenarmos a nós mesmos, em que estes se combinam para formar uma corrente eléctrica, diminuta, mas que pode ser percebida, medida e registada e assim nos convencermos de tudo o que tratamos e queremos expressar.
O que nos chama a atenção é percebermos que segundo o que estudamos, uma pessoa mentalmente doente pode, mediante o uso de certos instrumentos e condições, registrar as suas próprias ondas cerebrais, isso porque, os diversos eléctrodos são colocados na sua cabeça, e micros canetas conectadas aos equipamentos passam a funcionar sobre uma tira de papel, que, quando o paciente pensa em certas coisas, as canetas traçam linhas saltitantes que podem ser interpretadas como indicações do tipo de doença de que o paciente padece ou corre o risco de padecer, o que, instrumentos assim estão em uso comum em praticamente todos os hospitais para doentes mentais. O que importa é que o cérebro, naturalmente, é uma forma de estação receptora das mensagens transmitidas pelo eu superior, e o cérebro humano, por sua vez, pode transmitir mensagens, tais como as lições que aprendemos, as experiências pelas quais todos nós passamos, ao eu superior, o que, essas mensagens são levadas por meio do Cordão de Prata, como uma massa de moléculas com alta velocidade que vibram e giram em faixa extremamente divergente de frequência e que liga o corpo humano ao eu superior humano, mesmo porque, o corpo humano, aqui na terra, é algo como um veículo funcionando por uma espécie de controle remoto, onde o controlador é o eu superior. O importante é entender e aceitar que os amados leitores já poderão terem vistos alguns veículos de brinquedos, ligados às crianças por um fio comprido e flexível, em que as crianças apertam botões e fazem com que os pequenos veículos andem para frente, ou o faz parar, ou recuar, girando algumas rodas nesses cabos flexíveis, e assim os pequenos veículos poderão serem guiados por controlos interligados por cabos. O interessante é que os corpos humanos assemelham-se a essas engrenagens e conexões, mesmo que a grosso modo, pois o eu superior, que não pode descer completamente à terra para adquirir experiência directamente, envia o seu corpo astral, esse corpo que somos todos nós, seres humanos, sendo que tudo pelo que passamos, tudo que fazemos ou pensamos, ou ouvimos, viaja a uma velocidade imaginária subindo para o armazém na memória do eu superior.
Os seres humanos muitíssimos inteligentes que obtêm inspirações recebem com muita frequência algumas mensagens directamente e conscientemente do eu superior, mediante o Cordão de Prata. Importante lembrar que o Poderoso Mestre Iluminado Leonardo da Vinci foi um desses casos que se encontrava em contacto constante com o seu eu superior, de modo que chegou à categoria de génio em quase tudo o que fazia. O que ainda nos chama a atenção, é enxergarmos que os grandes artistas, grandes músicos são aqueles que estão em constante contacto com o seu eu superior, contacto esse que talvez por uma ou duas linhas particulares, de modo que voltam e compõem por inspiração, música ou pintura que lhes foram mais ou menos ditadas pelos poderes maiores, ou poderes superiores que controlam todos os seres humanos, e principalmente aquelas que buscam evolução sobrenatural, mesmo porque, esse Cordão de Prata efectua ligação com nosso eu superior de modo bem-parecido com aquele pelo qual o cordão umbilical liga a criancinha à mãe, enquanto no útero maternal, além do mais, reconhecemos que o cordão umbilical é um dispositivo bastante intricado, coisa bastante complexa, na verdade, mas é como um pedaço de cordão comum, comparado à complexidade do Cordão de Prata, e que, sabemos que esse Cordão de Prata é uma massa de moléculas girando ao redor de uma faixa extremamente ampla de frequências, mas se mostra ser uma coisa intangível, no que diz respeito aos corpos dos seres humanos sobre a face da terra. Assim sendo, reconhecemos e aceitamos que as moléculas encontram-se dispersas com amplitude demasiado grande para que a simples visão dos seres humanos comuns possam ver, entretanto, muitos são os animais o vêem, porque enxergam em faixas de diferentes frequências, e ouvem em faixas de diferentes frequências, comparada à dos seres humanos. Os cães, como os leitores sabem, podem ser chamados por um apito silencioso para cachorros, silencioso porque os seres humanos não conseguem ouvir, embora os cachorros escutem com facilidades seus chamamentos, o que, entendemos e reconhecemos que do mesmo modo, os animais podem ver o Cordão de Prata e a aura, porque ambos vibram em frequências que se encontram exactamente dentro das receptividades das visões animais. Com algumas práticas, tornam-se facilmente possíveis aos seres humanos ampliarem as suas capacidades e receptividades das suas visões, de modo bastante semelhante àqueles pelos quais alguns homens fracos, pelas práticas e exercícios, conseguem erguer alguns pesos que, em condições normais, estaria muito além de suas capacidades físicas.
O que podemos enxergar e se alegrar é que o Cordão de Prata é sem sombras de dúvidas uma massa de moléculas, ou seja, uma massa de vibrações, onde podemos e devemos equipará-lo ao feixe estreito de ondas de rádio que os cientistas despacham da terra para as regiões celestiais, isso porque, os cientistas que procuram medir a distancia em que a lua e demais astros celestiais se encontram, irradiam em feixes rigorosamente estreitos, onde algumas formas ondulatórias às superfícies das mesmas, onde, tudo isso é para nós o bastante parecido com o Cordão de Prata, entre o corpo humano e o eu superior humano, mesmo porque, este é o método pelo qual o eu superior se comunica com o corpo humano aqui em baixo na terra. Temos por certo de que, tudo que fazemos é sabido e conhecido pelo eu superior antes mesmo de ser materializado, assim é que percebemos que as pessoas se esforçam o máximo por tornar-se cada dia mais e mais espirituais, porém, isso só será possível se estivermos a percorrer o caminho certo. Devemos atentar para conhecermos e reconhecermos o caminho certo, sendo assim de um modo bem básico, ao nos esforçarmos pela espiritualidade, é que nos esforçamos por aumentar nossa própria cadência de vibrações ainda aqui na terra, e por meio do Cordão de Prata, fazemos também aumentar a cadência de vibrações do eu superior, isso porque, reconhecemos que este Cordão de Prata manda uma parte de si próprio a um corpo humano, a fim de que as lições possam ser aprendidas e adquiridas através das experiências cotidianas espirituais, mesmo porque, temos por certo de que toda boa acção que façamos aumenta nossa cadência de vibração na terra e no plano astral, mas se fizermos algo mau a alguma pessoa, isso diminui assustadoramente a cadencia de vibração espiritual. Portanto, quando nós fazemos algo de errado a outrem, colocamo-nos pelo menos um degrau de derrota para baixo, na escada que pode e deve servir para a evolução, e a cada boa acção, aumentamos nossa vibração pessoal por soma incalculável na matemática astral, e que, por esse motivo é que reconhecemos que é tão essencial adoptar a antiga fórmula que os nossos pais usavam para conectar-se com o plano astral, na qual se exorta a criatura a que retribua o mal com o bem, sem recear ser humano algum, e sem recear qualquer acção humana, pois ao pagar o mal com o bem, e por fazer sempre o bem em todos os momentos, progredimos nos degraus da escada de Jacó sempre para cima, e nunca para baixo, pois todos nós em algum lugar, tempo, espaço e circunstância, conhecemos alguém que tem um mau génio de sempre pagar o bem com o mal, mas, nós pagamos sempre o mal com o bem, pois nosso objectivo é subir degrau por degrau na escada da evolução de Jacó.

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