Cremos que como enxergamos
nos estudos, em que o corpo é cercado pelo etérico, que envolve todas as partes
do corpo, estendendo-se muito mais além do etérico, entretanto, entendemos e reconhecemos
que existe a aura, no que, de alguns modos semelhantes ao etérico, por ser de
origem electromagnética, porém, nisso termina a semelhança, assim podemos
afirmar, que a aura mostra as cores do eu superior, ou se uma pessoa é espiritual
ou carnal, mostrando, igualmente, se uma pessoa está de boa saúde, com pouca
saúde ou realmente doente, em que tudo, absolutamente tudo se reflecte na aura,
indicador do eu superior ou, se assim o preferirmos, do espírito e da alma,
mesmo porque, entendemos e reconhecemos que o eu superior e o espírito
praticamente, são a mesma coisa pois um é uma extensão outro, em que claramente
nessa aura, podemos ver a doença e a saúde, o abatimento e o êxito, o amor e o
ódio. Temos ainda que observar o que
podemos dizer que talvez tudo isso seja óptimo para que algumas pessoas possam enxergar
as auras actualmente, pois em nossos dias é muito comum haver pessoas sempre
prontas a tirar vergonhosas vantagem de outras, a procurar ficar sempre por
cima, e a aura indica todos os pensamentos como eles verdadeiramente são, já
que reflecte as cores e as vibrações do eu superior. É, portanto, um facto que,
quando uma pessoa se acha desesperadamente doente, a sua aura começa aos poucos
desaparecer e, em certos casos, realmente desaparece de todo antes que a pessoa
venha a falecer, porém, no caso da criatura que sofreu enfermidade prolongada,
a sua aura realmente desaparece muito antes do seu falecimento, deixando apenas
o etérico, e que, por outro lado, alguém que morra acidentalmente, quando
desfrutava de perfeita saúde, possui aura até ao último instante da sua morte
clínica, e por alguns momentos após a mesma. Bem que caberia, apresentarmos
aqui e agora, algumas observações sobre a morte, porque esta não é como o
desligar de uma corrente, ou o esvaziar de um balão, isso porque, a morte é,
portanto, uma questão bastante melindrada e que deve ser prolongada em estudos
aprofundados e criteriosos, mesmo porque, reconhecemos que em qualquer que seja
o modo pelo qual uma pessoa faleça, ainda que decapitada, a morte não ocorre
por alguns momentos após isso, pois o cérebro, como já vimos, é uma bateria de
acumuladores gerando correntes eléctricas e que, o sangue proporciona suficientemente
as substâncias químicas necessárias, e que, também, a humidade e os minerais
metálicos e, de modo inevitável, esses ingredientes armazenam-se nos tecidos do
cérebro, portanto, é assim que o cérebro pode continuar a funcionar, de três a
cinco minutos, após a morte clínica. São muitas as pessoas que dizem que esta
ou aquela forma de execução é instantânea, mas isso, naturalmente, é ridículo,
pois como já afirmamos, ainda que a cabeça seja completamente separada do
corpo, o cérebro ainda consegue funcionar de três a cinco minutos, o que, é de
conhecimento de muitos que existe um caso que foi testemunhado e cuidadosamente
narrado nos dias da Revolução Francesa, em que, um certo alguém chamado traidor
fora decapitado e o carrasco baixou-se, erguendo a cabeça pelos cabelos e
dizendo, enquanto o fazia: “Esta é a cabeça de um traidor”. As pessoas que
assistiam naqueles dias as execuções eram realizadas publicamente e constituíam
feriado, ficaram alarmadas, quando os lábios formaram as palavras, embora sem
as pronunciarem, em som audível, dizendo: “Isso é mentira”, e que, tal
acontecimento pode ser constatado nos arquivos do Governo Francês.
Queremos esclarecer
que não estamos aqui para confrontar ninguém, e nem tão pouco, criticar quem
quer que seja, afinal, sabemos que qualquer médico ou cirurgião poderá dizer
que, se o suprimento sanguíneo for interrompido, o cérebro fica prejudicado
após três minutos, sendo esse o motivo pelo qual, quando um coração pára,
fazem-se esforços tão frenéticos para que o fluxo do sangue recomece, o que,
acreditamos que sabiamente fizemos esta digressão para mostrar que a morte não
é instantânea, o que também se aplica ao caso do desaparecimento da aura.
Constitui facto médico, por falar nisso, e conhecido dos legistas e juízes
encarregados das investigações nos casos de mortes suspeitas, que o corpo morre
em cadências diferentes, o cérebro morre, e depois os órgãos, um por um, e que,
os últimos a morrerem são os cabelos e unhas, isso porque, como o corpo não
morre instantaneamente, reconhecemos que vestígios da aura podem permanecer no
mesmo, o que é exactamente assim que uma pessoa dotada de clarividência pode enxergar
na aura de uma criatura falecida e o motivo pelo qual ela faleceu. O que
também, reconhecemos que o etérico é de natureza diferente da aura e pode
continuar por algum tempo, como um fantasma misteriosamente desligado,
principalmente se a criatura morreu de modo violento e repentino, alguém que
goza de perfeita saúde e que tenha um fim violento está com as suas baterias
inteiramente carregadas, de modo que o etérico se desliga e flutua,
distanciando-se do corpo físico, material, onde, mediante a atracção magnética,
irá, indubitavelmente, visitar seus locais preferidos que eram visitados antes,
e, se alguma pessoa clarividente estiver por perto, ou alguém que se ache altamente
agitado isto é, com as vibrações aumentadas, poderá ver o etérico e exclamar
que tem fantasmas, quando na realidade é o etérico.
Ao que conhecemos,
podemos afirmar que a aura é feita de material muito mais fino do que o
etérico, uma coisa relativamente bruta, quando na verdade, a aura é muito mais
fina em relação ao etérico do que este em relação ao corpo físico, entretanto,
o etérico flui sobre o corpo como uma cobertura rigorosamente completa,
acompanhando todos os contornos do mesmo, porém, a aura se estende e forma uma
espécie de concha, com o formato ovalado, ao redor de todo o corpo, podendo,
por exemplo, ter oito palmos ou mais em altura, e cerca de quatro palmos na
largura maior, sendo que ela vai se afinando, de cima para baixo, de modo que a
extremidade estreita do ovalada fica ao fundo, isto é, onde se acham os pés, em
que a aura consiste em radiações de cor brilhante, vindas dos mais diversos
centros do corpo, dirigindo-se aos outros centros do mesmo, conflituando-se
harmonicamente.
Diante de tudo o que
já estudamos e conhecemos, podemos e devemos igualmente tornar claro que a
aura, na realidade, existe até mesmo se não a pudermos enxergar em determinado
momento, cremos que os amados leitores perceberão, não conseguem enxergar o ar
que respiram, e duvidamos que um peixe consiga ver a água em que nada, a aura,
portanto, é uma força vital verdadeira, e que, sem sombras de dúvidas a aura
existe, ainda que as criaturas mais despreparadas não a consigam enxergar,
portanto, é possível enxergar uma aura, utilizando-se equipamentos diversos
existentes, o que, por exemplo, diversos tipos de óculos que podemos utilizar
sobre os olhos, mas todas as informações que podemos recolher sobre o assunto
indicam que os referidos óculos causam malefícios extremos à nossa visão, isso
porque, os óculos em sua totalidade forçam os olhos, forçam a vista
prejudicando a visão, e como tal não podemos recomendar por um só instante,
esses óculos que nos permitiriam a enxergarmos a aura, e tão pouco aquelas
diversas telas, que são formadas por duas lâminas de vidro, com espaço
impermeável entre si, que se preenche com um produto químico especial e
geralmente dispendioso, onde ainda podemos sugerir aos nossos amados leitores
que pratiquem, mais e mais, e depois disso, acreditar sem dúvidas ou medos,
conseguirão enxergar, mesmo porque, sabemos que maior dificuldade para ver a
aura é que a maioria das pessoas não acredita que o consiga.
Cabe-nos sempre e
sempre esclarecer que a aura, como afirmamos tantas vezes, é de cores diversas,
mas gostaríamos de frisar que aquilo a que nos referimos, quando dizemos cores,
é apenas uma parte especial do espectro, o que, em outras palavras, embora
utilizemos a palavra cor, poderíamos muito bem citar a frequência daquela onda
à qual chamamos vermelho ou azul, sendo que o vermelho, por falar nisso, é uma
das cores mais fáceis de se enxergar, já que o azul não se mostra tão fácil
assim, e que, existem inúmeras pessoas que não conseguem enxergar o azul, já outras
que não conseguem enxergar o vermelho. Importante,
salientarmos que se estivermos na presença de uma pessoa que pode ver a aura, é
bom que se diga antes, que convém termos todos os cuidados para não dizer algo
que seja inverídico, porque quem se sair com uma inverdade será percebido por
aquele que consegue enxergar a aura, e que, de modo normal, uma pessoa
apresenta um halo que se mostra quer azulado ou amarelado, e que, se for irresponsavelmente
dita uma mentira, nesse caso um esverdeado-amarelo irrompe pelo halo, tratando-se
de uma cor difícil de explicar, mas uma vez vista a mesma não será nunca mais
esquecida, assim sendo, ao dizer uma mentira, trairá imediatamente pelo lampejo
amarelo-esverdeado que irrompe pelo halo que se encontra por cima da aura, por
isso todos os cuidados são necessários para que não aconteçam situações
desconfortáveis.
Podemos, então, dizer
que a aura se estende, basicamente, até os olhos, e depois tem-se uma camada
radiante de amarelo ou azul, que é o halo, o nimbo nuvem, ou auréola, então, enxergamos
que na parte mais superior da aura, tem-se uma espécie de fonte de luz que, no
Oriente, é conhecida como “o lótus em flor”, isso porque, realmente tem essa
semelhança, tratando, portanto, de um intercâmbio de cores e às criaturas
dotadas de imaginações, fazem pensar irresistivelmente na abertura do lótus de
sete pétalas, mesmo porque, entendemos e reconhecemos que quanto maior a
espiritualidade da pessoa, tanto mais açafrão-amarelo será o nimbo ou halo. Sabemos que se uma pessoa tiver
pensamentos duvidosos, nesse caso essa parte da aura adquire uma desagradável
cor castanho-enlameada, orlada por aquele verde-amarelado cor de bílis que
assinala claramente as falsidades, entretanto, nós acreditamos ser maior o
número de pessoas que vêem as auras do que parece, e acreditamos ainda, que
muitas pessoas enxergam ou percebem a aura e não sabem o que estão enxergando
ou percebendo, o que é bastante comum ouvirmos alguém dizer que precisa estar
nesta ou naquela cor, que não pode usar tal cor, porque instintivamente acha
que a mesma entraria em conflito com sua aura. Os nossos amados leitores poderão
notar alguém que usa roupa inteiramente inaceitável, de acordo com sua própria
avaliação, onde os amados leitores pode não enxergar a aura, mas saberão sendo
possivelmente mais perceptivos do que seus amigos ou amigas inadequadamente
vestidos que tais cores colidem completamente com a aura dessas criaturas,
entretanto, muitas são as pessoas, sentem, que experimentam ou têm percepção da
aura humana, mas como desde a primeira infância aprenderam que é ilusão poder
se enxergar isso, ou uma estupidez conseguir enxergar aquilo, hipnotizaram-se,
levando-se a crer que não poderiam enxergar uma coisa assim, o que também,
reconhecemos que é um facto que podemos influenciar a saúde, usando roupas de
certas cores e se usarmos uma cor que colida com nossa aura, certamente
ficaremos pouco à vontade, encavacados e até mesmo indispostos, até tirarmos
essa cor inadequada. Entendemos e
reconhecemos que é bem possível notarmos que uma determinada cor, em algum
aposento, que causa-nos irritação ou nos tranquiliza, isso porque, as cores,
afinal de contas, são apenas nomes diferentes para as vibrações, onde o
vermelho é uma vibração, o verde outra, o negro uma outra, assim como a
vibração a que chamamos som pode colidir e formar desarmonia, também as
vibrações sem som a que chamamos cores colidem e criam uma desarmonia
espiritual, mesmo porque, todos nós sabemos que cada nota musical é uma
combinação de vibrações harmónicas que depende de sua compatibilidade com as notas
vizinhas, onde qualquer falta de compatibilidade causa uma nota áspera, nota
essa que não se mostra agradável de se ouvir, por esta e outras razões é que
praticamente todos os músicos esforçam-se sempre o máximo por produzirem apenas
notas que agradam. Cremos que, exactamente como acontece na música, assim
acontece também nas cores, pois estas também são vibrações, embora se encontrem
em uma parte ligeiramente diferente dos espectros de percepções humanas, o que,
conscientemente podemos ter cores puras, que nos agradam e nos animam, onde podemos,
também, ter cores que perturbam, que atacam os nossos nervos, por isso mesmo, é
que na aura humana existem muitíssimas cores e tonalidades diferentes de cores,
onde algumas delas se encontram além do alcance da visão dos observadores despreparados
e assim é que, para as mesmas, não temos um nome de aceitação geral, existindo,
como se sabe, um apito silencioso de ultra-sons para os cães, isto é, o apito,
ressoa numa faixa de vibrações que os ouvidos humanos não conseguem perceber,
mas que os cães ouvem e em muitos casos atormentam os cães, entretanto, não
podemos e não devemos esquecer de mencionar que na outra extremidade da escala,
o ser humano pode ouvir sons mais profundos do que aqueles dentro da audição dos
cães, mesmo porque, certos sons baixos são inaudíveis para esses animais. Podemos então supor ou imaginar que nós,
seres humanos pudéssemos subir a faixa da nossa audição caso em que ouviríamos,
do mesmo modo o que os cães ouvem, e com isso perceberíamos as altas notas do
apito para os cães, assim sendo, é que, se erguermos ou modificamos nossa faixa
de visão, subindo com a mesma, conseguiremos enxergar a aura humana, a menos
que o façamos com zelo e cuidado, porém, perderemos a capacidade de enxergar o
negro ou o roxo-escuro, sendo, portanto, despropositado relacionar uma
quantidade inumerável de cores, então, vamos examinar apenas as mais comuns, as
mais fortes. Assim sendo, reconhecemos que as cores básicas modificam-se de
acordo com o progresso da pessoa em cuja aura elas forem vistas, e que, na
medida que um indivíduo aumenta a sua espiritualidade, também a cor melhora,
porém, se a pessoa tiver a infelicidade de deslizar e retroceder na escala do
progresso, nesse caso as suas cores básicas poderão alterar-se completamente ou
sofrer modificação de tonalidade, comprometendo a aura, mesmo porque,
reconhecemos que as cores básicas que mencionamos mostram a pessoa básica que
é, mesmo que, as inúmeras tonalidades de pastel indicam os pensamentos e
intenções, bem como o grau de espiritualidade de cada pessoa, onde a aura
rodopia e flui como um arco-íris de coloração particularmente intrincada,
proporcionando com que as cores possam seguir com rapidez ao redor do corpo, em
espirais sempre crescentes e também se derramam da cabeça aos pés, porém, são
muito mais numerosas do que as surgidas num arco-íris, o que praticamente todos
nós entendemos e reconhecemos que um arco-íris é apenas a refracção provinda
dos cristais de água, o que muitos chamam de coisa simples enquanto a aura é a
própria vida.
Eis, portanto, aqui
algumas informações e anotações sobre um número bem pequeno sobre as cores, bem
pequeno porque consideramos que de nada adianta examinar tantas outras, a menos
que se possamos enxergar aqui as que responsavelmente nós apresentamos para
nosso conhecimento.
Devemos iniciar este ensinamento
relacionado as cores com o vermelho, isso porque, quando observamos atentamente
em sua forma boa, o vermelho indica claramente uma força impulsionadora,
edificadora, sadia, e que trás espiritualmente a demonstração de força e
domínio. Não é em vão que os bons e poderosos generais, bem como os principais
dirigentes governamentais possuem muito vermelho-claro na sua aura, que é sem
sombras de dúvidas, uma forma particularmente de vermelho-clara, com orlas
amarelas-claras, indica que aquela pessoa à qual podemos chamar de cruzado que
está sempre a realizar esforços para ajudar aos seus semelhantes,
principalmente aos mais necessitados, entretanto, não podemos e não devemos
confundir isto com o intrometido vermelho-comum, mesmo porque, este vermelho-comum
seria, portanto, marrom e não vermelho.
Entendemos também, que
as faixas vermelhas-claras, ou lampejos emanados do local de um determinado órgão
do corpo, indicam que o mesmo está em excelente estado de saúde e imunológico,
e que, gloriosamente alguns dos nossos dirigentes mundiais apresentam uma boa
quantidade de vermelho-claro na sua composição, o que, também, infelizmente,
como acontece em número avultado de exemplos bons, prósperos e edificadores, o
mesmo acontece com muitos e muitos dirigentes mundiais que se acham contaminados
por tonalidades degradantes, doentias, perniciosas. O que entendemos e
reconhecemos, também, é que, um vermelho mau, que se mostra enlameado ou escuro
demais, indica temperamento ruim, perverso, doentio e fracassado, o que temos
por certo, que a criatura em questão não é digna de confiança, mostrando-se
briguenta, traiçoeira, sendo um egoísta que vive à custa dos outros e que só
pensa em seus bons prazeres, mesmo que isso custe a misérias dos seus
semelhantes. O que também, nos chama a atenção, é observarmos os vermelhos-opacos
que invariavelmente demonstram agitação, nervosismo, descontrole,
desequilíbrio, onde pessoa com esse vermelho-opaco, que é um vermelho mau, pode
ser fisicamente aparentemente forte, entretanto, infelizmente, será muito mais forte
também em seus erros, sendo pessoa egoísta jamais busca reconciliação com seus
semelhantes ou reconhecer seus próprios erros. Vemos também, que os homicidas
sempre apresentam o vermelho-degradado nas suas auras, isso porque, entendemos
que quanto mais leve for o vermelho, e não mais claro o vermelho, tanto mais
nervosa e instável é essa pessoa, isso porque, reconhecemos que essa criatura
assim é muito activa até mesmo sobressaltada, ela não consegue ficar parada por
mais de alguns segundos, naturalmente, essa criatura mostra-se muito
egocêntrica, ciumenta, centralizadora, dominadora, pois os vermelhos que são
enxergados ao redor dos órgãos indicam o seu estado de ser e estar. Quando nos deparamos
com um vermelho-opaco, até mesmo um vermelho-acastanhado, pulsando devagar
sobre o local de um determinado órgão, indica que essa criatura pode estar com
câncer ou próximo a contrair um câncer, podendo facilmente distinguir-se se o câncer
já está lá. Não podemos esquecer de que a aura indica claramente quais as
doenças que irão afligir mais cedo ou mais tarde o corpo daquela criatura, a
menos que se tomem as medidas preventivas e curativas, o que temos por certo,
que a prevenção vai ser este um dos usos principais das terapias da aura, nos
anos ou décadas vindouros. Outra
coisa que devemos observar é quando o vermelho sarapintado e flamejante, vindo
das mandíbulas, indica que a criatura está com dor de dentes ou correndo riscos
de contrair dor de dentes ou nos maxilares. Um vermelho-castanho-opaco,
pulsando no tempo e vindo do nimbo, indica o medo diante do pensamento de uma
visita ao dentista ou a profissionais da área facial, maxilares ou coisas
semelhantes. O interessante ainda, é observarmos que o vermelho-escarlate, que
é geralmente usado por pessoas que não têm grandes certezas de delas mesmos,
isso porque, são pessoas inseguras, instáveis, vulneráveis, indicando que essas
pessoas gostam demasiadamente delas próprias, sendo, portanto, a cor dos falsos
orgulhos, ou seja, orgulhos sem motivos. Porém, o que nos chama a atenção, é
enxergarmos que o vermelho-escarlate também aparece com a maior clareza ao
redor dos quadris daquelas senhoras que vendem amor por dinheiro, se prostitui,
sendo elas realmente as mulheres escarlates, entretanto, essas mulheres, de
modo geral, não se acham absolutamente interessadas no acto sexual que, para
elas, constitui apenas um meio de ganhar a vida e não uma prática que lhe
conceda edificação, assim sendo, a pessoa demasiadamente vaidosa e a prostituta
exibem as mesmas cores na aura, pois a vaidade e a prostituição caminham nos
mesmos caminhos de degradação. Vale, portanto, relembrar que os ditos antigos,
tais como: mulher escarlate; disposição azul; humor negro; verde de inveja; o
que realmente indicam com precisão a aura de uma pessoa atingida por tal estado
sentimental da alma, isso porque, enxergamos que as pessoas que deram origem a
tais expressões viam, quer consciente ou inconscientemente, como é óbvio, a
aura das demais pessoas.
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