Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

sábado, 4 de agosto de 2018


O AUTOR

Sou Maurício Augusto dos Santos, nasci do dia 11 do mês de março do ano de hum mil novecentos e sessenta e quatro (11/03/1964), na cidade de Macaíba, Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste Brasileiro. Sou, portanto, um dos poucos que atingiram este estranho mundo da escrita, no que diz respeito a poesia, música e os livros, relacionados aos sentimentos e vivências em clarividências e astrais. Sou um autodidacta, que escrevo não apenas o que penso, mas, principalmente o que vivo directamente e indirectamente, portanto, quero deixar claro e vivo que a estruturação gramatical deste livro deixa muito a desejar, mas, quero deixar claro que nunca foi uma preocupação de minha parte apegar-se a gramática, mesmo porque, meus amados leitores saberão entender e me perdoar. Recebi responsavelmente algumas lições formais e informações quanto a estruturação gramatical, entretanto, cabe esclarecer que tudo o que escrevemos e relatamos têm as mais claras e puras intenções em ajudarmos e como sempre, recebermos ajudas edificadoras. Apesar de eu ter formação académica, não quero e não posso discutir gramática, minha escolaridade é boa, mas, não é a melhor. Fui educado de forma rígida e livre, como em todo lar judaico que se presa e se honra. Não era um campo de concentração a nossa casa, mas, as leis internas eram duras e severas, onde aprendi o melhor que podia internamente, com as empregadas, que eram minhas amigas e me adoravam.
Agora, os meus amados pais, faziam de tudo para que todos nós aprendêssemos com a maior segurança e perfeição possível e cabível. É como se fôssemos invadidos como fora previsto pelas colunistas domésticas que se dedicavam incondicionalmente na boa e formal educação de seus patrãozinhos. Por muitas razões ocultei por muitas e muitas vezes chamarem o meu verdadeiro nome e o dos meus irmãos. Lutamos incansavelmente contra todos os tipos e formas de escravidão e opressão. Nasci em um processo crucial em meu país, principalmente em minha região, pois iniciava-se um período de governança militar. O que mais chamava a atenção na época em que nasci é que o comunismo queria dominar todo nosso país, e tudo isso com aval da Igreja Católica, eu sei porque os meus amigos de infância que me contavam que nos países comunistas as pessoas sofriam muito, e se a nossa verdadeira identidade fosse revelada, seriamos perseguidos pelos comunistas. Estivemos em mãos dos comunistas sem sabermos que estávamos, assim como dos capitalistas criminosos que só roubaram e roubam nossas riquezas, sei de tudo isso, por experiência própria o que a tortura pode conseguir com determinadas pessoas. Mas o assunto deste nosso trabalho-estudo não é tortura, entretanto, fazemos parte de uma nação amante da paz, do amor, da harmonia, alegria, que há muito tempo é incompreendida pelos nossos governantes.
Assim sendo, queremos esclarecer que algumas das minhas afirmações, segundo me dizem, talvez não sejam acreditadas pelos nossos amados leitores, pois sei que encontraremos muitas e muitas oposições. Devemos entender que duvidar é um direito que assiste a quem ler, mas o Brasil é uma nação que por muito ficou desconhecida do resto do mundo, pois éramos tratados como submundo. O que me chama a atenção, é perceber que o homem que escreve, acerca de outro país, foi escarnecido e destroçado pois a maioria dos leitores não liam com olhares críticos construtivos e sim, com sentimentos de confrontos e de aniquilamentos dos trabalhos escritos e principalmente de seus escritores. O mesmo aconteceu àqueles que tinham apoiado tais sentimentos, dizendo serem favoráveis a determinadas escritas, contudo, estes últimos foram recentemente envolvidos como sendo uma espécie de agentes dos Estados Unidos da América que só sabem criticar e explorar as pessoas como gados levados ao frigorífico. Ninguém acredita mais nessas farsas que esses homens agentes das maldades trazem como favores aos Nordestinos, minha gente. Os eventuais relacionamentos maléficos dos governantes Brasileiro e dos EUA, provou-se que as armadilhas eram verdadeiras e exactas, e assim, os amados leitores crerão comigo em tudo o que escrevemos e expomos directamente e indirectamente nesse nosso trabalho-estudo. Sou Maurício Augusto dos Santos Freire.’., Lisboa, Portugal.

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