Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018


Desde os primórdios da humanidade, ou seja, desde antigamente haviam leis que nos dias atuais e futuros ainda consideramos divinas segundo as quais todos os seres humanos deviam dar um décimo de todos os bens que ganhassem, para que os bons favores operassem nos seios das comunidades que assim praticassem incondicionalmente, em que, esses décimos tornaram-se conhecidos como dízimos, tornando-se logo uma parte integral das vidas de todos aqueles que praticavam, onde o nosso Patriarca Abraão dava os dízimos de tudo quanto ganhava ao Sacerdote Rei de Salém Melquizedeque, onde também, podemos informar que, por exemplo, na Inglaterra, as igrejas podiam taxar o dízimo sobre todas as produções das propriedades, bem como sobre tudo que as pessoas possuíssem, que todos os dinheiros arrecadados eram dedicados aos sustentos das igrejas e proporcionavam as remunerações dos titulares religiosos, para que assim vivessem confortavelmente, é, portanto, muito interessante observarmos que, na Inglaterra, surgiram algumas séries de processos nos tribunais, nos quais os proprietários hereditários fizeram grandes agitações, a fim de que os dízimos impostos pela Igreja da Inglaterra fossem neutralizados, isso porque, os proprietários hereditários queixavam-se de que as obrigações de pagarem um décimo de suas rendas, os dízimos, estavam arruinando-os, o que, nas mais puras e claras verdades, estavam sendo arruinados porque não davam os dízimos prazerosamente, algumas vezes que, se não se derem de boas vontades, melhor não darem, entretanto, nos dias atuais, os padrões mostram-se bastante diferentes do que foram, em anos idos, isso porque, enxergamos que as pessoas não mais vivem de dízimos, e tampouco pagam dízimos, o que consideramos uma desgraça aos que sonegam, pois os dízimos são essenciais, para todos aqueles que desejam progredir espiritualmente, portanto, que paguem religiosamente os dízimos para que o bem alcancem os outros e especialmente porque para quando fazemos bem aos outros trazemos para nós mesmos muitos e muitos benefícios, por isso que nós fazemos com corações congratulados em o Eterno nosso Deus, somente podemos progredir e sermos ajudados, se ajudarmos os nossos semelhantes. Temos, portanto, conhecimentos de que muitos seres humanos que estão envolvidos em negócios, e que são sagazes, e sem grandes inclinações espirituais, que prazerosamente dão algumas décimas partes das suas rendas pelos bens dos outros e, de modos ainda mais especiais, para os seus próprios equilíbrios, isso porque, esses seres humanos não fazem por serem religiosos, mas porque as experiências comerciais concretas e os seus livros de contabilidades lhes ensinaram que, agindo assim, lançando os pães sobre as águas, eles voltam multiplicado mil vezes, entretanto, já, os que emprestam dinheiros e que, em algumas partes do mundo são conhecidos como companhias financeiras nem sempre são notados por suas espiritualidades, ou generosidades, no entanto, esses cavalheiros, emprestadores de dinheiros, financiadores tem suas crenças suficientemente alicerçadas nos dízimos, devendo haver algumas coisas muito proveitosas nos seus esquemas financeiros, pois sabemos que muitíssimos seres humanos envolvidos em negócios, são geralmente pessoas bem-sucedidas nesses sectores, onde agem dessas maneiras, onde as leis ocultas se aplicam tanto aos não-espirituais quanto aos espirituais, não importando se algumas dessas pessoas estudam muito e lêem muitos livros espirituais, isso não as tornam espirituais, podendo estar apenas lendo alguns livros e enganando a eles mesmos, levando suas mentes a pensarem que são o que verdadeiramente não os são. O importante em todas essas coisas, é analisarmos bem os assuntos que muitas dessas pessoas estejam lendo, isso porque, essas informações podem estar a passar directamente por seus olhos e desaparecer no piscar de olhos, e se perderem aos ares, sem ter por um só instante ficado nas células de suas memórias em seus cérebros, mas ainda assim, tais criaturas farão referências a elas mesmas, chamando-as de algumas grandes almas que acreditam realmente que estejam progredindo em seus pensamentos evolutivos, quando, nas mais claras e puras realidades e verdades, são em geral algumas criaturas cheias delas mesmas, e de todo indispostas a ajudarem aos seus semelhantes, ainda que, se os fizessem, estariam a ajudando muitíssimo a eles mesmos, o que, diante de tudo isso, voltamos a repetir o que entendemos ser correcto, adequado e proveitoso às pessoas darem ajudas aos seus semelhantes, digamos de passagem, que todas essas coisas trazem grandes ajudas principalmente para as pessoas que dão de todo coração, alma e espírito, o que, é dando que se recebe, os dízimos significam, como já dissemos, as décimas partes de todas as coisas que se ganham e recebem, significando, também, um modo especial de vida, porque quem dá também recebe. Entendemos e reconhecemos que, enquanto escrevemos parte a parte de nosso trabalho-estudo, estamos pensando em algumas pessoas que receberam muitas e muitas ajudas, muitas e muitas assistências, ajudas e assistências que custavam grandiosas somas de dinheiros, tempos e conhecimentos especializados, assim que alguns de seus problemas eram solucionados para essas pessoas, outros surgiam como largos bandos de estorninhos nos campos recém-semeados, para recebermos, devemos ante de tudo doarmos, pois as grandes maiorias das pessoas ficaram muitíssimas ofendidas e nos fizeram compreender que eram generosíssimas e faziam todos os esforços possíveis para ajudarem aos seus semelhantes, exactamente como os jornais dos lugares mais diferentes poderiam atestar tais fatos, entretanto, reconhecemos que os nossos argumentos são de que se algumas pessoas precisam ter as suas boas acções registradas nos jornais locais, nesses casos, tais pessoas não estão dando dos modos e formas correctos, mesmo porque, sabemos que existem muitos e muitos meios pêlos quais podemos promover nossas doações, podemos, além de dedicarmos algumas décimas partes das nossas rendas às boas obras, ajudarmos os nossos semelhantes nas suas mais variadas necessidades espirituais, ou ajudá-los com os consolos necessários, quando lhes advêm os maus tempos, portanto, ao darmos aos outros, damos a nós mesmos, assim sendo, como um negócio devemos promover bons movimentos, para podermos galgar prosperidades, precisamos de bons movimentos nas dádivas, em ambos os sentidos.

Um comentário:

  1. Como diz o velho ditado "Mãos que não dais porque esperais"
    Em Portugal pagamos ao pároco da paroquia o que chamamos de "congra", anualmente. A igreja, neste caso a católica, ajuda muitas pessoas, mas na minha opinião poderiam ou deveriam ajudar mais...

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