Desde os primórdios da
humanidade, ou seja, desde antigamente haviam leis que nos dias atuais e
futuros ainda consideramos divinas segundo as quais todos os seres humanos
deviam dar um décimo de todos os bens que ganhassem, para que os bons favores
operassem nos seios das comunidades que assim praticassem incondicionalmente,
em que, esses décimos tornaram-se conhecidos como dízimos, tornando-se logo uma
parte integral das vidas de todos aqueles que praticavam, onde o nosso
Patriarca Abraão dava os dízimos de tudo quanto ganhava ao Sacerdote Rei de
Salém Melquizedeque, onde também, podemos informar que, por exemplo, na
Inglaterra, as igrejas podiam taxar o dízimo sobre todas as produções das propriedades,
bem como sobre tudo que as pessoas possuíssem, que todos os dinheiros arrecadados
eram dedicados aos sustentos das igrejas e proporcionavam as remunerações dos
titulares religiosos, para que assim vivessem confortavelmente, é, portanto, muito
interessante observarmos que, na Inglaterra, surgiram algumas séries de
processos nos tribunais, nos quais os proprietários hereditários fizeram grandes
agitações, a fim de que os dízimos impostos pela Igreja da Inglaterra fossem neutralizados,
isso porque, os proprietários hereditários queixavam-se de que as obrigações de
pagarem um décimo de suas rendas, os dízimos, estavam arruinando-os, o que, nas
mais puras e claras verdades, estavam sendo arruinados porque não davam os
dízimos prazerosamente, algumas vezes que, se não se derem de boas vontades, melhor
não darem, entretanto, nos dias atuais, os padrões mostram-se bastante
diferentes do que foram, em anos idos, isso porque, enxergamos que as pessoas
não mais vivem de dízimos, e tampouco pagam dízimos, o que consideramos uma desgraça
aos que sonegam, pois os dízimos são essenciais, para todos aqueles que desejam
progredir espiritualmente, portanto, que paguem religiosamente os dízimos para que
o bem alcancem os outros e especialmente porque para quando fazemos bem aos
outros trazemos para nós mesmos muitos e muitos benefícios, por isso que nós
fazemos com corações congratulados em o Eterno nosso Deus, somente podemos
progredir e sermos ajudados, se ajudarmos os nossos semelhantes. Temos,
portanto, conhecimentos de que muitos seres humanos que estão envolvidos em
negócios, e que são sagazes, e sem grandes inclinações espirituais, que
prazerosamente dão algumas décimas partes das suas rendas pelos bens dos outros
e, de modos ainda mais especiais, para os seus próprios equilíbrios, isso
porque, esses seres humanos não fazem por serem religiosos, mas porque as
experiências comerciais concretas e os seus livros de contabilidades lhes
ensinaram que, agindo assim, lançando os pães sobre as águas, eles voltam multiplicado
mil vezes, entretanto, já, os que emprestam dinheiros e que, em algumas partes
do mundo são conhecidos como companhias financeiras nem sempre são notados por
suas espiritualidades, ou generosidades, no entanto, esses cavalheiros,
emprestadores de dinheiros, financiadores tem suas crenças suficientemente alicerçadas
nos dízimos, devendo haver algumas coisas muito proveitosas nos seus esquemas
financeiros, pois sabemos que muitíssimos seres humanos envolvidos em negócios,
são geralmente pessoas bem-sucedidas nesses sectores, onde agem dessas maneiras,
onde as leis ocultas se aplicam tanto aos não-espirituais quanto aos
espirituais, não importando se algumas dessas pessoas estudam muito e lêem
muitos livros espirituais, isso não as tornam espirituais, podendo estar apenas
lendo alguns livros e enganando a eles mesmos, levando suas mentes a pensarem
que são o que verdadeiramente não os são. O importante em todas essas coisas, é
analisarmos bem os assuntos que muitas dessas pessoas estejam lendo, isso porque,
essas informações podem estar a passar directamente por seus olhos e
desaparecer no piscar de olhos, e se perderem aos ares, sem ter por um só
instante ficado nas células de suas memórias em seus cérebros, mas ainda assim,
tais criaturas farão referências a elas mesmas, chamando-as de algumas grandes
almas que acreditam realmente que estejam progredindo em seus pensamentos
evolutivos, quando, nas mais claras e puras realidades e verdades, são em geral
algumas criaturas cheias delas mesmas, e de todo indispostas a ajudarem aos seus
semelhantes, ainda que, se os fizessem, estariam a ajudando muitíssimo a eles
mesmos, o que, diante de tudo isso, voltamos a repetir o que entendemos ser
correcto, adequado e proveitoso às pessoas darem ajudas aos seus semelhantes, digamos
de passagem, que todas essas coisas trazem grandes ajudas principalmente para as
pessoas que dão de todo coração, alma e espírito, o que, é dando que se recebe,
os dízimos significam, como já dissemos, as décimas partes de todas as coisas
que se ganham e recebem, significando, também, um modo especial de vida, porque
quem dá também recebe. Entendemos e reconhecemos que, enquanto escrevemos parte
a parte de nosso trabalho-estudo, estamos pensando em algumas pessoas que
receberam muitas e muitas ajudas, muitas e muitas assistências, ajudas e
assistências que custavam grandiosas somas de dinheiros, tempos e conhecimentos
especializados, assim que alguns de seus problemas eram solucionados para essas
pessoas, outros surgiam como largos bandos de estorninhos nos campos
recém-semeados, para recebermos, devemos ante de tudo doarmos, pois as grandes
maiorias das pessoas ficaram muitíssimas ofendidas e nos fizeram compreender
que eram generosíssimas e faziam todos os esforços possíveis para ajudarem aos seus
semelhantes, exactamente como os jornais dos lugares mais diferentes poderiam
atestar tais fatos, entretanto, reconhecemos que os nossos argumentos são de
que se algumas pessoas precisam ter as suas boas acções registradas nos jornais
locais, nesses casos, tais pessoas não estão dando dos modos e formas correctos,
mesmo porque, sabemos que existem muitos e muitos meios pêlos quais podemos promover
nossas doações, podemos, além de dedicarmos algumas décimas partes das nossas rendas
às boas obras, ajudarmos os nossos semelhantes nas suas mais variadas necessidades
espirituais, ou ajudá-los com os consolos necessários, quando lhes advêm os
maus tempos, portanto, ao darmos aos outros, damos a nós mesmos, assim sendo, como
um negócio devemos promover bons movimentos, para podermos galgar prosperidades,
precisamos de bons movimentos nas dádivas, em ambos os sentidos.
Como diz o velho ditado "Mãos que não dais porque esperais"
ResponderExcluirEm Portugal pagamos ao pároco da paroquia o que chamamos de "congra", anualmente. A igreja, neste caso a católica, ajuda muitas pessoas, mas na minha opinião poderiam ou deveriam ajudar mais...