Ó SENHOR Deus, tu me examinas e me conheces. Sabes tudo o que eu faço e, de longe, conheces todos os meus pensamentos. (...) Eu não consigo entender como tu me conheces tão bem; o teu conhecimento é profundo demais para mim. Aonde posso ir a fim de escapar do teu Espírito? Para onde posso fugir da tua presença? Se eu subir ao céu, tu lá estás; se descer ao mundo dos mortos, lá estás também... (Salmos 139)
Do blog;
“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".
Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.
sábado, 13 de outubro de 2018
NUNES
aparece 120 vezes mencionado no livro dos culpados. É também o nome dado ao município e distrito de Vinhais, Diocese de Bragança, mas também pode ter uma origem espanhola.
RODRIGUES,
aparece entre os brasileiros 137 vezes. Teve origem em Rodrigo, mas também pode ter uma origem espanhola. Ele apareceu em Portugal por volta dos séculos 14 e 15, mas havia muitos Rodrigues também entre os judeus que, no final do 16 e do início da 17 século, emigraram da Espanha para Portugal. Embora não deve haver qualquer laços de sangue entre eles.
Sabemos que o curioso caso da Abin Rodrigues, em Espanha, que continuam a ser populares na história, como ele era ao mesmo tempo, um judeu, um cristão e um muçulmano. HENRIQUES
é mencionado 68 vezes. A origem do nome é bem diversificada, mas desde 1454 que existia em Portugal uma medalha de ouro de 22 quilates, chamado Henriques. o nome se tornou muito comum entre os homens nobres, bem como entre os marranos.
MENDES
é mencionado 66 vezes. Ele tem diversas origens e também vem a partir do nome patronímico Mendo. É muito comum entre os cristãos-novos.
CORREA
é mencionado 51 vezes. Ele pertencia a uma antiga Português linhagem, que misturado com uma família muçulmana de Ormuz.
LOPES
é mencionado 51 vezes. É um nome patronímico quefoi adotado por várias famílias diferentes. Nós encontramos o Lopes, em Ciudad Rodrigo, uma cidade de fronteira através da qual os judeus, expulsos da Espanha entrou em Portugal. A Lopes também aparecem durante o reinado de Afonso V. O nome patronímico
LOPES não tem cruz em seu brasão de armas, mas duas estrelas, cada um dos seis pontos. COSTA
é mencionado 49 vezes. É uma pequena freguesia que pertence ao Conselho da Comarca de Guimarães. É um nome muito antigo Português, conhecida desde o tempo do primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques, que se tornou depois é muito comum entre os cristãos velhos e novos.
Cardoso
é mencionada 48 vezes. Ela já existia desde 1170. Foi o nome de um lugar na freguesia de S. Martinho de Mouros. É muito comum entre os cristãos-novos no passado assim como entre os judeus sefarditas em nosso dias. SILVA
é mencionado 47 vezes. Era uma antiga paróquia do distrito de Barcleos, e que pertencia a uma das famílias mais prestigiadas da Península Ibérica Península. Segundo a lenda, foi originada a partir do King of Leon.
FONSECA
é mencionado 33 vezes no livro dos culpados. Pode tem origem espanhola, mas aparece entre as mais antigas famílias portuguêsas. PAREDES
é mencionado 32 vezes. É uma pequena vila não muito longe da cidade do Porto. Situado no brach direita do rio Douro. Há também uma velha fortaleza com este nome.
ALVARES é mencionado 30 vezes. É uma freguesia portuguesa do Conselho, de Goiás, distrito de Arganoil que pertence à diocese de Coimbra.
MIRANDA
é mencionado 28 vezes. É um nome muito comum em Portugal e no Brasil. Os judeus podem ter adotado a partir da famosa aldeia judaica Miranda. No entanto, a origem do nome remonta ao dos tempos de o rei D. João II, quando um sacerdote, enviado à França, voltou com uma senhora chamada D. Mécia Gonçalves de Miranda, que ordenou que seus filhos e descendentes deve ser nomeado Miranda.
FERNANDES
é mencionado 28 vezes no Livro de culpas. É um dos os nomes mais freqüentes patronímico e também o mais popular entre os os marranos no Brasil. Ela significa "filho de Fernando" (em espanhol Fernandez e Fernandes em Português). A origem remonta aos tempos dos Visigodos e ele aparece entre os judeus desde o século XV, mas muitas famílias que adotaram este nome não têm relações de parentesco.
AZEREDO
é mencionado 25 vezes. É o lugar onde cereja louro cresce. Segundo alguns genealogistas, a toponyme Azeredo é um lugar que pertencia à freguesia de Leça do Balio (norte de Portugal), concelho de Matosinhos na Província do Minho.
VALLE
é mencionado 24 vezes. Isso significa uma planície entre duas montanhas ou no sopé de uma montanha. Nome ligado a uma antiga linhagem portuguesa, mas os judeus, começaram a usada no século XV. Pode ter relação com o fato de que os judeus que emigraram da Espanha entraram em Portugal através da as fronteiras ao norte de Ciudad Rodrigo e foram forçados a viver em tendas construídas no vale. Os judeus permaneceram no vale durante três anos. Na popular tradição, este lugar é conhecido como o "Vale das Tendas".
BARROS
é mencionado 22 vezes. Até o século XV, foi escrito em diferentes maneiras, também Barrios. Ele aparece entre os sefarditas, na Holanda.
DIAS
é mencionado 22 vezes, este vem do nome patronímico de Diogo e Diego, e muitas famílias sem correlação de sangue utilizaram esse nome.
XIMENES
é mencionado 18 vezes. De acordo com alguns autores que tem uma Origem italiana e começou com uma Ximenes André de Florença, que foi para Portugal. Mas o nome já existia em Navarra. Na Enciclopédia Judaica ele é mencionado como um nome hebraico. FURTADO
aparece 5 vezes. Segundo alguns autores, há uma curiosa lenda sobre o nome de Furtado, (que significa "roubada"), que remonta a os tempos de D. João II, quando o rei ordenou que todas as crianças judias, entre 2 e 10 anos devem ser tomadas longe dos pais e enviado para a ilha de São Tomé, onde muitos deles morreram.
Também encontramos os judeus entre os primeiros colonizadores da ilha e dos Açores seus nomes judeus aparecem também no Brasil. Como exemplo: a família Brum e Colaça ou Calaça. O primeiro Brum (Wilhelm van der Bruyn) nasceu em Maestrich e depois do seu casamento, mudou-se para a ilha da Madeira. Há Bruns também na ilha de Tercena e Faial. A Bruns misturado com o Português famílias que já viviam nos Açores e deu origem a Brums da Silveira e Brums da Cunha. Uma família muito importante Brum viveu no Brasil no século XVIII e alguns membros desta família foram presos pela Inquisição. No Brasil, os judeus só podiam praticar livremente sua religião durante o período em que os holandeses ocuparam o Nordeste do Estado.(1630-1654). Em Pernambuco haviam duas congregações que registraram os nomes dos seus membros judeus. Entre eles, estavam aqueles que chegaram ao Brasil em conjunto com os holandeses, já nascidos, como os judeus ou reconvertidos ao judaísmo em Amsterdam, e levaram nomes judaicos. Havia também esses nomes que pertencia à mais antiga da população cristã-nova que, após a chegada dos holandeses, tentou converter ao judaísmo. Eles muitas vezes mudaram seu primeiro nome e adotaram nomes hebraicos, mas freqüentemente se encontrava com os seus apelidos portugues: Duarte Saraiva tornou-se David Senior Coronel (ele adotou o nome de um de seus antepassados), Dr. Fernando Patto tornou-se Abraão Israel Diaz, Luis Dormido tornou Daniel Dormido; Simão Franco Drago adotou o nome de Isaac Franco Drago, Francisco de Faria foi chamado Jacob de Faria, João de La Faye ficou Aron de la Faye; Gaspar Rodriguez tornou-se Abraão Rodrigues
#VejaIsrael_BneiAnussim
Nenhum comentário:
Postar um comentário