Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

domingo, 1 de julho de 2018


Todos ali escreveram algumas palavras e entregaram ao velho negro professor, como se  numa caligrafia quase indecifrável, isso porque, todos ali presente do maior ao menor, do mais velho ao mais nvo, leram o livro da vida com decidida fascinação, e alguns demonstravam fascinação muito mais intensificada pela própria crença, pelos próprios conhecimentos de que o Grande Arquiteto do Universo, Senhor absoluto de tudo e de todos, escreveu o livro da verdade, da vida. Todos leram cuidadosamente o que o velho negro professor acabara de escrever, e todos tinham certeza absoluta, em tudo o que tinham lido. Ler o livro da vida, é como ter um filho, inteligente, que chega sempre com uma novidade edificadora e assim nos orgulhamos mais e mais dele. Ora, desde essa operação espiritual, se assim podemos chamar desse movimento, ouvimos sempre o velho negro professor nos dizer que todos nós somos capazes de enxergarmos cores estranhas em volta dos nossos corpos. Somos capazes de enxergarmos luzes em volta das cabeças dos nossos semelhantes, e não apenas nas cabeças humanas, ou nos corpos humanos, mas, também, em alguns dos animais. Devemos atentar que, durante algumas horas meditamos profundamente sobre alguns casos, imaginando sempre tudo o que consciente e inconsciente teríamos feito de errado em nossas vidas. Muita das vezes, achamos que talvez tivéssemos desorganizado nossa ótica de enxergarmos as coisas e as pessoas, mas depois de lermos o livro da vida, sabemos que não foi nada disso, estamos vendo livremente a aura humana, as pessoas são boas, portanto, sei que tudo o que o Senhor nosso Deus escreveu no livro da vida é a mais pura e cristalina verdade. Creio que todos os meus amados leitores gostariam de conhecer o velho negro professor. Importante, salientar, que, não há nenhuma necessidade se viajar até a ilha da vida. Importante, que conheçamos primeiro o livro da vida. Conhecendo o livro da vida, conheceremos o autor e consumador da vida. Creio que podemos incondicionalmente auxiliar nossos semelhantes. O que importa é querer ajudar.
Relembrando que em tudo e por tudo nesta vida, temos que ler, reler tudo o que escrevemos e depois de tudo, fazer tudo novamente. Nosso olhos tem que permanecer firmes e atentos ao livro da vida, assim sendo, nossos corações semelhante aos especialistas tem sempre motivos para sobressaltarem, como os colibris ou as abelhas quando colhem os nectas das flores, assim rapidamente tomamos corajosamente a pegarmos as nossas canetas, começando escrever ou reescrever acrescentando sempre um pós-escrito as belas mensagens que divinamente recebemos de forma sobrenatural. Esperamos que não revelemos o que não devemos, entretanto, devemos revelar o que o Grande Arquiteto do Universo determina que revelemos e anunciemos. Não podemos temoer aos conteúdos destas cartas e mensagens contidas no livro da vida, mesmo porque, ninguém, tem o direito ou o dever de prejudicaria nossas posições aos olhos de nossos semelhantes. Escrevemos sempre com zelo e cuidado, dobrando sempre nossos joelhos e curvando nossa face como sinais de respeito e reverância ao Eterno nosso Deus, creador de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Não podemos jamais apagar as luzes que brilham sobre nós e sobre os nossos semelhantes, mesmo que não façamos parte daquela casta social. Temos por certo, que, lá fora, existe sempre alguém a esperar por nós, não importa se por luxo ou necessidade.
Entendemos e reconhecemos que quando agimos de forma coerente, correta, clara, limpa, transparente e sem maldades, as pessoas de uma fora ou de outra vão chegando, daqui, dali, de toda parte do mundo, do norte e do sul, do leste e do oeste. As pessoas, em grandes quantidades, como que infindáveis, todas chegam sempre exigindo uma resposta para algo que para eles é impossível saber ou entender. Todas as pessoas que procuram o entrocamento, buscam como se estivesse garantindo que seus problemas eram ou são únicos e que nunca ninguém tivera tantos ou tais problemas, e que necessitam urgentemente de resposta e solução. Pessoas que apresentam interrogações de condenação, louvor, suplica, insegurança, incerteza. Sabemos que muitos são missionários, trabalhando para o bem do Eterno nosso Deus e que passaram e passam por sérios problemas, que mentalizam interrogações sem respostas, e que, carregam fardos que jamais serão aliviados. É, portanto, também problemas que muitas pessoas carregam e que não sabem como resolvê-los, quando na verdade é simples de resolvê-los, bastando tão somente, mergulhar numa coleção de seus livros contidos no livro da vida, e o melhor, grátis, e aí acreditar no que está escrito, para que, quando escrever ser consciente e seguro do que escreveu ou escreve.
Chegava pessoas de todas as partes do mundo, de todos os continentes. A maioria não tendo dinheiro buscavam apoio, guarida e sustento. Todos se apresentavam querendo que o senhor velho negro professor ajudasse em tudo e por tudo. Interessante é que quase todos, só iam buscar bênçãos e favores, como se quisessem viajar sempre em primeira classe, e conversavam com o senhor velho negro professor e lhe diriam como é que poderiam e deveriam serem ajudados, com dinheiro e com apoio moral, social, espiritual, pois muitos se declaravam assim, pois diziam querer praticar o bem para a humanidade. Ficávamos sem saber o que dizer, pois muitos ainda exigiam que era preciso que fizessem tudo de bom para eles, e depois, eles estariam fazendo bem ao povo, e então acreditariam que o velho negro professor estava sim disposto a abençoar a humanidade.
As pessoas chegavam às centenas, aos milhares, todas exigindo respostas aos seus problemas e dificuldades. Poucos, pouquíssimos, sequer pensavam nas despesas que aquela ilha tinha e continua tendo, desde o simples papel de carta, selos, materiais de limpesa e higiene, até as passagens aéreas internacionais. Todos queriam saber mais e mais sobre o que acontecia, entretanto, poucos queriam saber como acontecia. Cremos que muitos queriam saber da vida e da morte. Não compreendemos muitas das vezes a vida, como queremos compreender a morte. O velho negro professor não nos contava o suficiente sobre a morte, entretanto, nos ensiva que, para entermos a morte, precisamos saber o significado da vida, caso contrário, as coisas não ficam tão claras. Muitos queriam saber sobre as religiões. Queriam saber qual a certa e qual a errada. Queriam que o velho negro professor contasse se podemos ter esperanças nas religiões ao ponto de nos convencer o que acontecerá depois desta vida, se não formos bem esclarecidos como podemos que nos dê um mantra para podamos vencer os percalços e adversidades da vida.
Uma pessoa certa vez nos escreveu dizendo que morava no Nordeste, e que pelas amarguras da vida, os conflitos naturais, tudo de ruim parecia não ter mais fim, mas, que gostaria de poder fazer algo que abençoasse aquela gente tão sofrida pelas ações da natureza, bem como pelas ações criminosas dos polítiqueiros. Levamos ao velho negro professor as colocações sentimentais daquela pessoa, e o velho negro professor apenas olhou para nós e sem que questionássemos ou apresentassemos nada o velho negro professor disse: “Pede para essa apenas se amar, se gostar, se cuidar. Ela tem que agir primeiro dentro dela e depois mergulhar de corpo e alma no mar de conhecimentos do livro da vida. Quando ela conseguir atravessar o mar de conhecimento do livro da vida, então, ela estará pronta para ajudar os irmãos nordestinos”. As pessoas declaravam seus problemas pedindo que contássemos sempre mais e mais doq eu era necessário saber. Contávamos tudo o que era preciso contar, mesmo porque, se contássemos mais que era necessário saber, poderiam entender que deveriam saber de tudo e para sabermos de tudo, temos que saber em quem acreditamos e em quem devemos acreditar.
Certo dia estávamos sentados conversando, quando de repente chegou uma mulher numa cadeira de rodas, e ela passeava livremente pela ilha, sorria e chorava ao mesmo tempo. Ao observarmos que aquela senhora estava aparentemente sozinha, nos aproximanos dela para conversarmos um pouco com ela, olhando para nós disse, meio que raivosa: “Os senhores conseguem escrever livros e mais livros, crônicas e mais crônicas, músicas e mais músicas, por que razão não escrevem para convercer pessoas descrentes de tudo e de todos a confiar mais em Deus?” Olhemos, portanto, para todas as pessoas que receberam favores de nossa parte, pedindo livros, dinheiro, mantimentos, passagens, podemos dizer que estas pessoas em sua maioria não creem em nada, isso porque elas nem podem crer.
Depois de longos papos e descontrações, sentamos debaido de uma das três árvores da vida, que estão no entroncamento, diante de uma multidão quase que incontável, sorriramos, satisfeitos, pois víamos pessoas serem abençoadas sem nem sequer saber porque estavam sendo abençoadas. Meditando profundamente, temos que nos capacitar para que, se tivermos que coçar uma de nossas orelha com, enquanto meditamos, devemos concentrar todas as energias que extraímos do livro da vida, contente, caminhamos a passos lentos para alcançarmos nosso lugar favorita e sentarmos confortavelmente, mesmo que seja sobre uma pedra. Levantemos nossos olhos para os céus, com uma expressão espantada no rosto de estarmos enxergando os favores do Eterno nosso deus sobre nossas vidas, e que, sem proferirmos uma só palavra, isso porque, muitas das vezes não pudíamos ou não podemos falar, com alguns gestos simples e singelos, falamos tudo. Não podemos esquecer de que, no centro do entrocamento, entre as três árvores da vida, vimos meu rosto todo irradiado de luzes azuis, como se eu estivesse conectado em uma corrente energética e promovendo aqueles raios de luzes em forma de relâmpagos, e que, abaixo de minha pessoa, surgiam seres mistura de animais e gente, porém, não apresentavam ameaças, apenas conviviam em harmonias, embora todos abaixo, entretanto, por alguns momentos, ficamos sem fala, porém, imaginando que tudo aquilo que estávamos vivendo era muito bom para nossa espiritualidade, era como se estivéssemos vivendo empolgante como se fosse a primeira leitura do livro que se tornou inesquecível em nossa vida. Vale a pena todos os nossos esforços, estando nós ou não envolvidos no processo. Depois dos impactantes trabalhos extraídos do livro da viuda, é evidente que devemos escrever mais e mais e, participarmos mais e mais dos trabalhos edificadores do conhecimento. Conheçamos a verdade e a verdade nos libertará.
Naquele momento tocou o telefone e alguém do outro lado da linha disse sorridente: “Olá, meu chefe, estive lendo alguns capítulos do livro da vida, agora entendi o quanto tudo é muito bom. Existem passagens edificadoras, pois vi no livro da vida, bons motivos para lermos e relermos. Percebi que não me importa nem um pouco o que os jornais e revistas escreveram e escrevem a nosso respeito. Não perdemos tempo lendo coisas fúteis e imorais. Mas o que pensamos em sintonia com o livro da vida, isso é o que vale e edifica. Era, portanto, tudo isso o que queriamos falar e ouvir, isso porque, já está na hora de escrevermos mais artigos edificadores. O mundo inteiro está ansioso para receber mais uma bênção, e parece que os livros contidos no livro da vida estão merecendo muitas consultas, pis tais consultas são edificadoras. Tudo, aquilo que ouvimos soava como um golpe e tanto no que diz respeito aos nossos opositores, mesmo porque, reconhecemos que todo mundo parecia estar se reunindo para uma grande tarefa opositora aos nossos trabalhos, todo mundo parecia querer mais e mais um novo trabalhos, entretanto, não sabiam ou sabem que em tudo e por tudo temos custos elevados de produção, e não podemos e nem devemos escrever mais um livro simplesmente por escrever. O que podemos e devemos fazer, é trabalhar seriamente para escrevermos um livro que traga grandes edificações para os nossos amados leitores. Nosso trabalho se resume sempre, como um favor que fazemos a um pobre coitado que só se aproxima para nós no fim da vida e sofre ferozes exigências fiscais de um país totalmente mergulhado na crueldade de nossos governantes, o que, reconhecemos ser preciso fazer alguma coisa para que esses pobres coitados possam ganhar a vida, e se afastar da porta os lobos que governam nosso país.
Essa é uma das coisas que me amarguram — o imposto sobre a renda. Sou inválido e passo a maior parte do tempo na cama. Não sou um encargo para o país, mas pago um imposto absurdo, porque sou escritor e trabalho em casa. E no entanto algumas das companhias de petróleo daqui não pagam imposto algum, pois algumas estão empenhadas numa “pesquisa” totalmente mítica e, como tais, estão isentas dos impostos. E depois penso em alguns desses cultistas birutas que se estabelecem como organizações não-lucrativas, pagando a si, seus parentes e amigos altos salários, mas não pagam impostos porque estão registrados como entidades não-lucrativas.
Portanto, acontece que, sem querermos, tivemos que escrever mais e mais trabalhos em formatos de crônicas, canções, folhetos, livretos, livros, e foi, então, opinião geral, depois das constantes cobranças diretas e indiretas dos nossos irmãos espalhados pelos quatro cantos da terra. Estes trabalho-estudos trouxeram e tratarão os mais reais sentidos das nossas vidas antes mesmo de nasccermos, aqui vida na Terra. Aqui, é tão somente uma passagem de vida terrena, isso porque, logo voltaremos para a vida do além de nossa imaginação. Mas isso não é totalmente correto e nem incorreto, pois temos pessoas que acreditam no que falamos e pessoas que mantém suas dúvidas, não contestam, mas, mantém suas dúvidas, e onde se tem dúvidas tudo fica mais complexos e complicados, pois, tudo não é apenas uma questão de crença, e sim questão de conhecimento. Conheceremos a verdade, a verdade nos libertará. Podemos fazer todas as coisas sobre as quais escrevemos.não há nada impossível ao que escrevemos. Podemos e devemos sempre passar ao astral com a mesma facilidade com que passamos da sala para quarto. É uma coisa que poucas pessoas conseguem fazer, passar para o plano astral como passar de um quarto para outro quarto sem ter de se apoiar em algo. Interessante, é observarmos que, no plano astral a gente não precisa de apoios físicos, nem de medicamentos, necessitamos apenas de sintonia perfeita com o Eterno nosso Deus. Portanto, nestes nossos trabalho-estudos que escrevemos sobre a verdade, é tão somente esclarecedor, pois nossa intenção é esclarecermos a verdade. Não estamos impondo uma opinião pessoal, mas, contando as coisas como elas realmente são nos mundos material e espiritual.
Importante, salientarmos que, todos os nossos trabalhos nos levam imediatamente, a termos nossos cabelos embranqueçados, a respirarmos mais profundo, os gritos se tornam mais maravilhosos, pois enxergamos que todas as nossas crenças, carreiras e buscas, continuam cada vez mais e mais acesas e em chamas, o que nos faz gritar mais e mais, e cada vez gritamos mais alto na escala vocal, pois extrospectamos sentimentos exclusivos de cada um de nós, e que muita das vezes, esses gritos nos deixam completamente sem fôlego. Ouvimos alguns ruídos de vozes aparentemente agitadas, quando na verdade, as pessoas estavam eufóricas e vibrando com algo aparentemente bom que tinha ocorrido no meio deles. Os barulhos de pés pulando e correndo pelas veredas e caminhos, eram intensos, e os primeiros que chegaram pararavam tão de repente que arrancavam as gramas do lugar e depois ajuntavam, que mais parecia um tapete, e que toda essa barulheira se fazia indispensável como que para se darem confiança mutuamente.
Alguns estavam tão cansados de tanto comemorar que se deitavam de bruços no chão totalmente gramado, com suor escorrendo que mais parecia rios de águas. De repente um deles respirou forte, contorceu-se e abriu os olhos, levantando-se gritava incontrolavel: “Eu vi, eu vi, eu vi os céus. É maravilhoso, maravilhoso”. Durante alguns minutos todos os que ouviram os brados de alegrias e felicidades, olharam para aquele moço, e juntos começaram a pular que estremeceu o lugar, depois, com gritos de agradecimentos, porém, não estridentes, faziam os céus ouvirem seus clamores. Sentia que estávamos girando, girando, tudo era fantasticamente irreal, mesmo porque, ouvíamos barulhos agudos que ecoavam da cachoeira com ecos fortes, como vagidos, aos poucos toda aquela barulheira se tornava menos estridentes.
Ao observarmos aqueles movimentos e barulheiras, sentimos coisas muito estranhas acontecendo dentro do entrocamente, com muita daquelas pessoas, foi quando ouvimos gritos estremecedores e estarrecedores, e algumas pessoas como estando em êxtase caiam ao nosso lado, batendo uns aos outros com seus corpos e depois caiam ao chão. E com aqueles solavancos repentinos, muitos foram empurrados de um lado para outro, e de repente se via com muitos se desencarnavam de seus corpos e saltcavam para cima como um balão num cordel como um verdadeiro balé de cores brilhantes e encantadoras.
Durante alguns segundos ficou olhando em torno, abismado diante do ponto de vista completamente estranho. Parecia estar fiutuando de bruços do teto e depois, ao olhar para os dois corpos embaixo, viu um Cordão de Prata estendido de seu corpo “novo” ao velho deitado ali, inerte. Enquanto olhava, o Cordão tomou um tom cinza-escuro, manchas horríveis apareceram no lugar em que ele se unia ao corpo no chão, e depois ele murchou e caiu como um cordão umbilical. Mas Algernon ficou ali, como que grudado ao teto. Gritou em altos brados, pedindo ajuda, sem perceber que tinha saído de um corpo morto e passara ao plano astral. Ficou ali, pregado contra o teto ornamentado de seu lar ancestral. Ficou ali, invisível às caras curiosas que espiavam no banheiro, levavam um tempo enorme para olharem tudo, e depois desapareciam, sendo substituídas por outras. Viu a arrumadeira voltar a si, olhar para o sangue em que caíra, gritar e tornar a desmaiar. As vozes pesadas e estudadas dos que entravam em êxtases rompiam o silêncio acalantador e se sobrepunha ao barulhos da cachoeira.
Tendo concluído esse nosso trabalho-estudo, o qual chamamos de discurso da vida, temos que, nos impor sempre como agentes imperiosos para que os dois corpos, material e espiritual sejam uno e sejamos vencedores em nossos propósitos. Com muito cuidado, devemos segurar os impulsos, soltando sempre os desejos em exclamações de profundas repugnâncias aos maus costumes. Retiraremos depressa as mãos e limparemos todas as máculas, pois nossas relações devem ser sempre claras e puras. Depois, ouvimos risadinhas aparentemente controladas, quando alguns dos corpos rolavam descontrolados para cima e para baixo, risadas que foram logo reprimidas diante de um olhar furioso do velho negro professor. Assim sendo, entendemos e reconhecemos que um bom governante adianta-se sempre em organizar sua casa, e que, em nome do decoro, o bom governante ajeita a sua casa, logo depois dois criados carregavam suavemente e delicadamente os corpos desacordados, sendo que alguns, eravm levados às pressas pelos caminhos e veredas.

Um comentário:

  1. A vida é uma dádiva de DEUS, um bem muito precioso! DEUS é fonte de toda vida e sem ele estamos mortos.

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