Todos
ali escreveram algumas palavras e entregaram ao velho negro professor, como
se numa caligrafia quase indecifrável, isso
porque, todos ali presente do maior ao menor, do mais velho ao mais nvo, leram
o livro da vida com decidida fascinação, e alguns demonstravam fascinação muito
mais intensificada pela própria crença, pelos próprios conhecimentos de que o Grande
Arquiteto do Universo, Senhor absoluto de tudo e de todos, escreveu o livro da
verdade, da vida. Todos leram cuidadosamente o que o velho negro professor acabara
de escrever, e todos tinham certeza absoluta, em tudo o que tinham lido. Ler o
livro da vida, é como ter um filho, inteligente, que chega sempre com uma
novidade edificadora e assim nos orgulhamos mais e mais dele. Ora, desde essa
operação espiritual, se assim podemos chamar desse movimento, ouvimos sempre o
velho negro professor nos dizer que todos nós somos capazes de enxergarmos
cores estranhas em volta dos nossos corpos. Somos capazes de enxergarmos luzes
em volta das cabeças dos nossos semelhantes, e não apenas nas cabeças humanas,
ou nos corpos humanos, mas, também, em alguns dos animais. Devemos atentar que,
durante algumas horas meditamos profundamente sobre alguns casos, imaginando sempre
tudo o que consciente e inconsciente teríamos feito de errado em nossas vidas.
Muita das vezes, achamos que talvez tivéssemos desorganizado nossa ótica de
enxergarmos as coisas e as pessoas, mas depois de lermos o livro da vida,
sabemos que não foi nada disso, estamos vendo livremente a aura humana, as
pessoas são boas, portanto, sei que tudo o que o Senhor nosso Deus escreveu no
livro da vida é a mais pura e cristalina verdade. Creio que todos os meus
amados leitores gostariam de conhecer o velho negro professor. Importante,
salientar, que, não há nenhuma necessidade se viajar até a ilha da vida.
Importante, que conheçamos primeiro o livro da vida. Conhecendo o livro da
vida, conheceremos o autor e consumador da vida. Creio que podemos incondicionalmente
auxiliar nossos semelhantes. O que importa é querer ajudar.
Relembrando
que em tudo e por tudo nesta vida, temos que ler, reler tudo o que escrevemos e
depois de tudo, fazer tudo novamente. Nosso olhos tem que permanecer firmes e
atentos ao livro da vida, assim sendo, nossos corações semelhante aos
especialistas tem sempre motivos para sobressaltarem, como os colibris ou as
abelhas quando colhem os nectas das flores, assim rapidamente tomamos corajosamente
a pegarmos as nossas canetas, começando escrever ou reescrever acrescentando sempre
um pós-escrito as belas mensagens que divinamente recebemos de forma
sobrenatural. Esperamos que não revelemos o que não devemos, entretanto,
devemos revelar o que o Grande Arquiteto do Universo determina que revelemos e
anunciemos. Não podemos temoer aos conteúdos destas cartas e mensagens contidas
no livro da vida, mesmo porque, ninguém, tem o direito ou o dever de
prejudicaria nossas posições aos olhos de nossos semelhantes. Escrevemos sempre
com zelo e cuidado, dobrando sempre nossos joelhos e curvando nossa face como
sinais de respeito e reverância ao Eterno nosso Deus, creador de todas as
coisas, visíveis e invisíveis. Não podemos jamais apagar as luzes que brilham
sobre nós e sobre os nossos semelhantes, mesmo que não façamos parte daquela
casta social. Temos por certo, que, lá fora, existe sempre alguém a esperar por
nós, não importa se por luxo ou necessidade.
Entendemos
e reconhecemos que quando agimos de forma coerente, correta, clara, limpa,
transparente e sem maldades, as pessoas de uma fora ou de outra vão chegando,
daqui, dali, de toda parte do mundo, do norte e do sul, do leste e do oeste. As
pessoas, em grandes quantidades, como que infindáveis, todas chegam sempre exigindo
uma resposta para algo que para eles é impossível saber ou entender. Todas as
pessoas que procuram o entrocamento, buscam como se estivesse garantindo que
seus problemas eram ou são únicos e que nunca ninguém tivera tantos ou tais
problemas, e que necessitam urgentemente de resposta e solução. Pessoas que
apresentam interrogações de condenação, louvor, suplica, insegurança, incerteza.
Sabemos que muitos são missionários, trabalhando para o bem do Eterno nosso
Deus e que passaram e passam por sérios problemas, que mentalizam interrogações
sem respostas, e que, carregam fardos que jamais serão aliviados. É, portanto,
também problemas que muitas pessoas carregam e que não sabem como resolvê-los,
quando na verdade é simples de resolvê-los, bastando tão somente, mergulhar numa
coleção de seus livros contidos no livro da vida, e o melhor, grátis, e aí
acreditar no que está escrito, para que, quando escrever ser consciente e
seguro do que escreveu ou escreve.
Chegava
pessoas de todas as partes do mundo, de todos os continentes. A maioria não tendo
dinheiro buscavam apoio, guarida e sustento. Todos se apresentavam querendo que
o senhor velho negro professor ajudasse em tudo e por tudo. Interessante é que
quase todos, só iam buscar bênçãos e favores, como se quisessem viajar sempre em
primeira classe, e conversavam com o senhor velho negro professor e lhe diriam
como é que poderiam e deveriam serem ajudados, com dinheiro e com apoio moral,
social, espiritual, pois muitos se declaravam assim, pois diziam querer
praticar o bem para a humanidade. Ficávamos sem saber o que dizer, pois muitos
ainda exigiam que era preciso que fizessem tudo de bom para eles, e depois,
eles estariam fazendo bem ao povo, e então acreditariam que o velho negro
professor estava sim disposto a abençoar a humanidade.
As
pessoas chegavam às centenas, aos milhares, todas exigindo respostas aos seus
problemas e dificuldades. Poucos, pouquíssimos, sequer pensavam nas despesas que
aquela ilha tinha e continua tendo, desde o simples papel de carta, selos,
materiais de limpesa e higiene, até as passagens aéreas internacionais. Todos
queriam saber mais e mais sobre o que acontecia, entretanto, poucos queriam
saber como acontecia. Cremos que muitos queriam saber da vida e da morte. Não
compreendemos muitas das vezes a vida, como queremos compreender a morte. O
velho negro professor não nos contava o suficiente sobre a morte, entretanto,
nos ensiva que, para entermos a morte, precisamos saber o significado da vida, caso
contrário, as coisas não ficam tão claras. Muitos queriam saber sobre as
religiões. Queriam saber qual a certa e qual a errada. Queriam que o velho
negro professor contasse se podemos ter esperanças nas religiões ao ponto de
nos convencer o que acontecerá depois desta vida, se não formos bem
esclarecidos como podemos que nos dê um mantra para podamos vencer os percalços
e adversidades da vida.
Uma
pessoa certa vez nos escreveu dizendo que morava no Nordeste, e que pelas
amarguras da vida, os conflitos naturais, tudo de ruim parecia não ter mais
fim, mas, que gostaria de poder fazer algo que abençoasse aquela gente tão
sofrida pelas ações da natureza, bem como pelas ações criminosas dos
polítiqueiros. Levamos ao velho negro professor as colocações sentimentais
daquela pessoa, e o velho negro professor apenas olhou para nós e sem que
questionássemos ou apresentassemos nada o velho negro professor disse: “Pede
para essa apenas se amar, se gostar, se cuidar. Ela tem que agir primeiro
dentro dela e depois mergulhar de corpo e alma no mar de conhecimentos do livro
da vida. Quando ela conseguir atravessar o mar de conhecimento do livro da
vida, então, ela estará pronta para ajudar os irmãos nordestinos”. As pessoas declaravam
seus problemas pedindo que contássemos sempre mais e mais doq eu era necessário
saber. Contávamos tudo o que era preciso contar, mesmo porque, se contássemos
mais que era necessário saber, poderiam entender que deveriam saber de tudo e
para sabermos de tudo, temos que saber em quem acreditamos e em quem devemos
acreditar.
Certo
dia estávamos sentados conversando, quando de repente chegou uma mulher numa cadeira
de rodas, e ela passeava livremente pela ilha, sorria e chorava ao mesmo tempo.
Ao observarmos que aquela senhora estava aparentemente sozinha, nos aproximanos
dela para conversarmos um pouco com ela, olhando para nós disse, meio que
raivosa: “Os senhores conseguem escrever livros e mais livros, crônicas e mais
crônicas, músicas e mais músicas, por que razão não escrevem para convercer
pessoas descrentes de tudo e de todos a confiar mais em Deus?” Olhemos,
portanto, para todas as pessoas que receberam favores de nossa parte, pedindo
livros, dinheiro, mantimentos, passagens, podemos dizer que estas pessoas em
sua maioria não creem em nada, isso porque elas nem podem crer.
Depois
de longos papos e descontrações, sentamos debaido de uma das três árvores da
vida, que estão no entroncamento, diante de uma multidão quase que incontável,
sorriramos, satisfeitos, pois víamos pessoas serem abençoadas sem nem sequer
saber porque estavam sendo abençoadas. Meditando profundamente, temos que nos
capacitar para que, se tivermos que coçar uma de nossas orelha com, enquanto meditamos,
devemos concentrar todas as energias que extraímos do livro da vida, contente,
caminhamos a passos lentos para alcançarmos nosso lugar favorita e sentarmos
confortavelmente, mesmo que seja sobre uma pedra. Levantemos nossos olhos para
os céus, com uma expressão espantada no rosto de estarmos enxergando os favores
do Eterno nosso deus sobre nossas vidas, e que, sem proferirmos uma só palavra,
isso porque, muitas das vezes não pudíamos ou não podemos falar, com alguns
gestos simples e singelos, falamos tudo. Não podemos esquecer de que, no centro
do entrocamento, entre as três árvores da vida, vimos meu rosto todo irradiado
de luzes azuis, como se eu estivesse conectado em uma corrente energética e
promovendo aqueles raios de luzes em forma de relâmpagos, e que, abaixo de
minha pessoa, surgiam seres mistura de animais e gente, porém, não apresentavam
ameaças, apenas conviviam em harmonias, embora todos abaixo, entretanto, por alguns
momentos, ficamos sem fala, porém, imaginando que tudo aquilo que estávamos
vivendo era muito bom para nossa espiritualidade, era como se estivéssemos vivendo
empolgante como se fosse a primeira leitura do livro que se tornou inesquecível
em nossa vida. Vale a pena todos os nossos esforços, estando nós ou não envolvidos
no processo. Depois dos impactantes trabalhos extraídos do livro da viuda, é
evidente que devemos escrever mais e mais e, participarmos mais e mais dos
trabalhos edificadores do conhecimento. Conheçamos a verdade e a verdade nos
libertará.
Naquele
momento tocou o telefone e alguém do outro lado da linha disse sorridente: “Olá,
meu chefe, estive lendo alguns capítulos do livro da vida, agora entendi o
quanto tudo é muito bom. Existem passagens edificadoras, pois vi no livro da
vida, bons motivos para lermos e relermos. Percebi que não me importa nem um
pouco o que os jornais e revistas escreveram e escrevem a nosso respeito. Não perdemos
tempo lendo coisas fúteis e imorais. Mas o que pensamos em sintonia com o livro
da vida, isso é o que vale e edifica. Era, portanto, tudo isso o que queriamos falar
e ouvir, isso porque, já está na hora de escrevermos mais artigos edificadores.
O mundo inteiro está ansioso para receber mais uma bênção, e parece que os
livros contidos no livro da vida estão merecendo muitas consultas, pis tais
consultas são edificadoras. Tudo, aquilo que ouvimos soava como um golpe e
tanto no que diz respeito aos nossos opositores, mesmo porque, reconhecemos que
todo mundo parecia estar se reunindo para uma grande tarefa opositora aos
nossos trabalhos, todo mundo parecia querer mais e mais um novo trabalhos,
entretanto, não sabiam ou sabem que em tudo e por tudo temos custos elevados de
produção, e não podemos e nem devemos escrever mais um livro simplesmente por
escrever. O que podemos e devemos fazer, é trabalhar seriamente para
escrevermos um livro que traga grandes edificações para os nossos amados
leitores. Nosso trabalho se resume sempre, como um favor que fazemos a um pobre
coitado que só se aproxima para nós no fim da vida e sofre ferozes exigências
fiscais de um país totalmente mergulhado na crueldade de nossos governantes, o
que, reconhecemos ser preciso fazer alguma coisa para que esses pobres coitados
possam ganhar a vida, e se afastar da porta os lobos que governam nosso país.
Essa
é uma das coisas que me amarguram — o imposto sobre a renda. Sou inválido e passo
a maior parte do tempo na cama. Não sou um encargo para o país, mas pago um
imposto absurdo, porque sou escritor e trabalho em casa. E no entanto algumas
das companhias de petróleo daqui não pagam imposto algum, pois algumas estão
empenhadas numa “pesquisa” totalmente mítica e, como tais, estão isentas dos
impostos. E depois penso em alguns desses cultistas birutas que se estabelecem
como organizações não-lucrativas, pagando a si, seus parentes e amigos altos
salários, mas não pagam impostos porque estão registrados como entidades
não-lucrativas.
Portanto,
acontece que, sem querermos, tivemos que escrever mais e mais trabalhos em
formatos de crônicas, canções, folhetos, livretos, livros, e foi, então,
opinião geral, depois das constantes cobranças diretas e indiretas dos nossos
irmãos espalhados pelos quatro cantos da terra. Estes trabalho-estudos trouxeram
e tratarão os mais reais sentidos das nossas vidas antes mesmo de nasccermos, aqui
vida na Terra. Aqui, é tão somente uma passagem de vida terrena, isso porque,
logo voltaremos para a vida do além de nossa imaginação. Mas isso não é
totalmente correto e nem incorreto, pois temos pessoas que acreditam no que
falamos e pessoas que mantém suas dúvidas, não contestam, mas, mantém suas
dúvidas, e onde se tem dúvidas tudo fica mais complexos e complicados, pois,
tudo não é apenas uma questão de crença, e sim questão de conhecimento.
Conheceremos a verdade, a verdade nos libertará. Podemos fazer todas as coisas
sobre as quais escrevemos.não há nada impossível ao que escrevemos. Podemos e
devemos sempre passar ao astral com a mesma facilidade com que passamos da sala
para quarto. É uma coisa que poucas pessoas conseguem fazer, passar para o
plano astral como passar de um quarto para outro quarto sem ter de se apoiar em
algo. Interessante, é observarmos que, no plano astral a gente não precisa de apoios
físicos, nem de medicamentos, necessitamos apenas de sintonia perfeita com o
Eterno nosso Deus. Portanto, nestes nossos trabalho-estudos que escrevemos
sobre a verdade, é tão somente esclarecedor, pois nossa intenção é
esclarecermos a verdade. Não estamos impondo uma opinião pessoal, mas, contando
as coisas como elas realmente são nos mundos material e espiritual.
Importante,
salientarmos que, todos os nossos trabalhos nos levam imediatamente, a termos
nossos cabelos embranqueçados, a respirarmos mais profundo, os gritos se tornam
mais maravilhosos, pois enxergamos que todas as nossas crenças, carreiras e
buscas, continuam cada vez mais e mais acesas e em chamas, o que nos faz gritar
mais e mais, e cada vez gritamos mais alto na escala vocal, pois extrospectamos
sentimentos exclusivos de cada um de nós, e que muita das vezes, esses gritos
nos deixam completamente sem fôlego. Ouvimos alguns ruídos de vozes aparentemente
agitadas, quando na verdade, as pessoas estavam eufóricas e vibrando com algo
aparentemente bom que tinha ocorrido no meio deles. Os barulhos de pés pulando
e correndo pelas veredas e caminhos, eram intensos, e os primeiros que chegaram
pararavam tão de repente que arrancavam as gramas do lugar e depois ajuntavam,
que mais parecia um tapete, e que toda essa barulheira se fazia indispensável como
que para se darem confiança mutuamente.
Alguns
estavam tão cansados de tanto comemorar que se deitavam de bruços no chão
totalmente gramado, com suor escorrendo que mais parecia rios de águas. De
repente um deles respirou forte, contorceu-se e abriu os olhos, levantando-se
gritava incontrolavel: “Eu vi, eu vi, eu vi os céus. É maravilhoso,
maravilhoso”. Durante alguns minutos todos os que ouviram os brados de alegrias
e felicidades, olharam para aquele moço, e juntos começaram a pular que estremeceu
o lugar, depois, com gritos de agradecimentos, porém, não estridentes, faziam
os céus ouvirem seus clamores. Sentia que estávamos girando, girando, tudo era
fantasticamente irreal, mesmo porque, ouvíamos barulhos agudos que ecoavam da
cachoeira com ecos fortes, como vagidos, aos poucos toda aquela barulheira se
tornava menos estridentes.
Ao
observarmos aqueles movimentos e barulheiras, sentimos coisas muito estranhas
acontecendo dentro do entrocamente, com muita daquelas pessoas, foi quando ouvimos
gritos estremecedores e estarrecedores, e algumas pessoas como estando em
êxtase caiam ao nosso lado, batendo uns aos outros com seus corpos e depois
caiam ao chão. E com aqueles solavancos repentinos, muitos foram empurrados de
um lado para outro, e de repente se via com muitos se desencarnavam de seus
corpos e saltcavam para cima como um balão num cordel como um verdadeiro balé
de cores brilhantes e encantadoras.
Durante
alguns segundos ficou olhando em torno, abismado diante do ponto de vista
completamente estranho. Parecia estar fiutuando de bruços do teto e depois, ao
olhar para os dois corpos embaixo, viu um Cordão de Prata estendido de seu
corpo “novo” ao velho deitado ali, inerte. Enquanto olhava, o Cordão tomou um
tom cinza-escuro, manchas horríveis apareceram no lugar em que ele se unia ao
corpo no chão, e depois ele murchou e caiu como um cordão umbilical. Mas
Algernon ficou ali, como que grudado ao teto. Gritou em altos brados, pedindo
ajuda, sem perceber que tinha saído de um corpo morto e passara ao plano
astral. Ficou ali, pregado contra o teto ornamentado de seu lar ancestral.
Ficou ali, invisível às caras curiosas que espiavam no banheiro, levavam um
tempo enorme para olharem tudo, e depois desapareciam, sendo substituídas por
outras. Viu a arrumadeira voltar a si, olhar para o sangue em que caíra, gritar
e tornar a desmaiar. As vozes pesadas e estudadas dos que entravam em êxtases
rompiam o silêncio acalantador e se sobrepunha ao barulhos da cachoeira.
Tendo
concluído esse nosso trabalho-estudo, o qual chamamos de discurso da vida, temos
que, nos impor sempre como agentes imperiosos para que os dois corpos, material
e espiritual sejam uno e sejamos vencedores em nossos propósitos. Com muito
cuidado, devemos segurar os impulsos, soltando sempre os desejos em exclamações
de profundas repugnâncias aos maus costumes. Retiraremos depressa as mãos e
limparemos todas as máculas, pois nossas relações devem ser sempre claras e
puras. Depois, ouvimos risadinhas aparentemente controladas, quando alguns dos
corpos rolavam descontrolados para cima e para baixo, risadas que foram logo
reprimidas diante de um olhar furioso do velho negro professor. Assim sendo,
entendemos e reconhecemos que um bom governante adianta-se sempre em organizar
sua casa, e que, em nome do decoro, o bom governante ajeita a sua casa, logo depois
dois criados carregavam suavemente e delicadamente os corpos desacordados,
sendo que alguns, eravm levados às pressas pelos caminhos e veredas.
A vida é uma dádiva de DEUS, um bem muito precioso! DEUS é fonte de toda vida e sem ele estamos mortos.
ResponderExcluir