Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

domingo, 1 de julho de 2018


O que mais nos chama a atenção, é sabermos que como mordomos devemos avançar cada vez mais para termos nossas casas arrumadas e olharmos sempre a nossa volta, com todos os cuidados devidos e necessários. Apontamos sempre para quem está a nossa frente, como se nossos semelhantes surgissem do nada como opositores e adversários que se apresentam sempre com navalhas aberta e afiadas, prontas para nos manchucar, e sem estarmos feridos, já nos apresentamos como se estivessemos vendo sangue jorrar pelo chão. Ficamos todos ali perplexo como uma estátua, que misteriosamente apareceu, até que ouvimos um barulho de cavalos galopando como se surgisse do espaço e passavam por entre as águas da cachoeira sem nem sequer se molhar. Aí apareceu inúmeros animais, das mais variadas espécies, e os mordomos já se posicionaram de pé a ordem, para se necessário seguir caminhos. Ouvimos vozes que pareciam agitadas no vão livre do entroncamento e depois passos pesados e majestosos ressoavam pelas veredas e que iam e voltavam livremente. O que estamos vendo aqui? Miragens? Parece que ocorreram revoluções, mas não temos ainda certeza de que tipo de revolução é. Pronunciaram muitas palavras, que mais pareciam automatica, como se estivesse lendo um bloco de notas, que o apresentador sempre trás preparado no bolso do paletó para evitar vexames. Ouviu-se alguns ruídos como ruídos de cavalos trotandos apressados e mais movimentos, seguidos de passo aparentes leves e rápidos, na verdade, eram pessoas em pronfundos estágios de contemplações.
O interessante é que, nós como mordomos muita das vezes ficamos nervosos, e não gostamos nada das formas e maneiras que muitas pessoas se apresentam ou se relacionam, pois seus objetivos são sempre para tomar nossas coisas, ou no explorar vergonhosamente. Temos sempre a impressão de estarmos sendo sempre acusados de cometermos alguma coisa não muito ortodoxa, mas até mesmo os serviços de inteligências mais primária teria concluído que o que fazemos é tão somente uma sintonia espiritual, pela própria essência do espírito de luz onforme todos sabem. Somos todos mordomos da casa mãe e infalível. Os domésticos na fé sabem que somos homens e mulheres livres e de bons costumes, e que ficamos muita das vezes assustados ao ouvirmos gritos, e vozes cada vez mais estridentes, até acharmos que os nossos nervos arrebentariam de tanta tensão.
E não vamos pensar que podemos manipular quem quer que seja, ou chegar mandando em todos os presentes, pois, não temos nada a ver com domínio ou imposição, queremos lembrar que todas as vezes em que chegou ao ponmto de querer impor ou manipular nossos semelhantes. Achamos bom darmos sempre uma olhada as pessoas que estão ao nosso redor, não podemos e não devemos machucar e nem prejudicar quem quer que seja, caso contrário, estamos sempre perdendo muito tempo sem adiantar coisa alguma, isso porque, nos preocupamos mais com os outros do que com nós mesmos. Adiantamos, sempre quando tiramos com cuidado as pessoas que nos sufocam como abotoaduras em nossos punhos engomados, depois de termos passado por momentos difíceis e problemáticos, tudo nesta vida se torna um risco de segurar. Depois, de examinarmos com muito cuidado os ambientes próximos de nós, mesmo que em um rápido movimento, devemos elevar os nossos olhos bem abertos olhando para os céus e agradecermos ao Eterno nosso Deus.
O interessante é observarmos que os nossos entes queridos que foram em determinados momentos nossos parceiros olhavam fascinados para tudo aquilo que conquistamos, eles se sentiam muito estranhos naquilo tudo, e por alguns momentos não conseguiam compreender o que estava acontecendo, mas algumas forças sobrenaturais mantinham todos nós presos a abóboda celeste, de cabeças herguidas, vivos edificados olhando para as estrelas.
Devemos repousar nossas cabeças para que pensamentos bons e edificadores tenham liberdade de passear em nossas mentes, devemos prestar muita atenção para não ficarmos demasiadamente extasiados, assombrados e com sentimentos de medos, isso porque, são muitas as estranhas experiências que circulam próximos de todos nós. Nossa atenção deve sempre estar presa às palavras do livro da vida. Lutarmos sempre com grandes bravuras contra os nossos inimigos e opositores, e tormar todos os cuidados precisos para não nos machucarmos e quem sabe, evitar ferimentos graves físicos e espirituais. Infelizmente, levamos muitos golpes em nossa alma, e isso nos causa danos muita das vezes irreparáveis, pois trata-se de um lugar muito delicado, não podemos descrever mais adequadamente o que significam males irreparáveis, ultimamente esses males atrofiam nossas mentes impedindo-as de agir com capacidades aceitáveis. Temos que funcionar nossa mente cada vez mais aceitável e evitarmos provocarmos crises de acomodação, desgosto, derrota, depressão e, que, em várias ocasiões nós outros ouvimos declarações que as nossas vidas sem essas necessidades não valiam a pena serem vividas e ameaçavam acabar com tudo em nossa volta.
Aos governantes cabe governar com responsabilidade, dinamismo, respeito, fidelidade, e que tudo isso deve ser executado em sinal de compreensão e compromisso com a verdade e para a verdade. O que também, nos chama a atenção, é que antes de tudo todos acabam concordando que também essas coisas indispensáveis, entertanto, quando assume o poder, larga tudo e mergulham na corrupção e no desmantelo administrativo e governamental. Com isso, pegamos nosso telescópio do caráter e podemos enxergar muito mais além do que podemos enxergar a olho nu no telescópio da ilusão. O que nos chama a atenção é perecebermos que em cada chamdo ou missão, existiu e existirá sempre a figura do agente que muitas das vezes são intimamente e delicadamente manifestada como um mordomo, em outros casos, como um governante e ainda em outras situações, tais manifestações são aceitas como se fossem as empregadas, e não importando qual a situação ou manifetstação, absolutamente tudo depois sobem a famosa escada degrau por degrau carregando um o seu próprio caixão que em alguns casos são leves, em outros pesados. Cremos que, colocarmos o nosso caixão no chão aleatoriamente ou simplesmente do lado de fora de nós mesmos, sem permitir que seja tirada a sua tampae assim, outros passem a conhecer verdadeiramente o que trazemos em nós mesmo dentro do nosso caixão. Devemos observar que dentro de muitos caixões existiam ou existem muitas coisas, onde algumas servem positivamente para alguns fins e em outros existem coisas danosas que não servem absolutamente para nada.
Quando os caixões que carregamos escondem alguns mistérios que merecem ser desvendados, devemos observar atentamente para os nossos caixões e lavarmos rapidamente as nossas mãos na pia da nossa consciência, quando não encontrando artefatos limpos, perguntamos: Onde devemos enxugar as nossas mãos? Devemos observar atentamente, pois de repente podemos enxugar as nossas mãos limpas ou sujas nas toalhas de nossas vestes, que podem revelar se estamos de mãos limpas ou sujas, e quando isso acontece ficamos receioso de declararmos em que situação encontra-se as nossas mãos, pois se estiverem limpas, nos preocupamos com aqueles que trouxeram seus caxões e possam nos contaminar, porém, se estiverem sujas nos preocupamos em confrontar o sujo com o limpo. Cremos que, independente de com muita sujeira ou limpa, levantaremos ou reerguemos nossos caixões e nos dirigimos novamente para a escada, pois assim devemos chegar ao topo dela e cumprir nossa missão, seguremmos com firmesa e confiança as extremidades do nosso caixão, não podemos mergulhá-lo em nenhuma situação alheia a nossa.
Devemos atentar sempre para que pessoas alheias aos nossos relacionamentos não se adiantem com aparência de certos cuidados e queiram levaram o nosso caixão escada abaixo, e/ou para fora de nossa própria casa, isso porque, eles podem colocar o nosso caixão dentro de uma carruagem fechada e adornada em ouro, prata e pedras preciosas, como podem simplesmente jogá-lo no esgoto da vida. O que mais me chama a atenção, é sabermos que quando é para nos derrotar ou nos afundar na lama, muitos dos nossos supostos amigos, são verdadeiros agentes funerários que entram em nossas vidas convidados por quem não sabemos, e que, além desses malfeitores trabalharem contra nossas vidas, ainda trazem os seus malditos assistentes que sempre tentam segurar as rédeas dos cavalos tomadas em suas mãos, em passos ritmados tentam nos conduzir a desgraça total.
Nós, homens e mulheres, livres e de bons costumes, não podemos e não devemos nos deixar enganar por vãs conversações e nem tão pouco por filosofias baratas e fúteis. Nossos sinais, gestos, toques, palavras, cumprimentos, pronunciamentos foram e continuam sendo sempre os mais perfeitos, entretanto, devemos conscientemente observar de que lado determinada pessoa ficará. Temos que observar atentamente como ele pega no caixão dele e como ele quer pegar no nosso. Temos que observar atentamente como determinada pessoa subiu ou quer subir a escada da vida. Como é que aquele que está ao nosso lado tenta subir a escada?. Como uma espécie de pano, de maneira igual o barbeiro com mãos suaves pega a navalha aberta e colocou-a num canto após examinar a barba que está a fazer, assim devemos observar como é que aquele que está ao nosso lado coloca a sua navalha em nosso rosto ou em nosso pescoço. Depois, de observarmos atentamente o nosso redor, devos observar o nosso derredor, procedendo sempre as nossas análises com perfeitos e complexos exames que para tanto, temos que ser meticulosos, para encontrarmos mais algumas coisinhas que possam serem utilizadas a esmos de provas montadas e criminosas.
O importante é analisarmos o espírito de quem está ou não a caminhar lado a lado conosco, é como se olhássemos a uma pintura grudada no teto de um templo filosófico ou religioso, que, como está sobre, ele, o teto olha sempre para baixo, completamente fascinado com a pequenez daqueles que olham para cima a observar a grandeza daquele teto que fora pintado por um ser humano, quem sabe, inspirado por um ser sobrenatural. Depois, de termos observado atentamente o teto da vida, por alguns motivos, olhamos sempre para trás e não encontramos mais nada, entretanto, nossos olhares devem continuar atentamente para o teto. Com isso o espírito do que pintou o teto com aquela obra de arte inconfundível, olha para nós e se alegra de ter pintado aquele teto, onde certamente estaremos nós inseridos no teto universal, chamado de abóboda celeste, e quando não atentamos para esse precioso cuidado, desapareceremos de nós mesmos e não mais nos encontraremos, perdendo assim a nossa consciência, passando então a noção de zumbidos estranhos, que circundam em nuvens de trevas como a fumaça de uma lamparina que queima sob parafina, que ter sido usada demais, depois foi abandonada nas ruas com as amarguras da vida, assim sendo, a escuridão daqueles que estão ao nosso derredor não é capaz de receber a luz e se envolver no espírito de fraternidade, não se interessando mais pelas ocorrências dos fatos positivos, prósperos e edificadores, pelo menos por algum tempo, matando aos poucos o espírito, a alma e o corpo, criando caixões além do que possamos carregar.
Inquietos e desestruturados, muitos tomados de sentimentos desconhecidos, se revelam estranhos, parecendo seres que despertam de sonos profundos e entorpecidos, causando alvoroços e pavores. Podemos, então, entender que, tais pensamentos estranhos passavam pelas consciências daqueles que estavam meio que adormecidos, e voltando a realidade da vida, não mais se encontravam inseridos nessa realidade. Existe em todos nós, sentimentos de em determinados momentos estarmos ouvindo ou cantando músicas com sinais celestiais, e que, quando não bem sintonizadas são seguidas de explosões de sons infernais que brotam daqueles que não comungam a mesma fé e ordem que nós. Muitos são os que se agitavam e se agitam, e que, inquietos passam por períodos de maiores inconsciências verificando-se tais sentimentos, pelos espantos, que seus movimentos descompassados, entorpecidos causam danos, como se estivessem mergulhados nas loucuras que as ciências e as espiritualidades não conseguem explicar ou convencer, assim despertam sempre com um sobressalto tentando se acomodar, mas, seus movimentos eram e são difíceis e que só se podia mexer lentamente. Cremos que por tais sentimentos, cairam todos em pânico e procuravam se debater em suas próprias angústias, mas viu que seus movimentos eram vergonhosos. Tais pessoas possuidas por tais manifestações foram tocadas em seu olhos, para ver se estavam abertos ou fechados, pois eles pareciam não enxergar a luz divina, o que, percebemos que, não importava que seus olhos estivessem abertos ou fechados, eles não conseguiam manifestar sensação de reconhecimento da luz. Por um longo tempo essas pessoas possessas se debateram debilmente entre eles, e com os braços em constantes movimentos, como fazem os nadadores esportivos, eles tentavam empurrar algumas coisas, somente para terem satisfação de chegarem a um lugar qualquer, entretanto, por mais que eles empurrassem, com as mãos espalmadas, os braços estendidos, e os pés firmados, algumas forças sobrenaturais os prendiam.
Para nossa surpresa, percebemos que todos esses esforços não deixaram aqueles seres ofegantes, e nem tão pouco cansados, de modo que, tendo percebido as fúteis inutilidades dos seus esforços físicos, ficaram ali deitados, pensando em como promover reações. Recordar o passado sombrio, é sem sombras de dúvidas, tentar se matar, pois, conscientemente cheguei à conclusão de que inútil é continuarmos como antes, privando as nossas vidas de boas companhias femininas que muito alegram os nossos corações. Que infelicidades carregam os nojentos e infames que desprezam as mulheres.
Durante algumas horas ficamos pensando em alguns momentos do passado, pensando nos encontros entre amigos, familiares, conhecidos, viajantes, que erguemos nossos olhos e não encontramos máculas ou defeitos naqueles que amamos, nem que seja por um instante, e que, propositadamente, muito propositadamente, muita das vezes apontamos as nossas armas fixas em nossos olhares, mentes, almas, espíritos, para aqueles que estão ao nosso redor e derredor, não com o objetivo de matá-los, e sim com o objetivo definido do que podemos chamar, educadamente, de roubar-lhes suas virilidades, transformando-os em seres inúteis e débeis. Pensamos que quando recomendamos a nossa sombra como um refúgio muito seguro para as pessoas que nos cercam, sejam empregadas ou parceiras, que teem de ganhar a vida, pensamos ainda nos nossos orientadores, que disseram e dizem, meus filhos, vocês teem que aprender todas as coisas desta vida, vocês teem de praticar amores e afetos com algumas das mulheres que temos aqui ao nosso redor e derredor, veremos que todas são bem úteis para brincarmos, mas não levemos tudo isso muito a sério, isso porque, podemos nos envolver com classes espiritualmente inferiores existem para atropelamento de nossas conveniências.
Sim, é assim mesmo que devemos pensar e agir, até mesmo, quando observamos a nossa governanta, percebemos que ela tinha um sorriso encantador, e que, de um jeito muito especial nos cativava quando sabia que estava se envolvendo com o patrãozinho. Assim sendo, tomávamos sempre uma empregadinha especialmente bonitinha para nos servir e nos orientar nos trabalhos e ensinamentos que considerávamos importantes e indispensáveis a todos nós, patrões. Ao que me recordo, certa feita uma de nossas governantas me chamando em um lugar seguro e confiável me disse: “Preciso fazer amor com você. Não se preocupe com nada, mesmo porque, você estará bem seguro aqui. Vou te ensinar coisas maravilhosas que você nunca mais vai esquecer. Você é o meu patrãozinho, e eu não vou molestrar você. Vamos nos deleitar aqui, só nós dois, como um descêssemos cavalgando nos campos e colinas da fazenda. Sim, confesso que você estará bem seguro aqui em meu colo. Nunca esqueça que eu sou a sua governanta”. Com uma risadinha maliciosa, ela começou a se despir e a me acariciar, e foi quando tudo isso começou. Confesso que nunca esqueci a forma pela qual a minha governanta deliciosamente me ensinava tudo o que podia e queria.
Assim sendo, passamos a nossa vida em constantes revistas interiores, com perfeição e detalhadamente que somente nós mesmos conseguimos controlar e estabelecer. O que mais nos chama a atenção, é sabermos que os impactos arrasadores das nossas ações fúteis caem sempre sobre nós com dobradas agonias, que muita das vezes não conseguimos controlar. Em nossos ouvidos ainda ouvimos as risadas rudes daqueles que pensavam estar lavradondo o solo íntimo do coração, quando na mais clara e pura realidade, estavam acabando com as pequenas sementes que estavam a ponto de serem germinadas, como se estivesse evitando os filhos, impedindo-os de perpetuar o seu nome e o sobrenome da família. Agora, portanto, seremos como qualque um daqueles eunucos de que se fala tanto, e que não deixam sementes.
Ao que apredenmos em nossass relações, podemos deizer que muita das vezes nos sentíamos ruborizados de vergonha, e todas aquelas coisas e situações nos lembravam dos planos que fazíamos a longo prazo, que poucos conseguiam conceber, um plano de sobrevivência, pois estavam mergulhados nos sentimentos suicídas, que se seguira às vãs conclusões de que não poderiam continuar vivendo em condições tão estranhas. Achamos intolerável quando os cidadãos impuros que querem agir como vigários quando em visitações aos lares de idosos como bons samaritanos, fizeram referências indiretas aos seus estados e comportamentos, dizendo que ficariam satisfeitos se ajudassem com as reuniões das senhoras das tardes de domingo e, que, com essas coisas, nunca poderiam ser cautelosos demais. Não devemos e não podemos colocar em jogo o bom nome de uma determinada pessoa já constituído em uma determinada sociedade, sendo que, muitos desses nomes embora pareçam sadios, quando na verdade são maculados e maculadores.
O velho negro professor que costumava ir as tardinhas, em seu jumento de raça pega, sentava-se sempre próximo ao escritório e tomava junto aos seus velhos amigos uns bons cálices de vinho tinto seco, embora, com zelo e cuidado, o velho negro professor, percebia que aquele ambiente sempre se deteriorava quando o velho negro professor dizia: “Acho que devemos examinar cada dia mais e mais os nossos atos, pois temos de nos assegurar de que os nossos amigos e conhecidos não adquiram características afeminadas, pois, se isso acontecer não controlaremos as coisas como devemos controlar, entretanto, devemos ter muito cuidado, podemos então verificar que muitos começarão a cair em descréditos com seus comportamentos duvidosos e contaminantes, que adquiriram com suas andanças pela europa, e que hoje se apresentam com seus bustos afemininados. Não podemos e não devemos esquecer de que muitas dessas coisas em que devemos prestar bem atenção é que, todas e quaisquer modificações nos timbres de suas vozes e movimentos de mãos, as formas que eles sentam e caminham, pois agora que já perderam algumas algumas de suas características naturais, as químicas de seus organismos foram modificadas e vergonhosamente alteradas”.
O velho negro professor olhava para aquelas pessoas de maneira muito curiosa para ver como elas aceitavam tudo aquilo que lhes eram impostos e que de formas aparentemente desconraídas diziam: “Aceitamos mais alguns cálices de vinho tinto seco”. E de formas e maneirs vulgares perguntavam: “Vocês não têm vinhos tmais excelentes aqui?”. O interessante é que, seus que pais eram grandes conhecedores dos luxos da vida, especialmente quando relacionados as mulheres dos luxos. Coitadinhos dos nossos visitantes, chegaram ao auge do sofrimento universalisado quando ouviram o que o velho negro professor conversando com aquela gente e principalmente com a nossa governanta dizia: “Uma coisa vergonhosa, horrível e descabida, aconteceu. Percebemos que este rapazinho tão viril, que outrora era uma honra para a sua classe, agora sem explicação afeminou-se. Antes de a senhora, como governanta poderia entrar e sair sem nenhuma explicação, caçava suas presas e não deixava nenhuma impressão negativa, isso porque, a senhora era muito favorável as mães destas vizinhanças que confiavam na senhora os seus filhos. Entendemos e reconhecemos que as mães dessa nossa sociedade estavam sempre convidando o velho negro professor para festas, sempre considerando um homem muito bem e um eterno candidato desejável para as filhas daquelas mães que naquela sociedade entravam. Entretanto, hoje, as mães têm pena daquele velho negro professor, mas, pelo menos sabem que não é preciso uma acompanhante quando aque velho negro professor sai com as suas filhas, isso porque, todas as mães consideravam aquele velho negro professor um homem muito seguro, e confiável”.
Entendemos e reconhecemos que praticamente todos queriam saber o que teriam feito em nosso lugar, deitados naquele campo de batalha, que por veszes sangrando, com as roupas ensopadas de suor, depois quando apareceu a governanta, cortando as suas roupas íntimas de mulher educadora, pois assim eu a enxergava, era uma verdadeira agonia vendo tudo aquilo. Ainda hoje essa coisa chamada encanto sensual, aliviam as minham dores, poupando-me da minha agonia nas relações íntimas, mas que em um campo de batalha, e que, nada a não ser as belas partes corporais entre nós, para que pudéssemos morder um ao outro e não gritar ou se dependendo da oportunidade gritar de prazer. E que, não existia o fator vergonha de tudo o que podíamos fazer, pois a maior vergonha era a de ser impedido de se deleitar de prazer no corpo da govenanta. Todos entendiam e enxergavam que os subalternos ficarem constrangidos em não servir os seus patrãozinhos, e que, ao mesmo tempo, os subalternos se contentavam contando suas histórias aparentemente maldosas, pelas costas dos seus patrãozinhos. “Que vergonha pensar assim, resmungou o velho negro professor. Que vergonha”. O interessante é enxergarmos que o último membro de uma família mais antiga da região, os Rocha/Freire, que vieram com os invasores europeus e se instalaram nequela região tão saudável do Nordeste Brasileiro e construíram uma grande mansão e tinham seus colonos lavradores e domésticos, e que, agora o senhor Rocha/Freire, considerado o último da estirpe, se considerava impotente por ter servido à pátria impotente, bem como, de escárnio da parte de seus parentes e amigos. E o senhor último da estirpe se considerava um homem rizível por ter ficado inválido aos serviços dos outros, isso porque, agora, lutara pela pátria, e via que sua linhagem estava terminando de forma triste e desastrosa.

Um comentário:

  1. Texto maravilhoso, que nos leva para diferentes lugares, lembrando sempre os bons costumes, a ética.

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