O que
mais nos chama a atenção, é sabermos que como mordomos devemos avançar cada vez
mais para termos nossas casas arrumadas e olharmos sempre a nossa volta, com todos
os cuidados devidos e necessários. Apontamos sempre para quem está a nossa
frente, como se nossos semelhantes surgissem do nada como opositores e
adversários que se apresentam sempre com navalhas aberta e afiadas, prontas
para nos manchucar, e sem estarmos feridos, já nos apresentamos como se
estivessemos vendo sangue jorrar pelo chão. Ficamos todos ali perplexo como uma
estátua, que misteriosamente apareceu, até que ouvimos um barulho de cavalos
galopando como se surgisse do espaço e passavam por entre as águas da cachoeira
sem nem sequer se molhar. Aí apareceu inúmeros animais, das mais variadas
espécies, e os mordomos já se posicionaram de pé a ordem, para se necessário
seguir caminhos. Ouvimos vozes que pareciam agitadas no vão livre do
entroncamento e depois passos pesados e majestosos ressoavam pelas veredas e que
iam e voltavam livremente. O que estamos vendo aqui? Miragens? Parece que ocorreram
revoluções, mas não temos ainda certeza de que tipo de revolução é. Pronunciaram
muitas palavras, que mais pareciam automatica, como se estivesse lendo um bloco
de notas, que o apresentador sempre trás preparado no bolso do paletó para
evitar vexames. Ouviu-se alguns ruídos como ruídos de cavalos trotandos apressados
e mais movimentos, seguidos de passo aparentes leves e rápidos, na verdade, eram
pessoas em pronfundos estágios de contemplações.
O interessante
é que, nós como mordomos muita das vezes ficamos nervosos, e não gostamos nada das
formas e maneiras que muitas pessoas se apresentam ou se relacionam, pois seus objetivos
são sempre para tomar nossas coisas, ou no explorar vergonhosamente. Temos
sempre a impressão de estarmos sendo sempre acusados de cometermos alguma coisa
não muito ortodoxa, mas até mesmo os serviços de inteligências mais primária
teria concluído que o que fazemos é tão somente uma sintonia espiritual, pela
própria essência do espírito de luz onforme todos sabem. Somos todos mordomos da
casa mãe e infalível. Os domésticos na fé sabem que somos homens e mulheres
livres e de bons costumes, e que ficamos muita das vezes assustados ao ouvirmos
gritos, e vozes cada vez mais estridentes, até acharmos que os nossos nervos
arrebentariam de tanta tensão.
E
não vamos pensar que podemos manipular quem quer que seja, ou chegar mandando
em todos os presentes, pois, não temos nada a ver com domínio ou imposição, queremos
lembrar que todas as vezes em que chegou ao ponmto de querer impor ou manipular
nossos semelhantes. Achamos bom darmos sempre uma olhada as pessoas que estão
ao nosso redor, não podemos e não devemos machucar e nem prejudicar quem quer
que seja, caso contrário, estamos sempre perdendo muito tempo sem adiantar
coisa alguma, isso porque, nos preocupamos mais com os outros do que com nós
mesmos. Adiantamos, sempre quando tiramos com cuidado as pessoas que nos
sufocam como abotoaduras em nossos punhos engomados, depois de termos passado por
momentos difíceis e problemáticos, tudo nesta vida se torna um risco de segurar.
Depois, de examinarmos com muito cuidado os ambientes próximos de nós, mesmo
que em um rápido movimento, devemos elevar os nossos olhos bem abertos olhando
para os céus e agradecermos ao Eterno nosso Deus.
O interessante
é observarmos que os nossos entes queridos que foram em determinados momentos
nossos parceiros olhavam fascinados para tudo aquilo que conquistamos, eles se
sentiam muito estranhos naquilo tudo, e por alguns momentos não conseguiam
compreender o que estava acontecendo, mas algumas forças sobrenaturais mantinham
todos nós presos a abóboda celeste, de cabeças herguidas, vivos edificados
olhando para as estrelas.
Devemos
repousar nossas cabeças para que pensamentos bons e edificadores tenham
liberdade de passear em nossas mentes, devemos prestar muita atenção para não
ficarmos demasiadamente extasiados, assombrados e com sentimentos de medos,
isso porque, são muitas as estranhas experiências que circulam próximos de
todos nós. Nossa atenção deve sempre estar presa às palavras do livro da vida. Lutarmos
sempre com grandes bravuras contra os nossos inimigos e opositores, e tormar
todos os cuidados precisos para não nos machucarmos e quem sabe, evitar
ferimentos graves físicos e espirituais. Infelizmente, levamos muitos golpes em
nossa alma, e isso nos causa danos muita das vezes irreparáveis, pois trata-se
de um lugar muito delicado, não podemos descrever mais adequadamente o que
significam males irreparáveis, ultimamente esses males atrofiam nossas mentes
impedindo-as de agir com capacidades aceitáveis. Temos que funcionar nossa
mente cada vez mais aceitável e evitarmos provocarmos crises de acomodação,
desgosto, derrota, depressão e, que, em várias ocasiões nós outros ouvimos
declarações que as nossas vidas sem essas necessidades não valiam a pena serem
vividas e ameaçavam acabar com tudo em nossa volta.
Aos
governantes cabe governar com responsabilidade, dinamismo, respeito,
fidelidade, e que tudo isso deve ser executado em sinal de compreensão e
compromisso com a verdade e para a verdade. O que também, nos chama a atenção,
é que antes de tudo todos acabam concordando que também essas coisas
indispensáveis, entertanto, quando assume o poder, larga tudo e mergulham na
corrupção e no desmantelo administrativo e governamental. Com isso, pegamos nosso telescópio do caráter e podemos enxergar
muito mais além do que podemos enxergar a olho nu no telescópio da ilusão. O que nos chama a atenção é
perecebermos que em cada chamdo ou missão, existiu e existirá sempre a figura
do agente que muitas das vezes são intimamente e delicadamente manifestada como
um mordomo, em outros casos, como um governante e ainda em outras situações,
tais manifestações são aceitas como se fossem as empregadas, e não importando
qual a situação ou manifetstação, absolutamente tudo depois sobem a famosa escada
degrau por degrau carregando um o seu próprio caixão que em alguns casos são leves,
em outros pesados. Cremos que, colocarmos o nosso caixão no chão aleatoriamente
ou simplesmente do lado de fora de nós mesmos, sem permitir que seja tirada a sua
tampae assim, outros passem a conhecer verdadeiramente o que trazemos em nós
mesmo dentro do nosso caixão. Devemos observar que dentro de muitos caixões existiam
ou existem muitas coisas, onde algumas servem positivamente para alguns fins e
em outros existem coisas danosas que não servem absolutamente para nada.
Quando
os caixões que carregamos escondem alguns mistérios que merecem ser
desvendados, devemos observar atentamente para os nossos caixões e lavarmos
rapidamente as nossas mãos na pia da nossa consciência, quando não encontrando artefatos
limpos, perguntamos: Onde devemos enxugar as nossas mãos? Devemos observar
atentamente, pois de repente podemos enxugar as nossas mãos limpas ou sujas nas
toalhas de nossas vestes, que podem revelar se estamos de mãos limpas ou sujas,
e quando isso acontece ficamos receioso de declararmos em que situação
encontra-se as nossas mãos, pois se estiverem limpas, nos preocupamos com
aqueles que trouxeram seus caxões e possam nos contaminar, porém, se estiverem
sujas nos preocupamos em confrontar o sujo com o limpo. Cremos que, independente
de com muita sujeira ou limpa, levantaremos ou reerguemos nossos caixões e nos
dirigimos novamente para a escada, pois assim devemos chegar ao topo dela e
cumprir nossa missão, seguremmos com firmesa e confiança as extremidades do
nosso caixão, não podemos mergulhá-lo em nenhuma situação alheia a nossa.
Devemos
atentar sempre para que pessoas alheias aos nossos relacionamentos não se
adiantem com aparência de certos cuidados e queiram levaram o nosso caixão
escada abaixo, e/ou para fora de nossa própria casa, isso porque, eles podem
colocar o nosso caixão dentro de uma carruagem fechada e adornada em ouro,
prata e pedras preciosas, como podem simplesmente jogá-lo no esgoto da vida. O que
mais me chama a atenção, é sabermos que quando é para nos derrotar ou nos
afundar na lama, muitos dos nossos supostos amigos, são verdadeiros agentes
funerários que entram em nossas vidas convidados por quem não sabemos, e que,
além desses malfeitores trabalharem contra nossas vidas, ainda trazem os seus malditos
assistentes que sempre tentam segurar as rédeas dos cavalos tomadas em suas
mãos, em passos ritmados tentam nos conduzir a desgraça total.
Nós,
homens e mulheres, livres e de bons costumes, não podemos e não devemos nos
deixar enganar por vãs conversações e nem tão pouco por filosofias baratas e
fúteis. Nossos sinais, gestos, toques, palavras, cumprimentos, pronunciamentos
foram e continuam sendo sempre os mais perfeitos, entretanto, devemos
conscientemente observar de que lado determinada pessoa ficará. Temos que observar
atentamente como ele pega no caixão dele e como ele quer pegar no nosso. Temos
que observar atentamente como determinada pessoa subiu ou quer subir a escada da
vida. Como é que aquele que está ao nosso lado tenta subir a escada?. Como uma espécie
de pano, de maneira igual o barbeiro com mãos suaves pega a navalha aberta e
colocou-a num canto após examinar a barba que está a fazer, assim devemos
observar como é que aquele que está ao nosso lado coloca a sua navalha em nosso
rosto ou em nosso pescoço. Depois, de observarmos atentamente o nosso redor,
devos observar o nosso derredor, procedendo sempre as nossas análises com perfeitos
e complexos exames que para tanto, temos que ser meticulosos, para encontrarmos
mais algumas coisinhas que possam serem utilizadas a esmos de provas montadas e
criminosas.
O importante
é analisarmos o espírito de quem está ou não a caminhar lado a lado conosco, é
como se olhássemos a uma pintura grudada no teto de um templo filosófico ou
religioso, que, como está sobre, ele, o teto olha sempre para baixo,
completamente fascinado com a pequenez daqueles que olham para cima a observar
a grandeza daquele teto que fora pintado por um ser humano, quem sabe,
inspirado por um ser sobrenatural. Depois, de termos observado atentamente o
teto da vida, por alguns motivos, olhamos sempre para trás e não encontramos
mais nada, entretanto, nossos olhares devem continuar atentamente para o teto.
Com isso o espírito do que pintou o teto com aquela obra de arte inconfundível,
olha para nós e se alegra de ter pintado aquele teto, onde certamente estaremos
nós inseridos no teto universal, chamado de abóboda celeste, e quando não
atentamos para esse precioso cuidado, desapareceremos de nós mesmos e não mais
nos encontraremos, perdendo assim a nossa consciência, passando então a noção
de zumbidos estranhos, que circundam em nuvens de trevas como a fumaça de uma
lamparina que queima sob parafina, que ter sido usada demais, depois foi
abandonada nas ruas com as amarguras da vida, assim sendo, a escuridão daqueles
que estão ao nosso derredor não é capaz de receber a luz e se envolver no
espírito de fraternidade, não se interessando mais pelas ocorrências dos fatos
positivos, prósperos e edificadores, pelo menos por algum tempo, matando aos
poucos o espírito, a alma e o corpo, criando caixões além do que possamos
carregar.
Inquietos
e desestruturados, muitos tomados de sentimentos desconhecidos, se revelam
estranhos, parecendo seres que despertam de sonos profundos e entorpecidos,
causando alvoroços e pavores. Podemos, então, entender que, tais pensamentos
estranhos passavam pelas consciências daqueles que estavam meio que adormecidos,
e voltando a realidade da vida, não mais se encontravam inseridos nessa
realidade. Existe em todos nós, sentimentos de em determinados momentos
estarmos ouvindo ou cantando músicas com sinais celestiais, e que, quando não
bem sintonizadas são seguidas de explosões de sons infernais que brotam
daqueles que não comungam a mesma fé e ordem que nós. Muitos são os que se agitavam
e se agitam, e que, inquietos passam por períodos de maiores inconsciências
verificando-se tais sentimentos, pelos espantos, que seus movimentos descompassados,
entorpecidos causam danos, como se estivessem mergulhados nas loucuras que as
ciências e as espiritualidades não conseguem explicar ou convencer, assim
despertam sempre com um sobressalto tentando se acomodar, mas, seus movimentos
eram e são difíceis e que só se podia mexer lentamente. Cremos que por tais
sentimentos, cairam todos em pânico e procuravam se debater em suas próprias
angústias, mas viu que seus movimentos eram vergonhosos. Tais pessoas possuidas
por tais manifestações foram tocadas em seu olhos, para ver se estavam abertos
ou fechados, pois eles pareciam não enxergar a luz divina, o que, percebemos
que, não importava que seus olhos estivessem abertos ou fechados, eles não conseguiam
manifestar sensação de reconhecimento da luz. Por um longo tempo essas pessoas
possessas se debateram debilmente entre eles, e com os braços em constantes movimentos,
como fazem os nadadores esportivos, eles tentavam empurrar algumas coisas, somente
para terem satisfação de chegarem a um lugar qualquer, entretanto, por mais que
eles empurrassem, com as mãos espalmadas, os braços estendidos, e os pés
firmados, algumas forças sobrenaturais os prendiam.
Para
nossa surpresa, percebemos que todos esses esforços não deixaram aqueles seres
ofegantes, e nem tão pouco cansados, de modo que, tendo percebido as fúteis inutilidades
dos seus esforços físicos, ficaram ali deitados, pensando em como promover
reações. Recordar o passado sombrio, é sem sombras de dúvidas, tentar se matar,
pois, conscientemente cheguei à conclusão de que inútil é continuarmos como
antes, privando as nossas vidas de boas companhias femininas que muito alegram
os nossos corações. Que infelicidades carregam os nojentos e infames que
desprezam as mulheres.
Durante
algumas horas ficamos pensando em alguns momentos do passado, pensando nos encontros
entre amigos, familiares, conhecidos, viajantes, que erguemos nossos olhos e
não encontramos máculas ou defeitos naqueles que amamos, nem que seja por um
instante, e que, propositadamente, muito propositadamente, muita das vezes apontamos
as nossas armas fixas em nossos olhares, mentes, almas, espíritos, para aqueles
que estão ao nosso redor e derredor, não com o objetivo de matá-los, e sim com
o objetivo definido do que podemos chamar, educadamente, de roubar-lhes suas
virilidades, transformando-os em seres inúteis e débeis. Pensamos que quando
recomendamos a nossa sombra como um refúgio muito seguro para as pessoas que
nos cercam, sejam empregadas ou parceiras, que teem de ganhar a vida, pensamos
ainda nos nossos orientadores, que disseram e dizem, meus filhos, vocês teem que
aprender todas as coisas desta vida, vocês teem de praticar amores e afetos com
algumas das mulheres que temos aqui ao nosso redor e derredor, veremos que
todas são bem úteis para brincarmos, mas não levemos tudo isso muito a sério,
isso porque, podemos nos envolver com classes espiritualmente inferiores
existem para atropelamento de nossas conveniências.
Sim,
é assim mesmo que devemos pensar e agir, até mesmo, quando observamos a nossa governanta,
percebemos que ela tinha um sorriso encantador, e que, de um jeito muito especial
nos cativava quando sabia que estava se envolvendo com o patrãozinho. Assim
sendo, tomávamos sempre uma empregadinha especialmente bonitinha para nos
servir e nos orientar nos trabalhos e ensinamentos que considerávamos
importantes e indispensáveis a todos nós, patrões. Ao que me recordo, certa
feita uma de nossas governantas me chamando em um lugar seguro e confiável me disse:
“Preciso fazer amor com você. Não se preocupe com nada, mesmo porque, você estará
bem seguro aqui. Vou te ensinar coisas maravilhosas que você nunca mais vai
esquecer. Você é o meu patrãozinho, e eu não vou molestrar você. Vamos nos
deleitar aqui, só nós dois, como um descêssemos cavalgando nos campos e colinas
da fazenda. Sim, confesso que você estará bem seguro aqui em meu colo. Nunca
esqueça que eu sou a sua governanta”. Com uma risadinha maliciosa, ela começou
a se despir e a me acariciar, e foi quando tudo isso começou. Confesso que
nunca esqueci a forma pela qual a minha governanta deliciosamente me ensinava
tudo o que podia e queria.
Assim
sendo, passamos a nossa vida em constantes revistas interiores, com perfeição e
detalhadamente que somente nós mesmos conseguimos controlar e estabelecer. O que
mais nos chama a atenção, é sabermos que os impactos arrasadores das nossas
ações fúteis caem sempre sobre nós com dobradas agonias, que muita das vezes
não conseguimos controlar. Em nossos ouvidos ainda ouvimos as risadas rudes daqueles
que pensavam estar lavradondo o solo íntimo do coração, quando na mais clara e
pura realidade, estavam acabando com as pequenas sementes que estavam a ponto
de serem germinadas, como se estivesse evitando os filhos, impedindo-os de perpetuar
o seu nome e o sobrenome da família. Agora, portanto, seremos como qualque um
daqueles eunucos de que se fala tanto, e que não deixam sementes.
Ao
que apredenmos em nossass relações, podemos deizer que muita das vezes nos
sentíamos ruborizados de vergonha, e todas aquelas coisas e situações nos lembravam
dos planos que fazíamos a longo prazo, que poucos conseguiam conceber, um plano
de sobrevivência, pois estavam mergulhados nos sentimentos suicídas, que se
seguira às vãs conclusões de que não poderiam continuar vivendo em condições
tão estranhas. Achamos intolerável quando os cidadãos impuros que querem agir
como vigários quando em visitações aos lares de idosos como bons samaritanos,
fizeram referências indiretas aos seus estados e comportamentos, dizendo que
ficariam satisfeitos se ajudassem com as reuniões das senhoras das tardes de
domingo e, que, com essas coisas, nunca poderiam ser cautelosos demais. Não
devemos e não podemos colocar em jogo o bom nome de uma determinada pessoa já
constituído em uma determinada sociedade, sendo que, muitos desses nomes embora
pareçam sadios, quando na verdade são maculados e maculadores.
O
velho negro professor que costumava ir as tardinhas, em seu jumento de raça
pega, sentava-se sempre próximo ao escritório e tomava junto aos seus velhos
amigos uns bons cálices de vinho tinto seco, embora, com zelo e cuidado, o
velho negro professor, percebia que aquele ambiente sempre se deteriorava
quando o velho negro professor dizia: “Acho que devemos examinar cada dia mais
e mais os nossos atos, pois temos de nos assegurar de que os nossos amigos e
conhecidos não adquiram características afeminadas, pois, se isso acontecer não
controlaremos as coisas como devemos controlar, entretanto, devemos ter muito
cuidado, podemos então verificar que muitos começarão a cair em descréditos com
seus comportamentos duvidosos e contaminantes, que adquiriram com suas andanças
pela europa, e que hoje se apresentam com seus bustos afemininados. Não podemos
e não devemos esquecer de que muitas dessas coisas em que devemos prestar bem
atenção é que, todas e quaisquer modificações nos timbres de suas vozes e
movimentos de mãos, as formas que eles sentam e caminham, pois agora que já
perderam algumas algumas de suas características naturais, as químicas de seus
organismos foram modificadas e vergonhosamente alteradas”.
O velho
negro professor olhava para aquelas pessoas de maneira muito curiosa para ver
como elas aceitavam tudo aquilo que lhes eram impostos e que de formas
aparentemente desconraídas diziam: “Aceitamos mais alguns cálices de vinho
tinto seco”. E de formas e maneirs vulgares perguntavam: “Vocês não têm vinhos tmais
excelentes aqui?”. O interessante é que, seus que pais eram grandes conhecedores
dos luxos da vida, especialmente quando relacionados as mulheres dos luxos. Coitadinhos
dos nossos visitantes, chegaram ao auge do sofrimento universalisado quando ouviram
o que o velho negro professor conversando com aquela gente e principalmente com
a nossa governanta dizia: “Uma coisa vergonhosa, horrível e descabida, aconteceu.
Percebemos que este rapazinho tão viril, que outrora era uma honra para a sua
classe, agora sem explicação afeminou-se. Antes de a senhora, como governanta poderia
entrar e sair sem nenhuma explicação, caçava suas presas e não deixava nenhuma
impressão negativa, isso porque, a senhora era muito favorável as mães destas
vizinhanças que confiavam na senhora os seus filhos. Entendemos e reconhecemos
que as mães dessa nossa sociedade estavam sempre convidando o velho negro
professor para festas, sempre considerando um homem muito bem e um eterno candidato
desejável para as filhas daquelas mães que naquela sociedade entravam. Entretanto,
hoje, as mães têm pena daquele velho negro professor, mas, pelo menos sabem que
não é preciso uma acompanhante quando aque velho negro professor sai com as suas
filhas, isso porque, todas as mães consideravam aquele velho negro professor um
homem muito seguro, e confiável”.
Entendemos
e reconhecemos que praticamente todos queriam saber o que teriam feito em nosso
lugar, deitados naquele campo de batalha, que por veszes sangrando, com as roupas
ensopadas de suor, depois quando apareceu a governanta, cortando as suas roupas
íntimas de mulher educadora, pois assim eu a enxergava, era uma verdadeira
agonia vendo tudo aquilo. Ainda hoje essa coisa chamada encanto sensual, aliviam
as minham dores, poupando-me da minha agonia nas relações íntimas, mas que em
um campo de batalha, e que, nada a não ser as belas partes corporais entre nós,
para que pudéssemos morder um ao outro e não gritar ou se dependendo da
oportunidade gritar de prazer. E que, não existia o fator vergonha de tudo o
que podíamos fazer, pois a maior vergonha era a de ser impedido de se deleitar
de prazer no corpo da govenanta. Todos entendiam e enxergavam que os
subalternos ficarem constrangidos em não servir os seus patrãozinhos, e que, ao
mesmo tempo, os subalternos se contentavam contando suas histórias aparentemente
maldosas, pelas costas dos seus patrãozinhos. “Que vergonha pensar assim, resmungou o velho negro professor. Que
vergonha”. O interessante é enxergarmos que o último membro de uma família mais
antiga da região, os Rocha/Freire, que vieram com os invasores europeus e se
instalaram nequela região tão saudável do Nordeste Brasileiro e construíram uma
grande mansão e tinham seus colonos lavradores e domésticos, e que, agora o
senhor Rocha/Freire, considerado o último da estirpe, se considerava impotente
por ter servido à pátria impotente, bem como, de escárnio da parte de seus parentes
e amigos. E o senhor último da estirpe se considerava um homem rizível por ter ficado
inválido aos serviços dos outros, isso porque, agora, lutara pela pátria, e via
que sua linhagem estava terminando de forma triste e desastrosa.
Texto maravilhoso, que nos leva para diferentes lugares, lembrando sempre os bons costumes, a ética.
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