À
glória do Grande Arquiteto do Universo. A todos os anjos e santos que abençoam
e guardam as nossas vidas imerecidas. A todos os verdadeiros amigos. A todos os
Iir.’., homens e mulheres, livres e de bons costumes. A todos os profissionais
liberais que dedicam suas vidas, trabalhos, conhecimentos aos serviços
abençoadores.
Este
nosso trabalho estudo, tem um objetivo que antes considerávamos impossível, e
que atualmente já se tornou possível, ou seja, queremos que este trabalho
estudo chegue ao máximo de olhos e corações possíveis.
Nosso
objetivo não é mudar ninguém nem para isso e nem para aquilo, mas, fazer com
que os nossos amados leitores, conheçam alguns meios e caminhos que podem e
devem contribuir sempre para os melhores momentos de nossas vidas.
Queremos,
também, demonstrar aqui nas entrelinhos que não foi nada fácil concluirmos este
trabalho estudo, pois tivemos oposições terréveis que muito nos incomodaram.
Diante,
do que pretendemos trabalhar e apresentar, chegamos a conclusão de que o maior
e melhor exemplo deve partir sempre de nós mesmos, isso porque, agindo assim,
tratamos com propriedade de causa.
Para
iniciarmos nosso trabalho estudo e sejamos compreendidos, tratamos aqui e agora
de uma narrativa que certamente trará grandes edificações para todos nós,
principalmente para minha pessoa, na qualidade de escritor e revelador de fatos
que em muito ocorreram comigo mesmo. Estava eu em uma fria madrugada, sentada
junto à janela do meu quarto, que por sinal estava entre-aberta, ou seja, um
pouquinho aberta. O improviso daquela madrugada, deu-se por falta de sono, não
por insônia, pois eu costumo dormir bem, sempre. Estava eu a pensar na vida, na
família, nos parentes, amigos, pessoas, quando me veio a necessidade de ler um livro,
que, muito tempo atrás eu já tinha lido e, me veio a memória e a intuição para
novamente ler e aprender um pouco mais. Sempre gostei da literatura do sábio
Lobsang Rampa, e fui a minha biblioteca, peguei o livro “A fé que me guia” e
comecei a folher e ler algumas páginas isoladas, pois eu quase que o conhecia
de ponta-a-ponta. O interessante é, que, apesar de eu já ter lindo este livro
mais de uma vez, naquele momento eu absorvia todas as sábias instruções que o
mestre Lobsang Rampa divinamente nos transmitia, com isso, aquele momento
grandioso me tomava toda a minha atenção. Passados algumas horas, fui tomado
por um sono incontrolável, então, na minha biblioteca mesmo, deitei-me no sofá
e dormir, um dos melhores sonos já dormido até aquele momento. Enquanto dormia,
sonhei que eu caminhava por uma praia linda e aparentemente deserta,
entretanto, era uma praia que anteriormente era muito frequentada por pessoas
de alto nível social. Ao caminhar solitário, percebi, que por ali algumas
pessoas de boas aparências e formosuras cortejavam uma espécie de velório ou enterro.
Entretanto, percebi que, mesmo sendo um momento espiritualista, entendi que as
sombras dos sentimentos de perdas não recaiam sobre as belas cortinas do
horizente e do sereno mar, pois, mais pareciam grande lençóis brancos de rendas
que enfeitavam a a imensidão dos céus e dos mares. Ultimato em sonho me veio
com uma aparente discussão entre algumas personagens que passavam despercebidas
quanto ao momento espiritualista que se encerrava naquela práia deserta, e sem
qualquer movimento de tentativa de aproximação ou busca de perdão, o conflito não
quebrava a magnitude de beleza que ornava toda aquela praia deserta como sendo
uma janela que se abria aos horizontes numa indicação de que necessitávamos
apreciar mais e mais as maravilhas de Deus materializada em nossos olhos e
olhares. Afinal, eu estava em sonho vivendo uma grande realidade. Ao acordar,
retornei a minha janela e enxerguei de Deus a mais bela imagem de um amanhecer
florescente de um sol dourado e aquecedor.
Lendo
mais algumas página do precioso livro, delicadamente fui largando-o no meu colo
por um momento, como se fosse um filho em estado de sono divino. Após alguns
minutos, levantei os meus óculos de aro de metal inoxidável, que parecia
transparecer sobre minha fronte, enquanto eu massageava os meus olhos
avermelhados e ainda sonolentos. Depois, de alguns minutos, ainda sonolento, retornei
os meus óculos sobre o meu nariz, que já não mais tão sonolento, porém, um
tanto quanto vibrante, apanhei novamente o livro e pude saborear daquela
literatura mais um pouco, colhento frutos e edificando a minhalma.
Não
posso esquecer de que, eu em minha biblioteca, parecia estar em uma gaiola, como
um papagaio experto e falante. De olhos avermelhados, feito contas coloridas de
um colar precioso, eu olhava para a imensidão dos céus com algumas curiosidades
que eu mesmo não conseguia explicar.
Minhalma
intimamente ligada no Trono da Glória do Grande Arquiteto do Universo, me fez
olhar para toda magnitude dos céus e pedindo esculpas a Deus por não poder
apreciar e valorizar devidamente Suas Obras e Creações, me sentindo um
coitadinho, esqueci de mim mesmo inteiramente.
De repente, me vem um sopro de brisa sobrenatural, me trazendo um grande
sentimento de paz, harmonia, confiança e segurança, e, junto uma voz que
sussurando em meu ouvido me dizia: cuidado, a mãe natureza está abrindo não
somente a janela, mas, também, abrindo a porta da gaiola, que neste momento já
se encontrava dourado e irradiante de luz, com a presença sobrenatura de seres
espirituais que estavam alí a me guiar e me conduzir para uma verdadeira
contemplação divina, sobrentural. De repente, eu senti que um ser espiritual
sem aparência enfiava a mão lá dentro da minha cabeça, mente, alma, espírito
pegando delicadamente algo até então desconhecido de mim, tirando-o pela
portinhola aberta do meu ser humano e espiritual. Entendi que naquele momento
eu já está do lado de fora de mim mesmo, e olhando para mim, pude me conhecer
melhor.
Entendi
que, quando assim dizemos, pousmos nós como um pássaro no galho de uma árvore,
como sendo uma barra de vara de um atleta a disputar saltos, gisnástica
olímpica, isso porque, o Grande Arquiteto do Universo, tinha a minha vida na palma
de Sua mão como se a tivesse em uma bandeja de ouro. Confiante, passei a me
olhar com muito mais cuidado que antes, passei as minhas mãos como uma pequena
corrente em volta da minha cabeça e depois verifiquei que a minha frente surgia
uma grande fonte de água e a uma mesa farta que nos dava grande suporte alimentar,
pois ambos se achavam cheios e transbordantes, a minha carne vibravam e meus
pelos dos pés a cabeça se arrepiaram, como se eu tivesse a me esconder debaixo
das asas de Deus, enquanto a briza produzia ruídos aconchegantes e
acalantadores.
Sem
querer impor regras, ou pretensão, digo aos meus amados leitores que todos os
seres humanos e suas sãs faculdades mentais deviam ler esíe livro comigo, isso
porque, o presente livro trata das coisas que somos quando não estamos aqui na
terra numa passagem de vida, que por sinal, é muito passageira. Quero sempre
fazer o melhor para mim e para os meus semelhantes, sendo assim, rogo ao Eterno
nosso Deus, que me conceda saber em que é que acreditamos, na verdade, e assim,
nos tornamos verdadeiros caçadores de bênçãos para nós e para nosso
semelhantes, ajeitando sempre as nossas vidas com muito cuidado e pudor, de
modo que não pareçamos mercenários ou sectaristas.
Temos
por consciência, de que, quando apanhamos com muita frequência o livro da vida
para aprendermos mais e mais, isso já é para nós meio caminho andado e com
direito a descanso no colo deDeus. Devemos nos manter sempre na posição de
leitura, sem vacilar e largar o livro da vida, enquanto estendemos as nossas mãos
para pegarmos algumas bênçãos materiais para abençoarmos pessoas. E quando
agimos com essas forças espirituais, surpreendentemente, fazemos brotar em nós
mesmos a essência divina e humana, como uma deleitosa ação extrospectada em
toda a extensão de nosso ser divinamente humanizado.
Cremos
e confiamos que tudo isso soa em nós servos do Deus Altíssimo como um alívio
maravilhoso. Temos, portanto, certeza de que existem muitas coisas erradas nos
relacionamentos humanos, entretanto, não compete aqui tratarmos de coisas
negativas ou comprometedoras, e sim, tratar de coisas positivas e libertadoras.
Accreditamos que, como seres humanos e divinos, devemos ter alguns pontos
edificadores que muita das vezes permanecem ocultos em nós mesmos e só vamos
descobrir quando passamos por momento espirituais íntimos com o Eterno nosso
Deus, é como começar a coçar um novo foco de coceira, e que após coçarmos trás um
alívio tão grande, que muita das vezes não queremos que a coceira pare, é como se
agitássemos vigorosamente a fagulha radiante de prazer. Rimos de nós mesmos, e
isso é muito bom e edificador, e quando achamos que resolvido está tão caso, e
já tendo passado a coceira, pelo menos naquele momento, largamos tudo e com o
mesmo prazer de sempre mergulhamos no livro da vida e voltamos a vida que nos
trás vida.
Ao
que entendemos e reconhecemos nascemos e morremos, entretanto, podemos dizer
que a morte muitas das vezes fala conosco diretamente, ou quem sabe
indiretamente, indiferente, se ao menos em tudo isso descobríssemos o que e em
que realmente cremos para o antes e o depois da morte. Interrompemos nossa vida
terrena com a morte física, o que entendemos que isso se dá por apenas um
instante, e que, quando partimos ou nos separamos desse corpo físico, é como se
estendéssemos a mão para o outro lado da praia como se quiséessemos alcançar o
infinito, para que, então, podéssemos alcançar umas belas estrelas que o Eterno
nosso Deus colocara ali no firmamente dos céus. Depois, com um suspiro, percebi
que eu deveria me levantar novamente e dar uma boa caminhada, isso porque, os
meus olhos estavam olhando e contemplando a imensidão dos céus com uma
expressão muito feliz, como uma ave bica uma fruta madura ainda na árvore, com movimentos
ritímicos como se estivesse a bailar.
Como
são belos os céus, os tantos e quantos horizontes, que encantam nossos olhos com
as fagulhas das fogueiras divinas que novamente caem em nossas mãos e não
causam queimaduras, pois assim recolho o livro da vida em minhas mãos, tornando
a instalar continuadamente a leitura edificadora da vida passageira e eterna. A
nossa vida é como o abrir do livro da vida, que quando observamos algumas
linhas edificadoras, entendemos e reconhecemos que temos que ir sempre adiante,
mesmo que em determinados momentos tenhamos outras interrupções passageiras.
Interessante
como os pensamentos humanos são conflitantes. Uns dizem que se não formos bons e
fiéis seguidores de uma determinada religião ou seita, não podemos alcançar o
Reino dos Céus. Fico imaginando e me perguntando: será estas pessoas estão
certas ou erradas? Aí me convenço que não existe um só ser humano capaz de
dizer ou afirmar que determinadas pessoas e de determinadas religiões vão ou
não para os céus. Quais os critérios? Por que? Para que? Como?
Temos,
portanto, o direito de falarmos ou calarmos. Se falarmos, temos que observar
bem o que vamos falar. Se calarmos, devemos observar bem nossa omissão. Uma
coisa é certa, não podemos e não devemos murmurar, mesmo que seja vagamente.
Muita das vezes ao tentarmos visualizar algumas palavras mais desconhecidas,
nos deparamos sempre com interrogações que nos levam a falarmos coisas que
muita das vezes não sabemos por certo o que falar e falamos por nós mesmos, e
em outros casos calamos, por não ter mesmo o que falar ou por medo.
O interessante
é, independente de ser ou estar, enxergamos todos os dias que o sol nasce e se
põe todos os dias, em um lugar qualquer do globo terrestre, passando sempre e
poderosamente por cima das nossas casas e cabeças. A vida não para, entertanto,
devemos continuar sentados, deitados,porém sempre lendo. Os passaros e os
animais irracionais não leem, entretanto, observam atentamente. Somos chamaos demonstrar
incondicioonalmente sinais de vidas tementes ao Eterno nosso Deus, pois agimos
sempre como um relógio de igreja que
bate religiosamente as horas onde podemos ouvir à distância, e que muita das
vezes, trazem ânimos e encorajamento a continuarmos sobressaltando os
obstáculos que a vida nos oferece. Entendemos e reconhecemos que não podemos e
não devemos esquecer dos nossos compromissos, eé como se cumpríssemos os nossos
bons e proveitosos chás.
Levantemos
sempre os nossos olhos aos céus, e com todo cuidado coloquemos um ponto de
eqilíbrio entre nós, como quando colocamos um marcador de livros bordado na
brochura, porém, não podemos e não devemos deixar no esquecimento como muita
das vezes deixamos esconder o nosso livro debaixo de uma mesa qualquer. Façamos
com nossas as vidas de mesma forma que preparamos o nosso chá que não devemos nunca
atrasar e, que, enquanto fazemos nosso chá, não podemos murmurar, pois o
murmúrio não nos leva a nenhum lugar edificador, tão somente limita noa crença,
fé e ação. Queria eu mesmo saber em quem realmente meus leitores creem, pois
isso me ajudaria muito a entender melhor as críticas que recebo. Gostaria de poder
conversar com todos os meus amados leitores. Um por um. Seria, portanto, um
consolo tão grande, que eu mesmo não sei como mensurar. Não podemos e não
devemos esquecer de a nossa vida é como uma passagem que iremos citar aqui e
agora. Em uma ilha distante e sem a presença massiva de pessoas, e que em dia ensolarado,
de repente surge, um senhor de negro, alto, magro, de idade já avançada e que,
estava deitado languidamente sob a sombra ampla de uma árvore frutífera, e que,
preguiçosamente largou-se ali mesmo, na areia, deitado, e em suas mãos o velho
homem segurava um livro, e que, sorridente aquele homem velho estava lendo e,
quando me percebeu minha presença, ergueu uma de suas mãos que não lembro se
direita ou esquerda para pegar uma fruta suculenta que pendia tentadoramente
ali bem pertinho do seu rosto. E com um movimento indolente, colheu aquela fruta,
examinou-a para ver se estava livre de insetos e delicadamente com semblantes
de felicidades a enfiou em sua enorme boca e a comia feito criança.
Tendo
saboreado e comido aquele deliciosa fruta, o homem velho tornou a esticar-se e
colocou no chão, espreguiçando e alongando aquele corpo esquio, pegou
delicadamente o livro da vida numa posição mais cômoda e encostou-se contra o
tronco da árvore, e sorridente continuou sua leitura edificadora. A vida aque
na terra, mesmo que passageira, é uma bela obra de arte de Deus, portanto,
devenos aproveitar, isso porque, depois da morte, nessa viagem astral, não há
como ser desvendada e contada, assim vivamos a vida, mesmo que estejamos em uma
ilha deserta. O interessante, é que, aquele senhor negro e velho, sorridente folheou
algumas páginas do livro da vida e promovia gestos de felicidades e
contentamentos, pois percebi, mesmo distante, que aquele homem velho, queria
chegar ao fim da história, sem precisar de ter o trabalho de ler aquilo palavra
por palavra e comparar com a sua vida real, pois aquele homem lia e relia parágrafo
por parágrafo aqui, uma frase aqui, outra frase ali, e antes de passar para
outra página, fazia sempre gestos com as mãos como se estivesse agradecendo ao
eterno nosso Deus. Senceramente, eu gostaria de saber em que aquele homem negro
e velho estava crendo naquele momento. Penso eu, que como o Sol que clareava o
dia e estava sobremaneira quente, aquele senhor, negro e velho, aos poucos esfriava
a sua cabeça como a brisa suave que o mar soprava caindo sobre o seu corpo
esbelto e elegante. Devemos atentar para nosso ser como ser especial, portanto,
devemos agir de forma devagar em nós mesmos, assim como trabalhamos
delicadamente com os dedos relaxando sobre a brochura do livro da vida, de
forma semelhante escorregando as nossas mãos deslisando em nosso corpo caindo sobre
a areia macia, de forma igual ao senhor negro e velho. O interessante é, que,
aquele senhor negro e velho, repousou o livro da vida sobre seu peito e
fechando os olhos roncou, roncou, roncou, esquecendo de tudo o que se passava
na esfera mundana de atividade a sua volta.
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