PREFÁCIO DO AUTOR
Sou Maurício Augusto dos Santos,
nasci do dia 11 do mês de março do ano de hum mil novecentos e sessenta e
quatro (11/03/1964), na cidade de Macaíba, Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste
Brasileiro. Sou, portanto, um dos poucos que atingiram este estranho mundo da
escrita, no que diz respeito a poesia, música e os livros. Sou autodidacta,
portanto, quero deixar claro e vivo que a estruturação gramatical deste livro
deixa muito a desejar, mas, quero deixar claro que nunca foi uma preocupação de
minha parte apegar-se a gramática, mesmo porque, meus amados leitores saberão
entender e me perdoar. Recebi algumas lições formais e informações quanto a
estruturação gramatical. Apesar de eu ter formação académica, não quero e não
posso discutir gramática, minha escolaridade é boa, mas, não é a melhor. Fui educado
de forma rígida e livre, como em todo lar judaico que se presa e se honra. Não
era um campo de concentração a nossa casa, mas, as leis internas eram duras e
severas, onde aprendi o melhor que podia internamente, com as empregadas, que
eram minhas amigas e me adoravam.
Agora, os meus amados pais, faziam
de tudo para que todos nós aprendêssemos com a maior segurança e perfeição possível
e cabível. É como se fôssemos invadidos como fora previsto pelas colunistas domésticas
que se dedicavam incondicionalmente na boa e formal educação de seus patrãozinhos.
Por muitas razões ocultei por muitas e muitas vezes chamarem o meu verdadeiro
nome e o dos meus irmãos. Lutamos incansavelmente contra todos os tipos e
formas de escravidão e opressão. Nasci em um processo crucial em meu país,
principalmente em minha região, pois iniciava-se um período de governança
militar. O que mais chamava a atenção na época em que nasci é que o comunismo
queria dominar todo nosso país, e tudo isso com aval da Igreja Católica, eu sei
porque os meus amigos de infância que me contavam que nos países comunistas as
pessoas sofriam muito, e se a nossa verdadeira identidade fosse revelada,
seriamos perseguidos pelos comunistas. Estivemos em mãos dos comunistas sem
sabermos que estávamos, assim como dos capitalistas criminosos que só roubaram
e roubam nossas riquezas, sei de tudo isso, por experiência própria o que a
tortura pode conseguir com determinadas pessoas. Mas o assunto deste livro nosso
trabalho-estudo não é tortura, entretanto, fazemos parte de uma nação amante da
paz, do amor, da harmonia, alegria, que há muito tempo é incompreendida pelos
nossos governantes.
Assim sendo, queremos esclarecer que
algumas das minhas afirmações, segundo me dizem, talvez não sejam acreditadas
pelos nossos amados leitores, pois sei que encontraremos muitas e muitas oposições.
Devemos entender que duvidar é um direito que assiste a quem ler, mas o Brasil é
uma nação que por muito ficou desconhecida do resto do mundo, pois éramos
tratados como submundo. O que me chama a atenção, é perceber que o homem que
escreve, acerca de outro país, foi escarnecido e destroçado pois a maioria dos
leitores não liam com olhares críticos construtivos e sim, com sentimentos de
confrontos e de aniquilamentos dos trabalhos escritos e principalmente de seus
escritores. O mesmo aconteceu àqueles que tinham apoiado tais sentimentos,
dizendo serem favoráveis a determinadas escritas, contudo, estes últimos foram
recentemente envolvidos como sendo uma espécie de agentes dos Estados Unidos da
América que só sabem criticar e explorar as pessoas como gados levados ao
frigorífico. Ninguém acredita mais nessas farsas que esses homens agentes das
maldades trazem como favores aos Nordestinos, minha gente. Os eventuais
relacionamentos maléficos dos governantes Brasileiro e dos EUA, provou-se que
as armadilhas eram verdadeiras e exactas, e assim, os amados leitores crerão
comigo em tudo o que escrevemos e expomos directamente e indirectamente nesse
nosso trabalho-estudo. Sou Maurício Augusto dos Santos Freire.’., Lisboa,
Portugal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário