Assim sendo,
entendemos e reconhecemos que devemos nos aprofundar mais e mais na questão dos
agrados, e desagrados, isso porque, temos consciência de que toda a aura é
composta de muitas cores e muitas estrias de cores, sendo, portanto, necessário
que as cores e estrias combinem, uma com a outra, para que duas pessoas sejam
compatíveis, acontecendo com muita frequência que marido e mulher se mostrem
muito compatíveis em uma ou duas direcções, o que inteiramente incompatíveis em
outras, devendo tudo isso a que a forma ondular particular de uma aura apenas
toca a forma ondular da aura do cônjuge, principalmente quando relacionados em
certos pontos definidos, e nesses pontos existem acordos completos e
compatibilidades completas, o que dizemos, por exemplo, que essas duas pessoas
estão situadas em pólos diferentes, sendo exactamente o que acontece quando
elas se mostram incompatíveis. Entendemos
e reconhecemos que se assim o preferirmos, podemos dizer que as pessoas
compatíveis têm cores áuricas que se combinam e harmonizam, enquanto, que as
incompatíveis possuem cores que colidem e que seriam realmente penosos os seus
relacionamentos, fazendo com que as pessoas se encaixem em estereótipos, ou em
grupos de afinidades, isso porque elas têm frequências comuns, o que podemos
dizer que quando observamos grupos de moças andando sempre juntas, ou grupos de
rapazes parados nas esquinas ou saindo juntos, estas sensibilidades áuricas se
fazem mais claras e perceptíveis, mesmo porque, reconhecemos que todos eles
apresentam uma frequência comum ou são comuns as suas auras, e dependem uns dos
outros, isso porque eles têm uma atracção magnética uns pelos outros e a pessoa
mais forte no grupo dominará o conjunto, influenciando-o para o bem ou o mal,
portanto, entendemos e reconhecemos a necessidade de que os jovens devem ser
treinados pela disciplina e pela autodisciplina, a fim de controlarem seus
impulsos mais elementares, para que a evolução humana, no seu conjunto, possa
ser aperfeiçoada cada dia mais e mais.
Cremos que, como já
ficou dito antes, que o ser humano acha-se no centro de um envoltório com a
forma ovalada centralizado dentro da aura, sendo essa a posição normal da
maioria das pessoas, ou das pessoas médias e sadias, entretanto, quando alguém
apresenta uma enfermidade mental, isso se deve ao facto de que não esteja
devidamente centralizado, mesmo porque, são muitas as pessoas que dizem que estão
fora de si, pode muito bem acontecer exactamente assim, e a pessoa estará a se
projectar num ângulo, dentro do ovo. Não podemos e não devemos esquecer de
muitas são as pessoas que têm personalidades duplas e são inteiramente
diferentes das pessoas comuns, pois essas pessoas apresentam metade da aura em
uma cor, e a outra metade com um padrão de cor inteiramente diferente, podendo
até transparecer que se a sua personalidade dupla for acentuada e possuir uma aura
com a forma não de apenas um ovo, mas de dois ovos juntos, com um ângulo oposto,
ou seja, um em relação ao outro, assim sendo, podemos afirmar que a doença
mental não deve ser tratada de um modo tão superficial. Queremos esclarecer que
segundo as opiniões dos principais médicos especialistas da área da
psiquiatria, que revelam que quando se aplica o tratamento por choques para
tratamentos de doentes mentais, entendemos e reconhecemos que pode ser
muitíssimo perigoso, porquanto pode expulsar o astral e complicar mais ainda a
pessoa em tratamento, afastando-a de uma possível recuperação, o que, para
tanto examinaremos isso mais adiante do corpo, embora cremos que num aspecto generalizado,
o tratamento por choques destina-se consciente ou inconscientemente a levar os
dois ovos, mediante um choque, a formar um só ovo, e quando isso acontece, muitas
das vezes ele se resume a queimar padrões neurais no cérebro da pessoa em
tratamento.
Não podemos e não
devemos esquecer de todos nós nascemos com certas potencialidades, porém, com certos
limites quanto à coloração das nossas auras, a frequência das nossas vibrações
e outras coisas mais, sendo assim, entendemos e reconhecemos que seja bem possível
que uma pessoa decidida e bem-intencionada alterar a sua aura, tornando-a cada
vez mais evoluída e melhor, entretanto, lamentavelmente, é muito mais fácil
alterá-la para pior. Para citarmos um exemplo edificador, revelaremos aqui que
o grande filósofo Sócrates sabia que poderia ser um bom homicida, mas não quis
ceder aos golpes do destino, de modo que tomou medidas para alterar o seu
caminho pela vida, o que, ao invés de Sócrates se tornar um homicida, o grande
filósofo Sócrates passou a ser o homem mais sábio da sua época, sendo
exemplificado e seguido até os dias atuais e certamente aos dias futuros. Todos
nós podemos, se assim o desejarmos, erguer os nossos pensamentos a um nível
mais elevado e com isso melhorar as nossas auras e colaborarmos para os
crescimentos e desenvolvimentos dos semelhantes em sua volta, mesmo porque,
entendemos e reconhecemos que uma pessoa com vermelho turvo e acastanhado na
aura, exibindo sexualidade excessiva, pode aumentar a cadência de vibrações do
vermelho, que sublimando os desejos sexuais, com o que se tornará mais uma
criatura com um impulso muito construtivo, que abre o seu caminho pela vida, em
construção constante evolutiva.
Ao que já aprendemos e
assim ensinamos, podemos afirmar que a aura desaparece logo após a morte, mas o
etérico pode continuar ainda por bastante tempo, o que dependendo do estado de
saúde de seu possuidor, assim sendo, o etérico pode tornar-se o fantasma
destituído de mente, que executa incursões destituídas de sentido, onde muitas
pessoas dos locais rurais, já viram uma forma de brilho azulado sobre as
sepulturas daqueles que acabaram de ser enterrados, pois é comum nos cemitérios
tais acontecimentos, entretanto, esse brilho é notado de modo particular à
noite, tratando-se, naturalmente e apenas, do etérico que se dissipa do corpo
em decomposição, enxergando de que na aura, as vibrações baixas proporcionam
cores opacas e turvas, que é certa é que tais situações causam mais náusea do
que atracção, o que, quanto mais elevadas são as vibrações de alguém, tanto
mais puras e brilhantes se fazem as cores da aura, entendendo que são brilhantes
não de modo fantasmagórico e assustador, mas de modo melhor e mais espiritual,
podemos, então, dizer, apenas, que as cores puras são maravilhosas, enquanto as
turvas se apresentam desagradáveis, entendendo que uma boa acção dá brilho ao
aspecto da pessoa, conferindo brilho às suas cores áuricas, porém, um mau acto
faz-nos sentir azuis ou nos põe em um estado de alma negro, entretanto,
enxergamos que as boas acções a ajuda prestada aos outros fazem-nos ver o mundo
através de óculos cor-de-rosa, pois assim suaviza bem a sensibilidade para os
que utilizam a clarividência para trabalhar para o bem.
É, portanto,
necessário que todos nós tenhamos sempre presente que a cor constitui o
indicador principal das potencialidades de uma pessoa, e que, as cores mudam,
naturalmente, com os estados de alma da pessoa, entretanto, as cores básicas
não se alteram, a menos que a pessoa melhore ou piore seu carácter, podendo
aceitar que as cores básicas continuam as mesmas, mas as cores transitórias
flutuam e variam, de acordo com o estado de espírito da pessoa, o que,
conscientemente devemos também verificar se não estamos pré julgando uma
pessoa, porque é muito simples olhar uma aura e imaginar que estamos vendo uma
cor turva quando, na verdade, esta pessoa não a é de modo algum de um carácter
comprometedor e sim que esteja naquele momento em situação de conflito interno.
Não podemos negar que pode ser que os nossos próprios pensamentos errados façam
com que uma cor pareça turva, pois é preciso lembrar que, ao contemplarmos a
aura de outra pessoa, que estamos a fazê-lo, olhando através da nossa própria aura
com os nossos defeitos, o que há uma probabilidade muito grande de comprometimento
e julgamento precipitado e em alguns casos errado.
Entendemos e
reconhecemos que existe claramente uma relação entre os ritmos musicais e os
ritmos mentais, mesmo porque, reconhecemos que o cérebro humano é uma massa de
vibrações com impulsos eléctricos que se irradiam de todas as partes do mesmo,
e que, quando, um ser humano emite uma nota musical dependendo da cadência de
vibrações do mesmo, semelhantemente ou exactamente como se pode chegar perto de
um cortiço e ouvir o zumbido de todo um bando de abelhas, também é possível que
alguma outra criatura escute os seres humanos, mesmo porque, podemos afirmar
que praticamente todos os seres humanos têm as suas próprias notas básicas,
constantemente emitidas de modos bem semelhantes àqueles pelos quais os antigos
fios telefónicos em cabos de aços zincados emitem vibrações, aos ventos, e que,
além disso, as músicas populares são de tal naturezas que se acham em acordos
simpáticos com as formações das ondas cerebrais, e estão em simpatias com as
harmonias das vibrações corporais. Podemos, então, obter algumas melodias de
sucessos, que põe todos a cantarolá-las e assobiá-las, e as pessoas dizem que
tem tais ou quais melodias percorrendo constantemente seus cérebros, isso
porque, reconhecemos que as melodias de sucessos são aquelas que se combinam
com as ondas cerebrais humanas e que permanecem por algum tempo, antes que sua
energia básica se dissipe, entretanto, as músicas clássicas apresentam algumas
naturezas mais permanentes, isso porque, trata-se de músicas que fazem com que
as nossas formas ondulares auditivas vibrem de maneiras e formas agradáveis, em
simpatias com as músicas clássicas. Entendemos que se por ventura os dirigentes
de nações querem influenciar, praticamente todos os seus seguidores eles têm de
compor, ou mandar compor, algumas formas especiais de músicas, a que chamamos
hinos nacionais, isso porque, quando os nacionalistas ouvem os seus hinos
nacionais eles sentem todos os tipos de emoções, após os que se põem em posições
de reverências, pensam coisas boas dos seus países, ou más e até ferozes quanto
aos outros países, e isso acontece devido simplesmente ao fato de que as
vibrações a que chamamos sons levaram as vibrações mentais a reagirem de certos
modos que em muito comprometem todas essas gentes. Entretanto, podemos dizer
que é exactamente assim que se torna possível pré- encomendar certas reacções nos
seres humanos, executando determinados tipos de músicas para os mesmos efeitos,
mesmo porque, as pessoas de pensamentos profundos, que apresentam picos altos e
pontos de grandes profundidades nas suas formas ondulares cerebrais, gostam de
músicas dos mesmos tipos e estilos, isto é, músicas que tenham passagens
elevadas e momentos profundos, porém, algumas criaturas desmioladas preferem as
músicas desmioladas, que são mais ou menos uns tilintares, o que em alguns
gráficos ficariam representadas de modos mais ou menos precisos por alguns
simples salutares.
Merece lembrar que muitos
dos maiores e mais importantes músicos são aqueles que consciente ou
subconscientemente executam as viagens astrais e chegam aos reinos além das
mortes físicas, mesmo porque, eles ouvem as músicas das esferas superiores,
isso porque, sendo músicos, essas músicas celestiais causam algumas vastas
impressões sobre estes grandes e importantes músicos, prendendo às suas memórias,
de modo que quando voltam à terra encontram-se imediatamente em estados de
espíritos dispostos às composições, o que vão correndo para alguns instrumentos
musicais, ou aos pentagramas, e imediatamente escrevem, tanto quanto se
recordam, as anotações das músicas que ouviram nos planos astrais, o que, em
seguida, dizem sem se lembrarem bem que compuseram estas ou aquelas obras
musicais. O que nos envergonha é percebermos que os sistemas diabólicos de
publicidades subliminares, nos quais as mensagens publicitárias são postas de
relances a passarem nos sistemas de televisões e radiofónicos, com algumas
rapidezes demasiadas para que os olhos conscientes a vejam, valem-se da semi-percepção
das pessoas, ao mesmo tempo em que não chegam às percepções conscientes, isso
porque, os subconscientes são postos em constantes alertas, por solavancos,
pelos fluxos de padrões ondulares que lhe chegam, e os subconscientes, formando
nove décimos do todo, vem mais tarde a levar os conscientes a saírem e comprarem
os artigos assim anunciados, embora conscientemente as pessoas saibam que nem
sequer desejam tais objectos, mas, mesmo assim compram.
Entendemos e aclaramos
que alguns grupos inescrupulosos de pessoas, como os dirigentes de alguns países
que não tenham os bem-estares de seus povos como metas maiores, poderiam, na
verdade, levar esses povos a reagirem a quaisquer ordens subliminares,
utilizando tais formas de publicidades, que denominamos de criminosas e
satânicas e estas serão algumas lições e ensinamentos que embora curtas, porém são
muito importantes, o que sugerimos que todos as revejam com muitos, muitíssimos
cuidados. Muitas são as pessoas, que ao tentarem ver a aura, mostram-se
impacientes, esperam ansiosas para lerem algumas instruções escritas, erguerem
os seus olhares das páginas impressas e verem auras diante dos seus olhos
espantados, isso porque, as coisas não são tão simples assim, mesmo porque, muitos
dos grandes Mestres levaram e levam uma vida toda, antes de conseguirem ver a
aura, mas nós asseveramos que, desde que as criaturas sejam sinceras e pratiquem
de modos conscienciosos, as auras poderão serem discernidas pela maioria das
pessoas. Diante de tudo o que já
estudamos e aprendemos, podemos dizer que a maioria das pessoas pode sere
hipnotizada, o que de modo exactamente igual, a maioria das pessoas, com
prática e perseverança, e assim a maioria dessas pessoas pode ver a aura,
entretanto, temos que frisar repetidas vezes que quem quiser ver a aura com o
maior pormenor tem de fitar um corpo nu, pois entendemos que a aura é
consideravelmente influenciada pela cor da roupa que a pessoa veste, como
exemplo, agora suponhamos que uma pessoa diga que vai vestir uma determinada
veste e que tudo está inteiramente limpo, que acabou de chegar da lavanderia,
de modo que isso não interferirá com a aura, entretanto, entendemos e
reconhecemos que com toda a probabilidade, algumas partes da roupa foram
manuseadas por alguém na lavanderia, isso porque, o trabalho de lavanderia é
monótono, e as pessoas que se dedicam a trabalhos assim passam sempre todo o
tempo a reflectir, de um modo normal, sobre o estado das suas próprias vidas, o
que, podemos dizer que em outras palavras, estão um pouco fora de si, e
enquanto dobram já de uma forma mecânica as roupas as tocam umas nas outras, nossos
pensamentos não estão no que fazemos, mas nas nossas próprias questões
particulares.
Assim sendo,
observaremos atentamente que as impressões vindas da aura entram na roupa, e
então, quando a envergamos e olhamos para nós vamos verificar que as roupas estão
com as impressões dos outros, porém isso é muito difícil de crer, entretanto,
examinaremos a questão de uma maneira que entendemos ser de grande valia e de
fácil compreensão, temos em nós mesmos ímans, e tocamos esses ímans de modo
inteiramente ociosos, com um objecto cortante, um canivete e em seguida,
descobriremos que o canivete recolheu as influências áuricas dos ímans,
entretanto, reconhecemos que acontece a mesma coisa, em grande parte, com os
seres humanos, pois um deles pode recolher a influência áurica de outro, o que
ema pessoa pode ir a algum teatro, cinema, restaurante e sentar-se ao lado de
alguém que lhe é desconhecido, e depois que sai do recinto, sente que precisa
urgentemente tomar um banho, isso porque, sente-se contaminada por ter estado
ao lado daquela pessoa desconhecida e se quisermos ver a aura verdadeira, com
todas as suas cores, teremos de olhar para um corpo completamente nu, o que se
olharmos para um corpo feminino, verificaremos que as cores são mais distintas.
Cremos que alguns de nós poderíamos encontrar certas dificuldades em sairmos e
descobrirmos algumas mulheres que dispam as suas roupas sem que façam quaisquer
objecções, e assim sendo, usamos então os nossos próprios corpos para fazermos,
entretanto, devemos estarmos sós para isso, devemos estarmos sós, asseguremos
de que o mesmo tem uma luz ambiente fraca, isso porque, sabemos que se a luz
for brilhante demais trará dificuldades aos nossos alcances áuricos, então, decididamente
a luz tem que ser fraca.
Sabemos que se
conseguirmos uma dessas lâmpadas, que não usam corrente assinalada no medidor,
verificaremos que a mesma é muito adequada, isso porque, uma lâmpada nessa
formatação consiste de um globo de vidro claro, em que no suporte de vidro
dentro do globo existe um bastão curto, ao qual está afixada uma chapa redonda,
e que outro bastão vem do suporte de vidro e se estende quase à parede superior
do globo, e dele pende uma espiral bruta de fio bastante pesado, e quando essa
lâmpada é inserida num bocal e acesa, apresenta um brilho meio que avermelhado.
Vamos de agora em diante incluir uma ilustração do tipo de lâmpada, porque,
naturalmente, e com a lâmpada acesa, e sua iluminação bastante fraca, tiremos
todas as roupas e olhemos para nós mesmos, num espelho de um tamanho que dê
para enxergarmos todo o nosso corpo, e não tentemos enxergar coisa alguma por
momentos, bastando ficarmos tão à vontade. Tenhamos certeza de estarmos com uma
cortina escura por trás de nós, de preferência negra ou cinzento-escura, de
modo que fique com o que chamamos um pano de fundo neutro, isto é, um pano de
fundo que não apresenta qualquer cor a influenciar a nossa aura. Esperemos
alguns momentos enquanto estivermos fitando a nós mesmos perante o espelho, de
modo inteiramente ociosos, olhemos para nossa cabeça, cremos que dá para
enxergarmos uma cor azulada ao redor das nossas têmporas, olhemos para o nosso corpo
por completo, dos braços aos quadris, por exemplo, e enxergaremos uma chama
azulada, muito parecida com a do álcool em chamas. Temos por certo, de que todos
nós já vimos o tipo de lâmpadas que os joalheiros utilizam, e que queimam
álcool-metílico, ou álcool-etílico, ou qualquer líquido espirituoso, onde as
chamas são de coloração azulada, muitas vezes cintila com uma cor amarela nas
suas extremidades.
Assim sendo,
reconhecemos e aceitamos que a chama etérica é sempre assim, e que, quando vir
isso, estaremos fazendo progressos, poderemos não ver na primeira, segunda ou
terceira vez em que experimentarmos, do mesmo modo, também um músico nem sempre
tem os resultados que deseja na primeira, segunda ou terceira vez em que
executa uma peça difícil de música, entretanto, reconhecemos que o músico não
desistiu, ele perseverou, persistiu e nós devemos fazer o mesmo, não podemos
jamais desistir, mesmo porque, cremos que com a prática, conseguiremos ver o
etérico, o que, também, com mais práticas, conseguiremos ver a aura,
entretanto, reconhecemos que é preciso que repitamos incessantemente, é muito
mais fácil e muito mais claro com um corpo nu, pois estaremos livres de todas e
quaisquer interferências. Temos por certo, que devemos lembrar de que, para o puro,
todas as coisas são puras, e para os impuros, todas as coisas são impuras,
devemos olhar para nós mesmos, ou para outra pessoa, entretanto, devemos fazer
isso por motivo puro, mesmo porque, se tivermos com pensamentos impuros, não
conseguiremos ver o etérico ou a aura, e apenas aquilo que estivermos
procurando, portanto, continuemos olhando para nós mesmos, olhando para vermos
esse etérico, verificaremos, que com o tempo, podemos vê-lo. Sabemos que muitas
das vezes, uma determinada pessoa estará procurando a aura, sem ver coisa
alguma, mas ao invés disso sentirá comichão nas palmas das mãos, na planta dos
pés, ou em outra parte do corpo, o que, podemos dizer que tudo isso trata-se de
uma sensação peculiar, mesmo porque, essa comichão, sendo inteiramente
inconfundível, entretanto, quando a pessoa sentir isso, será sinal de que ela
está a caminho de ver, significando que em ceto momento está impedindo a si mesmo
de ver, por tensão demasiada, então essa pessoa terá que descansar, terá de acalmar-se,
descansando, descarregando-se, ao invés de ficar com comichão, e talvez
contracções, verá o etérico, ou a aura, ou ambos, o que demonstra libertação e
sintonização completa. Ao que sabemos, podemos dizer que a comichão, na
verdade, é uma concentração da nossa própria força áurica, dentro de nossas
palmas ou qualquer que seja o centro, entretanto, muitas são as pessoas, quando
assustadas ou tensas, suam nas palmas das mãos, ou nas axilas, ou em outras
partes do corpo, o que, precisamente nesta experiência psíquica, ao invés de transpirar,
a pessoa sente a comichão, entretanto, repetimos, que isso é bom sinal, significa
que por sensibilidade superior repetir isto é também um sinal que está fazendo
demasiado esforço, e quando a pessoa estiver pronto a descansar, o etérico e
talvez a aura também se apresentarão diante do seu olhar bastante espantado. Entendemos
e reconhecemos que são muitas as pessoas que não conseguem ver sua própria aura
com precisão completa, porque olham através dela ao fitar sempre por um espelho,
e muitas das vezes o espelho destorce as cores, de certo modo, e reflecte
também passando pela aura essa faixa destorcida de cores, de modo que,
entendemos que o pobre observador imagina que tem cores mais turvas do que
realmente acontece, pensando num peixe nadando na profundeza de um tanque de
água, olhando para alguma flor suspensa a poucos palmos acima da superfície, o
que temos por certo de que o peixe jamais perceberia as cores do mesmo modo
como nós, e nem tão pouco teria a visão da flor destorcida pelas ondulações na
água e pela limpidez ou turvação da água, portanto, reconhecemos que do mesmo
modo, se estivermos a olhar as profundidades da nossa própria aura, vendo a
imagem reflectida nas profundidades da mesma, podemos enganar a nós mesmos, nem
que seja por um pouco, o que, por esse motivo, entendemos e reconhecemos que é bem
melhor, quando isso se mostra conveniente, fitarmos outra pessoa.
O importante, é
estarmos consciente de que se estivermos olhando a forma nua de alguma pessoa,
é frequente que a mesma assim fitada se mostre nervosa ou embaraçada, o que nesse
caso, podemos dizer que o etérico se encolhe, ficando quase todo no corpo, e a
própria aura se fecha bastante, instavelmente falsificando as cores,
entretanto, reconhecemos que é necessária a prática para conseguir fazer um bom
diagnóstico, porém, o principal é enxergarmos, inicialmente, qualquer cor, não
importa se verdadeira ou falsa, isso porque, afirmamos que o melhor de tudo é
conversar com o voluntário ou a voluntária, e façamos uma conversa sem qualquer
importância, até mesmo ociosa, a fim de pô-la à vontade e mostrar que nada vai
acontecer se não tivermos livres e desprendidos de todos e quaisquer
sentimentos que nos aprisionem. Assim que a sua pessoa se puser à vontade, estamos
certos de que o seu etérico recuperará as proporções normais e a própria aura
fluirá para fora, a fim de preencher completamente o invólucro áurico, isto
porque, de muitos modos, podemos comparar ao hipnotismo, em que o hipnotizador
não sai por aí, simplesmente atacando uma pessoa, e que a hipnotize nesse mesmo
lugar, o que, em geral, há uma série de sessões, onde o hipnotizador
inicialmente vê o paciente, e eles formam uma espécie de construção ou uma base
comum de compreensão mútua, e o hipnotizador poderá até mesmo experimentar
truques de menor importância, tais como ver se o paciente responde ao
hipnotismo elementar, o que, após duas ou três sessões, o hipnotizador põe o
paciente inteiramente em transe, fazendo assim o que podemos chamar de viagens
hipnóticas.
Entraremos agora em
uma segunda fase de nosso trabalho-estudo, o que chamamos de ensino
aprendizado, isso porque, reconhecemos que vai ser um ensino de nossa parte que
consideramos muitíssimo importante para o nosso crescimento, pois queremos que
os nossos amados leitores saboreiem o mel de nosso trabalho-estudo, assim
sendo, de agora em diante, sugerimos que esperemos até estarmos cómodos, sem
quaisquer preocupações mentais e espirituais, com barriga cheia e sem sentir
fome, porém, sem ter comido demais, então entraremos agora para a casa de
banho, tomemos então um belo banho, isso porque, se quisermos nos livrar de quaisquer
influências advindas das nossas roupas, e depois pratiquemos de modo a que
possamos ver a nossa própria aura. É,
portanto, tudo uma questão de prática, mesmo porque, em nossos ensinamentos
anteriores, examinamos o corpo como centro do etérico e da aura, mesmo porque, passamos
do corpo para fora, examinando o etérico e, depois, fizemos então uma grande descrição
da aura, com as suas estrias de cor, indo ter à pele áurica externamente, em
que, tudo isso é de extrema importância, o que aconselhamos a voltarmos e relermos
aos ensinamentos anteriores, pois nesta etapa, vamos preparar o terreno para
deixar o corpo, entretanto, a menos que tenhamos conhecimentos claros sobre o
etérico, a aura, e a estrutura molecular do corpo, poderemos encontrar algumas
dificuldades, porém, superaremos todas as dificuldades, mesmo porque, sabemos
que o corpo humano consiste, como vimos, de uma massa de protoplasma, e que,
essa massa de moléculas espalhadas por um certo volume de espaço, de modo muito
semelhante àquele pelo qual um universo ocupa um espaço-volume de espaço-espaço.
Portanto, agora, conscientemente, vamos caminhar para dentro, afastando-nos da
aura, afastando-nos do etérico, e entrarmos no corpo, mesmo porque, sabemos que
esse corpo de carne é apenas um veículo, apenas um conjunto de matérias a
indumentárias de um actor que vive o papel que lhe destinaram, no palco deste
mundo chamado planeta Terra, porém, todos nós já expusemos que dois objectos
não podem ocupar o mesmo espaço, e que, tudo isso é razoavelmente correcto,
quando pensamos em tijolos, ou madeira, ou pedaços de metal, mas se dois
objectos tiverem uma vibração diferente, ou se os espaços entre os seus átomos
e neutrões e protões tiverem amplidão suficiente, podemos dizer, então, que nessas
condições um outro objecto pode ocupar o mesmo espaço, o que, podemos achar
esse facto difícil de compreender, de modo que vamos apresentá-lo de um modo
diferente, dando talvez dois exemplos. Se conscientemente apanharmos dois copos
e os enchermos até a borda com água, verificará que, se colocar um pouquinho de
areia digamos, uma colher de chá em um dos copos cheios, a água transbordará e
escorrerá pelo lado, demonstrando que nesse caso a água e a areia não podem
ocupar o mesmo espaço, de modo que uma tem de ceder, isso porque, sendo a areia
mais pesada, a areia vai para o fundo do copo e com isso faz erguer o nível do
copo, até ao ponto em que a água transbordará o copo. Voltemos ao outro copo
que também foi cheio com água até à borda, cheio ao mesmo nível que o primeiro
copo, agora, se colocarmos vagarosamente açúcar ou sal no copo, verificaremos
que será possível colocar até seis colheres de chá, cheias de açúcar ou sal, no
copo, antes que a água transborde, entretanto, se o fizermos devagar, veremos o
açúcar ou o sal desaparecerá, em outras palavras, eles se dissolverão, e ao
dissolverem-se, as suas próprias moléculas ocupam o espaço entre as moléculas
da água, e assim não ocupam mais espaço e sim o mesmo espaço. Assim sendo, reconhecemos que quando
todo o espaço entre as moléculas da água forem preenchidos com moléculas de
açúcar ou do sal é que o açúcar ou o sal em excesso se acumula no fundo e acaba
por fazer com que a água transborde no copo, o que, sabemos que neste caso,
temos a prova clara de que dois objectos podem ocupar o mesmo espaço, e isso é
fenomenal. Examinemos agora o sistema solar, isso porque, reconhecemos que se trata
de um objecto, uma entidade, em que, existem moléculas, ou átomos, aos quais
chamamos mundos, andando pelos espaços infinitos, e se é que é verdade que dois
objectos não podem ocupar o mesmo espaço, então não poderíamos enviar um
foguete da Terra ao espaço, nem tampouco poderiam pessoas de outros universos
entrarem em nosso planeta Terra, isso porque se o fizessem estariam ocupando o nosso
espaço e certamente haveria conflito, alguém transbordaria, assim sobre
condições adequadas é possível que dois objectos ocupem o mesmo espaço sim,
além do mais reconhecemos que o corpo humano, consistindo de moléculas com
certa quantidade de espaço entre os átomos, também acomoda outros corpos,
corpos ténues, corpos espirituais, como também, aquilo a que chamamos corpos
astrais, e que, esses corpos ténues são precisamente o mesmo, em composição,
que o corpo humano, isto é, ambos consistem de moléculas, exactamente como a o
planeta Terra, o chumbo, a madeira, consistem em um certo arranjo molecular
moléculas de certa densidade os corpos espirituais possuem moléculas em número
menor, e mais distantes entre si, o que reconhecemos que desse modo, afirmamos
inteiramente possível que um corpo espiritual se ajuste a um corpo carnal, no
contacto mais íntimo, sem que nenhum dos dois ocupe espaço necessário ao outro.
Importante entender e
reconhecer que o corpo astral e o corpo físico estão perfeitamente ligados pelo
Cordão de Prata, e que, este Cordão de Prata é uma massa de moléculas vibrando
em velocidade tremenda, e de certo modo se apresenta semelhante ao cordão-umbilical
que liga divinamente a mãe ao filho, em que, na mãe, impulsos, impressões e
nutrição vão dela à criança até o momento de seu nascimento, e quando a criança
nasce e o cordão-umbilical é cortado, a criança morre para a vida que conheceu
antes, isto é, torna-se uma entidade separada, uma vida separada, já não faz
parte da mãe, de modo que morre como parte desta, e adquire a sua própria
existência. O importante é saber que o Cordão de Prata liga o eu superior e o
corpo humano e as impressões vão de um para o outro, durante cada minuto da
existência do corpo carnal, e que, impressões, ordens, lições e, às vezes, até
mesmo alimentação espiritual descem do eu superior para o corpo humano,
entretanto, quando a morte ocorre, o Cordão de Prata é rompido e o corpo humano
fica como um traje abandonado, enquanto o espírito prossegue sua jornada, o que
devemos afirmar que existe um certo número de corpos espirituais, isso porque,
estamos abordando o corpo de carne e o corpo astral, neste exacto momento, e
que, em toda a nossa forma actual de evolução, existem nove corpos separados,
cada qual ligado ao outro por um Cordão de Prata, entretanto, estamos a tratar
agora mais da viagem astral e de questões intimamente relacionadas com o plano
astral, portanto, sabemos que o homem é um espírito encerrado por um período
breve num corpo de carnes e ossos, encerrado a fim de que possa aprender as lições
e adquirir experiências, e que, essas experiências que não poderiam ser
adquiridas pelo espírito sem o uso de um corpo físico, o corpo carnal do homem,
é, portanto, um veículo que se vê impulsionado, ou manipulado, pelo eu superior.
Temos por certo que alguns preferem utilizar o termo alma mas nós usamos sempre
o termo eu superior, por ser mais conveniente, sendo, portanto, a alma uma
questão diferente, na verdade, pois o eu superior é o controlador, o dirigente
do corpo que está num plano ainda mais elevado, e o cérebro do ser humano representa
uma estação de relês, um centro telefónico, uma fábrica completamente
automatizada, que recebe as mensagens do eu superior e converte as ordens do
mesmo em actividades químicas ou actividades físicas, que mantém o veículo corpo
humano vivo, e faz com que os músculos trabalhem, causando diversos processos
mentais, o que, também retransmite ao eu superior as mensagens e impressões das
experiências adquiridas.
Importante lembrarmos
e construirmos os nossos pensamentos que muitas das vezes temos que ir fugindo
às limitações do corpo, como um motorista que de vez em quando abandona o
automóvel, o ser humano pode ver o mundo maior do espírito e avaliar as lições
aprendidas enquanto se acha encerrado na carne, entretanto, aqui estamos a
falar do físico e do astral com, talvez, menções curtas ao eu superior, mesmo
porque, mencionamos o astral, de modo muito particular, porque, enquanto se
acha nesse corpo, o ser humano pode viajar a lugares distantes em um piscar de
olhos, pode ir a qualquer lugar, em qualquer momento, e pode até mesmo ver o
que velhos amigos ou parentes estão fazendo, o que, com prática, o ser humano pode
visitar as cidades do mundo e as grandes bibliotecas do mundo em um piscar de
olhos, tornando-se fácil, mediante a prática, visitar qualquer biblioteca e
consultar qualquer livro, ou qualquer página de um livro sem nem sequer mexer
no corpo físico. Não podemos esquecer de que a maioria das pessoas fazem julgamentos
que não pode abandonar o corpo físico e pensa assim porque no mundo ocidental foi
muitíssimo condicionado, o que durante toda a vida, a desacreditar em coisas
que não possam ser apalpadas, desmanteladas ou retalhadas e, depois, debatidas
em termos que em nada significam. Assim sendo, de forma igual comparamos em
sentimentos simples e frágeis no que diz respeito as crianças que acreditam em
fadas e duendes, e que essas coisas verdadeiramente existem, naturalmente, só
que nós, que as podemos ver e conversar com elas, chamamo-las espíritos da natureza,
entretanto, muitas são as crianças de pouca idade que têm companheiros
invisíveis como se fossem brinquedos, o que, para os adultos, essas crianças
vivem em um mundo a fingir, conversando animadamente com amigos que não podem
serem vistos pelos adultos cépticos, isso porque, as crianças sabem que esses
amigos são verdadeiros, reais e íntimos. Entendemos ainda que à medida que as
crianças crescem os mais velhos riem-se, ou zangam-se por causa das suas supostas
imaginações, e isso acontece porque, os seres humanos mais velhos, que já esqueceram
suas próprias infâncias e os modos como os seus pais agiram, chegam ao ponto de
bater nas crianças por serem consideradas mentirosas ou por mostrarem-se
excessivamente imaginativa, o que, com o tempo, as crianças são hipnotizadas
passando a crer que não existem tais coisas como espíritos da natureza ou fadas
e, a seu turno, essas crianças crescem formam famílias próprias e não estimulam
os seus próprios filhos a ver ou brincar com os espíritos da natureza, o que
neste exacto momento vamos afirmar, de modo inteiramente afirmativo, que
existem os espíritos da natureza, quer se chamem fadas, ou duendes qualquer que
seja o nome que lhes demos, eles são verdadeiros e que fazem boas obras, e os seres
humanos, em suas ignorâncias e arrogâncias ao negarem a existência destas
entidades, negam a eles mesmos uma situação fabulosa e um repositório maravilhoso
de informações, pois os espíritos da natureza ajudam aqueles de quem gostam, e
ajudam aqueles que acreditam neles, mesmo porque, reconhecemos que não existem
limites ao conhecimento do eu superior, existem limites muito verdadeiros às
capacidades do corpo o corpo físico. Cremos que praticamente quase que todos os
seres humanos na Terra deixam o corpo, quando encontram-se adormecidos, o que,
ao despertarem dizem que tiveram sonhos, porque, também neste caso, os seres
humanos aprenderam a acreditar que esta vida aqui sobre a Terra é a única que
importa, isso porque, são ensinados que não realizam viagens quando se
encontram adormecidos, assim também, é que as experiências maravilhosas são
racionadas e transformadas em sonhos, entretanto, muitas são as pessoas crêem que
poder deixar o corpo à vontade e viajar a distâncias bem grandes, com rapidez,
regressando ao corpo horas após, com conhecimentos completos de tudo que
fizeram, do que viram e pelo que passaram. Cremos ainda que muitas pessoas podem
deixar os seus corpos e efectuarem algumas viagens astrais, entretanto, é
preciso que eles acreditem que o podem fazer, sendo inteiramente inúteis para todos
aqueles que emitem pensamentos contrários, de descrenças, ou pensamentos de que
não possam fazer essas viagens, quando na verdade, é notavelmente fácil viajar
no astral, quando se passa pelo primeiro obstáculo, o medo.
O mais importante é
observarmos que o medo é, portanto, o grande travão de todos esses processos de
viagens astrais, entretanto, a maioria das pessoas tem de suprimir os seus medos
instintivos de que abandonar os seus corpos significará literalmente morrer,
porém, algumas pessoas têm um receio mortal de que, se deixarem os seus corpos,
talvez não consigam voltar a eles, ou de que algumas outras entidades possam entrar
nos mesmos, o que reconhecemos que tais concepções tratam de coisas
inteiramente impossíveis, a menos que essas criaturas abram os seus portões
através dos seus medos, e aqueles não receiam não sofrem nenhum desses malefícios.
O interessante ainda, é que, o Cordão de Prata não pode ser rompido quando
estamos a fazer uma viagem astral, e ninguém e nenhuma entidade pode invadir o nosso
corpo, a menos que façamos um convite definido, ao ficarmos apavorados, mesmo
porque, sempre podemos regressar sempre ao nosso corpo, exactamente como sempre
acordamos, após noite após noite de sono, o que temos, então a recear é o ter
medo, isso porque, o medo é a única coisa que ocasiona sempre o perigo, e como
todos nós sabemos as coisas por nós receadas raramente acontecem. O que nos
chama muito a atenção, é observarmos que os nossos pensamentos são os nossos
maiores obstáculos, após os medos, mesmo porque os pensamentos e as razões,
apresentam alguns problemas, e que, esses dois, os pensamentos e as razões, impedem
que escalemos montanhas altas, as razões nos dizem que um escorregão far-nos-á
cair, estraçalhando-nos, assim sendo, é que devemos reprimir os pensamentos e as
razões.
Bastante esclarecedor no que respeita à interligação do corpo Astral com o físico, um não vive sem o outro. Agradeço as experiências que podemos realizar dentro do nosso espaço físico. Grande Abraço.
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