SEGREDOS E MISTÉRIOS
Portanto, entendem e reconhecem que o
cumprimento dos princípios e conceitos de não serem revelados os Segredos Maçônicos
Esotéricos, não afirma que alguém é verdadeiramente um Maçom, homem e mulher,
macho e fêmea, livre e de bons costumes. Entretanto, se esse Maçom, homem e
mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, não assumiu publicamente essa
condição, reconhecendo que optou por não declarar sua característica
Iniciática, isso deve ser respeitado e cuidado por todos os verdadeiros Maçons,
homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, que cumprem
todos e quaisquer cuidados em proteger incondicionalmente os seus verdadeiros
Irmãos e irmãs, verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres
e de bons costumes e principalmente a Augusta e Suprema Ordem Iniciática
Poderosíssima Maçonaria que supera em tudo e por tudo os limites humanos,
entrando em dimensões sobrenaturais. Outra das razões que entendem e reconhecem
justificar ainda o cumprimento de preservar os Segredos Maçônicos Esotéricos,
considerados e aceitos como princípios fundamentais nas vidas dos verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, nos fazem
entender e crer na pureza sólida de tais princípios. Entretanto, entendem e
reconhecem que tais princípios e conceitos preservados revelam a essência da
pureza da Acácia e isso é bom e proveitoso para todos os verdadeiros Maçons,
homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes. A Augusta e
Suprema Ordem Iniciática Poderosíssima Maçonaria, como sendo de fato e de
direito a maior e mais presente Fraternidade de Ordem Iniciática de toda
história da humanidade, implica, portanto, o reconhecimento da dignidade do
outro em todas as circunstâncias, o que, também, ocorre de maneira imparcial em
nossas mentes em reconhecermos a importâncias das demais Ordens Iniciáticas ou
não. Implica também, o incondicional respeito pelo outro, pela sua inteligência,
pelas suas escolhas. Entretanto, não podemos e não devemos permitir que ações
discriminatórias encontrassem espaços nos relacionamentos pessoais. Para todos
nós verdadeiros maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons
costumes, em todos os nossos relacionamentos Maçônicos e profanos devemos
sempre respeitar todos os limites de ações e responsabilidade de cada indivíduo,
sabendo que, como seres humanos todos nós somos falhos e como verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, devemos
exercer incondicionalmente as nossas condições de instrumentos sociais de
edificações, transformações, revelando o que somos, e como somos. Sendo assim,
reconhecemos e aceitamos que, se um verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e
fêmea, livre e de bons costumes, divulgasse que outrem tem essa qualidade, sem
que o visado tivesse previamente assumido a mesma publicamente, estaria,
sobretudo a desrespeitá-lo, como também, a desrespeitar essa sua escolha. Se o
visado não se tinha assumido publicamente como verdadeiro Maçom, homem e
mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, isso resultava de uma análise
do mesmo, de uma escolha sua, portanto, cabendo exclusivamente ao visado assumir
e definir essa decisão. Ao que, conscientemente observamos tais situações, o
que percebemos que essa análise e escolha que era seu direito fazer e que somente
a ele competia fazer, jamais poderia ser quebrada por quem quer que seja. Divulgar
que esse que se não assumiu como verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e
fêmea, livre e de bons costumes, é sem sombras de dúvidas um verdadeiro Maçom, homem
e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, corresponde a substituir, a
desvalorizar, a desconsiderar, o juízo por ele feito, em favor do juízo ou da
falta de juízo do próprio. A decisão de cada um de se assumir publicamente como
verdadeiro Maçom, homem ou mulher, macho ou fêmea, livre e de bons costumes, a cada
um pertence essa decisão, e não aos demais. Entretanto, entendem e reconhecem
que não podendo e não devendo, promover uma declaratória que por tal promoção a
aceitação ou a rejeição de tal pessoa nos seios das sociedades. Portanto, entendem
e reconhecem não ser apropriado por nenhum outro Maçom, homem ou mulher, macho
ou fêmea, livre e de bons costumes, por mais privilegiado que seja o direito de
divulgar e determinar quando e como isso deve ou não acontecer. Não é
competência de nenhum outro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de
bons costumes, confessar, publicar e fazer conhecido quem é, como também quem
não é Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, isso
porque, cabe tão somente a pessoa esse atributo e que deve ser respeitado,
aceitado e entendido. Entendemos e reconhecemos, que, em nome dos respeitos
mútuos, de uns para com os outros, pelas suas inteligências universalizadas,
pelas suas capacidades de análises pessoais, pelas suas escolhas, que são
inerentes aos elos que unem todos os verdadeiros Maçons, homens e mulheres,
machos e fêmeas, livres e de bons costumes, a saber: Os elos dos exercícios
pessoais e incondicionais de todos os aspectos arraigados na Fraternidade,
seguindo fielmente os propósitos da Augusta e Suprema Ordem Iniciática
Poderosíssima Maçonaria, que em seus universais elos fraternais, de relações justas
e perfeitas, promovem aos Seus Filhos essas essências de serem o que são. Tendo,
portanto, consciência de que, trair esses elos, por mais simples que os
pareçam, mais do que trair o outro, seria traição a si próprio e a todos os
Irmãos e principalmente traição imperdoável a Augusta e Suprema Ordem
Iniciática Poderosíssima Maçonaria.
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