LIMITES E AÇÕES
O interessante de todas essas manobras é
sabermos que o fato que realmente fez com que a Igreja Católica Apostólica
Romana entendesse e pretendesse condenar Augusta e Suprema Ordem Iniciática
Poderosíssima Maçonaria aconteceu a partir do processo da reunificação da
Itália. O que se sabe é que os traumas herdados desse episódio não serão jamais
esquecidos por alguns setores conservadores da Igreja Católica Apostólica
Romana, que não só perderam os domínios dos Estados Pontifícios como também as
influências dominantes sobre tudo e sobre todos. Além de tudo, percebemos e
reconhecemos que a Itália, nesta época, era uma verdadeira manta de retalhos,
ou seja, uma verdadeira colcha de retalhos, constituída por vários Estados Pontífices
entre os quais sabem que todos os Estados Pontifícios, correspondiam a
aproximadamente 13,6% do território total da Itália, ou seja, eram cerca 41.000
Km², que supostamente pertenciam ao Clero Católico Apostólico Romano. O que
também, sabem todos que Estados Pontifícios se localizavam basicamente na Região
Central, gozando de inúmeros privilégios geográficos. Além do mais, sabem que as
populações dos Estados Pontifícios não tinham acessos aos cargos públicos de
relevâncias. Sabem também que praticamente todos os Católicos Apostólicos
Romanos habitantes dos Estados Pontifícios viviam exclusivamente debaixo dos
ditames do Vaticano. Assim sendo, sabem que praticamente todas as Instituições
Públicas eram exploradas exclusivamente pelo Clero Católico Apostólico Romano, assim
como um grande exercito e confrarias de súditos, praticamente todos os
funcionários públicos usavam os seus respectivos hábitos, uniformizados
caracterizando a servidão e a submissão total a Igreja Católica Apostólica
Romana. Mesmo sendo funcionários e servidores públicos, eram entendidos que, para
a Igreja Católica Apostólica Romana, todos os seres humanos que habitavam naqueles
territórios eram servos incondicionais de todos os desejos e determinações
impostas pela Igreja Católica Apostólica Romana, e que, deviam verdadeiras e
incondicionais obediências aos seus dogmas mortais e vergonhosos. O
interessante é observarmos que praticamente todos os inconformismos
populacionais com os ditames impostos pela Igreja Católica Apostólica Romana,
principalmente com relação a alguns Irmãos e Irmãs, verdadeiros Maçons, homens
e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, e os adeptos dos
movimentos de libertações, já tinham ultrapassado as fronteiras dos Estados
pontifícios. Assim sendo, liderados pelos verdadeiros Maçons, homens e
mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, os liberais se
organizaram e começam precisamente em 1767 movimentos autênticos, sólidos e libertadores.
Entendem que o primeiro passo dado pelos líderes libertadores verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, foi à
expulsão dos Jesuítas conservadores da Cidade de Nápoles. O que também, entendem
que com as crescentes adesões e estruturações dos movimentos libertadores, precisamente
em 1797, os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de
bons costumes, verdadeiros revolucionários se organizam como Força Política e
fundam a Carbonária, uma Organização de caráter Político Independente, porém,
estreitamente ligada da Augusta e Suprema Ordem Iniciática Poderosíssima Maçonaria,
que tinha como objetivo principal a Unificação da Itália.
Nenhum comentário:
Postar um comentário