Para que permaneçamos imparciais com referências aos
assuntos que tratamos neste trabalho-estudo, é necessário que façamos
observações profundas quanto aos seus próprios efeitos, a partir dos nossos
próprios conceitos e concepções. E que, também, tudo isso se faz necessário
pelo fato de termos constatado que nem sempre as convicções ou intenções
iniciais da maioria dos historiadores se confirmam no transcorrer dos seus
trabalhos e estudos de pesquisas documentais e bibliográficas e até mesmo nos
trabalhos orais. Porém, nem tanto por isso a pesquisa se torna irrelevante ou
insignificante. O que realmente nos interessa nestes casos, são os fatores conscientizadores
e formadores de opiniões, pois não podemos e não devemos tendenciar um trabalho-estudo
ao nosso bel prazer. Temos, portanto, que buscar de maneira consciente, fazer
com que o leitor, conheça sempre os dois lados das histórias, relações, ações, numa
visão sempre crítica e construtiva, respeitando sempre os dois lados.
Entendemos que todos os trabalhos-estudos, têm sempre o
seu lado de fidelidade a originalidade dos assuntos estudados e apresentados, o
que entendemos e reconhecemos ser prudente respeitarmos. Porém, de maneira
construtiva queremos deixar espaços críticos a todos os amados leitores, amigos
e amigas, quanto ao presente trabalho-estudo. Entendemos, que tudo isso se faz
necessário, porque, percebemos que os nossos amados leitores são pessoas conscientes,
responsáveis e críticos. São, sem sombras de dúvidas, homens e mulheres
conscientes dos fatos históricos, mesmo com todas as suas versões, que podem
ser aceitas ou não, e que em determinados pontos contrariam os nossos objetivos.
Mas, no tocante ao presente trabalho-estudo, queremos deixar livre a
participação direta dos amados leitores, para que façam suas criticas, com a
certeza de que juntos, possamos crescer em conhecimentos e em verdades. Promovendo
sempre conscientemente as criticas construtivas no sentido de melhorarmos cada
vez mais, os nossos trabalhos-estudos. É por esta e outras razões, que
apresentamos também o presente trabalho-estudo no formato Word, para que os
amados leitores entrem livremente como participantes efetivos, contribuindo com
suas opiniões, quebrando todos os paradigmas que conceituam os escritores como
absolutos e infalíveis.
Queremos realçar que nos poucos trabalhos-estudos que
se referem à discussão da Poderosíssima Maçonaria, sejam diretamente ou
paralelamente direcionadas ao sexo feminino, principalmente nas relações das
mulheres nos seios das sociedades. Entendemos que devemos buscar de maneira
mais objetiva, entender os dois lados, isso porque, em pleno século XXI, muitos
dos nossos Irmãos, Lojas e Potências, desconhecem a presença viva e atuante das
mulheres na Poderosíssima Maçonaria. O que, é verdadeiro, é que, desde os
primórdios da humanidade, a mulher esteve sempre presente com seus mistérios
sobrenaturais, ocultos e indispensáveis. Assim como desconhecem a presença viva,
constante, autentica, eficazes e indispensáveis de Padres, Bispos, Cardeais, Papas,
Pastores Evangélicos, Magos, Monges, Médiuns, Cientistas, etc.. Porém, sem
querer julgar ou condenar ninguém, mesmo porque, o que, queremos é tão somente
esclarecer alguns fatores que consideramos serem de fundamentais importâncias
em todos esses processos construtivos. Entretanto, nós, homens e mulheres, machos
e fêmeas, livres e de bons costumes, enxergamos com bons olhos a presença de
lideres religioso, sejam quais forem os seus credos e doutrinas religiosas,
profissionais liberais, autoridades diversas, bem como a presença viva e atuante
das mulheres. Além, do mais, somente com a presença das mulheres é que formamos
um mesmo corpo universalmente e humanamente falando, e caminhamos para os mesmos
destinos, buscamos os mesmos alvos, e em todos os segmentos sociais ali estão
às mulheres presentes e atuantes, abrilhantando e promovendo os sentimentos
misteriosos e poderosos, que encantam e desencantam num simples olhar, imagine
em seus atos conscientemente planejados e estudados.
Entendemos que para todos nós, homens e mulheres,
livres e de bons costumes, verdadeiros Maçons, são mais que um simples desafio,
haja vista que há poucas fontes literárias a este respeito. Mas, o que nos
deixa confortáveis, é que graças ao Grande
Arquiteto do Universo, existem Lojas e Potências Mistas em todas as
partes do globo terrestre, praticamente em todos os países, e que dão suas
indispensáveis contribuições a humanidade de maneira exemplar, fiel, firme,
coerente e sem sombras de dúvidas Justa e Perfeita. Portanto, entendemos que a
nossa maior motivação de pesquisar, catalogar e apresentar um trabalho-estudo
sobre o Poder Universal da Poderosíssima Maçonaria e o poder segmentado das
mulheres, utilizando-se dos conhecimentos históricos, com sentimentos livres de
promovermos motivos para que, outros trabalhos-estudos sejam de iguais modos
apresentados e aceitos. Mesmo porque, acreditamos ser de grandes e valorosos
proveitos, para que parte deste trabalho-estudo revele as certezas edificantes de
que o nosso trabalho-estudo ao ser realizado, apresentado, estudado e aceito
pelos nossos ilustres leitores, servirá sem sombras de duvidas como uma futura
fonte para outros trabalhos-estudos, seja nos campos acadêmicos ou filosóficos.
O mais importante de tudo isso, é que, reconhecemos, entendemos e enxergamos
que este trabalho-estudo servirá de base para futuros trabalhos-estudos de imensas
grandezas, abrindo maiores espaços para discussões construtivas acerca desses
dois objetos.
Procuramos de maneira responsável, transparente,
imparcial, dinâmica, apresentar um trabalho-estudo, que não fosse dividido em capítulos,
e que tivesse sua formatação, em forma de uma longa carta, para que os nossos
amados leitores não tenham que dividir ou subdividir o presente trabalho-estudo.
Entendendo que a divisão em determinados capítulos, pudesse abrir tendência visíveis
a algumas posições do autor. Por esta e outras razões, deixamos livre para que
cada um dos nossos amados leitores faça a sua divisão ou subdivisão, da maneira
que entender ser melhor e mais compreensível. Mesmo porque, lendo o presente trabalho-estudo
como se ler uma grande carta, certamente os amados leitores mergulharão nos
sentimentos positivos do autor que faz transparecer um sentimento de amor e
vida pela Poderosíssima Maçonaria, e pela obra magnífica do Grande Arquiteto do Universo, a saber,
a mulher.
Existem algumas necessidades urgentes de concebermos
que as mais diversas histórias humanas, que foram e continuam sendo
maravilhosamente escritas por grandes e renomados estudiosos, historiadores,
pesquisadores, autodidatas, não se desenrolam ou se não materializam apenas nos
campos das batalhas, das guerras, dos conflitos, das divergências políticas,
ideológicas, sociais, religiosas, étnicas, etc., e nem tão pouco, nos gabinetes
de quem supostamente acredita ser infalível autor da história. Mesmo porque, as
mais diversas modalidades história, subdivididas em histórias, são compostas
por diversos motivos, segmentos e sentimentos. Portanto, não podemos e não
devemos atribuir a historia como exclusivas aos presidentes, governadores,
prefeitos, papas, cardeais, bispos, pastores, rabinos, lideres religiosos,
lideres políticos, facções. Entendemos que as histórias são compostas por
todos, e na maioria das vezes escritas por poucos, mesmo assim, estes poucos,
não podem e não devem arrogar para eles os direitos de manipularem as histórias
aos seus prazeres de entendimentos e exclusividades, devem compartilhar, pois
todos nós somos diretamente e indiretamente sujeitos das histórias, locais,
regionais, nacionais, continentais e universais.
Entendemos, defendemos e acreditamos que as histórias quando
são verdadeiramente desvendas se desenvolvem também nos m ais diversos campos
sociais, tais como: Nos grupos de pequenos e grandes produtores rurais. Nos
grupos de pequenos e grandes criadores. Nas simples donas de casa e nas mais
sofisticadas madames. Nos pais pobres e nos pais ricos. Nas mães simples e nas
mães exuberantes e luxuosas. Nos filhos pobres e nos filhos ricos. Nos
empregados e nos patrões. Nos liderados e nos líderes. Entre as simples plantas
nos quintais dos casebres e entres os belos jardins dos palácios. Entre os
casebres e as gigantescas mansões. Entre criadouros de galinhas e entre criadouros
de faisões. Nas ruas e vielas dos subúrbios e as grandes e sofisticadas
avenidas. Nos campinhos de pelada da periferia e nos grandes estádios de
futebol. Nas pracinhas onde os aposentados jogam suas paridas de baralhos,
dominós e nas grandes casas de jogos e belos e sofisticados cassinos. Nos
prostíbulos de beiras de estradas, cabarés das cidades pequenas, nas
sofisticadas casas noturnas. Nas escolinhas a pau a pique do interior e das
zonas rurais e nos colégios e universidades de altos padrões. Nas fabriquetas
de fundos de quintais e nas grandes e poderosas usinas, fábricas. Nos namoros
de esquinas e nos ficar dos famosos.
Entendemos e acreditamos que a vida é sempre um
romance, seja ele de uma beleza exuberante, enaltecendo os sentimentos que
conforta os corações, ou até mesmo um romance de cunho policial, ferindo os
sentimentos, revelando faces ocultas dos seres humanos que envergonham a
humanidade. Por isso mesmo, é que nós conscientemente quisemos fazer deste nosso
trabalho-estudo a nossa poesia do poder. O que, também, revela duas faces
importantíssimas, de nossas histórias e relacionamentos. Sendo que, a primeira é
de cunho universal, sem fronteiras, sem dogmas, sem rotulo possessório, sem
placa patronal, a saber, a Poderosíssima Maçonaria. E que, a outra, as segunda,
é para todos nós considerada uma obra divina, que aparentemente parece tão
pequena, tão frágil tão, meiga, mas, que faze a diferença em qualquer que seja
a circunstancia, a saber, as mulheres. E quer, também, em todas essas coisas,
entendemos ser de suma importância, para que os amados leitores leiam e sintam
o quanto é bom e maravilhoso fazer parte de uma das histórias que compõem a
historia. Não apenas como mais um e sim, como um participante ativo e direto. Vivo
e eficaz em todos os conceitos mais importantes de tudo o que se sabe dos seres
humanos, contados pelas histórias, que é a própria história.
Entendemos também, que este nosso trabalho-estudo, pode
ser transformado em uma simples matéria qualquer, humilde e humilhado, como
também, pode ser visto e aceito como um excelente, exaltado conceito, bem como
um edificante trabalho-estudo. Isso tudo dependerá dos olhos e corações da
parte dos que absorvem os ensinamentos neste trabalho-estudo contidos. Mesmo
porque, entendemos que este trabalho-estudo, relata absolutamente históricos
universalizados de todas as coisas que fazem parte direta de uma história que todos
nós somos personagens diretos, autores, e não meramente mais um leitor, perdido
na selva emaranhado de celulose chamado de livro ou livros. Dessa maneira, nos
conforta receber as críticas construtivas de todos os amados leitores, para que
saibamos crescer dentro de um ensino e aprendizado que não tem fim, a saber, o
saber.
Reconhecemos também, que dessa vida supostamente
obscura atribuída a Poderosíssima Maçonaria, quando na realidade, é sem sombras
de duvidas, clara, transparente, edificante e confortadora. Porém, afirmamos
ser a Poderosíssima Maçonaria completamente injustiçada no que dizem respeito
aos comentários infundados de caráter acusatório e condenatório, dos profanos e
de pessoas que dela saíram por motivos superiores. Mesmo porque, a Poderosíssima
Maçonaria é a única Instituição no mundo, que ecoa seu canto de liberdade sem
medo, sem distinção de raça, sem distinção de credo religioso, sem facção ideológica,
sem vínculo a partido político, sem fronteira de nacionalidade. Entendendo e
vivenciando que o verdadeiro canto da liberdade pode e deve ser ecoado em todos
os ouvidos, para que todos ouçam e assim, sintam com prazer e satisfações as
canções da liberdade ecoar sem medo da repressão e sem medo da exclusão. Entendemos
que a nossa vida não pode e não deve ser uma traição à vida. Mesmo porque,
entendemos e reconhecemos que, também, entendemos que só é justo cantar e
recitar poesias se o nosso canto ecoado conduz pessoas, multidões, para a
liberdade. Acima de tudo, faz com que as coisas que não têm voz, como os
livros, sejam contempladas nas ouças aguçadas de todos aqueles que buscam a
liberdade, assim como nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons
costumes.
Ao observarmos os livros históricos percebemos que as
maiorias deles só relatavam a vida dos reis, governantes, grandes
latifundiários, grandes e poderosos, papas etc.. Graças as nossas vozes ecoadas
nos mais distantes rincões dos sertões, podemos escrever a historia de um
simples seringueiro, o saudoso Chico Mendes. De um simples homem do interior,
da roça, um verdadeiro caipira como assim chamamos e que marcou vidas,
histórias, a saber, o inesquecível poderosíssimo Mazarope. De um simples
sanfoneiro do sertão Pernambucano, Poderosíssimo Irmão Luiz Gonzaga que se
transformou em um dos maiores Mitos de todos os tempos, e quem em seu estilo
próprio, marcou e conquistou os quatro cantos da terra, os cinco continentes e
todas as línguas, povos, raças e nações. Porém, esses homens aparentemente
simples e em muitos casos desconhecidos, fizeram as diferenças em suas atuações
seculares, marcando eternamente por seus feitos suas personalidades próprias e
diferenciadas por sentimentos jamais alcançados e que certamente serão
lembrados aqui na terra enquanto seres humanos aqui habitarem. Isso só se
tornou possível, graças aos gritos ecoados no passado e no presente de tantos
Irmãos e Irmãs Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons
costumes, que se dedicaram de corpos e almas e espíritos para que pessoas
comuns como nós fizéssemos de nossas vidas marcos e sentimentos transformadores
em todos os tempos e lugares. Queremos também, esclarecer que nossos Irmãos e
Irmãs que se dedicaram em promover por sentimentos próprios e verdadeiros
mecanismos que brilhantemente escreveram e registraram suas histórias nos seus
gritos ecoados desde os confins dos sertões até aos maiores e mais brilhantes
Centros das Grandes Metrópoles, nos ouvidos aguçados de tantos milhares e
milhões de Irmãos e Irmãs, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons
costumes, espalhados pelo mundo inteiro, seguindo fielmente os Verdadeiros Cantos
de Liberdades, ecoados pelo nosso amado Irmão poderosíssimo Illuminado Luiz
Gonzaga, que já partiu para o Oriente Eterno deixando aqui para sempre seu
legado incomparável.
Vemos que quase nada ou praticamente nada se fazia
sobre as grandes massas populares, a saber, o povão. Hoje é tudo diferente. Vemos
um Presidente da República Federativa do Brasil, sair do meio mais pobre das
sociedades, do meio dos excluídos. E que, hoje se assentando na cadeira mais
importante da governança de uma Nação, gigante pela própria natureza como é o
caso do Brasil. E aos poucos vemos de maneira positiva que se reconhece
indivíduos que outrora eram definidos de forma paternalista como camadas
sociais inferiores comparadas às camadas dos povos civilizados. Quando na
realidade, nós homens e mulheres, livres e de bons costumes, pertencentes à Poderosíssima
Maçonaria, entendemos que são exatamente os trabalhadores e produtores que
produzem que deveriam serem vistos como construtores livres de uma das
histórias intimamente ligadas na história que concordamos não ter fim. Entretanto,
são eles os reais detentores do poder. Pena que quem realmente tem o poder nas
mãos não sabe usar. Alem do mais, quando têm a oportunidade de construir um
reino de igualdade, paz, respeito, se dividem e se destroem entre si.
Reconhecemos a necessidade urgente em revermos as
formas e os conceitos de se fazer história e histórias. Para tanto, devemos
começar em nós mesmos, e por nós mesmos, em construirmos uma nova história. Uma
história que nasce dentro das histórias, formando a história universalizada,
propondo novas abordagens e novos temas para os estudos históricos como um
todo. Inseridos numa história que nasce das histórias, não dos historiadores
contadores de estórias, e sim, dos próprios personagens que vivenciaram
diretamente uma história inserida nas histórias, que formam a história. O que,
também, de maneira verdadeira formaram idéias e conceitos de vida. Não
importando as etnias, religiões, doutrinas, facções, partidos políticos, onde o
principal é o ser humano como centro de todas as atenções sociais. Como ser
principal e não como simples objeto de estudo ou instrumento de trabalho.
Entendemos, reconhecemos e aceitamos que os nossos desejos
e empenhos de estudos das histórias, dentro de um objetivo histórico, rompem
praticamente com todos os paradigmas tradicionais. Mesmo porque, a partir deste
nosso trabalho-estudo, teremos uma nova maneira de vermos a história que
absorve todas as histórias. Entretanto, observaremos a história com outros olhos,
e com ouvidos bem aguçados. Mesmo porque, devemos incorporar não somente a
política elitista, as tradições, os nomes e sobrenomes. Somos chamados a
observarmos acima de tudo a história com olhos e ouvidos críticos aos fatos
anteriores, e os atuais, para que saibamos discernir bem as histórias num
cenário histórico universalizado na história. Assim sendo, fazermos parte como
membros diretos e não como mais um, nas inúmeras historias que formam a
história, participando como autores e críticos literários, e não apenas com
mais um leitor desinformado em meio a um empilhamento de palavras, frases e
textos.
Partindo dessa idéia, confessamos muito em termos
trabalhado, estudado, analisado, e sem sombras de dúvidas, aceito por muitos
dos nossos Irmãos e Irmãs, homens e mulheres, livres e de bons costumes,
leitores críticos. Entendemos que este nosso trabalho-estudo, transparece uma
nova fase de novos objetos de estudos. E o que mais no chamou atenção,
trabalharmos diretamente um assunto pouco abordado no mundo literário e no
mundo da Filosofia Maçônica. Porém, sabemos e aceitamos que a Poderosíssima Maçonaria
tem demonstrado grande afeição, respeito e sentimento positivo a Mulher. Porém
para nós, homens e mulheres, livres e de bons costumes, este trabalho-estudo, é
um tema bastante intimo e seguro. Entretanto, se compararmos os preceitos e
conceitos da Poderosíssima Maçonaria vem no sentido de encubação, proteção,
cuidado, zelo, afeto, carinho, com relação às mulheres. Além do mais, só
podemos comparar a Poderosíssima Maçonaria com uma mãe que detém todos estes
atributos. Além do mais, as mães que se prezam, cuidam e zelam com todas as
forças os seus filhos. De maneira igual, a Poderosíssima Maçonaria faz com
todos os seus filhos iniciados. E como Mãe e Viúva, assim chamada, pois não tem
esposo, não tem dono, não tem senhor, não tem patrão, tem o Grande Arquiteto do Universo, como
Senhor absoluto, Creador de todas as coisas, visíveis e invisíveis,
principalmente Creador da Poderosíssima Maçonaria. Além do mais, a Poderosíssima
Maçonaria, tem a responsabilidade de cuidar de seus filhos órfãos, devendo
apenas obediência e submissão total ao Grande
Arquiteto do Universo. Respeitando rigorosamente as leis de cada país, a
Poderosíssima Maçonaria, demonstra em todos os cantos da terra, que sem sombras
de dúvidas, podemos cumprir o que nos ordena a bondade de convivência, a
suavidade de convivência entre os Irmãos, de Aventais e ainda sem Aventais,
homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes.
O que propomos neste nosso trabalho-estudo faz parte de
um novo olhar sobre as histórias da história, no entanto, não queremos aqui
anular absolutamente nada, e nem tão pouco, interrogar quem quer que seja. Mesmo
porque, aos nossos olhos, com os olhos sobrenaturais, sendo também, considerados
olhos de águia, vemos e enxergamos mais longe, alcançamos coisas que os olhos
ditos profanos não conseguem alcançar e nem tão pouco enxergar o que nós
enxergamos. O que, também, revelamos que praticamente todos nós, homens e
mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, ouvimos coisas que muitos
não conseguem ouvir, escutamos o que muitos não conseguem escutar. Portanto,
afirmamos conscientemente que, nós temos uma visão e uma audição aguçada, por
isso, queremos partilhar e compartilhar de maneira responsável com os nossos
companheiros e companheiras, amigos e amigas, amados leitores, este trabalho-estudo,
que muito contribuirá para o discernimento das histórias nos seios da historia.
E para que, todos nós consigamos compreender o que expomos, refletiremos no que
sabiamente disse o Mestre dos mestres, Yehoshwa Hamashiach, a saber: que muitos
vêem, mas não enxergam, ouvem, mas não escutam, nós, iniciados, homens e
mulheres, livres e de bons costumes, conseguimos divinamente ouvir, escutar,
ver e enxergar, e por isso, queremos partilhar e compartilhar com todos vocês,
amadas e amados leitores.
Ao trabalharmos esses dois temas que consideramos de
suma importância e de grande valia, para os nossos dias, a saber, Poderosíssima
Maçonaria e a Mulher, todos nós entendemos, bem como reconhecemos que não
convenceremos a todos, mesmo porque, não pretendemos chegar a um consenso total
aos olhos dos nossos amados leitores. Entretanto, acreditamos ser impossível
que um trabalho-estudo, convença a todos por tudo. Mas, nós, conscientemente queremos
cruzar algumas informações que possam de maneira positiva contribuir para maior
entendimento no que diz respeito à presença da Mulher dentro da Poderosíssima Maçonaria.
O que, também, consideramos de suma importância sabermos não detalhadamente
tudo por tudo, mas, sabermos o que verdadeiramente nos edifica e nos conforta
quanto aos assuntos aqui estudados e trabalhados. Sabemos também, que todos os
nossos esforços estão direcionados para os nossos amados leitores, e
principalmente para os nossos honrados Irmãos de Aventais, entendendo que em
tudo e por tudo, estaremos promovendo crescimentos aos que ainda não são Irmãos
de Aventais, mas, que absorveram a Filosofia da Poderosíssima Maçonaria.
Em alguns determinados segmentos das histórias
tradicionais, percebemos que vergonhosamente as mulheres foram deixadas de
lado, por alguns motivos, que entendemos não justificáveis. Mesmo porque, as
mulheres, eram consideradas apenas como mais um ser humano nos seios das
sociedades. Pois as mulheres não tinham nenhuma relação com as elites, não
participavam das políticas, por isso mesmo, que os conservadores não
interessavam que as mulheres estivessem lá. Sim as mulheres sempre estiveram
presentes, porém, não com as honras devidas e merecidas. As mulheres estavam em
todos os tempos e lugares sempre presentes, mas, não eram consideradas como
protagonistas das histórias, apenas, eram vistas e aceitas como mais um. Mas
todos nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes,
sabemos e reconhecemos, que as mulheres estavam sempre inseridas nas massas,
nos movimentos, principalmente nos bastidores, dando sempre as suas parcelas de
contribuições pertinentes sempre aos momentos das histórias, seja nos campos
das políticas públicas e partidárias, nos movimentos religiosos, nos movimentos
sociais, nos movimentos culturais. E o que, também, entendemos que é importante
e indispensável destacarmos que as histórias não se fazem somente a partir dos
centros principais. As histórias começam sempre nas periferias, e quando ganha
os centros, as periferias são esquecidas, são geralmente neutralizadas.
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