Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

quarta-feira, 11 de abril de 2018


Para que permaneçamos imparciais com referências aos assuntos que tratamos neste trabalho-estudo, é necessário que façamos observações profundas quanto aos seus próprios efeitos, a partir dos nossos próprios conceitos e concepções. E que, também, tudo isso se faz necessário pelo fato de termos constatado que nem sempre as convicções ou intenções iniciais da maioria dos historiadores se confirmam no transcorrer dos seus trabalhos e estudos de pesquisas documentais e bibliográficas e até mesmo nos trabalhos orais. Porém, nem tanto por isso a pesquisa se torna irrelevante ou insignificante. O que realmente nos interessa nestes casos, são os fatores conscientizadores e formadores de opiniões, pois não podemos e não devemos tendenciar um trabalho-estudo ao nosso bel prazer. Temos, portanto, que buscar de maneira consciente, fazer com que o leitor, conheça sempre os dois lados das histórias, relações, ações, numa visão sempre crítica e construtiva, respeitando sempre os dois lados.
Entendemos que todos os trabalhos-estudos, têm sempre o seu lado de fidelidade a originalidade dos assuntos estudados e apresentados, o que entendemos e reconhecemos ser prudente respeitarmos. Porém, de maneira construtiva queremos deixar espaços críticos a todos os amados leitores, amigos e amigas, quanto ao presente trabalho-estudo. Entendemos, que tudo isso se faz necessário, porque, percebemos que os nossos amados leitores são pessoas conscientes, responsáveis e críticos. São, sem sombras de dúvidas, homens e mulheres conscientes dos fatos históricos, mesmo com todas as suas versões, que podem ser aceitas ou não, e que em determinados pontos contrariam os nossos objetivos. Mas, no tocante ao presente trabalho-estudo, queremos deixar livre a participação direta dos amados leitores, para que façam suas criticas, com a certeza de que juntos, possamos crescer em conhecimentos e em verdades. Promovendo sempre conscientemente as criticas construtivas no sentido de melhorarmos cada vez mais, os nossos trabalhos-estudos. É por esta e outras razões, que apresentamos também o presente trabalho-estudo no formato Word, para que os amados leitores entrem livremente como participantes efetivos, contribuindo com suas opiniões, quebrando todos os paradigmas que conceituam os escritores como absolutos e infalíveis.
Queremos realçar que nos poucos trabalhos-estudos que se referem à discussão da Poderosíssima Maçonaria, sejam diretamente ou paralelamente direcionadas ao sexo feminino, principalmente nas relações das mulheres nos seios das sociedades. Entendemos que devemos buscar de maneira mais objetiva, entender os dois lados, isso porque, em pleno século XXI, muitos dos nossos Irmãos, Lojas e Potências, desconhecem a presença viva e atuante das mulheres na Poderosíssima Maçonaria. O que, é verdadeiro, é que, desde os primórdios da humanidade, a mulher esteve sempre presente com seus mistérios sobrenaturais, ocultos e indispensáveis.  Assim como desconhecem a presença viva, constante, autentica, eficazes e indispensáveis de Padres, Bispos, Cardeais, Papas, Pastores Evangélicos, Magos, Monges, Médiuns, Cientistas, etc.. Porém, sem querer julgar ou condenar ninguém, mesmo porque, o que, queremos é tão somente esclarecer alguns fatores que consideramos serem de fundamentais importâncias em todos esses processos construtivos. Entretanto, nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, enxergamos com bons olhos a presença de lideres religioso, sejam quais forem os seus credos e doutrinas religiosas, profissionais liberais, autoridades diversas, bem como a presença viva e atuante das mulheres. Além, do mais, somente com a presença das mulheres é que formamos um mesmo corpo universalmente e humanamente falando, e caminhamos para os mesmos destinos, buscamos os mesmos alvos, e em todos os segmentos sociais ali estão às mulheres presentes e atuantes, abrilhantando e promovendo os sentimentos misteriosos e poderosos, que encantam e desencantam num simples olhar, imagine em seus atos conscientemente planejados e estudados.
Entendemos que para todos nós, homens e mulheres, livres e de bons costumes, verdadeiros Maçons, são mais que um simples desafio, haja vista que há poucas fontes literárias a este respeito. Mas, o que nos deixa confortáveis, é que graças ao Grande Arquiteto do Universo, existem Lojas e Potências Mistas em todas as partes do globo terrestre, praticamente em todos os países, e que dão suas indispensáveis contribuições a humanidade de maneira exemplar, fiel, firme, coerente e sem sombras de dúvidas Justa e Perfeita. Portanto, entendemos que a nossa maior motivação de pesquisar, catalogar e apresentar um trabalho-estudo sobre o Poder Universal da Poderosíssima Maçonaria e o poder segmentado das mulheres, utilizando-se dos conhecimentos históricos, com sentimentos livres de promovermos motivos para que, outros trabalhos-estudos sejam de iguais modos apresentados e aceitos. Mesmo porque, acreditamos ser de grandes e valorosos proveitos, para que parte deste trabalho-estudo revele as certezas edificantes de que o nosso trabalho-estudo ao ser realizado, apresentado, estudado e aceito pelos nossos ilustres leitores, servirá sem sombras de duvidas como uma futura fonte para outros trabalhos-estudos, seja nos campos acadêmicos ou filosóficos. O mais importante de tudo isso, é que, reconhecemos, entendemos e enxergamos que este trabalho-estudo servirá de base para futuros trabalhos-estudos de imensas grandezas, abrindo maiores espaços para discussões construtivas acerca desses dois objetos.
Procuramos de maneira responsável, transparente, imparcial, dinâmica, apresentar um trabalho-estudo, que não fosse dividido em capítulos, e que tivesse sua formatação, em forma de uma longa carta, para que os nossos amados leitores não tenham que dividir ou subdividir o presente trabalho-estudo. Entendendo que a divisão em determinados capítulos, pudesse abrir tendência visíveis a algumas posições do autor. Por esta e outras razões, deixamos livre para que cada um dos nossos amados leitores faça a sua divisão ou subdivisão, da maneira que entender ser melhor e mais compreensível. Mesmo porque, lendo o presente trabalho-estudo como se ler uma grande carta, certamente os amados leitores mergulharão nos sentimentos positivos do autor que faz transparecer um sentimento de amor e vida pela Poderosíssima Maçonaria, e pela obra magnífica do Grande Arquiteto do Universo, a saber, a mulher.
Existem algumas necessidades urgentes de concebermos que as mais diversas histórias humanas, que foram e continuam sendo maravilhosamente escritas por grandes e renomados estudiosos, historiadores, pesquisadores, autodidatas, não se desenrolam ou se não materializam apenas nos campos das batalhas, das guerras, dos conflitos, das divergências políticas, ideológicas, sociais, religiosas, étnicas, etc., e nem tão pouco, nos gabinetes de quem supostamente acredita ser infalível autor da história. Mesmo porque, as mais diversas modalidades história, subdivididas em histórias, são compostas por diversos motivos, segmentos e sentimentos. Portanto, não podemos e não devemos atribuir a historia como exclusivas aos presidentes, governadores, prefeitos, papas, cardeais, bispos, pastores, rabinos, lideres religiosos, lideres políticos, facções. Entendemos que as histórias são compostas por todos, e na maioria das vezes escritas por poucos, mesmo assim, estes poucos, não podem e não devem arrogar para eles os direitos de manipularem as histórias aos seus prazeres de entendimentos e exclusividades, devem compartilhar, pois todos nós somos diretamente e indiretamente sujeitos das histórias, locais, regionais, nacionais, continentais e universais.
Entendemos, defendemos e acreditamos que as histórias quando são verdadeiramente desvendas se desenvolvem também nos m ais diversos campos sociais, tais como: Nos grupos de pequenos e grandes produtores rurais. Nos grupos de pequenos e grandes criadores. Nas simples donas de casa e nas mais sofisticadas madames. Nos pais pobres e nos pais ricos. Nas mães simples e nas mães exuberantes e luxuosas. Nos filhos pobres e nos filhos ricos. Nos empregados e nos patrões. Nos liderados e nos líderes. Entre as simples plantas nos quintais dos casebres e entres os belos jardins dos palácios. Entre os casebres e as gigantescas mansões. Entre criadouros de galinhas e entre criadouros de faisões. Nas ruas e vielas dos subúrbios e as grandes e sofisticadas avenidas. Nos campinhos de pelada da periferia e nos grandes estádios de futebol. Nas pracinhas onde os aposentados jogam suas paridas de baralhos, dominós e nas grandes casas de jogos e belos e sofisticados cassinos. Nos prostíbulos de beiras de estradas, cabarés das cidades pequenas, nas sofisticadas casas noturnas. Nas escolinhas a pau a pique do interior e das zonas rurais e nos colégios e universidades de altos padrões. Nas fabriquetas de fundos de quintais e nas grandes e poderosas usinas, fábricas. Nos namoros de esquinas e nos ficar dos famosos.
Entendemos e acreditamos que a vida é sempre um romance, seja ele de uma beleza exuberante, enaltecendo os sentimentos que conforta os corações, ou até mesmo um romance de cunho policial, ferindo os sentimentos, revelando faces ocultas dos seres humanos que envergonham a humanidade. Por isso mesmo, é que nós conscientemente quisemos fazer deste nosso trabalho-estudo a nossa poesia do poder. O que, também, revela duas faces importantíssimas, de nossas histórias e relacionamentos. Sendo que, a primeira é de cunho universal, sem fronteiras, sem dogmas, sem rotulo possessório, sem placa patronal, a saber, a Poderosíssima Maçonaria. E que, a outra, as segunda, é para todos nós considerada uma obra divina, que aparentemente parece tão pequena, tão frágil tão, meiga, mas, que faze a diferença em qualquer que seja a circunstancia, a saber, as mulheres. E quer, também, em todas essas coisas, entendemos ser de suma importância, para que os amados leitores leiam e sintam o quanto é bom e maravilhoso fazer parte de uma das histórias que compõem a historia. Não apenas como mais um e sim, como um participante ativo e direto. Vivo e eficaz em todos os conceitos mais importantes de tudo o que se sabe dos seres humanos, contados pelas histórias, que é a própria história.
Entendemos também, que este nosso trabalho-estudo, pode ser transformado em uma simples matéria qualquer, humilde e humilhado, como também, pode ser visto e aceito como um excelente, exaltado conceito, bem como um edificante trabalho-estudo. Isso tudo dependerá dos olhos e corações da parte dos que absorvem os ensinamentos neste trabalho-estudo contidos. Mesmo porque, entendemos que este trabalho-estudo, relata absolutamente históricos universalizados de todas as coisas que fazem parte direta de uma história que todos nós somos personagens diretos, autores, e não meramente mais um leitor, perdido na selva emaranhado de celulose chamado de livro ou livros. Dessa maneira, nos conforta receber as críticas construtivas de todos os amados leitores, para que saibamos crescer dentro de um ensino e aprendizado que não tem fim, a saber, o saber.
Reconhecemos também, que dessa vida supostamente obscura atribuída a Poderosíssima Maçonaria, quando na realidade, é sem sombras de duvidas, clara, transparente, edificante e confortadora. Porém, afirmamos ser a Poderosíssima Maçonaria completamente injustiçada no que dizem respeito aos comentários infundados de caráter acusatório e condenatório, dos profanos e de pessoas que dela saíram por motivos superiores. Mesmo porque, a Poderosíssima Maçonaria é a única Instituição no mundo, que ecoa seu canto de liberdade sem medo, sem distinção de raça, sem distinção de credo religioso, sem facção ideológica, sem vínculo a partido político, sem fronteira de nacionalidade. Entendendo e vivenciando que o verdadeiro canto da liberdade pode e deve ser ecoado em todos os ouvidos, para que todos ouçam e assim, sintam com prazer e satisfações as canções da liberdade ecoar sem medo da repressão e sem medo da exclusão. Entendemos que a nossa vida não pode e não deve ser uma traição à vida. Mesmo porque, entendemos e reconhecemos que, também, entendemos que só é justo cantar e recitar poesias se o nosso canto ecoado conduz pessoas, multidões, para a liberdade. Acima de tudo, faz com que as coisas que não têm voz, como os livros, sejam contempladas nas ouças aguçadas de todos aqueles que buscam a liberdade, assim como nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes.
Ao observarmos os livros históricos percebemos que as maiorias deles só relatavam a vida dos reis, governantes, grandes latifundiários, grandes e poderosos, papas etc.. Graças as nossas vozes ecoadas nos mais distantes rincões dos sertões, podemos escrever a historia de um simples seringueiro, o saudoso Chico Mendes. De um simples homem do interior, da roça, um verdadeiro caipira como assim chamamos e que marcou vidas, histórias, a saber, o inesquecível poderosíssimo Mazarope. De um simples sanfoneiro do sertão Pernambucano, Poderosíssimo Irmão Luiz Gonzaga que se transformou em um dos maiores Mitos de todos os tempos, e quem em seu estilo próprio, marcou e conquistou os quatro cantos da terra, os cinco continentes e todas as línguas, povos, raças e nações. Porém, esses homens aparentemente simples e em muitos casos desconhecidos, fizeram as diferenças em suas atuações seculares, marcando eternamente por seus feitos suas personalidades próprias e diferenciadas por sentimentos jamais alcançados e que certamente serão lembrados aqui na terra enquanto seres humanos aqui habitarem. Isso só se tornou possível, graças aos gritos ecoados no passado e no presente de tantos Irmãos e Irmãs Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, que se dedicaram de corpos e almas e espíritos para que pessoas comuns como nós fizéssemos de nossas vidas marcos e sentimentos transformadores em todos os tempos e lugares. Queremos também, esclarecer que nossos Irmãos e Irmãs que se dedicaram em promover por sentimentos próprios e verdadeiros mecanismos que brilhantemente escreveram e registraram suas histórias nos seus gritos ecoados desde os confins dos sertões até aos maiores e mais brilhantes Centros das Grandes Metrópoles, nos ouvidos aguçados de tantos milhares e milhões de Irmãos e Irmãs, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, espalhados pelo mundo inteiro, seguindo fielmente os Verdadeiros Cantos de Liberdades, ecoados pelo nosso amado Irmão poderosíssimo Illuminado Luiz Gonzaga, que já partiu para o Oriente Eterno deixando aqui para sempre seu legado incomparável.
Vemos que quase nada ou praticamente nada se fazia sobre as grandes massas populares, a saber, o povão. Hoje é tudo diferente. Vemos um Presidente da República Federativa do Brasil, sair do meio mais pobre das sociedades, do meio dos excluídos. E que, hoje se assentando na cadeira mais importante da governança de uma Nação, gigante pela própria natureza como é o caso do Brasil. E aos poucos vemos de maneira positiva que se reconhece indivíduos que outrora eram definidos de forma paternalista como camadas sociais inferiores comparadas às camadas dos povos civilizados. Quando na realidade, nós homens e mulheres, livres e de bons costumes, pertencentes à Poderosíssima Maçonaria, entendemos que são exatamente os trabalhadores e produtores que produzem que deveriam serem vistos como construtores livres de uma das histórias intimamente ligadas na história que concordamos não ter fim. Entretanto, são eles os reais detentores do poder. Pena que quem realmente tem o poder nas mãos não sabe usar. Alem do mais, quando têm a oportunidade de construir um reino de igualdade, paz, respeito, se dividem e se destroem entre si.
Reconhecemos a necessidade urgente em revermos as formas e os conceitos de se fazer história e histórias. Para tanto, devemos começar em nós mesmos, e por nós mesmos, em construirmos uma nova história. Uma história que nasce dentro das histórias, formando a história universalizada, propondo novas abordagens e novos temas para os estudos históricos como um todo. Inseridos numa história que nasce das histórias, não dos historiadores contadores de estórias, e sim, dos próprios personagens que vivenciaram diretamente uma história inserida nas histórias, que formam a história. O que, também, de maneira verdadeira formaram idéias e conceitos de vida. Não importando as etnias, religiões, doutrinas, facções, partidos políticos, onde o principal é o ser humano como centro de todas as atenções sociais. Como ser principal e não como simples objeto de estudo ou instrumento de trabalho.
Entendemos, reconhecemos e aceitamos que os nossos desejos e empenhos de estudos das histórias, dentro de um objetivo histórico, rompem praticamente com todos os paradigmas tradicionais. Mesmo porque, a partir deste nosso trabalho-estudo, teremos uma nova maneira de vermos a história que absorve todas as histórias. Entretanto, observaremos a história com outros olhos, e com ouvidos bem aguçados. Mesmo porque, devemos incorporar não somente a política elitista, as tradições, os nomes e sobrenomes. Somos chamados a observarmos acima de tudo a história com olhos e ouvidos críticos aos fatos anteriores, e os atuais, para que saibamos discernir bem as histórias num cenário histórico universalizado na história. Assim sendo, fazermos parte como membros diretos e não como mais um, nas inúmeras historias que formam a história, participando como autores e críticos literários, e não apenas com mais um leitor desinformado em meio a um empilhamento de palavras, frases e textos.
Partindo dessa idéia, confessamos muito em termos trabalhado, estudado, analisado, e sem sombras de dúvidas, aceito por muitos dos nossos Irmãos e Irmãs, homens e mulheres, livres e de bons costumes, leitores críticos. Entendemos que este nosso trabalho-estudo, transparece uma nova fase de novos objetos de estudos. E o que mais no chamou atenção, trabalharmos diretamente um assunto pouco abordado no mundo literário e no mundo da Filosofia Maçônica. Porém, sabemos e aceitamos que a Poderosíssima Maçonaria tem demonstrado grande afeição, respeito e sentimento positivo a Mulher. Porém para nós, homens e mulheres, livres e de bons costumes, este trabalho-estudo, é um tema bastante intimo e seguro. Entretanto, se compararmos os preceitos e conceitos da Poderosíssima Maçonaria vem no sentido de encubação, proteção, cuidado, zelo, afeto, carinho, com relação às mulheres. Além do mais, só podemos comparar a Poderosíssima Maçonaria com uma mãe que detém todos estes atributos. Além do mais, as mães que se prezam, cuidam e zelam com todas as forças os seus filhos. De maneira igual, a Poderosíssima Maçonaria faz com todos os seus filhos iniciados. E como Mãe e Viúva, assim chamada, pois não tem esposo, não tem dono, não tem senhor, não tem patrão, tem o Grande Arquiteto do Universo, como Senhor absoluto, Creador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, principalmente Creador da Poderosíssima Maçonaria. Além do mais, a Poderosíssima Maçonaria, tem a responsabilidade de cuidar de seus filhos órfãos, devendo apenas obediência e submissão total ao Grande Arquiteto do Universo. Respeitando rigorosamente as leis de cada país, a Poderosíssima Maçonaria, demonstra em todos os cantos da terra, que sem sombras de dúvidas, podemos cumprir o que nos ordena a bondade de convivência, a suavidade de convivência entre os Irmãos, de Aventais e ainda sem Aventais, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes.
O que propomos neste nosso trabalho-estudo faz parte de um novo olhar sobre as histórias da história, no entanto, não queremos aqui anular absolutamente nada, e nem tão pouco, interrogar quem quer que seja. Mesmo porque, aos nossos olhos, com os olhos sobrenaturais, sendo também, considerados olhos de águia, vemos e enxergamos mais longe, alcançamos coisas que os olhos ditos profanos não conseguem alcançar e nem tão pouco enxergar o que nós enxergamos. O que, também, revelamos que praticamente todos nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, ouvimos coisas que muitos não conseguem ouvir, escutamos o que muitos não conseguem escutar. Portanto, afirmamos conscientemente que, nós temos uma visão e uma audição aguçada, por isso, queremos partilhar e compartilhar de maneira responsável com os nossos companheiros e companheiras, amigos e amigas, amados leitores, este trabalho-estudo, que muito contribuirá para o discernimento das histórias nos seios da historia. E para que, todos nós consigamos compreender o que expomos, refletiremos no que sabiamente disse o Mestre dos mestres, Yehoshwa Hamashiach, a saber: que muitos vêem, mas não enxergam, ouvem, mas não escutam, nós, iniciados, homens e mulheres, livres e de bons costumes, conseguimos divinamente ouvir, escutar, ver e enxergar, e por isso, queremos partilhar e compartilhar com todos vocês, amadas e amados leitores.
Ao trabalharmos esses dois temas que consideramos de suma importância e de grande valia, para os nossos dias, a saber, Poderosíssima Maçonaria e a Mulher, todos nós entendemos, bem como reconhecemos que não convenceremos a todos, mesmo porque, não pretendemos chegar a um consenso total aos olhos dos nossos amados leitores. Entretanto, acreditamos ser impossível que um trabalho-estudo, convença a todos por tudo. Mas, nós, conscientemente queremos cruzar algumas informações que possam de maneira positiva contribuir para maior entendimento no que diz respeito à presença da Mulher dentro da Poderosíssima Maçonaria. O que, também, consideramos de suma importância sabermos não detalhadamente tudo por tudo, mas, sabermos o que verdadeiramente nos edifica e nos conforta quanto aos assuntos aqui estudados e trabalhados. Sabemos também, que todos os nossos esforços estão direcionados para os nossos amados leitores, e principalmente para os nossos honrados Irmãos de Aventais, entendendo que em tudo e por tudo, estaremos promovendo crescimentos aos que ainda não são Irmãos de Aventais, mas, que absorveram a Filosofia da Poderosíssima Maçonaria.
Em alguns determinados segmentos das histórias tradicionais, percebemos que vergonhosamente as mulheres foram deixadas de lado, por alguns motivos, que entendemos não justificáveis. Mesmo porque, as mulheres, eram consideradas apenas como mais um ser humano nos seios das sociedades. Pois as mulheres não tinham nenhuma relação com as elites, não participavam das políticas, por isso mesmo, que os conservadores não interessavam que as mulheres estivessem lá. Sim as mulheres sempre estiveram presentes, porém, não com as honras devidas e merecidas. As mulheres estavam em todos os tempos e lugares sempre presentes, mas, não eram consideradas como protagonistas das histórias, apenas, eram vistas e aceitas como mais um. Mas todos nós, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, sabemos e reconhecemos, que as mulheres estavam sempre inseridas nas massas, nos movimentos, principalmente nos bastidores, dando sempre as suas parcelas de contribuições pertinentes sempre aos momentos das histórias, seja nos campos das políticas públicas e partidárias, nos movimentos religiosos, nos movimentos sociais, nos movimentos culturais. E o que, também, entendemos que é importante e indispensável destacarmos que as histórias não se fazem somente a partir dos centros principais. As histórias começam sempre nas periferias, e quando ganha os centros, as periferias são esquecidas, são geralmente neutralizadas.

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