Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

domingo, 22 de abril de 2018


A ESSÊNCIA DE SER E ESTAR
Antigamente, em épocas remotas, era considerado perigoso em muitos locais, ser declarado Maçom, homem ou mulher, macho ou fêmea, livre e de bons costumes, isso porque, muitas foram às investidas de Instituições de muitos líderes religiosos conservadores, tentando a qualquer custo impedir acesso e ingresso de homens e mulheres de condutas exemplares, na Augusta e Suprema Ordem Iniciática Poderosíssima Maçonaria, pois compreendiam ser um Instrumento de sentimentos Ocultos e perigosos aos seus cargos e status. Ainda hoje muitos desses sentimentos maléficos e satânicos são em várias partes do globo terrestre, principalmente nos lugares onde a exploração humana estampa-se por todos os lados e lugares, não importando assim as classes sociais e os graus de conhecimentos culturais. Os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, tinham necessidades de se reconhecerem uns aos outros, sem promoverem as necessidades de se perguntarem auditivamente, o que não eram coisas fáceis. Entretanto, as Palavras, Toques e Sinais eram indispensáveis nas vidas de todos os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, o que desde os primórdios da humanidade tais sentimentos são utilizados e gloriosamente honrados. Com efeito, se um verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, perguntasse a outrem se também era Maçom e esse outrem não só não o fosse como denunciasse quem o inquirira era, estava então o assunto entornado. O que também, tais sentimentos vinham a público e as perseguições eram constantes e cruéis aos verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes. Havia, portanto, que arranjar maneiras sutis e seguras de um Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, se poder assegurar que outro homem também tinha essa mesma qualidade, de forma que, se assim fosse, o interrogado soubesse que tal interrogação lhe estava a ser feita e soubesse responder da mesma forma, assim o êxito seria total e as intimidades também. Mas que, se o interrogado não fosse um verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, não se apercebessem sequer da interrogação, promovendo assim, sentimentos de inseguranças nos relacionamentos pessoais, sociais e principalmente Fraternais. Assim sendo, entendiam que todos os cuidados utilizados ainda pareciam pequenos, requerendo sempre mais e mais cuidados e zelos. Grandes eram as necessidades de criarem algumas formas de um verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, se dar a conhecer como tal, de maneira que só os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, se apercebessem disso e só eles reconhecessem essas formas. Eram claras necessidades de poder testar se alguém que se arrogava de ser Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, efetivamente o era, o que permitiam uns aos outros sentimentos de intimidades e os relacionamentos tornavam-se cada vez mais claros e mais seguros. E, sobretudo, havia mecanismos que tudo isto faziam de formas discretas, apenas perceptíveis por quem devesse perceber, mesmo porque, era considerado de alta periculosidade afirmar ser verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, isso porque, os conflitos e confrontos eram constantes, principalmente os de ordens religiosas conservadoras. Alguns dos verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, obviamente que lutavam incansavelmente para manter e guardar todos os Segredos Maçônicos Esotéricos e não Esotéricos, sendo que dessas formas de reconhecimentos Maçônicos que somente os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes podiam e sabiam se relacionar. Ao observarmos os anais das histórias em suas mais variadas épocas e períodos, principalmente, analisando, os fatores de antigamente, percebemos que não havia as facilidades e rapidez de comunicações e de deslocação que existem nos dias atuais, mesmo assim, os Reais Segredos Maçônicos Esotéricos e não Esotéricos eram mantidos seguros e protegidos. Os agregados principalmente os populacionais eram fechados, muito mais isolados do que agora e, sobretudo, mais distantes, em termos de tempos de viagens e comunicações, proporcionando assim, que, quando algo era descoberto em uma determinada comunidade, tribo, nação, reino, era como se quebrasse um segredo daquele povo, principalmente quando tais Segredos revelavam os usos e costumes. Importante observarmos alguns sinais aparentemente simples e sem nenhuma importância, quando na realidade por mais simples que pareçam, revelam uma grande importância, como por exemplo: Ir de Lisboa ao Porto demorava dias; Ir de Lisboa a Londres demorava semanas; Ir da Europa à Ásia, a África ou à América demorava meses.
Um viajante que chegava a qualquer localidade era visto e recebido sempre como um desconhecido e desconhecia todas ou quase todas as pessoas dessas localidades, principalmente seus usos e costumes. Diante de todas essas manifestações vividas em cada localidade, daria ao viajante sentimento de grandezas e descobertas. Se, se arrogava qualquer título ou condição, não havia meios de comunicações rápidos que permitissem verificar, em terras distantes, se os afirmados eram verdadeiros. Viajar era demorado, cansativo e muito perigoso, não importando de onde e para onde, em todos os momentos e lugares, os viajantes corriam perigos em suas mais diferentes formas, sejam ideológicos, filosóficos, religiosos e culturais. Os verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes em viagens poderiam ser beneficiados dos auxílios de seus verdadeiros Irmãos quando assim eram identificados e acolhidos, pois em tudo e por tudo a Fraternidade prevalece sobre tudo e sobre todos. Muitas das vezes sendo viajantes e ou residentes desconhecidos uns dos outros, não bastavam aos viajantes dizerem que eram verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, eles tinham de comprovar essas qualidades com todos os requisitos de palavras, sinais e toques. O que, sabemos é que antigamente era, pois, essencial que existissem formas de reconhecimentos discretos, eficazes e seguros, de conhecimentos restritos rigorosamente aos verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, que deviam ser e eram guardados em segredos e com absolutas seguranças.

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