A ESSÊNCIA DE SER E ESTAR
Antigamente, em épocas remotas, era
considerado perigoso em muitos locais, ser declarado Maçom, homem ou mulher,
macho ou fêmea, livre e de bons costumes, isso porque, muitas foram às
investidas de Instituições de muitos líderes religiosos conservadores, tentando
a qualquer custo impedir acesso e ingresso de homens e mulheres de condutas
exemplares, na Augusta e Suprema Ordem Iniciática Poderosíssima Maçonaria, pois
compreendiam ser um Instrumento de sentimentos Ocultos e perigosos aos seus
cargos e status. Ainda hoje muitos desses sentimentos maléficos e satânicos são
em várias partes do globo terrestre, principalmente nos lugares onde a
exploração humana estampa-se por todos os lados e lugares, não importando assim
as classes sociais e os graus de conhecimentos culturais. Os verdadeiros Maçons,
homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, tinham
necessidades de se reconhecerem uns aos outros, sem promoverem as necessidades
de se perguntarem auditivamente, o que não eram coisas fáceis. Entretanto, as
Palavras, Toques e Sinais eram indispensáveis nas vidas de todos os verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, o que
desde os primórdios da humanidade tais sentimentos são utilizados e gloriosamente
honrados. Com efeito, se um verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea,
livre e de bons costumes, perguntasse a outrem se também era Maçom e esse
outrem não só não o fosse como denunciasse quem o inquirira era, estava então o
assunto entornado. O que também, tais sentimentos vinham a público e as perseguições
eram constantes e cruéis aos verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e
fêmeas, livres e de bons costumes. Havia, portanto, que arranjar maneiras sutis
e seguras de um Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes,
se poder assegurar que outro homem também tinha essa mesma qualidade, de forma
que, se assim fosse, o interrogado soubesse que tal interrogação lhe estava a
ser feita e soubesse responder da mesma forma, assim o êxito seria total e as
intimidades também. Mas que, se o interrogado não fosse um verdadeiro Maçom,
homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, não se apercebessem
sequer da interrogação, promovendo assim, sentimentos de inseguranças nos relacionamentos
pessoais, sociais e principalmente Fraternais. Assim sendo, entendiam que todos
os cuidados utilizados ainda pareciam pequenos, requerendo sempre mais e mais
cuidados e zelos. Grandes eram as necessidades de criarem algumas formas de um
verdadeiro Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, se
dar a conhecer como tal, de maneira que só os verdadeiros Maçons, homens e
mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, se apercebessem disso e
só eles reconhecessem essas formas. Eram claras necessidades de poder testar se
alguém que se arrogava de ser Maçom, homem e mulher, macho e fêmea, livre e de
bons costumes, efetivamente o era, o que permitiam uns aos outros sentimentos
de intimidades e os relacionamentos tornavam-se cada vez mais claros e mais
seguros. E, sobretudo, havia mecanismos que tudo isto faziam de formas
discretas, apenas perceptíveis por quem devesse perceber, mesmo porque, era
considerado de alta periculosidade afirmar ser verdadeiro Maçom, homem e
mulher, macho e fêmea, livre e de bons costumes, isso porque, os conflitos e
confrontos eram constantes, principalmente os de ordens religiosas
conservadoras. Alguns dos verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e
fêmeas, livres e de bons costumes, obviamente que lutavam incansavelmente para
manter e guardar todos os Segredos Maçônicos Esotéricos e não Esotéricos, sendo
que dessas formas de reconhecimentos Maçônicos que somente os verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes podiam e
sabiam se relacionar. Ao observarmos os anais das histórias em suas mais
variadas épocas e períodos, principalmente, analisando, os fatores de
antigamente, percebemos que não havia as facilidades e rapidez de comunicações
e de deslocação que existem nos dias atuais, mesmo assim, os Reais Segredos
Maçônicos Esotéricos e não Esotéricos eram mantidos seguros e protegidos. Os
agregados principalmente os populacionais eram fechados, muito mais isolados do
que agora e, sobretudo, mais distantes, em termos de tempos de viagens e
comunicações, proporcionando assim, que, quando algo era descoberto em uma
determinada comunidade, tribo, nação, reino, era como se quebrasse um segredo
daquele povo, principalmente quando tais Segredos revelavam os usos e costumes.
Importante observarmos alguns sinais aparentemente simples e sem nenhuma importância,
quando na realidade por mais simples que pareçam, revelam uma grande
importância, como por exemplo: Ir de Lisboa ao Porto demorava dias; Ir de
Lisboa a Londres demorava semanas; Ir da Europa à Ásia, a África ou à América
demorava meses.
Um viajante que chegava a qualquer localidade
era visto e recebido sempre como um desconhecido e desconhecia todas ou quase
todas as pessoas dessas localidades, principalmente seus usos e costumes.
Diante de todas essas manifestações vividas em cada localidade, daria ao
viajante sentimento de grandezas e descobertas. Se, se arrogava qualquer título
ou condição, não havia meios de comunicações rápidos que permitissem verificar,
em terras distantes, se os afirmados eram verdadeiros. Viajar era demorado,
cansativo e muito perigoso, não importando de onde e para onde, em todos os
momentos e lugares, os viajantes corriam perigos em suas mais diferentes
formas, sejam ideológicos, filosóficos, religiosos e culturais. Os verdadeiros
Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes em
viagens poderiam ser beneficiados dos auxílios de seus verdadeiros Irmãos
quando assim eram identificados e acolhidos, pois em tudo e por tudo a Fraternidade
prevalece sobre tudo e sobre todos. Muitas das vezes sendo viajantes e ou
residentes desconhecidos uns dos outros, não bastavam aos viajantes dizerem que
eram verdadeiros Maçons, homens e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons
costumes, eles tinham de comprovar essas qualidades com todos os requisitos de
palavras, sinais e toques. O que, sabemos é que antigamente era, pois,
essencial que existissem formas de reconhecimentos discretos, eficazes e
seguros, de conhecimentos restritos rigorosamente aos verdadeiros Maçons, homens
e mulheres, machos e fêmeas, livres e de bons costumes, que deviam ser e eram
guardados em segredos e com absolutas seguranças.
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