SALOMÃO,
como rei e escolhido pelo Eterno nosso Deus, acumulou mais riquezas e Fortunas
em seu Reino do que qualquer outro Reino em toda história da humanidade, e
principalmente riquezase Fortunas que eram trazidas dos ímpios para aumentar
seus tesouros. Não podemos e não devemos esquecer de que de todas as riquezas e
Fortunas acumuladas por qualquer reino na história da humanidade, nenhuma é tão
inspiradora de tanto espanto e curiosidade como a incrível riqueza e Fortuna do
rei Israel SALOMÃO, isso porque, foi promessa do Eterno nosso Deus para que se
cumprisse os favores do Eterno nosso Deus na vida do rei SALOMÃO. As riquezas e
Fortunas dos ímpios foram entregues nas mãos do rei SALOMÃO, pois era promessa
do Eterno nosso Deus, para que a humanidade entendesse, reconhecesse e
aceitasse que quando o Eterno nosso Deus determina algo na vida de Seu
escolhido essa determinação se cumpre custe o que custar. Não podemos e não devemos
esquecer de que esta transferência de riquezas e Fortunas para o rei SALOMÃO foi
a mais tremenda transferência de riquezas e Fortunas de toda historia da
humanidade, que também começou com uma grande visitação do Eterno nosso Deus ao
rei SALOMÃO como enxergamos nas Escrituras Sagradas no Livro de 1 Reis 3:5-9 E
em Gibeão apareceu o Senhor a Salomão de noite em sonhos e disse-lhe Deus: Pede
o que quiseres que te dê. E disse Salomão: De grande beneficência usaste Tu com
Teu servo Davi, meu pai, como também Davi andou Contigo em verdade, e em
justiça, e em retidão de coração, perante a Tua face; e guardaste-lhe esta
grande beneficência e lhe deste um filho que se assentasse no seu trono, como
se vê nesse dia. Agora, pois, é Senhor, meu Deus, Tu fizeste reinar Teu servo
em lugar de Davi, meu pai; e sou ainda menino pequeno, nem sei como sair, nem
como entrar. E Teu servo está no meio do Teu povo que elegeste povo grande, que
nem se pode contar, nem numerar, pela sua multidão. A teu servo, pois, da um
coração entendido para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre
o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este Teu tão grande povo?.
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