Do blog;

“Este é o meu espaço cibernético, onde pretendo postar temas relacionados com o amor e as grandezas de Deus, com a música, sobremodo com o estilo que é a minha paixão, o sertanejo de raiz; quero postar ainda sobre o amor entre homem e mulher, entre outros, e enfim, o tema aqui será aquele que for o tema do meu momento atual".

Dedico este espaço aos meus amores (família) e aos meus poucos e verdadeiros amigos.

sábado, 31 de março de 2018


TRANSFERINDO FORTUNAS
PROSPERANDO EM OBRA

Não podemos e não devemos esquecer de que todas as coisas visíveis e invisíveis pertencem ao Eterno nosso Deus, Creador de todas as coisas, dos Céus, da terra e de todos os Universos. Temos, portranto, plena consciência de que todas as coisas visíveis e invisíveis e todos os Universos foram feitas pelo Eterno nosso Deus. Foi, certamente o Eterno nosso Deus que fez todas as coisas por Ele e para Ele o que está sobre tudo e sobre todos, tendo em Suas Poderosas, Infalíveis, Imutáveis e Invencíveis Mãos o Controle de tudo e de todos, como podemos enxergar nas Escrituras Sagradas no Livro de João 1:2 Todas as coisas foram feitas por Ele, e para Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. Somos, portanto, conscientes de que assim como o Eterno nosso Deus fez todas as coisas para Ele. Somos convencidos de que a imensurável Obra do Eterno nosso Deus terá infalivelmente todos e abundantemente todos os suprimentos necessários para que os Seus escolhidos, preparados e enviados possam executar essa Obra mesmo que, como seres humanos apresentando todas as limitações humanamente falando, por intervenção Divina e Sobrenatural, o Eterno nosso Deus, apresenta e supre todas as necessidades, sejam materiais, sociais, físicas, espirituais, econômicas e financeiras.
Somos convictos de que o Eterno nosso Deus participou, participa e participará ativamente de todos os momentos mesmo que dramáticos vividos por todos os seres humanos e, principalmente pelos que se dispõe a executar a Obra do Eterno nosso Deus, e que, também, ao Eterno nosso Deus se submetem incondicionalmente. Bem como, entendemos e reconhecemos que o Eterno nosso Deus também participou, participa e participará de todos os momentos de alegrias na vida de todos os seres humanos que ao Eterno nosso Deus se submetem, o que ainda assim, sabemos que esta participação diretamente do Eterno nosso Deus é em todas as áreas de nossas vidas, principalmente nas áreas financeiras, emocionais, sentimentais, sociais, familiares, econômicas e espirituais.
Sabemos que desde os primórdios da humanidade, ou seja, desde o princípio de toda a Creação, com constante freqüência, ainda mais quando levando em consideração sempre o tempo do Eterno nosso Deus, onde claramente percebemos e reconhecemos que o Eterno nosso Deus usou as riquezas, os bens materiais, ou seja, as finanças para mostrar Sua graça constante sobre todos os Seus escolhidos, bem como, para abençoar a todos àqueles que ao Eterno nosso Deus se submetem incondicionalmente e obedecem a voz e o ide ordenado pelo Eterno nosso Deus para que cumpramos missão específica em favor dos menos favorecidos e principalmente daqueles que sofreram o despreso e o descaso impostos pelos seres opressores que governam criminosamente as sociedades. Entretanto, o que mais chama a nossa atenção é enxergarmos que o Eterno nosso Deus age exatamente dessa maneira para provar Sua Soberania e Domínio sobre tudo e sobre todos, bem como, para mostrar que somente Ele, o Eterno nosso Deus está com o controle absoluto sobre todas as coisas, pessoas, seres espirituais, natureza e até mesmo com a finalidade de equipar o Seu povo para guerrear. Não podemos e não devemos esquecer de que é o Eterno nosso Deus, quem doutrina os Seus escolhidos e capacitando-os de formas e maneiras segundo as conjunturas sociais, porém, seguindo fielmente o poder sobrenatural que excede aos entendimentos e controles humanos.
Examinando as Escrituras Sagradas, de Gênesis a Apocalipse, enxergamos várias transferências de fortunas. Entretanto, queremos nos deter apenas a três grandes transferências de Fortunas que aconteceram para provar a Fidelidade e o Poder do Eterno nosso Deus para com os Seus escolhidos. Enxergamos também, que estas três transferências de Fortunas foram tão significantes que estão detalhadamente registradas nas Escrituras Sagradas, para que sejam exemplos a todos nós e que se seguem para toda a eternidade. Não podemos esquecer e nem tão pouco nos convencer de que estas foram às únicas transferências de Fortunas. O importante é observarmos que o Eterno nosso Deus desde os primórdios da humanidade tem promovido transferências de Fortunas em diversas formas, maneiras e circunstâncias.
Sabemos que outras tantas transferências de Fortunas foram feitas a inúmeros escolhidos do Eterno nosso Deus para que eles executassem determinadas Obras do Eterno nosso Deus, não importando as circunstâncias, seguindo apenas a doutrina universal determinada e estabelecida pelo Eterno nosso Deus aos Seus escolhidos. Entretanto, queremos nos deter a três transferências de fortunas para que haja maior e melhor compreensão entre todos nós, bem como, para que saibamos discernir a importância que cada uma delas teve à sua época e quais os sentimentos de ensinos e aprendizados que podemos extrair para nós nos dias atuais e para os dias futuros. Outras incontáveis transferências de Fortunas aconteceram e continuam acontecendo, porém, nenhuma delas sobressaiu a essas três transferências de Fortunas, que queremos enfatizá-las neste trabalho-estudo, devido à natureza extremamente radicalizada na forma pelas quais essas transferências de Fortunas se desencadearam como bênçãos e principalmente pelas formas e maneiras que foram derramadas sobre seus abençoados e assistidos, a saber, o povo do Eterno nosso Deus, através de Seus escolhidos e abençoados, bem como abençoadores incondicionais.
Entendemos e reconhecemos que essas três grandes e infalíveis bênçãos, determinadas e estabelecidas como transferências de Fortunas incluem domínios políticos, territoriais, finanças, bens móveis e imóveis, fazendas, animais, ouro, pedras preciosas e semipreciosas. Assim sendo, podemos e devemos relatar com segurança para nossa maior compreensão três grandes acontecimentos que marcaram definitivamente a história do povo de Deus desde os primórdios da humanidade. Ao que também, enxergamos que essas três transferências de Fortunas incluem três personagens, três homens que foram divinamente escolhidos, chamados, capacitados, preparados pelo Eterno nosso Deus para que assumissem o controle dessas Fortunas claramente transferidas ao povo que o Eterno nosso Deus escolheu para ser abençoados por intermédio deles como três líderes e sabiamente liderando um povo determinado. O que também, nos conforta é que conscientemente e confiantemente apresentamos neste trabalho-estudo sentimentos de que estamos esclarecendo e oferecendo frutos construtivos e prósperos para todos nós que somos servos do Altíssimo, do Eterno nosso Deus, nos dias atuais para os dias futuros, com as mesmas razões edificadoras que foram à sua época.
Queremos de agora em diante fazer conhecidas as três grandes transferencias de Fortunas que consideramos serem as mais importantes de todos os tempos, pois foram a partir dessas três transferências de Fortunas que se consagraram como feitos eternizados no seio do povo escolhido pelo Eterno nosso Deus, como seu povo, sua gente, sua nação, e assim eternizando os feitos gloriosos do Eterno nosso Deus a Sua gente, como contemplamos nas vidas desses três personagens, homens lendários e eternizados e que foram consecutivamente transferidas a todos nós nos dias atuais e aos nossos semelhantes para os dias futuros.
JOSÉ, filho de Jacó e Raquel, pai de Efraim e Manassés e ascendente de uma Tribo do Reino do Norte. Vemos e enxergamos que JOSÉ foi escurraçado, maltratado, despido literalmente, jogado no fundo do poço, e depois de ter passado por todos esses processos vergonhosos foi vendido para o Egito por seus legítimos irmãos. Depois de ter sido vendido ao Egito como escravo, foi educado e posto ao trabalho junto ao Faraó, entretanto, foi caluniado, ameaçado, humilhado e preso por causa da falsa acusação da mulher de seu senhor Potifar. Sabemos também, que semelhante história e incidente verificou-se escrita no tempo de Ramsés II que é preservada até os dias atuais em Papiro guardada a sete chaves no Museu Britânico para nosso conhecimento e de gerações futuras. Entretanto, enxergamos com bons olhos e providências divinas a habilidade que o Eterno nosso Deus deu a JOSÉ de interpretar sonhos fazendo com que JOSÉ conquistasse favor de Faraó ocupando com destaque o primeiro lugar no reino do Egito depois do trono de Faraó, como podemos contemplar nas Escrituras Sagradas no Gênesis 42-47 que relata exatamente como tudo aconteceu, principalmente os favores do Eterno nosso Deus ao Seu povo durante um período vergonhoso de fome que assolava todo o reino do Egito e todos os seus territórios, quando enxergamos que o pai e os irmãos de JOSÉ desceram de Canaã para permanecer em Gôsen. Não podemos e não devemos esquecer de que as bênçãos e os favores do Eterno nosso Deus não param por aí, pois seguiu-se de favores abençoadores e edificadores, que somente por graça e misericórdia divina esses favores chegaram e que em determinadas conjunturas continua a acontecer. Quando milagrosamente e divinamente o Eterno nosso Deus estabeleceu que por intermédio de JOSÉ foram transferidas Fortunas de valores imensuráveis do Reino do Egito para o povo que o Eterno nosso Deus escolheu como Seu povo, Sua gente, e que o Egito era sem sombras de dúvidas à sua época o maior império governamental de toda face terra. Temos consciência de que com essa transferência de Fortunas que o Eterno nosso Deus estabeleceu e detrminou ao Seu povo e a Sua gente por intermédio de Seu servo JOSÉ passou a tomar controle e direção das Fortunas do Reino do Egito em suas mãos. Ao que entendemos e reconhecemos que o servo do Altíssimo, JOSÉ fora o escolhido do Eterno nosso Deus para cumprir essa missão que à sua época foi sem sombras de dúvidas a maior de todas as bênçãos estabelecida e determinada sobre um povo, a saber, o povo do Altíssmo nosso Deus, o Deus de Israel. Essa Obra foi, é e será a mais complexa e importante Obra no reino da terra em que o Eterno nosso Deus estabeleceu para que Seu Nome fosse louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, adorado, venerado, não somente por aqueles que receberam literalmente e diretamente as insondáveis bênçãos, e sim por todos os seres humanos, crentes ou descrentes;
MOISÉS, foi sem sombras de dúvidas o maior e mais influente libertador e legislador de todos os tempos, eras, povos, principalmente para Israel como povo e nação escolhida pelo Eterno nosso Deus. MOISÉS filho de Anrão e Joquebede, de origem da tribo de Levi, irmão mais moço de Miriã e Arão. Não podemos e não devemos esquecer de que o nosso irmão MOISÉS que foi nascido no Egito, no tempo da escravidão em que os Israelitas povo e nação escolhida pelo Eterno nosso Deus sofreram nas mãos dos egípcios e debaixo do jugo das dinastias de Faraós maldosos e cruéis. Não podemos e não devemos esquecer de que o estadista e libertador MOISÉS, ainda muito pequeno, recém nascido, foi posto dentro de uma arca feita de juncos e que esta foi colocada entre as plantas aquáticas à margem do rio Nilo, onde logo foi encontrado pela filha de Faraó que teve misericórdia e o levou para o Palácio e dando a ele toda educação e tratamento de filho e herdeiro da dinastia de Faraó. MOISÉS foi criado no Palácio de Faraó com todas as mordomias e tratamentos de príncipe. Não podemos e não devemos esauecer de que o estadista MOISÉS foi instruído em toda a sabedoria no seio cultural e diplomático de toda corte e reinado do Egito, meio a toda sabedoria cultural, filosófica e espiritual. Importante salientarmos que o estadista e libertador MOISÉS com quarenta anos de idade, tendo matado um egípcio que encontrava-se maltratando um escravo hebreu, fazendo com que aflorasse em MOISÉS fúria, raiva, ódia e proteção ao seu patrício, em que seguidamente MOISÉS fugiu da presença iracunda do Faraó e seus auxiliares invejosos, em que MOISÉS deixou o Egito e foi para as terras Midiã para recomeçar e constituir uma nova vida. Entendemos e reconhecemos que precisamente em Midiã, MOISÉS se casou com Zipora, filha do sacerdote e Xeque Jetro e ali morou, trabalhou e serviu com gratidão, afeição, zelo, determinação e dedicação por quarenta anos seguidos. Para que se consumasse verdadeiramente a promessa na vida do Seu povo e Sua gente por intermédio de MOISÉS o Eterno nosso Deus tornou-se presente literalmente no meio da sarça ardente que mesmo em chamas não se consumia. Foi exatamente assim que o Eterno nosso Deus revelou-se a Si mesmo como Jeová a MOISÉS, e comissionando MOISÉS como servo escolhido a voltar ao Egito e ser o exclusivo libertador de Israel Seu povo, levando-o para a terra prometida. Devemos atentar que quando observando que depois de dez milagres de condenação ao pecado do Egito, ou olhando pelo lado das dez pragas, que foram impostas aos egípcios pelas mãos e ações de MOISÉS, sendo a ultima a morte de todos os primogênitos. Depois de ter padecido com dores, perdas, conflitos é que o Faraó consentiu que os Israelitas, os hebreus, partissem para Canaã conforme ordenado pelo Eterno nosso Deus e anunciado por MOISÉS. Daí em diante, por quarenta anos, MOISÉS foi o guia dos Israelitas cruzando deserto, padecendo e sofrendo todos os tipos de afrontas da natureza, entretanto, protegido pela graça e misericórdia do Eterno nosso Deus, que esteve bem presente na vida de todos os Israelitas em todas as caminhadas e trajetórias. Não podemos e não devemos esquecer de foi exatamente no Monte Sinai que MOISÉS recebeu do Eterno nosso Deus as Leis, os Mandamentos. Entendemos e reconhecemos que precisamente em Cades que considerada terra de Moabe, quando ali morreu MOISÉS depois de ter avistado e contemplado a partir do Monte Pisga, a terra prometida, MOISÉS, mediador do Antigo Pacto, é sem sombras de dúvidas um dos maiores vultos da história da humanidade. MOISÉS foi divinamente usado pelo Eterno nosso Deus para fazer com que o povo de Israel se transformasse numa Nação de valor e importância imensurável onde se estabeleceu uma base inabalável de pacto religioso para a vida nacional de um povo, como a única Nação determinada e instituída pelo Eterno nosso Deus na terra. Entendemos e reconhecemos que foi exatamente por este pacto que se determinou todo o futuro do povo do Eterno nosso Deus, os Israelitas, os Judeus, o que se estendeu e se estenderá por toda eternidade. Não podemos e não devemos esquecer de que MOISÉS, como estadista, demonstrou sua habilidade quando do momento em que o Eterno nosso Deus preparava a libertação do Seu povo do Egito para Canaã, a saber, os Israelitas. Queremos enfatizar que, quando o Eterno nosso Deus ordenava a MOISÉS que tirasse o Seu povo os Israelitas do peso da escravidão que sofria no Egito, foi estabelecido assim um pacto eterno no mundo terreno e espiritual. Não podemos esquecer de que foi exatamente neste momento que o Eterno nosso Deus manifestou Seu Poder sobre tudo e sobre todos. Importante ainda salientarmos que não podemos esquecer de que foi exatamente neste momento crucial de dificuldades, dores, lamentos e perdas que foram transferidas Fortunas incalculáveis dos egípcios para as mãos dos Israelitas, que eram liderados por MOISÉS, bênçãos essas de valores e dimensões imensuráveis;
SALOMÃO, não podemos esquecer e nem tão pouco ignorar a importância que o nosso irmão rei SALOMÃO teve, tem e terá para todos nós com sua sabedoria e forma de governar, sendo que, basta tão somente observarmos as Escrituras Sagradas para nos convencermos da importancia e contribuição do rei SALOMÃO para com as nossas vidas em sociedades e para os sistemas de governos, exércitos, defesas, seguranças etc. Observamos agora as Escrituras Sagradas para conhecermos e reconhecermos o quanto o rei SALOMÃO foi, é e será importante para com as nossas vidas e o quanto foi merecido sua glória e seu poderio. 1 Crônica 22:9-10 Eis que o filho que te nascer será homem de repouso; porque repouso lhe hei de dar de todos os seus inimigos em redor; portanto, Salomão será seu nome, e paz e descanso darei a Israel nos seus dias. Este edificará casa ao Meu Nome; ele Me será por filho, e Eu a ele por Pai; e confirmarei o Trono de seu reino sobre Israel, para sempre. Assim sendo, podemos afirmar que o rei SALOMÃO, filho do rei Davi e Bate-Seba, foi o terceiro rei de Israel como podemos enxergar nas Escrituras Sagradas nos Livros de 1 Reis 1-11 e 2 Crônicas 1-9 que narram honrosamente a história do rei SALOMÃO. Devemos atentar para o reinado do rei SALOMÃO, e enxergarmos que no glorioso reinado do rei SALOMÃO, Israel atingiu o auge de seu domínio como nenhum outro reino conseguiu antes, durante e depois. O rei SALOMÃO sabiamente e politicamente mantinha relações amistosas com o Egito o que lhe permitiu se casar com a filha de Faraó do Egito, isso sem causar danos a nenhum dos reinos. O rei SALOMÃO poderosamente dominava todas as terras conquistadas pelo rei Davi seu pai como podemos enxergar nas Escrituras Sagradas no Livro de 1 Reis 5:4 Porém o Senhor, meu Deus, me tem dado descanso de todos os lados; adversário não há, nem algum mal encontro. Não podemos e não devemos esquecer de que precisamente na Palestina o rei SALOMÃO subjugou todos os habitantes que eram Israelitas como podemos ver em 1 Reis 9:20-21 Quanto a todo povo que restou dos Amorreus, Heteus, Farezeus, Heveus, e Jebuseus e que não eram dos filhos de Israel, a seus filhos que restaram depois deles na terra, os quais os filhos de Israel não puderam destruir totalmente, Salomão os reduziu a tributo servil, até os dias de hoje. O que mais nos chama a atenção é entendermos e aceitarmos que o maior feito e empreendimento do rei SALOMÃO foi a construção do Templo de Jerusalém, também conhecido e reconhecido como Templo do SENHOR. O poderio do rei SALOMÃO era sem sombras de dúvidas imensurável, isso porque, ao mesmo tempo em que construia o Templo de Jerusalém, edificou um Palácio para si e outro para sua esposa egípcia, como também a casa do bosque do Líbano, que era um arsenal construído sobre o Monte Sião de madeira do Líbano como enxergamos nas Escrituras Sagradas no Livro 1 Reis 7:1-12. Salomão levou treze anos para terminar a construção do seu palácio. Ele construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura, sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro sobre as quais apoiavam-se vigas de cedro aparelhadas. O forro, de cedro, ficava sobre as quarenta e cinco vigas, quinze por fileira, que se apoiavam nas colunas. Havia janelas dispostas de três em três, uma em frente da outra. Todas as portas tinham estrutura retangular; ficavam na parte da frente, dispostas de três em três, uma em frente da outra. Fez um pórtico de colunas de vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Em frente havia outro pórtico com colunas e uma cobertura que se estendia além das colunas. Construiu a Sala do Trono, isto é, a Sala da Justiça, onde iria julgar, e revestiu-a de cedro desde o chão até o teto. E o palácio para sua moradia, no outro pátio, tinha um formato semelhante. Salomão fez também um palácio como esse para a filha do faraó, com quem tinha se casado. Todas essas construções, desde o lado externo até o grande pátio e do alicerce até o beiral, foram feitas de pedra de qualidade superior, cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados interno e externo. Os alicerces foram lançados com pedras grandes de qualidade superior, algumas medindo quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros. Na parte de cima havia pedras de qualidade superior, cortadas sob medida, e vigas de cedro. O grande pátio era cercado por um muro de três camadas de pedras lavradas e uma camada de vigas de cedro aparelhadas, da mesma maneira que o pátio interior do templo do Senhor, com o seu pórtico. 1 Reis 11:27 E esta foi a causa por que levantou a mão contra o rei: Salomão tinha edificado a Milo e cerrou as aberturas da Cidade de Davi, seu pai. Foi, portanto, somente depois que terminaram essas obras, no vigésimo quarto ano do seu reinado, que se consagrou o Templo 1 Reis 8. Então o rei Salomão reuniu em Jerusalém as autoridades de Israel, todos os líderes das tribos e os chefes das famílias israelitas, para levarem de Sião, a Cidade de Davi, a arca da aliança do Senhor. E todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão por ocasião da festa, no mês de etanim, que é o sétimo mês. Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os sacerdotes pegaram a arca do Senhor e a levaram, com a Tenda do Encontro e com todos os seus uten­sílios sagrados. Foram os sacerdotes e os levitas que levaram tudo. O rei Salomão e toda a comunidade de Israel, que se havia reunido a ele diante da arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que nem era possível contar. Os sacerdotes levaram a arca da ali­ança do Senhor para o seu lugar no santuário interno do templo, isto é, no Lugar Santíssimo, e a colocaram debaixo das asas dos querubins. Os querubins tinham suas asas estendidas sobre o lugar da arca e cobriam a arca e as varas utilizadas para o transporte. Essas varas eram tão compridas que as suas pontas, que se estendiam para fora da arca, podiam ser vistas da frente do santuário interno, mas não de fora dele; e elas estão lá até hoje. Na arca havia só as duas tábuas de pedra que Moisés tinha colocado quando estava em Horebe, onde o Senhor fez uma aliança com os israelitas depois que saíram do Egito. Quando os sacerdotes se retiraram do Lugar Santo, uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o seu templo. E Salomão exclamou: "O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura! Na realidade construí para ti um templo magnífico, um lugar para nele habitares para sempre!" Depois o rei virou-se e abençoou toda a assembleia de Israel, que estava ali em pé. E disse: "Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, que com sua mão cumpriu o que com sua própria boca havia prometido a meu pai, Davi, quando lhe disse: 'Desde o dia em que tirei Israel, o meu povo, do Egito, não escolhi nenhuma cidade das tribos de Israel para nela construir um templo em honra ao meu nome. Mas escolhi Davi para governar Israel, o meu povo'. "Meu pai, Davi, tinha no coração o propósito de construir um templo em honra ao nome do Senhor, o Deus de Israel. Mas o Senhor lhe disse: 'Você fez bem em ter no coração o plano de construir um templo em honra ao meu nome; no entanto, não será você que o construirá, mas o seu filho, que procederá de você; ele construirá o templo em honra ao meu nome'. "E o Senhor cumpriu a sua promessa: Sou o sucessor de meu pai, Davi, e agora ocupo o trono de Israel, como o Senhor tinha prometido, e construí o templo em honra ao nome do Senhor, o Deus de Israel. Providenciei nele um lugar para a arca, na qual estão as tábuas da aliança do Senhor, aliança que fez com os nossos antepassados quando os tirou do Egito". O rei Salomão completou a transição do reino que seu pai o rei Davi consolidara, num governo despótico oriental, estabelecendo fortalezas, aumentando o exercito, introduzindo a cavalaria e encetando grandes projetos para melhorar o comercio com nações estrangeiras. O rei Salomão formou um harém enorme. A magnificência da corte do rei Salomão era sustentada pelos impostos pesados cobrados dos reis opositores. O rei Salomão escolheu em lugar de muitos dias de vida, a sabedoria. E Deus lhe deu, alem de fortunas e honras, deu-lhe um coração sábio e entendido. Juntamente ao poder extraordinário de discernir os motivos humanos 1 Reis 3:16 Então, vieram as mulheres prostitutas ao rei e se puseram perante ele. O rei Salomão possuía o dom de se expressar por meio de ditos engenhosos que se tornaram famosos mesmo fora do seu próprio reinado 1 Reis 10:1-9 E, ouvindo a rainha de Sabá a fama de Salomão, acerca do nome do Senhor, veio prová-lo por enigmas. E veio a Jerusalém com um mui grande exercito, com camelos carregados de especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas; e veio a Salomão e disse-lhe tudo quanto tinha no seu coração. E Salomão lhe declarou todas as suas palavras; nenhuma coisa se escondeu ao rei que não lhe declarasse. Vendo, pois, a rainha de Sabá toda sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, e a comida da sua mesa, e o assentar de seus servos, e o estar de seus criados, e as vestes deles, e os seus copeiros, e a sua subida pela qual subia à Casa do Senhor, não houve mais espírito nela. E disse ao rei: Foi verdade a palavra que ouvi na minha terra, das tuas coisas e da tua sabedoria. E eu não cria naquelas palavras, até que vim, e os meus olhos o viram; eis que me não disseram metade; sobrepujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi. Bem aventurados os teus homens, bem-aventurados estes teus servos que estão sempre diante de ti, que ouvem a tua sabedoria. Bendito seja o Senhor, teu Deus, que teve agrado em ti, para te pôr no trono de Israel; porque o Senhor ama a Israel para sempre; por isso, te estabeleceu rei, para fazeres juízo e justiça. No reino da natureza, não havia nada que o rei Salomão não conhecesse 1 Reis 4:33 Também falou das árvores, desde cedro que está no Líbano até ao Hissopo que nasce na parede; também falou dos animais, e das aves, e dos répteis, e dos peixes. Proeminentemente conhecedor da sabedoria prática Livro de Eclesiastes, que baseada sobre a religião, abrangia todos os problemas morais da vida humana. O rei Salomão se transformou no criador do estilo literário no qual essa sabedoria é expressa nas Escrituras Sagradas Livro de Provérbio. São atribuídos ao rei Salomão os Salmos 72:1-20 Ó Deus, dá ao rei os Teus juízos e a Tua justiça, ao filho do rei. Ele julgará o Teu povo com justiça e os Teus pobres com justiça. Os montes trarão paz ao povo, salvará os filhos do necessitado e quebrantará o opressor. Temer-te-ão enquanto durar o sol e a lua, de geração em geração. Ele descerá como a chuva sobre a erva ceifada, como chuveiros que umedecem a terra. Nos seus dias florescerá o justo, e abundancia de paz haverá enquanto durar a lua. Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra. Aqueles que habitam no deserto se inclinarão ante ele, e os seus inimigos lamberão o pó. Os reis de Társis e das Ilhas trarão presentes; os reis de Sabá e de Sebá oferecerão dons. E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão. Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude. Compadecer-se-á do pobre e do aflito e salvará a alma dos necessitados. Libertará a sua alma do engano e da violência, e precioso será o seu sangue aos olhos dele. E viverá, e se lhe dará do ouro de Sabá, e continuamente se fará por ele oração, e todos os dias o bendirão. Haverá um punhado de trigo na terra sobre os cumes dos montes; o seu fruto se moverá como o Líbano, e os da cidade florescerão como a erva da terra. O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos, enquanto o sol durar; e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado. Bendito seja o Senhor deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas. E bendito seja para sempre o Seu nome glorioso; e encha-se toda a terra da Sua glória! Amem e amem! e Salmos 127:1-5 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalha os que edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer pão de dores, pois assim dá Ele aos seus amados o sono. Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre, o seu galardão. Como flechas na mão dos valentes, assim são os filhos da mocidade. Bem aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta. O rei Salomão, como escolhido de Deus e de seu pai o rei Davi, o rei Salomão que teve em suas mãos as fortunas do mundo ímpio. Os reis ímpios levavam suas fortunas para que o rei Salomão governasse e dominasse com sua imensa sabedoria dada por Deus. Além dos favores recebidos de Deus para que o rei Salomão recebesse fortunas de todas as partes, até mesmo reis inimigos pagavam tributos ao rei Salomão promovendo assim acúmulos imensuráveis de fortunas nas mãos do rei Salomão.

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